Questões de Concurso
Para assistente - educação básica
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A Internet tornou-se uma ferramenta de trabalho indispensável para servidores públicos que necessitam acessar sistemas governamentais, consultar informações e realizar pesquisas. Para navegar na Internet, é necessário um tipo específico de programa instalado no computador.
Considerando os conceitos relacionados à navegação na Internet, assinale a alternativa correta.
Diversos aplicativos disponibilizados pela Microsoft auxiliam na rotina de trabalho. Entre eles, há um programa que permite organizar reuniões, inclusive em dispositivos diferentes.
Considerando essa funcionalidade, assinale a alternativa que descreve o aplicativo da Microsoft que pode ser utilizado para agendar e conduzir reuniões de trabalho:
No sistema operacional Windows, a organização de arquivos e pastas segue uma estrutura hierárquica que permite o armazenamento e a localização de dados no computador.
Considerando o gerenciamento de diretórios nesse sistema operacional, assinale a alternativa correta.
Observe a figura abaixo:

Sabendo-se que os valores h=3 e b=5, qual o valor da área A(R) do retângulo? Assinale a alternativa que apresenta o valor CORRETO.

FRANK. Disponível em <https://www.tudosaladeaula.com/2020/08/atividade-de-lingua-portuguesagenero-charge-anos-finais/>.
Na charge acima, as falas das personagens sugerem que tipo de emprego da linguagem?
Analise a concordância estabelecida pelas formas verbais destacadas abaixo, preenchendo C ou E conforme esteja respectivamente certa ou errada. A seguir, assinale a sequência obtida.
(__) Era duas horas quando tudo aconteceu.
(__) Chegou todos os itens solicitados.
(__) Vieram para a festa os pais da noiva.
(__) A lista de mercadorias apresentaram alterações.
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Crônicas de uma infância
Eu já fiz uma coleção de pedras. Parece um pouco idiota, eu sei, mas quem não teve suas fases? (o que não exclui, de maneira alguma, a possibilidade, e até a certeza, de que possa estar sendo tolo nesse exato momento, mas a tendência é percebermos posteriormente).
Para minha coleção, pegava todas as pedrinhas e pedregulhos que encontrava pelo caminho. Muitas eram bem parecidas, cinzas, restos de calçadas e de asfalto. Um ou outro torrão de terra mais enrijecido acabava passando pela coleção também. Não sei se é pela modificação da paisagem urbana ou pela mudança da paisagem da minha memória, mas a sensação que tenho é a de que tínhamos mais praças, árvores e calçadas de terra naquela época. (...)
Até que um dia, caminhando pela calçada, encontrei uma pedra linda! Ela era verde, brilhante, levemente translúcida, encantadora.
Peguei-a rapidamente, quase como que a escondendo de outro passante, como se fosse desejada por outras pessoas e eu um privilegiado por achá-la primeiro. Guardei-a junto das outras, inicialmente, mas ela era tão linda que eu não suportava o fato de apenas tê-la guardada; comecei a abrir a gaveta e brincar com ela constantemente. Colocava na palma, virava-a, admirava-a de todos os ângulos, girando nas mãos. Era o item raro da minha coleção.
Pouco tempo depois, quando percebi, eu estava com uma coceira estranha nos dedos, quase uma dor.
Quando reparei com cuidado, estava com a mão toda cortada. A minha pedra mais linda não era uma pedra, era um caco de vidro, talvez de uma garrafa esquecida que teve uma noite incrível e foi atirada longe em algum momento ou algo tipo. Linda e perigosa...
Decidi acabar com minha coleção de pedra depois disso...
E passei a ter mais cuidado com aquilo que me encanta os olhos. Sem saber, aquilo pode te ferir... Às vezes, tão profundamente que pode ser tarde demais.
SIMONE, Renan de. Crônicas de uma infância. Disponível em <https://renandesimone.com/2025/11/28/cronicas-de-uma-infancia/>.
“ela era tão linda que eu não suportava o fato de apenas tê-la guardada”
A palavra destacada no período acima introduz uma oração com o sentido de:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Crônicas de uma infância
Eu já fiz uma coleção de pedras. Parece um pouco idiota, eu sei, mas quem não teve suas fases? (o que não exclui, de maneira alguma, a possibilidade, e até a certeza, de que possa estar sendo tolo nesse exato momento, mas a tendência é percebermos posteriormente).
