Questões de Concurso Para farmacêutico

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Q3853957 Saúde Pública
A compreensão contemporânea de saúde tem incorporado dimensões que transcendem os aspectos biológicos e psicológicos individuais. Organizações internacionais e pesquisadores apontam que a narrativa tradicional, centrada em dieta e exercícios físicos, mostra-se insuficiente para explicar diferenças nos desfechos de saúde entre populações. Nesse contexto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3853954 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O inventário do invisível


Como desacelerar, fazer curadorias na vida e abrir espaço para um 2026 mais leve, consciente e fiel ao que realmente importa

2/12/2025


Outro dia olhei para o calendário de dezembro e comentei com a minha mãe: seu aniversário está chegando de novo! Mais um ano que voou. Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido? Pelo menos do nosso ponto de vista, com certeza. Estamos com os pés mais firmes no chão, com o senso de urgência mais apurado e a consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso.

Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte. Há euforia no ar, mas há também um cansaço silencioso. A gente chega na linha de chegada se arrastando, devendo horas de sono, carregando o peso de 12 meses nas costas.

Nessa época , todo mundo pergunta: "E aí, qual o balanço do ano?". A contabilidade tradicional quer saber o que você conquistou, quanto ganhou, quais metas bateu. Mas, na maturidade, a métrica muda. O que importa não é mais a produtividade. É a qualidade de tudo o que nos cerca.

Por isso, mudei minha pergunta. Em vez de listar o que fiz, estou tentando entender: o que me nutriu e o que me drenou?

Pense na virada de ano como uma mala de mão. Daquelas rígidas, de avião, que não esticam. A "mala de 2025" tem limite. Não dá para levar tudo.

Quando somos mais jovens, a gente quer acumular. Dizemos sim para tudo, com medo de ficar de fora. O famoso FOMO (Fear of missing). Mas a vida adulta traz uma sabedoria mais sutil: a arte da curadoria. E curadoria nada mais é do que escolher o que fica de fora para que o essencial possa ter espaço.

Só que fazer isso exige coragem. Dizer "não" ainda é uma coisa difícil para muitas pessoas. Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha. Para o "sim" ter valor, ele precisa vir acompanhado de muitos "nãos".

Convido você a fazer esse inventário do invisível comigo. Olhe para 2025. Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café? Talvez ela não precise atravessar a fronteira do ano. Aquele compromisso que você aceita só por culpa? Deixe em 2025.

A verdadeira "nova alfabetização" da vida adulta, que tanto falamos por aqui, é aprender a ler o próprio corpo antes de ler a agenda. Espaço em branco no calendário não é falha. É luxo. É respiro.

Neste dezembro , que tal praticar junto com a gente uma revolução silenciosa? O JOMO (joy of missing out). Simplesmente se entregar à alegria de não ir, se der vontade de ficar em casa. De não estar em todas. De não precisar ter opinião sobre tudo.

Que a sua lista de resoluções seja curta. Rasgue os scripts que não servem mais. O futuro não pede que sejamos mais rápidas. Ele pede que sejamos mais inteiras. E, para estar inteira lá na frente, a gente precisa soltar o excesso de bagagem agora.

Um brinde ao espaço vazio. É só nele que o novo pode acontecer.


(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-inventario-do-invisivel/.Acesso em 11 dez. 2025. Adaptado.)
A partir da leitura do texto e da mobilização de conhecimentos prévios, analise as sentenças a seguir:

I.No final do ano, especialmente quando inicia dezembro, há uma certa cobrança ou expectativa alheia em relação a nosso balanço anual. Isso, em geral, é na perspectiva das conquistas, das metas alcançadas e não de outras possibilidades.
II.O texto apresenta duas perspectivas para o dizer "sim" para tudo: uma, na juventude, e outra, na vida adulta. Esta é alcançada à medida que a pessoa amadurece, torna-se mais sábia e aprende que é possível fazer escolhas.
III.No processo de escolher o que se abraça e para o que se diz "não", a pessoa precisa aprender a ler o próprio corpo e entender quando é o momento também de pausar e ter um descanso.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3853952 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O inventário do invisível


Como desacelerar, fazer curadorias na vida e abrir espaço para um 2026 mais leve, consciente e fiel ao que realmente importa

2/12/2025


Outro dia olhei para o calendário de dezembro e comentei com a minha mãe: seu aniversário está chegando de novo! Mais um ano que voou. Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido? Pelo menos do nosso ponto de vista, com certeza. Estamos com os pés mais firmes no chão, com o senso de urgência mais apurado e a consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso.

Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte. Há euforia no ar, mas há também um cansaço silencioso. A gente chega na linha de chegada se arrastando, devendo horas de sono, carregando o peso de 12 meses nas costas.

Nessa época , todo mundo pergunta: "E aí, qual o balanço do ano?". A contabilidade tradicional quer saber o que você conquistou, quanto ganhou, quais metas bateu. Mas, na maturidade, a métrica muda. O que importa não é mais a produtividade. É a qualidade de tudo o que nos cerca.

Por isso, mudei minha pergunta. Em vez de listar o que fiz, estou tentando entender: o que me nutriu e o que me drenou?

Pense na virada de ano como uma mala de mão. Daquelas rígidas, de avião, que não esticam. A "mala de 2025" tem limite. Não dá para levar tudo.

Quando somos mais jovens, a gente quer acumular. Dizemos sim para tudo, com medo de ficar de fora. O famoso FOMO (Fear of missing). Mas a vida adulta traz uma sabedoria mais sutil: a arte da curadoria. E curadoria nada mais é do que escolher o que fica de fora para que o essencial possa ter espaço.

Só que fazer isso exige coragem. Dizer "não" ainda é uma coisa difícil para muitas pessoas. Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha. Para o "sim" ter valor, ele precisa vir acompanhado de muitos "nãos".

Convido você a fazer esse inventário do invisível comigo. Olhe para 2025. Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café? Talvez ela não precise atravessar a fronteira do ano. Aquele compromisso que você aceita só por culpa? Deixe em 2025.

A verdadeira "nova alfabetização" da vida adulta, que tanto falamos por aqui, é aprender a ler o próprio corpo antes de ler a agenda. Espaço em branco no calendário não é falha. É luxo. É respiro.

Neste dezembro , que tal praticar junto com a gente uma revolução silenciosa? O JOMO (joy of missing out). Simplesmente se entregar à alegria de não ir, se der vontade de ficar em casa. De não estar em todas. De não precisar ter opinião sobre tudo.

Que a sua lista de resoluções seja curta. Rasgue os scripts que não servem mais. O futuro não pede que sejamos mais rápidas. Ele pede que sejamos mais inteiras. E, para estar inteira lá na frente, a gente precisa soltar o excesso de bagagem agora.

Um brinde ao espaço vazio. É só nele que o novo pode acontecer.


(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-inventario-do-invisivel/.Acesso em 11 dez. 2025. Adaptado.)
No excerto "Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido?", o acento grave (crase) foi usado corretamente porque, nesse contexto, ela compõe uma locução adverbial constituída por substantivo feminino. Analise os usos da crase nas sentenças a seguir:

I. À proporção da minha força para lutar por isso é a mesma de eu desistir e nunca mais voltar atrás.
II. À custa de muita dedicação, estudo e certos sacrifícios, a juventude empobrecida conseguirá uma pontinha de lugar ao sol.
III.A decisão foi por comprar tudo à prazo porque não tinha todo o valor naquele momento.
IV.Não dormiu naquela noite. Queria colocar tudo às claras antes de partir naquela viagem com passagem só de ida.

Está correto o uso da crase em:
Alternativas
Q3853951 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O inventário do invisível


Como desacelerar, fazer curadorias na vida e abrir espaço para um 2026 mais leve, consciente e fiel ao que realmente importa

2/12/2025


Outro dia olhei para o calendário de dezembro e comentei com a minha mãe: seu aniversário está chegando de novo! Mais um ano que voou. Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido? Pelo menos do nosso ponto de vista, com certeza. Estamos com os pés mais firmes no chão, com o senso de urgência mais apurado e a consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso.

Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte. Há euforia no ar, mas há também um cansaço silencioso. A gente chega na linha de chegada se arrastando, devendo horas de sono, carregando o peso de 12 meses nas costas.

Nessa época , todo mundo pergunta: "E aí, qual o balanço do ano?". A contabilidade tradicional quer saber o que você conquistou, quanto ganhou, quais metas bateu. Mas, na maturidade, a métrica muda. O que importa não é mais a produtividade. É a qualidade de tudo o que nos cerca.

Por isso, mudei minha pergunta. Em vez de listar o que fiz, estou tentando entender: o que me nutriu e o que me drenou?

Pense na virada de ano como uma mala de mão. Daquelas rígidas, de avião, que não esticam. A "mala de 2025" tem limite. Não dá para levar tudo.

Quando somos mais jovens, a gente quer acumular. Dizemos sim para tudo, com medo de ficar de fora. O famoso FOMO (Fear of missing). Mas a vida adulta traz uma sabedoria mais sutil: a arte da curadoria. E curadoria nada mais é do que escolher o que fica de fora para que o essencial possa ter espaço.

