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Q108968 Português
Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

      O processo de licenciamento de Angra III foi mais uma demonstração de como estamos despreparados para conceber uma sociedade que, efetivamente, seja a base para a preservação do planeta. Falas de autoridades públicas, de editoriais e até de alguns ambientalistas defenderam esse tipo de energia com argumentos de que se trata de uma energia limpa, já que não agrava o efeito estufa, e que o Brasil precisa reforçar sua matriz energét ica para se desenvolver a taxas cada vez maiores. Sem contar o absurdo de chamar de energia limpa a fissão nuclear e o seu perigoso lixo atômico, fica evidente que poucos se perguntam sobre as consequências ambientais de se defender cada vez mais o desenvolvimento. Para frear o drama ambiental planetário que se avizinha, precisamos é de menos desenvolvimento e de menos consumo de energia e de recursos naturais.
      Entrou na moda a expressão desenvolvimento sustentável. Empresários verdes, ambientalistas, setores sociais variados agora adoram usar esse termo ecológico. Mas a realidade é que qualquer desenvolvimento, por menor que seja, não é sustentável. A não ser que sejam estancados o crescimento populacional planetário e essa busca desesperada para atingirmos o modelo consumista predatório da natureza das naçõesmais ricas.
       De que maneira participamos do ciclo perverso que começa na extração dos recursos naturais, passa pela produção e distribuição e chega até ao consumidor? Conhecer a cadeia que rege o consumo fica muito claro em vídeo, que circula pela internet, realizado pela ativista Annie Leonard, o original Story Of Stuff. Essa animação bem construída explica a desastrosa cadeia que começa devastando o meio ambiente até chegar ao inconsequente consumidor.
       Já se foi o tempo em que se alimentar e vestir era algo complementar à vida do indivíduo. Hoje em dia, esses hábitos se tornaram uma corrida insana para quem quer que seja se sentir alguém. Os manipuladores da indústria da moda não se cansam de alternar tendências, para que a cada estação tenhamos que renovar o guarda-roupa da cabeça aos pés . Com os eletrodomésticos e eletrônicos em geral, a coisa fica mais cabeluda. Mal aprendemos a utilizar um novo laptop- e já explode no mercado outro mais repleto de possibilidades! Para resistir à pressão do mercado, é preciso muita força de vontade. E como nem todo mundo tem, aí eles fazem a festa! Dessa forma, subvertemos a lei natural e o ser humano passa a valer menos que o sistema por ele criado. Carros, sapatos, computadores descartáveis, uma corrida desenfreada em busca do último modelo para alimentar a cadeia de
objetos descartáveis para pessoas descartáveis.
       Mas o que fazer e como fazer para parar esse movimento destrutivo? Conhecer os ensinamentos de grandes filósofos como Platão, Buda, Jesus, Gandhi e tantos outros que dedicaram suas vidas para mostrar que a verdadeira realidade se encontra no interior do ser humano. O grande vazio é que nos faz comer demais, comprar demais, amar demais sem conseguir suprir a fome existencial. Para esses líderes espirituais, uma maior consciência do nosso Eu Superior se refletirá num contato mais próximo com a natureza, produzindo uma sociedade mais consistente e feliz. E sem dúvida faz parte dessa busca sermos capazes de viver uma vida mais frugal.

(RESENDE, Célia & LIMA, Ronie. JB Ecológico: 07 / 01/ 2008, p. 54)