Para minha coleção, pegava todas as pedrinhas e pedregulhos que encontrava pelo caminho. Muitas eram bem parecidas, cinzas, restos de calçadas e de asfalto. Um ou outro torrão de terra mais enrijecido acabava passando pela coleção também. Não sei se é pela modificação da paisagem urbana ou pela mudança da paisagem da minha memória, mas a sensação que tenho é a de que tínhamos mais praças, árvores e calçadas de terra naquela época. (...)
Até que um dia, caminhando pela calçada, encontrei uma pedra linda! Ela era verde, brilhante, levemente translúcida, encantadora.
Peguei-a rapidamente, quase como que a escondendo de outro passante, como se fosse desejada por outras pessoas e eu um privilegiado por achá-la primeiro. Guardei-a junto das outras, inicialmente, mas ela era tão linda que eu não suportava o fato de apenas tê-la guardada; comecei a abrir a gaveta e brincar com ela constantemente. Colocava na palma, virava-a, admirava-a de todos os ângulos, girando nas mãos. Era o item raro da minha coleção.
Pouco tempo depois, quando percebi, eu estava com uma coceira estranha nos dedos, quase uma dor.
Quando reparei com cuidado, estava com a mão toda cortada. A minha pedra mais linda não era uma pedra, era um caco de vidro, talvez de uma garrafa esquecida que teve uma noite incrível e foi atirada longe em algum momento ou algo tipo. Linda e perigosa...
Decidi acabar com minha coleção de pedra depois disso...
E passei a ter mais cuidado com aquilo que me encanta os olhos. Sem saber, aquilo pode te ferir... Às vezes, tão profundamente que pode ser tarde demais.
SIMONE, Renan de. Crônicas de uma infância. Disponível em <https://renandesimone.com/2025/11/28/cronicas-de-uma-infancia/>.
“Ela era verde, brilhante, levemente translúcida, encantadora.”
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Crônicas de uma infância
Eu já fiz uma coleção de pedras. Parece um pouco idiota, eu sei, mas quem não teve suas fases? (o que não exclui, de maneira alguma, a possibilidade, e até a certeza, de que possa estar sendo tolo nesse exato momento, mas a tendência é percebermos posteriormente).
Para minha coleção, pegava todas as pedrinhas e pedregulhos que encontrava pelo caminho. Muitas eram bem parecidas, cinzas, restos de calçadas e de asfalto. Um ou outro torrão de terra mais enrijecido acabava passando pela coleção também. Não sei se é pela modificação da paisagem urbana ou pela mudança da paisagem da minha memória, mas a sensação que tenho é a de que tínhamos mais praças, árvores e calçadas de terra naquela época. (...)
Até que um dia, caminhando pela calçada, encontrei uma pedra linda! Ela era verde, brilhante, levemente translúcida, encantadora.
Peguei-a rapidamente, quase como que a escondendo de outro passante, como se fosse desejada por outras pessoas e eu um privilegiado por achá-la primeiro. Guardei-a junto das outras, inicialmente, mas ela era tão linda que eu não suportava o fato de apenas tê-la guardada; comecei a abrir a gaveta e brincar com ela constantemente. Colocava na palma, virava-a, admirava-a de todos os ângulos, girando nas mãos. Era o item raro da minha coleção.
Pouco tempo depois, quando percebi, eu estava com uma coceira estranha nos dedos, quase uma dor.
Quando reparei com cuidado, estava com a mão toda cortada. A minha pedra mais linda não era uma pedra, era um caco de vidro, talvez de uma garrafa esquecida que teve uma noite incrível e foi atirada longe em algum momento ou algo tipo. Linda e perigosa...
Decidi acabar com minha coleção de pedra depois disso...
E passei a ter mais cuidado com aquilo que me encanta os olhos. Sem saber, aquilo pode te ferir... Às vezes, tão profundamente que pode ser tarde demais.
SIMONE, Renan de. Crônicas de uma infância. Disponível em <https://renandesimone.com/2025/11/28/cronicas-de-uma-infancia/>.