Questões de Concurso
Para farmacêutico
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Considerando que o professor deseja calcular apenas o valor recebido pelas horas extras trabalhadas descritas na planilha, qual fórmula ele deve usar para obter o resultado correto?
Leia o texto para responder a questão.
Brasil é o terceiro país com mais pets; setor fatura R$ 52
bilhões
Pandemia aqueceu o mercado brasileiro de pets, que cresceu
quase 50% em faturamento em dois anos
Por Monique Lima
Com 149,6 milhões de animais de estimação, segundo o censo do IPB (Instituto Pet Brasil) de 2021, o Brasil é o terceiro país em número de animais domésticos. Considerando os 215 milhões de brasileiros, pelo menos 70% da população tem um pet em casa ou conhece alguém que tenha.
A preferência do país é pelos cachorros: 58% das casas têm cães, 28% têm gatos, 7% têm peixes e 11% têm aves, de acordo com a consultoria alemã GFK, que levantou dados de 22 países para descobrir a distribuição dos animais em cada local. A média mundial indica que 33% dos lares têm cães, 23% têm gatos, 12% têm peixes e 6% têm aves.
Nelo Marraccini, presidente do conselho do IPB, acredita que o Brasil é um dos mercados mais vibrantes e resilientes do mundo quando se trata de bichos de estimação. “Os brasileiros têm uma relação muito próxima com seus pets e não deixam de cuidar deles, mesmo com as dificuldades impostas pela crise”, diz o executivo.
Em 2021, o faturamento do mercado de animais de estimação brasileiro cresceu 27% na comparação anual, para R$ 51,7 bilhões. Com base no desempenho do primeiro semestre deste ano, o IPB estima que em 2022 o crescimento do setor será de 14,7%, para R$ 59,2 bilhões.
Crescimento na pandemia
Desde 2019, ano anterior à pandemia, o faturamento do mercado de pets cresceu 46,45%. Isso porque, 30% dos cães, gatos e outros bichos de estimação do Brasil foram adotados durante o período pandêmico, segundo o Radar Pet 2021 do Sindan (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal).
Cerca de 23% desses bichinhos recém-adotados foram os primeiros de seus donos – um fenômeno que não ocorreu só no Brasil. Pesquisas internacionais mostram que em diversos países a população buscou um animal de estimação para diminuir a sensação de isolamento e solidão em casa.
Com um número maior de “pais de pets”, o mercado em volta desse universo se aqueceu e viu a entrada de novos negócios. O setor de pet shops, por exemplo, aumentou 33% nos últimos dois anos com a abertura de 18.278 novas lojas, informa o Sebrae.
“O mercado pet foi um dos segmentos que apresentou forte crescimento durante o isolamento social, quando muitas pessoas adotaram animais de estimação para enfrentar a solidão. A tendência é que o brasileiro continue consumindo bastante esses produtos e serviços, mantendo o segmento aquecido”, diz Carlos Melles, presidente do Sebrae.
Pet shops pequenos e médios foram responsáveis por 48% de toda a movimentação financeira do mercado de animais de estimação em 2021, um faturamento total de R$ 24,8 bilhões. Em seguida, vêm as clínicas e hospitais veterinários (18%), agrolojas (9,8%), varejo alimentar (8,6%), pet shops de grande porte (8%) e comércio eletrônico (5,4%).
Segundo o IPB, o setor de pets gerou 2,83 milhões de empregos durante o ano de 2021, um aumento de 6,2% sobre o ano anterior. O número total de empresas ultrapassou 285 mil.
A maior parte delas (62,7%) fazem parte da cadeia de distribuição. São pontos de venda como pet shops, consultórios, clínicas veterinárias, agrolojas e o varejo de alimentos. O restante dos estabelecimentos é composto por criadores (37,8%) e indústrias (0,2%).
Os produtos para animais de estimação também se tornam relevantes na área de exportação. De 2020 para 2021, as vendas ao exterior cresceram 33%, impulsionadas principalmente pelo pet food (95%). Ao todo foram exportados US$ 412,5 milhões.
Marraccini diz acreditar na expansão e no desenvolvimento do segmento de pets no país. “Acreditamos em um setor profissionalizado, que fortaleça a relação entre seres humanos e animais de estimação, que comprovadamente é benéfica para a saúde e o bem-estar de ambos”, escreve o executivo.
Disponível em: https://forbes.com.br/forbes-money/2022/10/brasil-e-
o-terceiro-pais-com-mais-pets-setor-fatura-r-52-bilhoes/
Leia o texto para responder a questão.
