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Q3281060 Enfermagem
A COVID-19 é uma doença infecciosa causada pelo coronavírus SARS-CoV-2 e tem como principais sintomas febre, cansaço e tosse seca. Outros sintomas menos comuns e que podem afetar alguns pacientes são: perda de paladar ou olfato, congestão nasal, conjuntivite, dor de garganta, dor de cabeça, dores nos músculos ou juntas, diferentes tipos de erupção cutânea, náusea ou vômito, diarreia, calafrios ou tonturas. Em 26 de novembro de 2021, a OMS designou a variante da COVID-19 B.1.1.529 como uma variante de preocupação denominada____________. Essa variante apresenta um grande número de mutações, algumas das quais preocupantes.

Complete as lacunas acima com a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3281058 História e Geografia de Estados e Municípios
Analise o seguinte texto retirado do site oficial do município de Turvo:

É o principal rio de Turvo, tem sua cabeceira na Serra Geral e desemboca no rio Itoupava. Corta o município no sentido leste ao oeste. Formou, devido as cheias, nas margens, um solo fértil denominado “várzea”. Suas águas são utilizadas para a irrigação do arroz. Também é extraído dele a água que a CASAN utiliza para abastecer a cidade. O seixo do leito é aproveitado para revestir as estradas e como material de concreto nas construções das casas, pontes e tubos.

Considerando o texto acima e o site oficial do município, marque a alternativa que corresponde CORRETAMENTE ao nome do rio mencionado acima:
Alternativas
Q3281057 História e Geografia de Estados e Municípios
De acordo com o site oficial do município de Turvo/SC, leia a estrofe a seguir retirada do hino oficial municipal:

Ondulando arrozais cor de ouro
Afagados aos ventos do mar,
És tapete ao _______ da montanha
Florescendo em riqueza sem par.
Salve Turvo ______ generoso,
Cada filho que tens é uma flor.
Tuas _______ bordadas de frutos,
Tua gente é bordada de amor

Complete as lacunas com a alternativa CORRETA:


Alternativas
Q3281054 Português
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


Cuia


    Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um dia entrou um paciente novo no consultório.

    ― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no más.

    O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço observou:

    ― Cuia mais linda.

    ― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.

    ― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a bomba.

    ― Pues tava variando, pensando que era metade homem e metade cavalo. Curei o animal.

    ― Oigalê.

    ― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A família é que encrencou com a bosta dentro de casa.

    ― A la putcha.

    O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com mais cuidado.

     ― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

    ― Oigatê.

    E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista perguntou:

    ― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

    ― É esta mania que eu tenho, doutor.

    ― Pos desembuche.

    ― Gosto de roubar as coisas.

    ― Sim.

    Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o analista não ouvia mais.

    Estava de olho na sua cuia.

    ― Passa ― disse o analista.

    ― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.

    ― Passa a cuia.

    ― O senhor pode me curar, doutor?

    ― Primeiro devolve a cuia.

    O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.


Luis Fernando Veríssimo
A partícula “que” apresenta diversas classificações morfológicas, sendo um coringa na língua portuguesa. Assinale a alternativa que classifique de forma CORRETA o uso específico da partícula “que”, tendo como referência o contexto do trecho abaixo:

O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”.

Alternativas:
Alternativas
Q3281053 Português
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


Cuia


    Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um dia entrou um paciente novo no consultório.

    ― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no más.

    O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço observou:

    ― Cuia mais linda.

    ― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.

    ― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a bomba.

    ― Pues tava variando, pensando que era metade homem e metade cavalo. Curei o animal.

    ― Oigalê.

    ― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A família é que encrencou com a bosta dentro de casa.

    ― A la putcha.

    O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com mais cuidado.

     ― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

    ― Oigatê.

    E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista perguntou:

    ― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

    ― É esta mania que eu tenho, doutor.

    ― Pos desembuche.

    ― Gosto de roubar as coisas.

    ― Sim.

    Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o analista não ouvia mais.

    Estava de olho na sua cuia.

    ― Passa ― disse o analista.

    ― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.

    ― Passa a cuia.

    ― O senhor pode me curar, doutor?

    ― Primeiro devolve a cuia.

    O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.


Luis Fernando Veríssimo
Advérbios são palavras que indicam ideia de circunstância e sintaticamente são tratados como termos acessórios, ou seja, se forem retirados, a oração continua tendo sentido, mesmo que não seja exatamente o mesmo, pois a circunstância expressa pelo advérbio não estaria mais presente. Levando o exposto em consideração, o advérbio destacado abaixo expressa circunstância de:

Daí para diante, o analista tomou chimarrão.