A passagem em que se evitou a ênclise do pronome átono com base na mesma regra de colocação observada em: “Assim, o homem se tornaria menos consumidor e mais feliz” é a seguinte:
Alternativas
Q108962 Português
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      O processo de licenciamento de Angra III foi mais uma demonstração de como estamos despreparados para conceber uma sociedade que, efetivamente, seja a base para a preservação do planeta. Falas de autoridades públicas, de editoriais e até de alguns ambientalistas defenderam esse tipo de energia com argumentos de que se trata de uma energia limpa, já que não agrava o efeito estufa, e que o Brasil precisa reforçar sua matriz energét ica para se desenvolver a taxas cada vez maiores. Sem contar o absurdo de chamar de energia limpa a fissão nuclear e o seu perigoso lixo atômico, fica evidente que poucos se perguntam sobre as consequências ambientais de se defender cada vez mais o desenvolvimento. Para frear o drama ambiental planetário que se avizinha, precisamos é de menos desenvolvimento e de menos consumo de energia e de recursos naturais.
      Entrou na moda a expressão desenvolvimento sustentável. Empresários verdes, ambientalistas, setores sociais variados agora adoram usar esse termo ecológico. Mas a realidade é que qualquer desenvolvimento, por menor que seja, não é sustentável. A não ser que sejam estancados o crescimento populacional planetário e essa busca desesperada para atingirmos o modelo consumista predatório da natureza das naçõesmais ricas.
       De que maneira participamos do ciclo perverso que começa na extração dos recursos naturais, passa pela produção e distribuição e chega até ao consumidor? Conhecer a cadeia que rege o consumo fica muito claro em vídeo, que circula pela internet, realizado pela ativista Annie Leonard, o original Story Of Stuff. Essa animação bem construída explica a desastrosa cadeia que começa devastando o meio ambiente até chegar ao inconsequente consumidor.
       Já se foi o tempo em que se alimentar e vestir era algo complementar à vida do indivíduo. Hoje em dia, esses hábitos se tornaram uma corrida insana para quem quer que seja se sentir alguém. Os manipuladores da indústria da moda não se cansam de alternar tendências, para que a cada estação tenhamos que renovar o guarda-roupa da cabeça aos pés . Com os eletrodomésticos e eletrônicos em geral, a coisa fica mais cabeluda. Mal aprendemos a utilizar um novo laptop- e já explode no mercado outro mais repleto de possibilidades! Para resistir à pressão do mercado, é preciso muita força de vontade. E como nem todo mundo tem, aí eles fazem a festa! Dessa forma, subvertemos a lei natural e o ser humano passa a valer menos que o sistema por ele criado. Carros, sapatos, computadores descartáveis, uma corrida desenfreada em busca do último modelo para alimentar a cadeia de
objetos descartáveis para pessoas descartáveis.
       Mas o que fazer e como fazer para parar esse movimento destrutivo? Conhecer os ensinamentos de grandes filósofos como Platão, Buda, Jesus, Gandhi e tantos outros que dedicaram suas vidas para mostrar que a verdadeira realidade se encontra no interior do ser humano. O grande vazio é que nos faz comer demais, comprar demais, amar demais sem conseguir suprir a fome existencial. Para esses líderes espirituais, uma maior consciência do nosso Eu Superior se refletirá num contato mais próximo com a natureza, produzindo uma sociedade mais consistente e feliz. E sem dúvida faz parte dessa busca sermos capazes de viver uma vida mais frugal.

(RESENDE, Célia & LIMA, Ronie. JB Ecológico: 07 / 01/ 2008, p. 54)

