Questões de Concurso Para farmacêutico

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Q3226208 Farmácia
Assinale a alternativa que apresenta um conservante que pode ser usado em preparações farmacêuticas de uso parenteral e a sua concentração típica de uso.
Alternativas
Q3226207 Farmácia
Sabe-se que o uso de álcool pode interferir no efeito de muitos medicamentos. Assinale a alternativa com a correta relação entre o consumo de álcool e sua interação com os fármacos.
Alternativas
Q3226206 Farmácia
Assinale a alternativa que corresponde aos anti-hipertensivos da classe dos bloqueadores dos canais de cálcio, amplamente utilizados no tratamento a longo prazo da hipertensão.
Alternativas
Q3226205 Farmácia
O texto a seguir refere-se ao ciclo do citocromo P450 (CYP) para a oxidação de fármacos no fígado.

De forma simplificada, na etapa 1, o___________ combina-se com um substrato de fármaco para formar um complexo binário. Na etapa 2, o NADPH doa um elétron à (ao) ___________, que, por sua vez, reduz o complexo oxidado CYP-fármaco. Na etapa 3, um segundo elétron é introduzido a partir de NADPH por meio da mesma CYP redutase, que serve para reduzir o oxigênio molecular e formar um complexo . Esse complexo, por sua vez, transfere oxigênio ativado ao substrato do fármaco para formar o produto oxidado (etapa 4).
(Katzung BG. Farmacologia básica e clínica, 15a ed. Grupo A, 2023)

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto.
Alternativas
Q3226204 Farmácia

A figura a seguir representa um dos mecanismos de interação fármaco-receptor.


Imagem associada para resolução da questão


(Princípios de farmacologia: a base fisiopatológica da farmacoterapia. David E. Golan, 3 ed.)


O mecanismo representado pela figura indica a ligação do fármaco

Alternativas
Q3226203 Farmácia
A Política Nacional de Medicamentos tem como uma de suas diretrizes a reorientação da assistência farmacêutica, que deve ser fundamentada, entre outros, na(o)
Alternativas
Q3225757 Saúde Pública
Assinale a alternativa que apresenta corretamente um serviço de saúde que atua como porta de entrada para o acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS).
Alternativas
Q3225756 Direito Constitucional
De acordo com a Constituição Federal de 1988, em relação à assistência à saúde no Sistema Único de Saúde (SUS), é correto afirmar:
Alternativas
Q3225755 Saúde Pública
Para assegurar a equidade no Sistema Único de Saúde (SUS), os entes federativos devem cumprir atribuições e responsabilidades, por exemplo:
Alternativas
Q3225754 Saúde Pública
Sobre as linhas de cuidado no contexto das Redes de Atenção à Saúde (RAS), é correto afirmar: 
Alternativas
Q3225753 Saúde Pública
O indicador demográfico que calcula o número médio de filhos nascidos vivos, tidos por uma mulher, por faixa etária específica do período reprodutivo, na população total feminina residente em determinado espaço geográfico, no ano considerado, é denominado 
Alternativas
Q3225752 Saúde Pública
O principal objetivo da Vigilância em Saúde é
Alternativas
Q3225751 Enfermagem
A história natural da doença descreve o curso e as fases típicas de uma doença – se não houver intervenção médica ou tratamento –, desde o seu início até a sua resolução ou a morte do paciente.
Em relação aos períodos e às fases da história natural da doença, é correto afirmar que a fase
Alternativas
Q3225750 Saúde Pública
A ausência de saneamento básico adequado expõe a população a diversos riscos ambientais, aumentando, assim, a propagação de doenças infecciosas. Entre as doenças transmitidas e veiculadas pela água, está a leptospirose, sendo que, em uma hipotética região com uma população de 14000000 habitantes, em um dado período de tempo, houve 1400 casos confirmados, com registro de 280 óbitos pela doença.