Brasil é o terceiro país com mais pets; setor fatura R$ 52
bilhões
Pandemia aqueceu o mercado brasileiro de pets, que cresceu
quase 50% em faturamento em dois anos
Por Monique Lima
Com 149,6 milhões de animais de estimação, segundo o censo do IPB (Instituto Pet Brasil) de 2021, o Brasil é o terceiro país em número de animais domésticos. Considerando os 215 milhões de brasileiros, pelo menos 70% da população tem um pet em casa ou conhece alguém que tenha.
A preferência do país é pelos cachorros: 58% das casas têm cães, 28% têm gatos, 7% têm peixes e 11% têm aves, de acordo com a consultoria alemã GFK, que levantou dados de 22 países para descobrir a distribuição dos animais em cada local. A média mundial indica que 33% dos lares têm cães, 23% têm gatos, 12% têm peixes e 6% têm aves.
Nelo Marraccini, presidente do conselho do IPB, acredita que o Brasil é um dos mercados mais vibrantes e resilientes do mundo quando se trata de bichos de estimação. “Os brasileiros têm uma relação muito próxima com seus pets e não deixam de cuidar deles, mesmo com as dificuldades impostas pela crise”, diz o executivo.
Em 2021, o faturamento do mercado de animais de estimação brasileiro cresceu 27% na comparação anual, para R$ 51,7 bilhões. Com base no desempenho do primeiro semestre deste ano, o IPB estima que em 2022 o crescimento do setor será de 14,7%, para R$ 59,2 bilhões.
Crescimento na pandemia
Desde 2019, ano anterior à pandemia, o faturamento do mercado de pets cresceu 46,45%. Isso porque, 30% dos cães, gatos e outros bichos de estimação do Brasil foram adotados durante o período pandêmico, segundo o Radar Pet 2021 do Sindan (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal).
Cerca de 23% desses bichinhos recém-adotados foram os primeiros de seus donos – um fenômeno que não ocorreu só no Brasil. Pesquisas internacionais mostram que em diversos países a população buscou um animal de estimação para diminuir a sensação de isolamento e solidão em casa.
Com um número maior de “pais de pets”, o mercado em volta desse universo se aqueceu e viu a entrada de novos negócios. O setor de pet shops, por exemplo, aumentou 33% nos últimos dois anos com a abertura de 18.278 novas lojas, informa o Sebrae.
“O mercado pet foi um dos segmentos que apresentou forte crescimento durante o isolamento social, quando muitas pessoas adotaram animais de estimação para enfrentar a solidão. A tendência é que o brasileiro continue consumindo bastante esses produtos e serviços, mantendo o segmento aquecido”, diz Carlos Melles, presidente do Sebrae.
Pet shops pequenos e médios foram responsáveis por 48% de toda a movimentação financeira do mercado de animais de estimação em 2021, um faturamento total de R$ 24,8 bilhões. Em seguida, vêm as clínicas e hospitais veterinários (18%), agrolojas (9,8%), varejo alimentar (8,6%), pet shops de grande porte (8%) e comércio eletrônico (5,4%).
Segundo o IPB, o setor de pets gerou 2,83 milhões de empregos durante o ano de 2021, um aumento de 6,2% sobre o ano anterior. O número total de empresas ultrapassou 285 mil.
A maior parte delas (62,7%) fazem parte da cadeia de distribuição. São pontos de venda como pet shops, consultórios, clínicas veterinárias, agrolojas e o varejo de alimentos. O restante dos estabelecimentos é composto por criadores (37,8%) e indústrias (0,2%).
Os produtos para animais de estimação também se tornam relevantes na área de exportação. De 2020 para 2021, as vendas ao exterior cresceram 33%, impulsionadas principalmente pelo pet food (95%). Ao todo foram exportados US$ 412,5 milhões.
Marraccini diz acreditar na expansão e no desenvolvimento do segmento de pets no país. “Acreditamos em um setor profissionalizado, que fortaleça a relação entre seres humanos e animais de estimação, que comprovadamente é benéfica para a saúde e o bem-estar de ambos”, escreve o executivo.
Disponível em: https://forbes.com.br/forbes-money/2022/10/brasil-e-
o-terceiro-pais-com-mais-pets-setor-fatura-r-52-bilhoes/
Leia o texto para responder a questão.