Alternativas:
Alternativas
Q3281052 Português
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


Cuia


    Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um dia entrou um paciente novo no consultório.

    ― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no más.

    O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço observou:

    ― Cuia mais linda.

    ― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.

    ― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a bomba.

    ― Pues tava variando, pensando que era metade homem e metade cavalo. Curei o animal.

    ― Oigalê.

    ― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A família é que encrencou com a bosta dentro de casa.

    ― A la putcha.

    O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com mais cuidado.

     ― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

    ― Oigatê.

    E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista perguntou:

    ― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

    ― É esta mania que eu tenho, doutor.

    ― Pos desembuche.

    ― Gosto de roubar as coisas.

    ― Sim.

    Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o analista não ouvia mais.

    Estava de olho na sua cuia.

    ― Passa ― disse o analista.

    ― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.

    ― Passa a cuia.

    ― O senhor pode me curar, doutor?

    ― Primeiro devolve a cuia.

    O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.


Luis Fernando Veríssimo
Em virtude de o fluxo narrativo estar pautado na presença em uma conversa entre paciente e psicanalista, há a presença de muitos diálogos. Na fala abaixo, há a presença de uma vírgula para marcar qual estrutura sintática?

Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

Alternativas:
Alternativas
Q3281051 Português
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


Cuia


    Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um dia entrou um paciente novo no consultório.

    ― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no más.

    O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço observou:

    ― Cuia mais linda.

    ― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.

    ― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a bomba.

    ― Pues tava variando, pensando que era metade homem e metade cavalo. Curei o animal.

    ― Oigalê.

    ― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A família é que encrencou com a bosta dentro de casa.

    ― A la putcha.

    O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com mais cuidado.

     ― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

    ― Oigatê.

    E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista perguntou:

    ― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

    ― É esta mania que eu tenho, doutor.

    ― Pos desembuche.

    ― Gosto de roubar as coisas.

    ― Sim.

    Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o analista não ouvia mais.

    Estava de olho na sua cuia.

    ― Passa ― disse o analista.

    ― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.

    ― Passa a cuia.

    ― O senhor pode me curar, doutor?

    ― Primeiro devolve a cuia.

    O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.


Luis Fernando Veríssimo
Os vocábulos “Oigatê” e “Oigalê” são bastante representativas do vocabulário gaúcho, principalmente longe dos grandes centros. Essas palavras expressam alegria e/ou satisfação e estão classificadas morfologicamente como:
Alternativas
Q3281050 Português
Leia o texto abaixo para responder à próxima questão:


Cuia


    Lindaura, a recepcionista do analista de Bagé ― segundo ele, “mais prestimosa que mãe de noiva” ―, tem sempre uma chaleira com água quente pronta para o mate. O analista gosta de oferecer chimarrão a seus pacientes e, como ele diz, “charlar passando a cuia, que loucura não tem micróbio”. Um dia entrou um paciente novo no consultório.

    ― Buenas, tchê ― saudou o analista. ― Se abanque no más.

    O moço deitou no divã coberto com um pelego e o analista foi logo lhe alcançando a cuia com erva nova. O moço observou:

    ― Cuia mais linda.

    ― Cosa mui especial. Me deu meu primeiro paciente. O coronel Macedônio, lá pras banda de Lavras.

    ― A troco de quê? ― quis saber o moço, chupando a bomba.

    ― Pues tava variando, pensando que era metade homem e metade cavalo. Curei o animal.

    ― Oigalê.

    ― Ele até que não se importava, pues poupava montaria. A família é que encrencou com a bosta dentro de casa.

    ― A la putcha.

    O moço deu outra chupada, depois examinou a cuia com mais cuidado.

     ― Curtida barbaridade. ― Também. Mais usada que pronome oblíquo em conversa de professor.

    ― Oigatê.

    E a todas estas o moço não devolvia a cuia. O analista perguntou:

    ― Mas o que é que lhe traz aqui, índio velho?

    ― É esta mania que eu tenho, doutor.

    ― Pos desembuche.

    ― Gosto de roubar as coisas.

    ― Sim.

    Era cleptomania. O paciente continuou a falar, mas o analista não ouvia mais.

    Estava de olho na sua cuia.

    ― Passa ― disse o analista.

    ― Não passa, doutor. Tenho esta mania desde piá.

    ― Passa a cuia.

    ― O senhor pode me curar, doutor?

    ― Primeiro devolve a cuia.

    O moço devolveu. Daí para diante, só o analista tomou chimarrão. E cada vez que o paciente estendia o braço para receber a cuia de volta, ganhava um tapa na mão.


Luis Fernando Veríssimo
O analista de Bagé é um conhecido personagem recorrente em crônicas de Luis Fernando Veríssimo, sendo uma sátira ao comportamento do gaúcho do interior do estado.