No trecho: “Para resistir à pressão do mercado, é preciso muita força de vontade. E como nem todo mundo tem, aí eles fazem a festa!” (parágrafo 4), a conjunção “E” está empregada para sinalizar a mesma relação existente entre as orações coordenadas de:
Alternativas
Q108960 Português
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      O processo de licenciamento de Angra III foi mais uma demonstração de como estamos despreparados para conceber uma sociedade que, efetivamente, seja a base para a preservação do planeta. Falas de autoridades públicas, de editoriais e até de alguns ambientalistas defenderam esse tipo de energia com argumentos de que se trata de uma energia limpa, já que não agrava o efeito estufa, e que o Brasil precisa reforçar sua matriz energét ica para se desenvolver a taxas cada vez maiores. Sem contar o absurdo de chamar de energia limpa a fissão nuclear e o seu perigoso lixo atômico, fica evidente que poucos se perguntam sobre as consequências ambientais de se defender cada vez mais o desenvolvimento. Para frear o drama ambiental planetário que se avizinha, precisamos é de menos desenvolvimento e de menos consumo de energia e de recursos naturais.
      Entrou na moda a expressão desenvolvimento sustentável. Empresários verdes, ambientalistas, setores sociais variados agora adoram usar esse termo ecológico. Mas a realidade é que qualquer desenvolvimento, por menor que seja, não é sustentável. A não ser que sejam estancados o crescimento populacional planetário e essa busca desesperada para atingirmos o modelo consumista predatório da natureza das naçõesmais ricas.
       De que maneira participamos do ciclo perverso que começa na extração dos recursos naturais, passa pela produção e distribuição e chega até ao consumidor? Conhecer a cadeia que rege o consumo fica muito claro em vídeo, que circula pela internet, realizado pela ativista Annie Leonard, o original Story Of Stuff. Essa animação bem construída explica a desastrosa cadeia que começa devastando o meio ambiente até chegar ao inconsequente consumidor.
       Já se foi o tempo em que se alimentar e vestir era algo complementar à vida do indivíduo. Hoje em dia, esses hábitos se tornaram uma corrida insana para quem quer que seja se sentir alguém. Os manipuladores da indústria da moda não se cansam de alternar tendências, para que a cada estação tenhamos que renovar o guarda-roupa da cabeça aos pés . Com os eletrodomésticos e eletrônicos em geral, a coisa fica mais cabeluda. Mal aprendemos a utilizar um novo laptop- e já explode no mercado outro mais repleto de possibilidades! Para resistir à pressão do mercado, é preciso muita força de vontade. E como nem todo mundo tem, aí eles fazem a festa! Dessa forma, subvertemos a lei natural e o ser humano passa a valer menos que o sistema por ele criado. Carros, sapatos, computadores descartáveis, uma corrida desenfreada em busca do último modelo para alimentar a cadeia de
objetos descartáveis para pessoas descartáveis.
       Mas o que fazer e como fazer para parar esse movimento destrutivo? Conhecer os ensinamentos de grandes filósofos como Platão, Buda, Jesus, Gandhi e tantos outros que dedicaram suas vidas para mostrar que a verdadeira realidade se encontra no interior do ser humano. O grande vazio é que nos faz comer demais, comprar demais, amar demais sem conseguir suprir a fome existencial. Para esses líderes espirituais, uma maior consciência do nosso Eu Superior se refletirá num contato mais próximo com a natureza, produzindo uma sociedade mais consistente e feliz. E sem dúvida faz parte dessa busca sermos capazes de viver uma vida mais frugal.

(RESENDE, Célia & LIMA, Ronie. JB Ecológico: 07 / 01/ 2008, p. 54)

Todos os adjetivos em destaque nos enunciados a seguir expressam avaliação ou valoração pessoal dos autores, COM EXCEÇÃO do que se lê em:
Alternativas
Q108959 Português
Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

