Questões de Concurso Para jornalista

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Q3831973 Matemática
Em três dias, foram fabricadas 1.452 unidades de determinado produto. No segundo dia, foi fabricado o dobro do número de unidades fabricadas no primeiro dia, enquanto, no terceiro dia, foi fabricado o número de unidades fabricadas no segundo dia, acrescido da metade desse número.
O número de unidades que foram fabricadas no segundo dia foi
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Q3831972 Matemática
Segundo informação publicada na página eletrônica da Secretaria da Saúde de Nova Odessa, o município recebeu, do governo federal, uma verba para ser aplicada em melhorias na saúde. De acordo com o secretário municipal de saúde de Nova Odessa, do montante total recebido, certo valor será utilizado em exames de alta complexidade para diagnósticos, e o valor restante, que corresponde à maior parte, será empregado em insumos de uso diário na UTI.
Sabendo que a razão entre as duas partes identificadas é 2/3, o valor que será utilizado em exames de alta complexidade corresponde, do total recebido, a 
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Q3831971 Português
Leia o trecho da crônica de Kalaf Epalanga para responder a questão.


Banho de caneca

        Não me canso, o angolano é o meu assunto favorito. Reparem bem, o lúcido afeto que lhe dedico é umbilical. E como o amor, ainda que cego, é exigente, não me furto a reconhecer que somos um povo subdesenvolvido com uma coragem arrebatadora, engenhoso no alto da sua miséria semi-institucionalizada, de sorriso aberto, mestre de esquemas e especialista na arte do banho de caneca. Desde muito cedo, desde o meu tempo da bola de gude e do bica bidon1 , que soube que o mundo cabe dentro de um alguidar com água, o mesmo no qual ainda hoje muitos chacoalham o seu amanhecer madrugador

        Ah, se essas bacias falassem! Realmente certas coisas são como andar de bicicleta, nunca se esquecem. Amanheci na minha Benguela2 materna e me bastou ver aquela bacia repousando ao lado da sua eterna companheira, a caneca, para que as memórias se tornassem palpáveis. Não há lar, seja ele um palácio ou um barraco de adobe3 e pau a pique, que não exiba esse indispensável utensílio. Tão democrático e unificador que até hoje me espanto porque é que ainda não foi consagrado a monumento, talvez monumento seja exagero, mas o alguidar e a caneca já mereciam um semba4 que lhes servisse de ode. Sim, porque não são só as classes menos favorecidas que se dedicam a esse ritual. Todo o lar, seja ele de um ministro, de uma zungueira5 e até, por ironia, de um funcionário das Águas de Angola, desde que tenham torneiras no silêncio, conhecem a arte do banho de caneca.

(Kalaf Epalanga, Minha pátria é a língua pretuguesa: crônicas, 2023)

1 Bidon: brincadeira angolana em que um jogador, o “segurança”, precisa defender uma garrafa ou “bidon” (bidão) no chão, enquanto os outros jogadores tentam chutá-la.

2Benguela: cidade angolana.

3Adobe: tijolo de argila.

4Semba: movimento de dança que consiste no embate, de frente, entre dois dançarinos; umbigada.

5Zungueira: vendedora ambulante.
Considere as seguintes passagens:
•  Reparem bem, o lúcido afeto que lhe dedico é umbilical. (1o parágrafo) •  Ah, se essas bacias falassem! (2o parágrafo) •  Sim, porque não são só as classes menos favorecidas que se dedicam a esse ritual. (2o parágrafo)

No contexto da crônica, as expressões destacadas têm como referências, correta e respectivamente:
Alternativas
Q3831970 Português
Leia o trecho da crônica de Kalaf Epalanga para responder a questão.