Sobre a linguagem empregada na crônica, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3277574 Farmácia
A Resolução RDC nº 67/2007 da ANVISA estabelece o Regulamento Técnico sobre Boas Práticas de Manipulação de Preparações Magistrais e Oficinais para Uso Humano em farmácias. Com base nessa norma, analise as afirmativas abaixo:

I. A resolução define requisitos mínimos para a manipulação, conservação e dispensação das preparações magistrais e oficinais.
II. A RDC 67/2007 trata exclusivamente da manipulação de medicamentos estéreis, sem abordar preparações homeopáticas ou outras substâncias específicas.
III. As farmácias são classificadas em grupos de atividades de acordo com a complexidade dos processos de manipulação.
IV. O regulamento inclui anexos com diretrizes detalhadas para diferentes tipos de preparações, como produtos estéreis, homeopáticos e substâncias de baixo índice terapêutico.

Estão CORRETOS: 
Alternativas
Q3277573 Farmácia
Sobre os Medicamentos Termolábeis, relacione a (2ª) coluna de acordo com a (1ª):

(1) Cadeia de frio.
(2) Boas Práticas de Armazenagem (BPA).
(3) Boas Práticas de Transporte (BPT).
(4) Plano de contingência.

( ) Procedimentos para evitar prejuízos e garantir a continuidade do armazenamento adequado em caso de falha nos equipamentos ou falta de energia elétrica.
( ) Conjunto de medidas para garantir a qualidade dos medicamentos durante o transporte e armazenamento em trânsito.
( ) Processo que envolve atividades de armazenagem, conservação, distribuição e transporte de produtos sensíveis à temperatura.
( ) Ações que visam preservar a qualidade dos medicamentos no armazenamento, prevenindo falsificação, roubo ou avarias.

A sequência CORRETA é: 
Alternativas
Q3277572 Farmácia
Os medicamentos termolábeis são produtos farmacêuticos sensíveis a variações de temperatura e necessitam de condições especiais para garantir sua eficácia. De acordo com a RDC 430, algumas práticas devem ser seguidas para seu correto armazenamento e transporte.
Considere as afirmativas abaixo:

I. A utilização de frigobares para armazenamento desses medicamentos é recomendada, desde que o termostato esteja regulado corretamente.
II. A temperatura máxima para armazenamento de um medicamento termolábil deve ser igual ou inferior a 8°C.
III. O controle de temperatura pode ser monitorado com data loggers, que registram continuamente a temperatura durante o transporte.
IV. O transporte adequado pode ser realizado com caixas térmicas de EPS (isopor) ou bolsas térmicas contendo baterias de gelo espuma ou em gel.

Estão CORRETOS: 
Alternativas
Q3277571 Farmácia
Sobre o papel do farmacêutico na Atenção Primária à Saúde (APS), considerando os dados do Programa de Melhoria de Acesso e Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB), analise as afirmativas abaixo:

I. A presença do farmacêutico nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) impacta positivamente a gestão dos medicamentos e contribui para a melhoria da qualidade do atendimento.
II. O estudo sobre a presença do farmacêutico nas UBS destaca a melhoria das condições estruturais, como a disponibilidade de medicamentos essenciais e a gestão eficaz de farmácias.
III. O Programa PMAQ-AB foi implementado para monitorar a implementação de medicamentos genéricos nas UBS.
IV. O envolvimento do farmacêutico na APS é limitado ao acompanhamento de receitas e à distribuição de medicamentos, sem ações mais integradas à equipe de saúde.

Estão CORRETOS: 
Alternativas
Q3277570 Direito Sanitário
Os medicamentos de controle especial possuem normas rigorosas para sua prescrição, dispensação e monitoramento. Sobre esse tema, analise as afirmativas abaixo:

I. Nos hospitais, o controle desses medicamentos é dispensado, pois nesses locais os medicamentos são administrados sob supervisão de profissionais de saúde, eliminando riscos de uso inadequado
II. Os medicamentos classificados como entorpecentes e psicotrópicos possuem regras específicas de prescrição, sendo necessário o uso de receituário próprio, como Notificação de Receita Amarela para entorpecentes e Notificação de Receita Azul para psicotrópicos.
III. As farmácias e drogarias que dispensam medicamentos de controle especial devem manter um sistema de escrituração e registro de dispensação, a fim de possibilitar a rastreabilidade e fiscalização por órgãos reguladores.
IV. A classificação dos medicamentos de controle especial é dividida em listas de substâncias sujeitas a controle, podendo incluir imunossupressores, anabolizantes, substâncias psicotrópicas e entorpecentes.

Assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3277569 Direito Sanitário
Os medicamentos de controle especial são regulados por normas específicas devido ao seu potencial de causar dependência e efeitos adversos graves.
Sobre esse tipo de medicamento e seu controle, analise as afirmativas abaixo:

I. A prescrição de medicamentos de controle especial é regulamentada pela Portaria nº 344/1998 da ANVISA, que estabelece listas de substâncias sujeitas a controle, como entorpecentes e psicotrópicos.
II. O monitoramento do uso de medicamentos de controle especial envolve a rastreabilidade das prescrições e a necessidade de retenção da receita em determinados casos.
III. Os profissionais de saúde que desejam prescrever medicamentos de controle especial devem obter o talonário de receituário de controle especial junto à Vigilância Sanitária e cumprir as normativas específicas.
IV. Todos os medicamentos de controle especial exigem obrigatoriamente a prescrição por meio de Receita de Controle Especial, independentemente da substância ou classe terapêutica a que pertencem.

Assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3277568 Saúde Pública
Os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) são documentos fundamentais para a gestão da saúde pública, pois estabelecem critérios para diagnóstico, tratamento e acompanhamento clínico dentro do SUS. Sobre os PCDT, analise as afirmativas a seguir:

I. Os PCDT são elaborados exclusivamente pelos médicos do SUS e não envolvem outros profissionais da saúde ou gestores.
II. Os PCDT devem ser baseados em evidências científicas e considerar critérios de eficácia, segurança, efetividade e custo-efetividade das tecnologias recomendadas.
III. Entre os aspectos abordados pelos PCDT estão as posologias recomendadas, os mecanismos de controle clínico e a verificação dos resultados terapêuticos.
IV. A adoção dos PCDT pelos gestores do SUS é facultativa, podendo cada município decidir se segue ou não as diretrizes estabelecidas.

Estão CORRETOS: 
Alternativas
Q3277567 Farmácia
Sobre os medicamentos genéricos e sua regulamentação no Brasil, estão corretas, EXCETO: 
Alternativas
Q3277566 Farmácia
A respeito da dispensação de medicamentos no ambiente hospitalar, analise as afirmativas abaixo e marque (V) para VERDADEIRO e (F) para FALSO.

( ) O sistema coletivo de dispensação é o mais indicado para hospitais, pois garante o controle adequado dos medicamentos e evita o uso irracional.
( ) A unitarização dos medicamentos é considerada uma das formas mais seguras de dispensação, pois reduz erros de administração e facilita a rastreabilidade das doses.
( ) A prescrição digital contribui para a segurança na dispensação ao minimizar erros de interpretação e facilitar a conformidade com protocolos clínicos.
( ) A dispensação de medicamentos no ambiente hospitalar envolve apenas a entrega dos fármacos conforme a prescrição médica, sem necessidade de triagem ou análise prévia pelo farmacêutico.
( ) O sistema misto de dispensação combina características dos sistemas coletivo e individualizado, sendo adotado em alguns hospitais brasileiros para equilibrar controle e acessibilidade.

Assinale a sequência CORRETA: 
Alternativas
Q3277565 Farmácia
A resistência antimicrobiana (RAM) tem impacto direto na saúde pública global, comprometendo a eficácia de tratamentos e aumentando os custos da atenção à saúde. Considerando a evolução dos microrganismos resistentes e suas consequências, analise as afirmações abaixo:

I. A RAM pode comprometer procedimentos médicos complexos, como cirurgias e quimioterapias, devido à ineficácia de antibióticos contra infecções hospitalares.
II. A RAM é um fenômeno exclusivo das bactérias, pois vírus, fungos e parasitas não desenvolvem resistência a medicamentos.
III. O uso indiscriminado e inadequado de antimicrobianos acelera o processo de resistência microbiana, tornando tratamentos menos eficazes.
IV. O combate à RAM depende exclusivamente do desenvolvimento de novos medicamentos, sendo desnecessárias ações governamentais e sociais.

Estão CORRETOS: 
Alternativas
Q3277303 Farmácia
Assinalar a alternativa em que todos os fármacos apresentam como mecanismo de ação principal a inibição seletiva da recaptação da serotonina. 
Alternativas
Q3277302 Farmácia
Os quimioterápicos antineoplásicos requerem manipulação rigorosa devido ao seu potencial de toxicidade e complexidade. Em relação aos medicamentos antineoplásicos, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
7281: B
7282: D
7283: C
7284: A
7285: D
7286: E
7287: A
7288: C
7289: D
7290: A
7291: A
7292: C
7293: A
7294: B
7295: C
7296: D
7297: A
7298: B
7299: A
7300: A