Brasil é o terceiro país com mais pets; setor fatura R$ 52
bilhões
Pandemia aqueceu o mercado brasileiro de pets, que cresceu
quase 50% em faturamento em dois anos
Por Monique Lima
Com 149,6 milhões de animais de estimação, segundo o censo do IPB (Instituto Pet Brasil) de 2021, o Brasil é o terceiro país em número de animais domésticos. Considerando os 215 milhões de brasileiros, pelo menos 70% da população tem um pet em casa ou conhece alguém que tenha.
A preferência do país é pelos cachorros: 58% das casas têm cães, 28% têm gatos, 7% têm peixes e 11% têm aves, de acordo com a consultoria alemã GFK, que levantou dados de 22 países para descobrir a distribuição dos animais em cada local. A média mundial indica que 33% dos lares têm cães, 23% têm gatos, 12% têm peixes e 6% têm aves.
Nelo Marraccini, presidente do conselho do IPB, acredita que o Brasil é um dos mercados mais vibrantes e resilientes do mundo quando se trata de bichos de estimação. “Os brasileiros têm uma relação muito próxima com seus pets e não deixam de cuidar deles, mesmo com as dificuldades impostas pela crise”, diz o executivo.
Em 2021, o faturamento do mercado de animais de estimação brasileiro cresceu 27% na comparação anual, para R$ 51,7 bilhões. Com base no desempenho do primeiro semestre deste ano, o IPB estima que em 2022 o crescimento do setor será de 14,7%, para R$ 59,2 bilhões.
Crescimento na pandemia
Desde 2019, ano anterior à pandemia, o faturamento do mercado de pets cresceu 46,45%. Isso porque, 30% dos cães, gatos e outros bichos de estimação do Brasil foram adotados durante o período pandêmico, segundo o Radar Pet 2021 do Sindan (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal).
Cerca de 23% desses bichinhos recém-adotados foram os primeiros de seus donos – um fenômeno que não ocorreu só no Brasil. Pesquisas internacionais mostram que em diversos países a população buscou um animal de estimação para diminuir a sensação de isolamento e solidão em casa.
Com um número maior de “pais de pets”, o mercado em volta desse universo se aqueceu e viu a entrada de novos negócios. O setor de pet shops, por exemplo, aumentou 33% nos últimos dois anos com a abertura de 18.278 novas lojas, informa o Sebrae.
“O mercado pet foi um dos segmentos que apresentou forte crescimento durante o isolamento social, quando muitas pessoas adotaram animais de estimação para enfrentar a solidão. A tendência é que o brasileiro continue consumindo bastante esses produtos e serviços, mantendo o segmento aquecido”, diz Carlos Melles, presidente do Sebrae.
Pet shops pequenos e médios foram responsáveis por 48% de toda a movimentação financeira do mercado de animais de estimação em 2021, um faturamento total de R$ 24,8 bilhões. Em seguida, vêm as clínicas e hospitais veterinários (18%), agrolojas (9,8%), varejo alimentar (8,6%), pet shops de grande porte (8%) e comércio eletrônico (5,4%).
Segundo o IPB, o setor de pets gerou 2,83 milhões de empregos durante o ano de 2021, um aumento de 6,2% sobre o ano anterior. O número total de empresas ultrapassou 285 mil.
A maior parte delas (62,7%) fazem parte da cadeia de distribuição. São pontos de venda como pet shops, consultórios, clínicas veterinárias, agrolojas e o varejo de alimentos. O restante dos estabelecimentos é composto por criadores (37,8%) e indústrias (0,2%).
Os produtos para animais de estimação também se tornam relevantes na área de exportação. De 2020 para 2021, as vendas ao exterior cresceram 33%, impulsionadas principalmente pelo pet food (95%). Ao todo foram exportados US$ 412,5 milhões.
Marraccini diz acreditar na expansão e no desenvolvimento do segmento de pets no país. “Acreditamos em um setor profissionalizado, que fortaleça a relação entre seres humanos e animais de estimação, que comprovadamente é benéfica para a saúde e o bem-estar de ambos”, escreve o executivo.
Disponível em: https://forbes.com.br/forbes-money/2022/10/brasil-e-
o-terceiro-pais-com-mais-pets-setor-fatura-r-52-bilhoes/
Leia o texto para responder a questão.
Brasil é o terceiro país com mais pets; setor fatura R$ 52
bilhões
Pandemia aqueceu o mercado brasileiro de pets, que cresceu
quase 50% em faturamento em dois anos
Por Monique Lima
Com 149,6 milhões de animais de estimação, segundo o censo do IPB (Instituto Pet Brasil) de 2021, o Brasil é o terceiro país em número de animais domésticos. Considerando os 215 milhões de brasileiros, pelo menos 70% da população tem um pet em casa ou conhece alguém que tenha.