Só que fazer isso exige coragem. Dizer "não" ainda é uma coisa difícil para muitas pessoas. Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha. Para o "sim" ter valor, ele precisa vir acompanhado de muitos "nãos".

Convido você a fazer esse inventário do invisível comigo. Olhe para 2025. Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café? Talvez ela não precise atravessar a fronteira do ano. Aquele compromisso que você aceita só por culpa? Deixe em 2025.

A verdadeira "nova alfabetização" da vida adulta, que tanto falamos por aqui, é aprender a ler o próprio corpo antes de ler a agenda. Espaço em branco no calendário não é falha. É luxo. É respiro.

Neste dezembro , que tal praticar junto com a gente uma revolução silenciosa? O JOMO (joy of missing out). Simplesmente se entregar à alegria de não ir, se der vontade de ficar em casa. De não estar em todas. De não precisar ter opinião sobre tudo.

Que a sua lista de resoluções seja curta. Rasgue os scripts que não servem mais. O futuro não pede que sejamos mais rápidas. Ele pede que sejamos mais inteiras. E, para estar inteira lá na frente, a gente precisa soltar o excesso de bagagem agora.

Um brinde ao espaço vazio. É só nele que o novo pode acontecer.


(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-inventario-do-invisivel/.Acesso em 11 dez. 2025. Adaptado.)
As palavras têm um ou mais significados, reconhecidos pelos estudiosos da língua. Esses significados podem ser sinônimos, mas nunca absolutos porque o sentido depende do contexto em que as palavras aparecem, das circunstâncias internas e externas ao texto.
Analise os dois excertos a seguir à luz do contexto geral em que foram postos e de seus conhecimentos:
"Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte."
"Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café?"
As palavras destacadas são dois adjetivos com sentidos distintos. Considerando o sentido de cada um no contexto, analise as sentenças:

I.No primeiro excerto, a palavra "exacerbada" pode ser substituída por "intensa ou agravada", mantendo o sentido.
II.Apesar de "violenta" ser um sentido possível de "exacerbada", nesse contexto, ela compromete o sentido.
III.A palavra "exaurida" significa "esgotada, consumida, exausta". Qualquer uma dessas palavras manteria o sentido do texto.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3853950 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O inventário do invisível


Como desacelerar, fazer curadorias na vida e abrir espaço para um 2026 mais leve, consciente e fiel ao que realmente importa

2/12/2025


Outro dia olhei para o calendário de dezembro e comentei com a minha mãe: seu aniversário está chegando de novo! Mais um ano que voou. Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido? Pelo menos do nosso ponto de vista, com certeza. Estamos com os pés mais firmes no chão, com o senso de urgência mais apurado e a consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso.

Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte. Há euforia no ar, mas há também um cansaço silencioso. A gente chega na linha de chegada se arrastando, devendo horas de sono, carregando o peso de 12 meses nas costas.

Nessa época , todo mundo pergunta: "E aí, qual o balanço do ano?". A contabilidade tradicional quer saber o que você conquistou, quanto ganhou, quais metas bateu. Mas, na maturidade, a métrica muda. O que importa não é mais a produtividade. É a qualidade de tudo o que nos cerca.

Por isso, mudei minha pergunta. Em vez de listar o que fiz, estou tentando entender: o que me nutriu e o que me drenou?

Pense na virada de ano como uma mala de mão. Daquelas rígidas, de avião, que não esticam. A "mala de 2025" tem limite. Não dá para levar tudo.

Quando somos mais jovens, a gente quer acumular. Dizemos sim para tudo, com medo de ficar de fora. O famoso FOMO (Fear of missing). Mas a vida adulta traz uma sabedoria mais sutil: a arte da curadoria. E curadoria nada mais é do que escolher o que fica de fora para que o essencial possa ter espaço.

Só que fazer isso exige coragem. Dizer "não" ainda é uma coisa difícil para muitas pessoas. Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha. Para o "sim" ter valor, ele precisa vir acompanhado de muitos "nãos".

Convido você a fazer esse inventário do invisível comigo. Olhe para 2025. Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café? Talvez ela não precise atravessar a fronteira do ano. Aquele compromisso que você aceita só por culpa? Deixe em 2025.

A verdadeira "nova alfabetização" da vida adulta, que tanto falamos por aqui, é aprender a ler o próprio corpo antes de ler a agenda. Espaço em branco no calendário não é falha. É luxo. É respiro.