      O processo de licenciamento de Angra III foi mais uma demonstração de como estamos despreparados para conceber uma sociedade que, efetivamente, seja a base para a preservação do planeta. Falas de autoridades públicas, de editoriais e até de alguns ambientalistas defenderam esse tipo de energia com argumentos de que se trata de uma energia limpa, já que não agrava o efeito estufa, e que o Brasil precisa reforçar sua matriz energét ica para se desenvolver a taxas cada vez maiores. Sem contar o absurdo de chamar de energia limpa a fissão nuclear e o seu perigoso lixo atômico, fica evidente que poucos se perguntam sobre as consequências ambientais de se defender cada vez mais o desenvolvimento. Para frear o drama ambiental planetário que se avizinha, precisamos é de menos desenvolvimento e de menos consumo de energia e de recursos naturais.
      Entrou na moda a expressão desenvolvimento sustentável. Empresários verdes, ambientalistas, setores sociais variados agora adoram usar esse termo ecológico. Mas a realidade é que qualquer desenvolvimento, por menor que seja, não é sustentável. A não ser que sejam estancados o crescimento populacional planetário e essa busca desesperada para atingirmos o modelo consumista predatório da natureza das naçõesmais ricas.
       De que maneira participamos do ciclo perverso que começa na extração dos recursos naturais, passa pela produção e distribuição e chega até ao consumidor? Conhecer a cadeia que rege o consumo fica muito claro em vídeo, que circula pela internet, realizado pela ativista Annie Leonard, o original Story Of Stuff. Essa animação bem construída explica a desastrosa cadeia que começa devastando o meio ambiente até chegar ao inconsequente consumidor.
       Já se foi o tempo em que se alimentar e vestir era algo complementar à vida do indivíduo. Hoje em dia, esses hábitos se tornaram uma corrida insana para quem quer que seja se sentir alguém. Os manipuladores da indústria da moda não se cansam de alternar tendências, para que a cada estação tenhamos que renovar o guarda-roupa da cabeça aos pés . Com os eletrodomésticos e eletrônicos em geral, a coisa fica mais cabeluda. Mal aprendemos a utilizar um novo laptop- e já explode no mercado outro mais repleto de possibilidades! Para resistir à pressão do mercado, é preciso muita força de vontade. E como nem todo mundo tem, aí eles fazem a festa! Dessa forma, subvertemos a lei natural e o ser humano passa a valer menos que o sistema por ele criado. Carros, sapatos, computadores descartáveis, uma corrida desenfreada em busca do último modelo para alimentar a cadeia de
objetos descartáveis para pessoas descartáveis.
       Mas o que fazer e como fazer para parar esse movimento destrutivo? Conhecer os ensinamentos de grandes filósofos como Platão, Buda, Jesus, Gandhi e tantos outros que dedicaram suas vidas para mostrar que a verdadeira realidade se encontra no interior do ser humano. O grande vazio é que nos faz comer demais, comprar demais, amar demais sem conseguir suprir a fome existencial. Para esses líderes espirituais, uma maior consciência do nosso Eu Superior se refletirá num contato mais próximo com a natureza, produzindo uma sociedade mais consistente e feliz. E sem dúvida faz parte dessa busca sermos capazes de viver uma vida mais frugal.

(RESENDE, Célia & LIMA, Ronie. JB Ecológico: 07 / 01/ 2008, p. 54)