Banho de caneca

        Não me canso, o angolano é o meu assunto favorito. Reparem bem, o lúcido afeto que lhe dedico é umbilical. E como o amor, ainda que cego, é exigente, não me furto a reconhecer que somos um povo subdesenvolvido com uma coragem arrebatadora, engenhoso no alto da sua miséria semi-institucionalizada, de sorriso aberto, mestre de esquemas e especialista na arte do banho de caneca. Desde muito cedo, desde o meu tempo da bola de gude e do bica bidon1 , que soube que o mundo cabe dentro de um alguidar com água, o mesmo no qual ainda hoje muitos chacoalham o seu amanhecer madrugador

        Ah, se essas bacias falassem! Realmente certas coisas são como andar de bicicleta, nunca se esquecem. Amanheci na minha Benguela2 materna e me bastou ver aquela bacia repousando ao lado da sua eterna companheira, a caneca, para que as memórias se tornassem palpáveis. Não há lar, seja ele um palácio ou um barraco de adobe3 e pau a pique, que não exiba esse indispensável utensílio. Tão democrático e unificador que até hoje me espanto porque é que ainda não foi consagrado a monumento, talvez monumento seja exagero, mas o alguidar e a caneca já mereciam um semba4 que lhes servisse de ode. Sim, porque não são só as classes menos favorecidas que se dedicam a esse ritual. Todo o lar, seja ele de um ministro, de uma zungueira5 e até, por ironia, de um funcionário das Águas de Angola, desde que tenham torneiras no silêncio, conhecem a arte do banho de caneca.

(Kalaf Epalanga, Minha pátria é a língua pretuguesa: crônicas, 2023)

1 Bidon: brincadeira angolana em que um jogador, o “segurança”, precisa defender uma garrafa ou “bidon” (bidão) no chão, enquanto os outros jogadores tentam chutá-la.

2Benguela: cidade angolana.

3Adobe: tijolo de argila.

4Semba: movimento de dança que consiste no embate, de frente, entre dois dançarinos; umbigada.

5Zungueira: vendedora ambulante.
A concordância e a regência estão de acordo com a norma-padrão em: 
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Q3831969 Português
Leia o trecho da crônica de Kalaf Epalanga para responder a questão.


Banho de caneca

        Não me canso, o angolano é o meu assunto favorito. Reparem bem, o lúcido afeto que lhe dedico é umbilical. E como o amor, ainda que cego, é exigente, não me furto a reconhecer que somos um povo subdesenvolvido com uma coragem arrebatadora, engenhoso no alto da sua miséria semi-institucionalizada, de sorriso aberto, mestre de esquemas e especialista na arte do banho de caneca. Desde muito cedo, desde o meu tempo da bola de gude e do bica bidon1 , que soube que o mundo cabe dentro de um alguidar com água, o mesmo no qual ainda hoje muitos chacoalham o seu amanhecer madrugador

        Ah, se essas bacias falassem! Realmente certas coisas são como andar de bicicleta, nunca se esquecem. Amanheci na minha Benguela2 materna e me bastou ver aquela bacia repousando ao lado da sua eterna companheira, a caneca, para que as memórias se tornassem palpáveis. Não há lar, seja ele um palácio ou um barraco de adobe3 e pau a pique, que não exiba esse indispensável utensílio. Tão democrático e unificador que até hoje me espanto porque é que ainda não foi consagrado a monumento, talvez monumento seja exagero, mas o alguidar e a caneca já mereciam um semba4 que lhes servisse de ode. Sim, porque não são só as classes menos favorecidas que se dedicam a esse ritual. Todo o lar, seja ele de um ministro, de uma zungueira5 e até, por ironia, de um funcionário das Águas de Angola, desde que tenham torneiras no silêncio, conhecem a arte do banho de caneca.

(Kalaf Epalanga, Minha pátria é a língua pretuguesa: crônicas, 2023)

1 Bidon: brincadeira angolana em que um jogador, o “segurança”, precisa defender uma garrafa ou “bidon” (bidão) no chão, enquanto os outros jogadores tentam chutá-la.

2Benguela: cidade angolana.

3Adobe: tijolo de argila.

4Semba: movimento de dança que consiste no embate, de frente, entre dois dançarinos; umbigada.