Neste dezembro , que tal praticar junto com a gente uma revolução silenciosa? O JOMO (joy of missing out). Simplesmente se entregar à alegria de não ir, se der vontade de ficar em casa. De não estar em todas. De não precisar ter opinião sobre tudo.

Que a sua lista de resoluções seja curta. Rasgue os scripts que não servem mais. O futuro não pede que sejamos mais rápidas. Ele pede que sejamos mais inteiras. E, para estar inteira lá na frente, a gente precisa soltar o excesso de bagagem agora.

Um brinde ao espaço vazio. É só nele que o novo pode acontecer.


(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-inventario-do-invisivel/.Acesso em 11 dez. 2025. Adaptado.)
No excerto a seguir, a palavra "conta" foi usada duas vezes. Analise os usos e as sentenças e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha.

(__)O primeiro uso, se trata de uma expressão (dar conta de) já "cristalizada" na língua portuguesa, cujo sentido é de "ser capaz de fazer alguma coisa; conseguir, suportar". Nessa expressão, a palavra "conta" é um substantivo.
(__)No segundo uso, tem-se um substantivo que se refere ao ato de contar, calcular.
(__)Nos dois casos, as palavras exercem a função de sujeito dos verbos que elas acompanham.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3853949 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O inventário do invisível


Como desacelerar, fazer curadorias na vida e abrir espaço para um 2026 mais leve, consciente e fiel ao que realmente importa

2/12/2025


Outro dia olhei para o calendário de dezembro e comentei com a minha mãe: seu aniversário está chegando de novo! Mais um ano que voou. Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido? Pelo menos do nosso ponto de vista, com certeza. Estamos com os pés mais firmes no chão, com o senso de urgência mais apurado e a consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso.

Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte. Há euforia no ar, mas há também um cansaço silencioso. A gente chega na linha de chegada se arrastando, devendo horas de sono, carregando o peso de 12 meses nas costas.

Nessa época , todo mundo pergunta: "E aí, qual o balanço do ano?". A contabilidade tradicional quer saber o que você conquistou, quanto ganhou, quais metas bateu. Mas, na maturidade, a métrica muda. O que importa não é mais a produtividade. É a qualidade de tudo o que nos cerca.

Por isso, mudei minha pergunta. Em vez de listar o que fiz, estou tentando entender: o que me nutriu e o que me drenou?

Pense na virada de ano como uma mala de mão. Daquelas rígidas, de avião, que não esticam. A "mala de 2025" tem limite. Não dá para levar tudo.

Quando somos mais jovens, a gente quer acumular. Dizemos sim para tudo, com medo de ficar de fora. O famoso FOMO (Fear of missing). Mas a vida adulta traz uma sabedoria mais sutil: a arte da curadoria. E curadoria nada mais é do que escolher o que fica de fora para que o essencial possa ter espaço.

Só que fazer isso exige coragem. Dizer "não" ainda é uma coisa difícil para muitas pessoas. Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha. Para o "sim" ter valor, ele precisa vir acompanhado de muitos "nãos".

Convido você a fazer esse inventário do invisível comigo. Olhe para 2025. Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café? Talvez ela não precise atravessar a fronteira do ano. Aquele compromisso que você aceita só por culpa? Deixe em 2025.

A verdadeira "nova alfabetização" da vida adulta, que tanto falamos por aqui, é aprender a ler o próprio corpo antes de ler a agenda. Espaço em branco no calendário não é falha. É luxo. É respiro.

Neste dezembro , que tal praticar junto com a gente uma revolução silenciosa? O JOMO (joy of missing out). Simplesmente se entregar à alegria de não ir, se der vontade de ficar em casa. De não estar em todas. De não precisar ter opinião sobre tudo.

Que a sua lista de resoluções seja curta. Rasgue os scripts que não servem mais. O futuro não pede que sejamos mais rápidas. Ele pede que sejamos mais inteiras. E, para estar inteira lá na frente, a gente precisa soltar o excesso de bagagem agora.

Um brinde ao espaço vazio. É só nele que o novo pode acontecer.


(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-inventario-do-invisivel/.Acesso em 11 dez. 2025. Adaptado.)
A respeito da acentuação gráfica, analise as sentenças a seguir e registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:

(__)As palavras "invisível" e "difícil" são acentuadas graficamente porque são paroxítonas e terminam em "-l".
(__)As palavras "maravilha" e "curadoria" são paroxítonas e não são acentuadas graficamente por terminarem em -a.
(__)As palavras "urgência" e "próprio" são paroxítonas terminadas em ditongo oral, por isso recebem acento gráfico.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3853947 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O inventário do invisível


Como desacelerar, fazer curadorias na vida e abrir espaço para um 2026 mais leve, consciente e fiel ao que realmente importa

2/12/2025


Outro dia olhei para o calendário de dezembro e comentei com a minha mãe: seu aniversário está chegando de novo! Mais um ano que voou. Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido? Pelo menos do nosso ponto de vista, com certeza. Estamos com os pés mais firmes no chão, com o senso de urgência mais apurado e a consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso.