A respeito do texto, são corretas todas as afirmações que se seguem, EXCETO a que se lê na alternativa:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Guarapari - ES
Q1212798 Português
TEXTO I: Abalo global
Não existe brasileiro de bom senso que não deseje, como o presidente, que esta crise dos países ricos não contamine o Brasil. Mas como ter esta esperança se temos uma política monetária invertida, que tem as maiores taxas de juros do planeta, sufoca os empresários e a produção, explode a dívida pública, favorecendo somente aos bancos, que nada produzem.
Desgraçadamente, temos ainda o descontrole total dos gastos públicos, comandado por gestores dos três poderes, irresponsáveis e ávidos por enriquecimento a qualquer custo. Pagam esta conta com tributos inflados e escorchantes. Recursos para financiar e desenvolver serviços públicos essenciais, nem pensar. 
(Cartas dos Leitores, O Globo, 18/01/09)
Assinale a alternativa INCORRETA quanto à estrutura do texto “Abalo global”:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Guarapari - ES
Q1212726 Português
TEXTO II:
É evidente que a desonestidade não é um fenômeno nativo nem recente. Existe desde que os homens desenvolveram o conceito da honestidade e seu oposto se encontra em todas as culturas e línguas desde o início da civilização – inclusive nas leis e religiões que há tantos milênios visam a reprimi-la e puni-la. 
É aí que fico fascinado com o que me parece ser uma das principais e mais urgentes questões da nossa vida pública: a impunidade. Pois, se é verdade que na vida real somos todos permanentemente tentados a cometer uma ou outra desonestidade, é também verdade que a grande maioria consegue resistir às tentações correspondentes por uma mistura de ensinamentos, princípios éticos ou religiosos e – certamente – receio de alguma punição. (...) 
(Sobre esquimós e larápios, Roberto Civita, Veja, 31/12/08 – fragmento)
Analise as afirmativas abaixo, de acordo com o texto II:
I. A desonestidade é um fenômeno existente desde o início da civilização.
II. Leis e religiões, há milênios, visam a reprimir e punir os que praticam a desonestidade.
III. Os princípios éticos e religiosos levam as pessoas a agirem honestamente.
IV. A desonestidade é uma questão nata.
V. A punição é freio para que a grande maioria das pessoas resista às tentações de cometer desonestidade.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Guarapari - ES
Q1212698 Português
TEXTO I: Abalo global
Não existe brasileiro de bom senso que não deseje, como o presidente, que esta crise dos países ricos não contamine o Brasil. Mas como ter esta esperança se temos uma política monetária invertida, que tem as maiores taxas de juros do planeta, sufoca os empresários e a produção, explode a dívida pública, favorecendo somente aos bancos, que nada produzem.
Desgraçadamente, temos ainda o descontrole total dos gastos públicos, comandado por gestores dos três poderes, irresponsáveis e ávidos por enriquecimento a qualquer custo. Pagam esta conta com tributos inflados e escorchantes. Recursos para financiar e desenvolver serviços públicos essenciais, nem pensar. 
(Cartas dos Leitores, O Globo, 18/01/09) 
De acordo com o texto I, todas as palavras grifadas podem ser substituídas pelas palavras dos parênteses, EXCETO em:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Guarapari - ES
Q1212395 Português
TEXTO II:
É evidente que a desonestidade não é um fenômeno nativo nem recente. Existe desde que os homens desenvolveram o conceito da honestidade e seu oposto se encontra em todas as culturas e línguas desde o início da civilização – inclusive nas leis e religiões que há tantos milênios visam a reprimi-la e puni-la.
É aí que fico fascinado com o que me parece ser uma das principais e mais urgentes questões da nossa vida pública: a impunidade. Pois, se é verdade que na vida real somos todos permanentemente tentados a cometer uma ou outra desonestidade, é também verdade que a grande maioria consegue resistir às tentações correspondentes por uma mistura de ensinamentos, princípios éticos ou religiosos e – certamente – receio de alguma punição. (...)
(Sobre esquimós e larápios, Roberto Civita, Veja, 31/12/08 – fragmento)
O objetivo do texto é:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Palhoça - SC