Com base nessas informações, assinale a alternativa que corresponde ao coeficiente de letalidade de leptospirose na região hipotética. 
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Q3225749 Saúde Pública
Um estudo epidemiológico realizado com os dados do Registro Hospitalar do Câncer, disponibilizado pelo Instituto Nacional do Câncer, encontrou 208 casos de câncer relacionados a exposição ao amianto, sendo 194 (93,2%) classificados como câncer de pleura e 14 (6,8%) como câncer de pulmão. Desse total de registros, a idade média foi de 58 anos, sendo que a maior parte era do sexo masculino (41 indivíduos, o equivalente a 70,7%), da raça branca (48 indivíduos, o equivalente a 82,8%), casada (32 indivíduos, o equivalente a 55,2%) e com ensino fundamental completo (15 indivíduos, o equivalente a 25,9%).
Com base nas informações apresentadas, é correto afirmar que o estudo epidemiológico em questão é do tipo
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Q3225748 Direito Constitucional
O texto constitucional, ao declarar que as ações e os serviços de saúde são de relevância pública, atribuiu ao Estado o dever de garantir saúde a todos os cidadãos, superando a realidade anterior, na qual o sistema público prestava assistência médico-hospitalar apenas à população vinculada ao mercado formal de trabalho.
Essa afirmativa corresponde ao seguinte princípio do SUS:
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Q3225745 Português
Assinale a alternativa redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal.
Alternativas
Q3225744 Português
   Ninguém deveria ser obrigado a gostar de ler. Que cada um seja livre para preferir os trabalhos manuais, os esportes ou o pôquer à leitura e à escrita. Todavia, a apropriação da cultura escrita é desejável por pelo menos três motivos.

   O primeiro é que não estamos mais no tempo em que as exigências técnicas, requeridas por inúmeras tarefas, eram transmitidas pela imitação gestual, e não por uma explicitação verbal. Ser inábil com a escrita é hoje uma pesada desvantagem em uma grande quantidade de setores. E com a aceleração das mudanças pelas quais passamos, cada um, ao longo da vida, será sem dúvida chamado a exercer sucessivamente diversas profissões. A familiaridade com a escrita é um fator decisivo do devir social e, antes disso, do destino escolar, que condiciona em boa parte esse devir. Stéphane Beaud mostrou como a hostilidade diante da leitura, que muitos meninos manifestam, é prejudicial para o seu percurso escolar, e depois universitário. Ele observa que o bloqueio dos meninos em relação à leitura é uma questão fundamental, que condiciona não só o seu acesso aos estudos, mas também a sua relação com a política.

   Com efeito, é muito mais difícil ter voz ativa no espaço público quando se é inábil no uso da cultura escrita, e essa é a segunda razão pela qual ninguém deveria ser excluído dela. Ter familiaridade com a leitura, assim como com a escrita, não é suficiente e não garante nada, mas quem está distante dela corre todos os riscos de ficar fora do jogo. No momento em que a visibilidade midiática, os signos exteriores de riqueza, a cultura técnica ou o desempenho esportivo parecem prevalecer sobre os valores literários, o poder permanece, o que quer que digam, ligado à escrita. Se o atual presidente da república francesa se exibe muito mais em parques de diversões ou com cantores populares do que em livrarias, contrariamente a diversos de seus predecessores, é em uma biblioteca, ante os livros, que ele posa para a fotografia oficial. E, no cotidiano, ele se aconselha com homens de letras.

   O terceiro motivo é que o recurso à cultura escrita permite não apenas aceder ao campo do saber e da informação, mas ainda lançar mão das imensas reservas da literatura, sob todas as suas formas, cuja riqueza é indubitavelmente sem igual para que o ser humano possa se construir ou se reconstruir na adversidade. Certamente, não é o único meio e, em muitos casos, não é um recurso suficiente. Entretanto, somos seres de linguagem e seres de narrativas, e estas possuem um valor reparador.


(Michèle Petit. A arte de ler ou como resistir à adversidade, 2021. Adaptado)

Considere os seguintes trechos do 2º parágrafo.


•  ... com a aceleração das mudanças pelas quais passamos...

•  ... a hostilidade diante da leitura, que muitos meninos manifestam...


As expressões destacadas podem ser substituídas, correta e respectivamente, por: 

Alternativas
Q3225740 Português
   Ninguém deveria ser obrigado a gostar de ler. Que cada um seja livre para preferir os trabalhos manuais, os esportes ou o pôquer à leitura e à escrita. Todavia, a apropriação da cultura escrita é desejável por pelo menos três motivos.

   O primeiro é que não estamos mais no tempo em que as exigências técnicas, requeridas por inúmeras tarefas, eram transmitidas pela imitação gestual, e não por uma explicitação verbal. Ser inábil com a escrita é hoje uma pesada desvantagem em uma grande quantidade de setores. E com a aceleração das mudanças pelas quais passamos, cada um, ao longo da vida, será sem dúvida chamado a exercer sucessivamente diversas profissões. A familiaridade com a escrita é um fator decisivo do devir social e, antes disso, do destino escolar, que condiciona em boa parte esse devir. Stéphane Beaud mostrou como a hostilidade diante da leitura, que muitos meninos manifestam, é prejudicial para o seu percurso escolar, e depois universitário. Ele observa que o bloqueio dos meninos em relação à leitura é uma questão fundamental, que condiciona não só o seu acesso aos estudos, mas também a sua relação com a política.