Talvez, essa sensação fique ainda mais exacerbada agora, com 2026 despontando no horizonte. Há euforia no ar, mas há também um cansaço silencioso. A gente chega na linha de chegada se arrastando, devendo horas de sono, carregando o peso de 12 meses nas costas.

Nessa época , todo mundo pergunta: "E aí, qual o balanço do ano?". A contabilidade tradicional quer saber o que você conquistou, quanto ganhou, quais metas bateu. Mas, na maturidade, a métrica muda. O que importa não é mais a produtividade. É a qualidade de tudo o que nos cerca.

Por isso, mudei minha pergunta. Em vez de listar o que fiz, estou tentando entender: o que me nutriu e o que me drenou?

Pense na virada de ano como uma mala de mão. Daquelas rígidas, de avião, que não esticam. A "mala de 2025" tem limite. Não dá para levar tudo.

Quando somos mais jovens, a gente quer acumular. Dizemos sim para tudo, com medo de ficar de fora. O famoso FOMO (Fear of missing). Mas a vida adulta traz uma sabedoria mais sutil: a arte da curadoria. E curadoria nada mais é do que escolher o que fica de fora para que o essencial possa ter espaço.

Só que fazer isso exige coragem. Dizer "não" ainda é uma coisa difícil para muitas pessoas. Fomos treinadas para agradar, para ser a "mulher maravilha" que dá conta de tudo. Mas a conta não fecha. Para o "sim" ter valor, ele precisa vir acompanhado de muitos "nãos".

Convido você a fazer esse inventário do invisível comigo. Olhe para 2025. Aquela relação que você mantém por hábito, mas que te deixa exaurida a cada café? Talvez ela não precise atravessar a fronteira do ano. Aquele compromisso que você aceita só por culpa? Deixe em 2025.

A verdadeira "nova alfabetização" da vida adulta, que tanto falamos por aqui, é aprender a ler o próprio corpo antes de ler a agenda. Espaço em branco no calendário não é falha. É luxo. É respiro.

Neste dezembro , que tal praticar junto com a gente uma revolução silenciosa? O JOMO (joy of missing out). Simplesmente se entregar à alegria de não ir, se der vontade de ficar em casa. De não estar em todas. De não precisar ter opinião sobre tudo.

Que a sua lista de resoluções seja curta. Rasgue os scripts que não servem mais. O futuro não pede que sejamos mais rápidas. Ele pede que sejamos mais inteiras. E, para estar inteira lá na frente, a gente precisa soltar o excesso de bagagem agora.

Um brinde ao espaço vazio. É só nele que o novo pode acontecer.


(Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/o-inventario-do-invisivel/.Acesso em 11 dez. 2025. Adaptado.)
A pontuação de um texto escrito é muito importante, seja para indicar possíveis pausas e entonações durante a leitura, seja para indicar elementos sintáticos que, não marcados pela pontuação, podem gerar ideias sem clareza, ambíguas e até contraditórias. Tendo isso como referência e mobilizando seus conhecimentos a respeito do assunto, analise o excerto e as sentenças a seguir.
"Outro dia olhei para o calendário de dezembro e comentei com a minha mãe: seu aniversário está chegando de novo! Mais um ano que voou. Será que, à medida que envelhecemos, o tempo passa mais rápido? Pelo menos do nosso ponto de vista, com certeza. Estamos com os pés mais firmes no chão, com o senso de urgência mais apurado e a consciência de que o tempo é o nosso bem mais precioso."