Q1200997 Geografia
São sistemas de referências geocêntricos:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Palhoça - SC
Q1200749 Engenharia Florestal
Texto 1
A Amazônia não é só Paisagem!
Há duas décadas, ao pensar Amazônia, acudia-nos a figura da floresta exuberante, infinitamente verde, a cobrir mais da metade do território brasileiro. Como a maioria dos brasileiros, sequer pensávamos na terra; o que nos vinha à mente era um mapa desenhado em uma folha de papel ostentando grande parte pintada de verde: esta era a floresta amazônica.
Faz pouco mais de 20 anos que essa antiga imagem mudou. A sociedade, em geral, e os governos passaram a preocupar-se com a questão ambiental e a floresta vem se tornando dia a dia mais colorida, menos verde e mais tangível. Esse fato está a demandar muita preocupação da parte dos países que a detêm e também do mundo todo. A pressão internacional, no que se refere à preservação de um ambiente que possui uma das maiores biodiversidades do planeta, é grande, o que tem provocado a cobiça de muitos que, por ignorarem a realidade da região, vêem nela o eldorado do mundo. […]
A história é rica e bem conhecida. No entanto, ressalta-se que o entendimento dessas riquezas e desse eldorado se diferencia à medida que se penetra na região e nela se descobrem suas marcas, sua alma, a alma dos que a habitam. A visão de quem observa a floresta de dentro, a visão daquele que nela vive, revela e traduz um olhar minucioso, capaz de descobrir suas principais riquezas e seu principal potencial como verdadeiro eldorado, ao menos no que se refere ao seu próprio desenvolvimento e à sua população humana. […].
O Brasil não conhece essa Amazônia real, porque sua realidade não é avaliada, tampouco divulgada. A Amazônia tem vida política, religiosa, comercial, industrial. Por isso também polui, também invade, também cresce desordenadamente e sua população sobrevive em favelas nas periferias das cidades. Nela também há violência, como em qualquer outra região do país. Há, porém, um aspecto que a torna diferente das demais regiões. Essa diferença resulta tanto de sua configuração geofísica como da história de sua colonização. Nela, são os rios que imperam e são esses rios os detentores do ritmo de vida do homem, dos bichos e da própria floresta. Nesse mesmo rio está o principal meio de comunicação, de locomoção e de subsistência do amazônida. É nesse rio que está a delimitação do mapa de habitação e desenvolvimento da região. Lembre-se de que a relação do homem com o rio é tão intensa que chega a ser poética.
Vera Maria Fonseca de Almeida-Val http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=S000967252006000300012&script=sci_arttext, acessado em 15/11/2009. Texto adaptado para fins de prova.
Com base no texto 1, identifique se são verdadeiras ( V ) ou falsas ( F ) as afirmativas abaixo.
( ) Em: “Há, porém, um aspecto que a torna diferente das demais regiões.” (quarto parágrafo), há uma idéia de oposição em relação a informações já apresentadas no texto.
( ) O período: “A sociedade, em geral, e os governos passaram a preocupar-se com a questão ambiental e a floresta vem se tornando dia a dia mais colorida, menos verde e mais tangível.” (segundo parágrafo) não traz nenhuma indicação de elementos que estejam em relação de adição.
( ) Em: “A Amazônia tem vida política, religiosa, comercial, industrial. Por isso também polui, também invade, também cresce desordenadamente e sua população sobrevive em favelas nas periferias das cidades.” (quarto parágrafo), a expressão sublinhada pode ser substituída por entretanto sem prejuízo das relações semânticas entre os dois períodos.
( ) Em: “Como a maioria dos brasileiros, sequer pensávamos na terra; o que nos vinha à mente era um mapa desenhado em uma folha de papel ostentando grande parte pintada de verde: esta era a floresta amazônica.” (primeiro parágrafo), a oração sublinhada retoma a idéia de como os brasileiros viam a floresta amazônica.
( ) Em “A visão de quem observa a floresta de dentro, a visão daquele que nela vive, revela e traduz um olhar minucioso, capaz de descobrir suas principais riquezas e seu principal potencial como verdadeiro eldorado, ao menos no que se refere ao seu próprio desenvolvimento e à sua população humana.” (terceiro parágrafo), não há nenhuma expressão que traga noção de restrição.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, assinalada de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Palhoça - SC