5Zungueira: vendedora ambulante.
Considere as seguintes passagens:
•  E como o amor, ainda que cego, é exigente, não me furto a reconhecer que somos um povo subdesenvolvido… (1º parágrafo)
•  Todo o lar, seja ele de um ministro, de uma zungueira e até, por ironia, de um funcionário das Águas de Angola, desde que tenham torneiras no silêncio, conhecem a arte do banho de caneca. (2º parágrafo)

No contexto em que estão empregadas, as expressões destacadas estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de
Alternativas
Q3831968 Português
Leia o trecho da crônica de Kalaf Epalanga para responder a questão.


Banho de caneca

        Não me canso, o angolano é o meu assunto favorito. Reparem bem, o lúcido afeto que lhe dedico é umbilical. E como o amor, ainda que cego, é exigente, não me furto a reconhecer que somos um povo subdesenvolvido com uma coragem arrebatadora, engenhoso no alto da sua miséria semi-institucionalizada, de sorriso aberto, mestre de esquemas e especialista na arte do banho de caneca. Desde muito cedo, desde o meu tempo da bola de gude e do bica bidon1 , que soube que o mundo cabe dentro de um alguidar com água, o mesmo no qual ainda hoje muitos chacoalham o seu amanhecer madrugador

        Ah, se essas bacias falassem! Realmente certas coisas são como andar de bicicleta, nunca se esquecem. Amanheci na minha Benguela2 materna e me bastou ver aquela bacia repousando ao lado da sua eterna companheira, a caneca, para que as memórias se tornassem palpáveis. Não há lar, seja ele um palácio ou um barraco de adobe3 e pau a pique, que não exiba esse indispensável utensílio. Tão democrático e unificador que até hoje me espanto porque é que ainda não foi consagrado a monumento, talvez monumento seja exagero, mas o alguidar e a caneca já mereciam um semba4 que lhes servisse de ode. Sim, porque não são só as classes menos favorecidas que se dedicam a esse ritual. Todo o lar, seja ele de um ministro, de uma zungueira5 e até, por ironia, de um funcionário das Águas de Angola, desde que tenham torneiras no silêncio, conhecem a arte do banho de caneca.

(Kalaf Epalanga, Minha pátria é a língua pretuguesa: crônicas, 2023)

1 Bidon: brincadeira angolana em que um jogador, o “segurança”, precisa defender uma garrafa ou “bidon” (bidão) no chão, enquanto os outros jogadores tentam chutá-la.

2Benguela: cidade angolana.

3Adobe: tijolo de argila.

4Semba: movimento de dança que consiste no embate, de frente, entre dois dançarinos; umbigada.

5Zungueira: vendedora ambulante.
Na passagem do 1º parágrafo “… não me furto a reconhecer que somos um povo subdesenvolvido com uma coragem arrebatadora, engenhoso no alto da sua miséria semi-institucionalizada, de sorriso aberto, mestre de esquemas e especialista na arte do banho de caneca.”, o narrador
Alternativas
Q3831967 Português
Leia o trecho da crônica de Kalaf Epalanga para responder a questão.


Banho de caneca

        Não me canso, o angolano é o meu assunto favorito. Reparem bem, o lúcido afeto que lhe dedico é umbilical. E como o amor, ainda que cego, é exigente, não me furto a reconhecer que somos um povo subdesenvolvido com uma coragem arrebatadora, engenhoso no alto da sua miséria semi-institucionalizada, de sorriso aberto, mestre de esquemas e especialista na arte do banho de caneca. Desde muito cedo, desde o meu tempo da bola de gude e do bica bidon1 , que soube que o mundo cabe dentro de um alguidar com água, o mesmo no qual ainda hoje muitos chacoalham o seu amanhecer madrugador