   Com efeito, é muito mais difícil ter voz ativa no espaço público quando se é inábil no uso da cultura escrita, e essa é a segunda razão pela qual ninguém deveria ser excluído dela. Ter familiaridade com a leitura, assim como com a escrita, não é suficiente e não garante nada, mas quem está distante dela corre todos os riscos de ficar fora do jogo. No momento em que a visibilidade midiática, os signos exteriores de riqueza, a cultura técnica ou o desempenho esportivo parecem prevalecer sobre os valores literários, o poder permanece, o que quer que digam, ligado à escrita. Se o atual presidente da república francesa se exibe muito mais em parques de diversões ou com cantores populares do que em livrarias, contrariamente a diversos de seus predecessores, é em uma biblioteca, ante os livros, que ele posa para a fotografia oficial. E, no cotidiano, ele se aconselha com homens de letras.

   O terceiro motivo é que o recurso à cultura escrita permite não apenas aceder ao campo do saber e da informação, mas ainda lançar mão das imensas reservas da literatura, sob todas as suas formas, cuja riqueza é indubitavelmente sem igual para que o ser humano possa se construir ou se reconstruir na adversidade. Certamente, não é o único meio e, em muitos casos, não é um recurso suficiente. Entretanto, somos seres de linguagem e seres de narrativas, e estas possuem um valor reparador.


(Michèle Petit. A arte de ler ou como resistir à adversidade, 2021. Adaptado)
O exemplo do presidente francês foi empregado pela autora com a finalidade de fortalecer a ideia relativa
Alternativas
Q3225739 Português
   Ninguém deveria ser obrigado a gostar de ler. Que cada um seja livre para preferir os trabalhos manuais, os esportes ou o pôquer à leitura e à escrita. Todavia, a apropriação da cultura escrita é desejável por pelo menos três motivos.

   O primeiro é que não estamos mais no tempo em que as exigências técnicas, requeridas por inúmeras tarefas, eram transmitidas pela imitação gestual, e não por uma explicitação verbal. Ser inábil com a escrita é hoje uma pesada desvantagem em uma grande quantidade de setores. E com a aceleração das mudanças pelas quais passamos, cada um, ao longo da vida, será sem dúvida chamado a exercer sucessivamente diversas profissões. A familiaridade com a escrita é um fator decisivo do devir social e, antes disso, do destino escolar, que condiciona em boa parte esse devir. Stéphane Beaud mostrou como a hostilidade diante da leitura, que muitos meninos manifestam, é prejudicial para o seu percurso escolar, e depois universitário. Ele observa que o bloqueio dos meninos em relação à leitura é uma questão fundamental, que condiciona não só o seu acesso aos estudos, mas também a sua relação com a política.

   Com efeito, é muito mais difícil ter voz ativa no espaço público quando se é inábil no uso da cultura escrita, e essa é a segunda razão pela qual ninguém deveria ser excluído dela. Ter familiaridade com a leitura, assim como com a escrita, não é suficiente e não garante nada, mas quem está distante dela corre todos os riscos de ficar fora do jogo. No momento em que a visibilidade midiática, os signos exteriores de riqueza, a cultura técnica ou o desempenho esportivo parecem prevalecer sobre os valores literários, o poder permanece, o que quer que digam, ligado à escrita. Se o atual presidente da república francesa se exibe muito mais em parques de diversões ou com cantores populares do que em livrarias, contrariamente a diversos de seus predecessores, é em uma biblioteca, ante os livros, que ele posa para a fotografia oficial. E, no cotidiano, ele se aconselha com homens de letras.

   O terceiro motivo é que o recurso à cultura escrita permite não apenas aceder ao campo do saber e da informação, mas ainda lançar mão das imensas reservas da literatura, sob todas as suas formas, cuja riqueza é indubitavelmente sem igual para que o ser humano possa se construir ou se reconstruir na adversidade. Certamente, não é o único meio e, em muitos casos, não é um recurso suficiente. Entretanto, somos seres de linguagem e seres de narrativas, e estas possuem um valor reparador.


(Michèle Petit. A arte de ler ou como resistir à adversidade, 2021. Adaptado)
Quanto à discussão em relação ao domínio da leitura e da escrita, o texto deixa claro que
Alternativas
Respostas
11201: D
11202: B
11203: A
11204: A
11205: E
11206: C
11207: E
11208: B
11209: D
11210: A
11211: D
11212: A
11213: C
11214: E
11215: C
11216: B
11217: E
11218: C
11219: D
11220: C