Q1199725 Geografia
Assinale a alternativa que indica a representação matemática contínua da distribuição espacial das variações de altitude numa área em meio digital:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Palhoça - SC
Q1184411 Engenharia Florestal
Texto 1
A Amazônia não é só Paisagem!
Há duas décadas, ao pensar Amazônia, acudia-nos a figura da floresta exuberante, infinitamente verde, a cobrir mais da metade do território brasileiro. Como a maioria dos brasileiros, sequer pensávamos na terra; o que nos vinha à mente era um mapa desenhado em uma folha de papel ostentando grande parte pintada de verde: esta era a floresta amazônica.
Faz pouco mais de 20 anos que essa antiga imagem mudou. A sociedade, em geral, e os governos passaram a preocupar-se com a questão ambiental e a floresta vem se tornando dia a dia mais colorida, menos verde e mais tangível. Esse fato está a demandar muita preocupação da parte dos países que a detêm e também do mundo todo. A pressão internacional, no que se refere à preservação de um ambiente que possui uma das maiores biodiversidades do planeta, é grande, o que tem provocado a cobiça de muitos que, por ignorarem a realidade da região, vêem nela o eldorado do mundo. […]
A história é rica e bem conhecida. No entanto, ressalta-se que o entendimento dessas riquezas e desse eldorado se diferencia à medida que se penetra na região e nela se descobrem suas marcas, sua alma, a alma dos que a habitam. A visão de quem observa a floresta de dentro, a visão daquele que nela vive, revela e traduz um olhar minucioso, capaz de descobrir suas principais riquezas e seu principal potencial como verdadeiro eldorado, ao menos no que se refere ao seu próprio desenvolvimento e à sua população humana. […].
O Brasil não conhece essa Amazônia real, porque sua realidade não é avaliada, tampouco divulgada. A Amazônia tem vida política, religiosa, comercial, industrial. Por isso também polui, também invade, também cresce desordenadamente e sua população sobrevive em favelas nas periferias das cidades. Nela também há violência, como em qualquer outra região do país. Há, porém, um aspecto que a torna diferente das demais regiões. Essa diferença resulta tanto de sua configuração geofísica como da história de sua colonização. Nela, são os rios que imperam e são esses rios os detentores do ritmo de vida do homem, dos bichos e da própria floresta. Nesse mesmo rio está o principal meio de comunicação, de locomoção e de subsistência do amazônida. É nesse rio que está a delimitação do mapa de habitação e desenvolvimento da região. Lembre-se de que a relação do homem com o rio é tão intensa que chega a ser poética.
Vera Maria Fonseca de Almeida-Val http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?pid=S000967252006000300012&script=sci_arttext, acessado em 15/11/2009. Texto adaptado para fins de prova.
De acordo com as normas de regência e concordância verbal, analise os enunciados abaixo.
I. Na frase: “A visão de quem observa a floresta de dentro, a visão daquele que nela vive, revela e traduz um olhar minucioso […]” (terceiro parágrafo), o verbo traduzir é intransitivo.
II. Na frase: “Faz pouco mais de 20 anos que essa antiga imagem mudou” (segundo parágrafo), o verbo fazer pode ficar tanto no singular quanto no plural, já que seu sujeito denota tempo percorrido.
III. A frase “Há, porém, um aspecto que a torna diferente das demais regiões” (quarto parágrafo), pode ser reescrita, sem desvio da norma culta da língua, como: “Existe, porém, vários aspectos que a tornam diferente das demais regiões”.
IV. Na frase: “A pressão internacional, no que se refere à preservação de um ambiente” (segundo parágrafo), o verbo referir é transitivo indireto.
V. Em: “Lembre-se de que a relação do homem com o rio é tão intensa que chega a ser poética” (quarto parágrafo), se trocarmos o complemento do verbo lembrar por das relações do homem com o rio, esse verbo deve passar para o plural.
Assinale a alternativa que indica todos os enunciados corretos.
Alternativas
Q136451 Veterinária
Julgue os itens de 50 a 56 a respeito da série ISO 14000.