        Ah, se essas bacias falassem! Realmente certas coisas são como andar de bicicleta, nunca se esquecem. Amanheci na minha Benguela2 materna e me bastou ver aquela bacia repousando ao lado da sua eterna companheira, a caneca, para que as memórias se tornassem palpáveis. Não há lar, seja ele um palácio ou um barraco de adobe3 e pau a pique, que não exiba esse indispensável utensílio. Tão democrático e unificador que até hoje me espanto porque é que ainda não foi consagrado a monumento, talvez monumento seja exagero, mas o alguidar e a caneca já mereciam um semba4 que lhes servisse de ode. Sim, porque não são só as classes menos favorecidas que se dedicam a esse ritual. Todo o lar, seja ele de um ministro, de uma zungueira5 e até, por ironia, de um funcionário das Águas de Angola, desde que tenham torneiras no silêncio, conhecem a arte do banho de caneca.

(Kalaf Epalanga, Minha pátria é a língua pretuguesa: crônicas, 2023)

1 Bidon: brincadeira angolana em que um jogador, o “segurança”, precisa defender uma garrafa ou “bidon” (bidão) no chão, enquanto os outros jogadores tentam chutá-la.

2Benguela: cidade angolana.

3Adobe: tijolo de argila.

4Semba: movimento de dança que consiste no embate, de frente, entre dois dançarinos; umbigada.

5Zungueira: vendedora ambulante.
De acordo com o texto, o retorno do narrador à cidade materna foi marcado 
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Q3831966 Português
Empenho contra a fome

        Dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, da Organização das Nações Unidas (ONU), o de número 2 visa acabar com a fome e a desnutrição até 2030, garantindo que as pessoas, especialmente crianças, tenham alimentos suficientes durante todo o ano. O Brasil é signatário dos ODS, assim como outros 192 países.

        A meta é ambiciosa – alguns diriam até utópica –, mas, aqui no Brasil, retomamos o caminho de combate à fome e estamos avançando contra esse flagelo. Em 2024, 2,2 milhões de lares saíram da insegurança alimentar, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), divulgada pelo IBGE na semana passada. Um recuo de 27,6% para 24,2% entre 2023 e 2024.

        Os dados do IBGE foram divulgados menos de três meses após a FAO/ONU anunciar que o Brasil saiu novamente do Mapa da Fome. O país já tinha deixado essa lista sombria em 2014, mas retornou em 2021.

        Mesmo com o enfrentamento à fome como uma das prioridades do atual governo, ainda havia 6,48 milhões de pessoas, em 2024, atingidas por essa calamidade. O número – embora signifique o menor nível de brasileiros nessa situação desde 2004 – é absurdamente alto. E torna-se inaceitável em se tratando de um país que figura entre os principais produtores de alimentos do mundo.

        Mas estamos vendo progressos. Isso nos dá esperança de, enfim, alcançarmos a segurança alimentar no nosso país. Se não até 2030, ao menos o mais próximo possível disso.

(Cida Barbosa, 16.10.2025.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
A colocação pronominal atende à norma-padrão em:
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Q3831965 Português
Empenho contra a fome

        Dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, da Organização das Nações Unidas (ONU), o de número 2 visa acabar com a fome e a desnutrição até 2030, garantindo que as pessoas, especialmente crianças, tenham alimentos suficientes durante todo o ano. O Brasil é signatário dos ODS, assim como outros 192 países.

        A meta é ambiciosa – alguns diriam até utópica –, mas, aqui no Brasil, retomamos o caminho de combate à fome e estamos avançando contra esse flagelo. Em 2024, 2,2 milhões de lares saíram da insegurança alimentar, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), divulgada pelo IBGE na semana passada. Um recuo de 27,6% para 24,2% entre 2023 e 2024.

        Os dados do IBGE foram divulgados menos de três meses após a FAO/ONU anunciar que o Brasil saiu novamente do Mapa da Fome. O país já tinha deixado essa lista sombria em 2014, mas retornou em 2021.

        Mesmo com o enfrentamento à fome como uma das prioridades do atual governo, ainda havia 6,48 milhões de pessoas, em 2024, atingidas por essa calamidade. O número – embora signifique o menor nível de brasileiros nessa situação desde 2004 – é absurdamente alto. E torna-se inaceitável em se tratando de um país que figura entre os principais produtores de alimentos do mundo.