I.Os dois pontos, usados para marcar uma suspensão do discurso, nesse contexto, são seguidos da reprodução de um discurso direto, ou seja, da fala de alguém.
II.As vírgulas, no trecho sublinhado, foram usadas corretamente, uma vez que elas separam uma oração subordinada intercalada, a qual, por estar fora da ordem direta do período, quebra a fluência.
III.No último período, a vírgula posposta a "chão" para separar termos coordenados que não utilizam conectivo entre si. Nesse contexto, não caberia ponto e vírgula substituindo a vírgula.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3850772 Administração Geral
Durante uma revisão rotineira do processo logístico da farmácia hospitalar, o farmacêutico identifica falhas como desabastecimento cíclico de medicamentos críticos, acúmulo de itens vencidos, grande quantidade de produtos não padronizados e inconsistências no registro de entrada e saída de materiais.
Com base nos princípios de gerenciamento de estoques, padronização, qualidade e segurança do paciente, julgue as assertivas abaixo como VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F):
(   ) A ausência de parâmetros como estoque mínimo, estoque máximo e ponto de reposição pode causar rupturas de abastecimento, aumentando o risco de falha terapêutica e impacto direto na segurança do paciente.
(   )  A presença excessiva de medicamentos não padronizados dificulta a gestão logística, aumenta o risco de perdas e atrapalha a programação de compras, prejudicando a eficiência do serviço.
(   )  Manter o cadastro atualizado com dados como lote, validade, especificações e unidade de fornecimento é fundamental para garantir rastreabilidade, reduzir erros e permitir previsões confiáveis de consumo.
(   ) O inventário rotativo, por concentrar-se somente nos itens de baixo custo, não é considerado uma ferramenta útil para acurácia de estoque ou para prevenção de perdas relevantes em ambiente hospitalar.
Assinale a sequência CORRETA: 
Alternativas
Q3850771 Direito Sanitário
A Lei nº 6.360/1976 institui a vigilância sanitária a que ficam sujeitos medicamentos, drogas, insumos farmacêuticos, cosméticos, saneantes e demais produtos que possam afetar a saúde.
Considerando seus dispositivos, avalie as afirmativas:
I. A autorização de funcionamento de empresas que fabriquem ou comercializem produtos sujeitos à Lei nº 6.360/1976 depende de aprovação do Ministério da Saúde, levando em conta atividade, natureza dos produtos e capacidade técnica.
II. Produtos de higiene pessoal, perfumes e cosméticos não estão sujeitos à vigilância sanitária definida na Lei nº 6.360/1976, pois ela se aplica exclusivamente a medicamentos, fármacos e insumos farmacêuticos.
III. O licenciamento dos estabelecimentos sujeitos à vigilância sanitária é de responsabilidade das autoridades sanitárias locais (estadual ou municipal), conforme requisitos definidos em regulamentos complementares.
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3850770 Direito Sanitário
A Lei nº 5.991/1973 dispõe sobre o controle sanitário do comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos e correlatos no território nacional.
Sobre a Lei, analise as alternativas e assinale a INCORRETA: 
Alternativas
Q3850769 Farmácia
Uma paciente de 62 anos, hipertensa em uso de losartana e portadora de fibrilação atrial em uso de varfarina, inicia por conta própria o consumo diário do chá de Ginkgo biloba para “melhora da memória”. Após duas semanas, procura atendimento relatando episódios de epistaxe frequente e um INR visivelmente elevado. O farmacêutico clínico é acionado para investigar a possibilidade de interação entre plantas medicinais e medicamentos sintéticos.
Sobre a conduta farmacêutica e os aspectos de segurança envolvidos, julgue as assertivas abaixo como VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F):
(   ) O farmacêutico deve suspeitar de interação clinicamente relevante entre Ginkgo biloba e varfarina, pois há evidências de que a planta pode  aumentar o risco de sangramento ao potencializar efeitos anticoagulantes.
(   ) A losartana deve ser suspensa imediatamente, pois Ginkgo biloba causa interação direta com receptores AT1, aumentando risco de hipotensão grave.
(   ) É responsabilidade do farmacêutico orientar monitorização mais frequente do INR e comunicar o médico para possível ajuste terapêutico, além de recomendar suspensão ou avaliação crítica do uso da planta medicinal.
(   ) Por ser um produto natural, o evento adverso não precisa ser registrado em prontuário nem notificado como suspeita de interação, desde que o paciente receba a orientação verbal adequada.
Assinale a sequência CORRETA:
Alternativas
Q3850768 Farmácia