A ISO 14000 constitui uma série de normas internacionais de caráter obrigatório sobre gestão ambiental. Esse conjunto fornece estrutura adequada para as organizações privadas de médio e grande porte gerenciarem os impactos ambientais oriundos de suas atividades, produtos e serviços.
Alternativas
Ano: 2008 Banca: CONSULPLAN Órgão: CODEVASF Prova: CONSULPLAN - 2008 - CODEVASF - Geógrafo |
Q2898486 Geografia

O avanço técnico e científico e o crescente processo de industrialização vêm progressivamente interferindo, agredindo e alterando a natureza, em benefício dos interesses imediatos dos homens. Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Ano: 2008 Banca: CONSULPLAN Órgão: CODEVASF Prova: CONSULPLAN - 2008 - CODEVASF - Geógrafo |
Q2898484 Geografia

Circuitos da distribuição e do consumo desenham-se no território para garantir que as produções agrícolas e industriais estejam presentes em um território unificado pelo mercado. Acerca disso, assinale a alternativa INCORRETA:

Alternativas
Ano: 2008 Banca: CONSULPLAN Órgão: CODEVASF Prova: CONSULPLAN - 2008 - CODEVASF - Geógrafo |
Q2898480 Geografia

A partir de 1945 e 1950, a indústria brasileira ganha novo ímpeto e São Paulo se firma como a grande metrópole fabril do país. Acerca disso, assinale a afirmativa correta:

Alternativas
Ano: 2008 Banca: CONSULPLAN Órgão: CODEVASF Prova: CONSULPLAN - 2008 - CODEVASF - Geógrafo |
Q2898478 Geografia

Em 1871, o governo brasileiro criou uma repartição estatística preparando-se, assim, para a realização do primeiro censo demográfico oficial, no ano de 1872:


Dinâmica do crescimento populacional brasileiro 1872 – 2020 (em%)

Imagem associada para resolução da questão


De acordo com os censos realizados e o gráfico acima, pode-se afirmar que, EXCETO:

Alternativas
Ano: 2008 Banca: CONSULPLAN Órgão: CODEVASF Prova: CONSULPLAN - 2008 - CODEVASF - Geógrafo |
Q2898465 Geografia

O elemento branco que participou da formação da população brasileira é originário de vários grupos étnicos:


Brasil: principais fluxos imigratórios 1820 – 1980

Imagem associada para resolução da questão


De acordo com o gráfico pode-se afirmar que, EXCETO:

Alternativas
Ano: 2008 Banca: CONSULPLAN Órgão: CODEVASF Prova: CONSULPLAN - 2008 - CODEVASF - Geógrafo |
Q2898464 Geologia

Observe abaixo, a figura que representa os estágios de formação do solo e seus horizontes:


Estágios da formação do solo e seus horizontes

Imagem associada para resolução da questão


Numere a 1ª coluna de acordo com a 2ª, relacionando as camadas do solo:

1. Matriz que, submetida ao intemperismo, se degrada e se decompõe, dando origem ao solo.

2. Horizonte do solo rico em matéria orgânica.

3. Horizonte formado por partes bastante desagregadas da rocha-mãe, subsolo.

4. Horizonte do solo, com características orgânicas, minerais e de textura diferente de A1.

5. Horizonte formado por partes pouco desagregadas da rocha-mãe.


( ) A1 = Horizontes minerais (solo arável).

( ) A2.

( ) B = Horizonte mineral – subsolo.

( ) C = Regolito.

( ) R = Rocha-mãe.


A seqüência está correta em:

Alternativas
Ano: 2008 Banca: CONSULPLAN Órgão: CODEVASF Prova: CONSULPLAN - 2008 - CODEVASF - Geógrafo |
Q2898463 Geografia

“(...) Tem sido um dos aspectos mais notáveis – e dramáticos – a luta do negro e mulato para desvencilharem-se das ambigüidades encerradas na idéia da democracia racial, da igualdade de todos, etc...” (Octávio Ianni, Raças e classes sociais no Brasil, p. 132). Acerca disso, assinale a alternativa INCORRETA:

Alternativas
Respostas
1881: E
1882: C
1883: E
1884: C
1885: C
1886: B
1887: A
1888: D
1889: A
1890: E
1891: C
1892: A
1893: E
1894: E
1895: A
1896: D
1897: D
1898: E
1899: D
1900: B