A preferência do país é pelos cachorros: 58% das casas têm cães, 28% têm gatos, 7% têm peixes e 11% têm aves, de acordo com a consultoria alemã GFK, que levantou dados de 22 países para descobrir a distribuição dos animais em cada local. A média mundial indica que 33% dos lares têm cães, 23% têm gatos, 12% têm peixes e 6% têm aves.
Nelo Marraccini, presidente do conselho do IPB, acredita que o Brasil é um dos mercados mais vibrantes e resilientes do mundo quando se trata de bichos de estimação. “Os brasileiros têm uma relação muito próxima com seus pets e não deixam de cuidar deles, mesmo com as dificuldades impostas pela crise”, diz o executivo.
Em 2021, o faturamento do mercado de animais de estimação brasileiro cresceu 27% na comparação anual, para R$ 51,7 bilhões. Com base no desempenho do primeiro semestre deste ano, o IPB estima que em 2022 o crescimento do setor será de 14,7%, para R$ 59,2 bilhões.
Crescimento na pandemia
Desde 2019, ano anterior à pandemia, o faturamento do mercado de pets cresceu 46,45%. Isso porque, 30% dos cães, gatos e outros bichos de estimação do Brasil foram adotados durante o período pandêmico, segundo o Radar Pet 2021 do Sindan (Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal).
Cerca de 23% desses bichinhos recém-adotados foram os primeiros de seus donos – um fenômeno que não ocorreu só no Brasil. Pesquisas internacionais mostram que em diversos países a população buscou um animal de estimação para diminuir a sensação de isolamento e solidão em casa.
Com um número maior de “pais de pets”, o mercado em volta desse universo se aqueceu e viu a entrada de novos negócios. O setor de pet shops, por exemplo, aumentou 33% nos últimos dois anos com a abertura de 18.278 novas lojas, informa o Sebrae.
“O mercado pet foi um dos segmentos que apresentou forte crescimento durante o isolamento social, quando muitas pessoas adotaram animais de estimação para enfrentar a solidão. A tendência é que o brasileiro continue consumindo bastante esses produtos e serviços, mantendo o segmento aquecido”, diz Carlos Melles, presidente do Sebrae.
Pet shops pequenos e médios foram responsáveis por 48% de toda a movimentação financeira do mercado de animais de estimação em 2021, um faturamento total de R$ 24,8 bilhões. Em seguida, vêm as clínicas e hospitais veterinários (18%), agrolojas (9,8%), varejo alimentar (8,6%), pet shops de grande porte (8%) e comércio eletrônico (5,4%).
Segundo o IPB, o setor de pets gerou 2,83 milhões de empregos durante o ano de 2021, um aumento de 6,2% sobre o ano anterior. O número total de empresas ultrapassou 285 mil.
A maior parte delas (62,7%) fazem parte da cadeia de distribuição. São pontos de venda como pet shops, consultórios, clínicas veterinárias, agrolojas e o varejo de alimentos. O restante dos estabelecimentos é composto por criadores (37,8%) e indústrias (0,2%).
Os produtos para animais de estimação também se tornam relevantes na área de exportação. De 2020 para 2021, as vendas ao exterior cresceram 33%, impulsionadas principalmente pelo pet food (95%). Ao todo foram exportados US$ 412,5 milhões.
Marraccini diz acreditar na expansão e no desenvolvimento do segmento de pets no país. “Acreditamos em um setor profissionalizado, que fortaleça a relação entre seres humanos e animais de estimação, que comprovadamente é benéfica para a saúde e o bem-estar de ambos”, escreve o executivo.
Disponível em: https://forbes.com.br/forbes-money/2022/10/brasil-e-
o-terceiro-pais-com-mais-pets-setor-fatura-r-52-bilhoes/
A bioquímica desempenha um papel de extrema relevância na indústria farmacêutica, uma vez que é responsável pelo estudo das reações químicas que ocorrem nos organismos vivos e na forma como os medicamentos interagem com o corpo humano.
Nesse contexto, demonstre deter conhecimentos básicos sobre bioquímica, analisando as proposições a seguir:
I. Os dissacarídeos, como os polissacarídeos, não atravessam a parede intestinal. Só são aproveitados como fonte de energia se previamente hidrolisados a monossacarídeos, que passam rapidamente do trato intestinal à corrente sanguínea.