Em um cenário de atenção primária à saúde envolvendo malária e esquistossomose, o farmacêutico precisa orientar e revisar terapias antiparasitárias.
Considerando fármacos como Ivermectina, Praziquantel, Metronidazol e Mebendazol, assinale a alternativa INCORRETA quanto ao mecanismo de ação ou espectro terapêutico desses agentes: 
Alternativas
Q3850767 Farmácia
Durante uma revisão de uso racional de antimicrobianos em um hospital de médio porte, o farmacêutico observa que o antibiótico β-lactâmico Ceftazidima foi prescrito para infecção por Pseudomonas aeruginosa, porém o ensaio de sensibilidade revelou produção de βlactamase de espectro estendido (ESBL) e aumento de MIC. Paralelamente, em clínica de doenças tropicais, um paciente com helmintíase recebe repetidas doses de Albendazol e, após tratamento, testes mostram possível resistência ao fármaco.
Considerando os mecanismos de ação, farmacodinâmica/ farmacocinética e resistência microbiana, avalie as seguintes afirmativas:
I. A produção de β-lactamase pela bactéria constitui um mecanismo de resistência que inativa a ceftazidima antes que ela possa ligar-se à proteína-ligante-dopenicilina (PBP), o que se configura como resistência de tipo “inativação enzimática”.
II. A resistência ao albendazol, via alteração do microtúbulo do helminto por mutação no gene da βtubulina, reflete um mecanismo semelhante ao de resistência observado em antibióticos que alteram alvo, e, portanto, entra na categoria “alteração de sítioalvo”.
III. No caso da ceftazidima, se for necessária administração em doses elevadas para vencer MIC aumentada, o principal risco estará ligado à acumulação renal da ceftazidima e consequente toxicidade renal, sendo este um mecanismo de resistência mediado por farmacocinética.
IV. Em relação à albendazol, o fenômeno de metabolização hepática em produto ativo (carbendazim-metabólito) seguido de eliminação fecal  pode reduzir a exposição do helminto ao fármaco e favorecer seleção de cepas resistentes, sendo esta uma forma de resistência relacionada à farmacocinética do hospedeiro.
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3850766 Farmácia
O regulamento técnico da RDC nº 67/2007 para boas práticas de manipulação em farmácias estabelece diversos requisitos para resíduos, limpeza, layout, áreas específicas para preparo, condição ambiental, transporte interno e armazenamento das preparações.
Em relação a esses requisitos, analise as alternativas e assinale a INCORRETA: 
Alternativas
Q3850765 Farmácia
Em razão da crescente prática de manipulação de preparações magistrais e oficinais para uso humano em farmácias, a RDC nº 67/2007 estabelece o “Regulamento Técnico das Boas Práticas de Manipulação em Farmácias” abrangendo desde seleção de matérias-primas até liberação de produto final.
Com base nessa norma, considere as seguintes afirmativas:
I. A farmácia que manipula preparações magistrais contendo substâncias de baixo índice terapêutico (SBIT) conforme o Anexo II da RDC 67/2007 deve possuir autorização específica em sua licença sanitária para essa atividade, bem como implementar processo de pesagem com controle farmacêutico rigoroso.
II. Conforme a RDC 67/2007, as calibrações dos equipamentos de medição utilizados no processo de manipulação devem ser realizadas por empresa certificada e utilizar padrões rastreáveis à Rede Brasileira de Calibração (RBC), e os registros dessas calibrações devem ser mantidos pela farmácia manipulação.
III. A norma permite que as farmácias manipulem livremente qualquer insumo de origem vegetal ou medicamento industrializado previamente registrado, sem necessidade de seguir os requisitos específicos de Boas Práticas de Manipulação previstos nos Anexos da RDC 67/2007.
IV. A RDC 67/2007 exige que a matéria-prima recebida pela farmácia seja submetida a controle de qualidade, que inclua pelo menos verificação da identidade, pureza, densidade ou ponto de fusão, quando aplicável, antes do uso no preparo magnistral ou oficinal.
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3850764 Farmácia
Os fármacos utilizados no manejo de doenças respiratórias e gastrointestinais apresentam mecanismos de ação distintos e altamente específicos, sendo fundamentais no tratamento de condições como asma, DPOC, náuseas induzidas por quimioterapia e distúrbios ácido-pépticos.
Considerando as propriedades farmacológicas clássicas dessas classes — incluindo antagonistas muscarínicos inalatórios, moduladores de leucotrienos, inibidores seletivos da bomba de prótons e antagonistas de receptores 5-HT₃ — correlacione os medicamentos listados na Coluna I com suas indicações terapêuticas mais apropriadas na Coluna II, de acordo com sua principal utilização clínica e seus mecanismos de ação reconhecidos na prática farmacêutica.