        Mas estamos vendo progressos. Isso nos dá esperança de, enfim, alcançarmos a segurança alimentar no nosso país. Se não até 2030, ao menos o mais próximo possível disso.

(Cida Barbosa, 16.10.2025.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
Considere as seguintes passagens:
•  A meta é ambiciosa – alguns diriam até utópica… (2º parágrafo)
•  Mesmo com o enfrentamento à fome como uma das prioridades do atual governo… (4º parágrafo)
•  E torna-se inaceitável em se tratando de um país que figura entre os principais produtores de alimentos do mundo. (4º parágrafo)

Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
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Q3831964 Português
Empenho contra a fome

        Dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, da Organização das Nações Unidas (ONU), o de número 2 visa acabar com a fome e a desnutrição até 2030, garantindo que as pessoas, especialmente crianças, tenham alimentos suficientes durante todo o ano. O Brasil é signatário dos ODS, assim como outros 192 países.

        A meta é ambiciosa – alguns diriam até utópica –, mas, aqui no Brasil, retomamos o caminho de combate à fome e estamos avançando contra esse flagelo. Em 2024, 2,2 milhões de lares saíram da insegurança alimentar, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), divulgada pelo IBGE na semana passada. Um recuo de 27,6% para 24,2% entre 2023 e 2024.

        Os dados do IBGE foram divulgados menos de três meses após a FAO/ONU anunciar que o Brasil saiu novamente do Mapa da Fome. O país já tinha deixado essa lista sombria em 2014, mas retornou em 2021.

        Mesmo com o enfrentamento à fome como uma das prioridades do atual governo, ainda havia 6,48 milhões de pessoas, em 2024, atingidas por essa calamidade. O número – embora signifique o menor nível de brasileiros nessa situação desde 2004 – é absurdamente alto. E torna-se inaceitável em se tratando de um país que figura entre os principais produtores de alimentos do mundo.

        Mas estamos vendo progressos. Isso nos dá esperança de, enfim, alcançarmos a segurança alimentar no nosso país. Se não até 2030, ao menos o mais próximo possível disso.

(Cida Barbosa, 16.10.2025.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
O termo destacado está empregado em sentido figurado em:
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Q3831963 Português
Empenho contra a fome

        Dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, da Organização das Nações Unidas (ONU), o de número 2 visa acabar com a fome e a desnutrição até 2030, garantindo que as pessoas, especialmente crianças, tenham alimentos suficientes durante todo o ano. O Brasil é signatário dos ODS, assim como outros 192 países.

        A meta é ambiciosa – alguns diriam até utópica –, mas, aqui no Brasil, retomamos o caminho de combate à fome e estamos avançando contra esse flagelo. Em 2024, 2,2 milhões de lares saíram da insegurança alimentar, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), divulgada pelo IBGE na semana passada. Um recuo de 27,6% para 24,2% entre 2023 e 2024.

        Os dados do IBGE foram divulgados menos de três meses após a FAO/ONU anunciar que o Brasil saiu novamente do Mapa da Fome. O país já tinha deixado essa lista sombria em 2014, mas retornou em 2021.

        Mesmo com o enfrentamento à fome como uma das prioridades do atual governo, ainda havia 6,48 milhões de pessoas, em 2024, atingidas por essa calamidade. O número – embora signifique o menor nível de brasileiros nessa situação desde 2004 – é absurdamente alto. E torna-se inaceitável em se tratando de um país que figura entre os principais produtores de alimentos do mundo.

        Mas estamos vendo progressos. Isso nos dá esperança de, enfim, alcançarmos a segurança alimentar no nosso país. Se não até 2030, ao menos o mais próximo possível disso.

(Cida Barbosa, 16.10.2025.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
Na frase do 1º parágrafo “O Brasil é signatário dos ODS, assim como outros 192 países.”, o termo destacado indica que o Brasil
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Q3831962 Português
Empenho contra a fome

        Dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, da Organização das Nações Unidas (ONU), o de número 2 visa acabar com a fome e a desnutrição até 2030, garantindo que as pessoas, especialmente crianças, tenham alimentos suficientes durante todo o ano. O Brasil é signatário dos ODS, assim como outros 192 países.