II. Inibidores enzimáticos são responsáveis pela diminuição da atividade enzimática. Como a ação enzimática controla o metabolismo, muitos medicamentos baseiam suas propriedades na inibição de certas enzimas, como, por exemplo, as Sulfonamidas, que combatem infecções bacterianas.
É válido afirmar que:
I. ( ) É proibido ao farmacêutico exercer simultaneamente a Medicina.
II. ( ) É direito do farmacêutico ser fiscalizado no âmbito profissional e sanitário, obrigatoriamente, por profissional com formação acadêmica superior na área da saúde.
III. ( ) O profissional portador de doença que o incapacite ao exercício da profissão farmacêutica, atestada em instância administrativa, judicial ou médica, e certificada pelo CRF, terá o seu registro e as suas atividades profissionais suspensas de ofício, enquanto perdurar sua incapacidade.
São atribuições privativas do farmacêutico homeopata:
I. O assessoramento e a responsabilidade técnica na indústria farmacêutica, nas farmácias comunitárias e magistral, no serviço público e privado, onde são desenvolvidas atividades de assistência e atenção farmacêuticas relacionada com a homeopatia.
II. A manipulação e a dispensação de medicamentos homeopáticos, além da prestação de serviços de cuidados farmacêuticos no âmbito da farmácia homeopática.
III. A elaboração de laudos técnicos e a realização de perícias técnico-legais relacionados a estabelecimentos, serviços e produtos homeopáticos.
É válido considerar que:
Atento ao exposto, são tipos de indústrias e comércios da área farmacêutica, EXCETO:
A farmacocinética é uma parte essencial para o estudo da farmacologia, podendo ser descrita como o estudo do caminho do fármaco no organismo, desde a sua administração, absorção, distribuição e metabolismo, até a sua excreção. Cada uma dessas etapas pode afetar positiva ou negativamente a ação do fármaco, dependendo da forma como for aproveitada.
Acerca dos conhecimentos inerentes à Farmacocinética, analise as proposições a seguir:
I. Depois de absorvidos, os fármacos não cairão diretamente na circulação sistêmica. Antes disso, serão transportados pelo sistema porta até o fígado, onde sofrerão um processo chamado de metabolismo de primeira passagem.
II. As diferentes formas de administração parenterais diferem entre si na velocidade de ação do fármaco, já que depende do fluxo sanguíneo no tecido em que o medicamento foi administrado.
III. De forma geral, para que um fármaco seja administrado via oral e seja bem absorvido pelo organismo no trato digestivo, ele deve apresentar característica hidrofílica e carga negativa, já que essas são absorvidas de forma mais eficiente do que moléculas hidrofóbicas e de carga neutra.
IV. Aexcreção dos fármacos do organismo geralmente se dá por via renal ou biliar e é facilitada devido à metabolização dos fármacos nas fases de oxidação/redução e conjugação/hidrólise, já que podemaumentara hidrossolubilidade dos fármacos.
Considerando o critério QUANTIDADE DE PROPOSIÇÕES CORRETAS, é válido afirmar que a questão possui:
Leia atentamente a citação abaixo em destaque, marcando em seguida a opção que corretamente completa a lacuna:
O processo de implantação do SUS foi orientado pela (o), (as) (os) ___________________________, que define(m) as competências de cada esfera de governo e as condições necessárias para que Estados e Municípios possam assumir as novas posições no processo de implantação do SUS.
As interações medicamentosas são observadas quando ocorrem alterações nos efeitos de um fármaco devido à ingestão simultânea de outro fármaco ou pelo consumo de alimentos. Esta interação pode reduzir o efeito de um dos fármacos ou potencializá-lo, o que pode causar efeitos imprevisíveis no tratamento.
Acerca do tema em questão, analise as proposições a seguir, assinalando (V) se for verdadeira e (F) se for falsa, em seguida, marque a alternativa que apresenta a sequência CORRETA
I. A introdução de medicamentos em forma de comprimidos ou drágeas, pela sonda enteral, pode facilitar a associação de remédios não compatíveis entre si, causando reações indesejadas.
II.Uma forma de se evitar uma interação medicamentosa, a partir da ingestão de alimentos, quando se está fazendo uso da levotiroxina, é centrar a alimentação com base emalimentos que sejam ricos emproteína de soja ou comalto teor de fibra
III. A utilização do clopidogrel e omeprazol é contraindicada. O manejo recomendado é a substituição do omeprazol por outro inibidor de bombadeprótons que não atue no mesmocitocromo.