Coluna I
A. montelucaste
B. ondansetrona
C. ipratrópio
D. pantoprazol


Coluna II
1. Profilaxia de náuseas e vômitos induzidos por quimioterapia ou no período pós-operatório.
2. Tratamento de manutenção da asma persistente leve, por meio do bloqueio seletivo dos receptores de leucotrienos.
3. Redução da secreção ácida gástrica nas úlceras pépticas e na doença do refluxo gastroesofágico.
4. Broncodilatação por antagonismo muscarínico M₃ nas vias aéreas, indicada em crises e manutenção da DPOC e em algumas situações de asma.

Assinale a alternativa que apresenta a correspondência CORRETA: 
Alternativas
Q3850763 Farmácia
Um paciente de 54 anos com diagnóstico recente de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) encontrase em tratamento com inalação de tiotrópio (anticolinérgico de longa duração) e faz uso concomitante de omeprazol para doença do refluxo gastroesofágico. Ele inicia quadro de exacerbação respiratória com sibilância intensa e tosse produtiva, e o médico sugere adicionar salbutamol inalatório (agonista β₂-adrenérgico de curta ação). Após 48 h, o paciente relata tremores finos, palpitações episódicas e leve hipopotassemia ao exame laboratorial.
Com base nos mecanismos de ação, farmacodinâmica e possíveis efeitos adversos, analise as assertivas:
I. A adição de salbutamol representa aumento da ativação de receptores β₂-adrenérgicos bronquiais, promovendo relaxamento da musculatura lisa das vias aéreas e melhora da ventilação, porém a estimulação desses receptores também pode promover liberação de potássio para o espaço extracelular, o que explica parcialmente a hipopotassemia observada.
II. O tiotrópio, por antagonizar receptores muscarínicos M₃ na musculatura brônquica, reduz o broncoespasmo e as secreções, e seu uso concomitante com agonistas β₂-adrenérgicos é uma estratégia sinérgica e bem tolerada na DPOC, mas não elimina a possibilidade de efeitos adversos como taquicardia ou boca seca.
III. O uso de omeprazol no contexto de tratamento pulmonar não interfere com a farmacodinâmica ou farmacocinética dos fármacos respiratórios mencionados, portanto não há preocupação de interação que explique os efeitos adversos relatados.
IV. Os tremores e as palpitações observadas após o início do salbutamol podem ser considerados efeitos adversos esperados da classe dos agonistas β₂- adrenérgicos de curta duração, e devem levar o farmacêutico a orientar sobre ajuste posológico ou considerar substituição por outro broncodilatador se persistirem.
Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3850762 Farmácia
Um paciente de 68 anos, com insuficiência renal moderada, faz uso crônico de Digoxina para fibrilação atrial. Ele inicia Verapamil para controle da frequência ventricular e, durante internação por pneumonia, recebe também Eritromicina. Após 48 h apresenta náuseas intensas, escotomas com halos amarelados e bradicardia importante.

Considerando mecanismos de ação, farmacocinética e interações medicamentosas:

I. A eritromicina, por ser inibidor enzimático e interferir em transportadores como a P-gp intestinal, pode aumentar significativamente os níveis séricos de digoxina ao reduzir sua eliminação e ao aumentar sua biodisponibilidade oral, contribuindo de forma relevante para o desenvolvimento de toxicidade cardíaca e gastrointestinal.

II. O verapamil é conhecido por aumentar as concentrações plasmáticas de digoxina ao reduzir sua depuração renal, especialmente em pacientes com função renal já comprometida, além de competir pelos mecanismos de secreção tubular ativa, atrasando a eliminação e facilitando o acúmulo plasmático.

III. O conjunto de sintomas apresentado — náuseas, vômitos, distúrbios visuais cromáticos e bradicardia acentuada — é altamente sugestivo de intoxicação  digitálica, quadro que se torna ainda mais provável diante da combinação de insuficiência renal, inibição metabólica e interação medicamentosa de efeitos somatórios sobre os níveis da droga.

IV. A associação de digoxina com verapamil e eritromicina caracteriza uma interação exclusivamente farmacodinâmica, uma vez que os fármacos modulam de forma semelhante a condução cardíaca, sem participação relevante de alterações de absorção, metabolismo ou eliminação.

Assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3850761 Direito Sanitário
A respeito das instâncias colegiadas previstas na Lei nº 8.142/90, analise as alternativas e assinale a INCORRETA: 
Alternativas
Q3850760 Saúde Pública
Vários tipos de estudos podem ser utilizados na avaliação das consequências clínicas (p.ex.: eficácia, acurácia, segurança) e econômicas relacionadas à incorporação de uma tecnologia em saúde no SUS, dentre eles, analise as alternativas e assinale a INCORRETA: 
Alternativas
Respostas
3581: E
3582: D
3583: C
3584: C
3585: B
3586: A
3587: A
3588: B
3589: B
3590: C
3591: A
3592: D
3593: A
3594: B
3595: C
3596: A
3597: B
3598: A
3599: A
3600: C