        A meta é ambiciosa – alguns diriam até utópica –, mas, aqui no Brasil, retomamos o caminho de combate à fome e estamos avançando contra esse flagelo. Em 2024, 2,2 milhões de lares saíram da insegurança alimentar, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), divulgada pelo IBGE na semana passada. Um recuo de 27,6% para 24,2% entre 2023 e 2024.

        Os dados do IBGE foram divulgados menos de três meses após a FAO/ONU anunciar que o Brasil saiu novamente do Mapa da Fome. O país já tinha deixado essa lista sombria em 2014, mas retornou em 2021.

        Mesmo com o enfrentamento à fome como uma das prioridades do atual governo, ainda havia 6,48 milhões de pessoas, em 2024, atingidas por essa calamidade. O número – embora signifique o menor nível de brasileiros nessa situação desde 2004 – é absurdamente alto. E torna-se inaceitável em se tratando de um país que figura entre os principais produtores de alimentos do mundo.

        Mas estamos vendo progressos. Isso nos dá esperança de, enfim, alcançarmos a segurança alimentar no nosso país. Se não até 2030, ao menos o mais próximo possível disso.

(Cida Barbosa, 16.10.2025.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao. Adaptado)
Tendo como referência os dados apresentados no texto, pode-se afirmar sobre o enfrentamento da fome no Brasil que
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Q3814338 Ética na Administração Pública
Assinale a alternativa que apresenta um valor que NÃO corresponde aos deveres associados à ética no serviço público.
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Q3814337 Jornalismo
Segundo o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, a natureza da atividade da profissão de jornalista é:
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Q3814336 Direito Constitucional
Observado o disposto no artigo 220 na Constituição Federal, NÃO sofrerão qualquer restrição, sob qualquer forma, processo ou veículo: 
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Q3814335 Jornalismo
Sobre projeto gráfico com o uso do formato PDF (Portable Document Format), analise as assertivas abaixo:

I. O PDF é um formato compatível com diversas plataformas e é o padrão para visualização e impressão de arquivos preparados em outros aplicativos.
II. Todas as fontes do arquivo original ficam englobadas dentro do PDF, facilitando o processo de produção, já que não é necessário o destinatário ter licença própria para o uso dessas fontes. III. Para envio de e-mails e visualização no monitor, os PDFs de baixa resolução são suficientes e ocupam pouco espaço.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3814334 Áudio e Vídeo
Em projetos audiovisuais, o storyboard auxilia no planejamento do material a ser editado. Assinale a alternativa que apresenta corretamente o conceito de storyboard.
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Q3814333 Jornalismo
Segundo os objetivos da Lei nº 15.263/2025, que institui a Política Nacional de Linguagem Simples na comunicação pública, assinale a alternativa que NÃO corresponde a uma das suas finalidades. 
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Q3814332 Jornalismo
A reforma gráfica da década de 1950 introduziu o copydesk (mesa ou espaço dos redatores). As matérias do jornal passaram a ter parágrafo especial de abertura (lide), a exemplo da imprensa norte-americana, seus redatores criaram o sublide e as informações foram organizadas no texto em forma de pirâmide invertida. Qual jornal brasileiro foi pioneiro na implementação desse processo?
Alternativas
Q3814331 Jornalismo
São aquelas matérias de atualidade maior, que podem ser editadas hoje, daqui a uma semana ou no próximo mês, com o mesmo interesse, embora sem maior profundidade na apuração, já que basta destacar uma característica, traço, feição. Qual conceito define essas matérias?
Alternativas
Respostas
121: B
122: D
123: E
124: A
125: C
126: A
127: B
128: D
129: C
130: B
131: D
132: E
133: E
134: A
135: E
136: E
137: A
138: C
139: D
140: E