Questões de Concurso
Para engenheiro químico
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I. O elemento Césio (Cs) é mais eletropositivo que o elemento Bário (Ba).
II. O elemento Césio (Cs) tem maior raio atômico que o elemento Potássio (K).
III. O elemento Flúor (F) é mais eletronegativo que o elemento Iodo (I).
IV. O íon Ba⁺² possui raio atômico maior comparado ao do íon Ba⁺¹.
Quais estão corretas?
Itens 1. TCP/IP 2. Protocolo HTTP 3. URL 4. HTTPS
Opções
X. Esse é o protocolo da World Wide Web – WWW –, que tem por objetivo transferir dados de hipermídia da Internet para o computador que está acessando páginas de Internet ou da Intranet.
Y. Protocolo utilizado, em regra, quando se deseja evitar que a informação transmitida entre o cliente e o servidor seja visualizada por terceiros, como, por exemplo, no caso de compras online.
W. É um conjunto de protocolos de comunicação entre computadores em rede
Z. É o endereço de um recurso (um arquivo, uma impressora etc.), disponível em uma rede; seja a Internet, ou uma rede corporativa, uma intranet.
O aço inoxidável apresenta pouca resistência à formação de incrustações e, por isso, não é utilizado em tubos para troca de calor, visto que os trocadores de calor perderiam a eficiência.
Lya Luft
1.§ Fala-se muito na ascensão das classes menos favorecidas, formando uma “nova classe média”, realizada por degraus que levam a outro patamar social e econômico (cultural, não ouço falar). Em teoria, seria um grande passo para reduzir a catastrófica desigualdade que aqui reina.
2.§ Porém receio que, do modo como está se realizando, seja uma ilusão que pode acabar em sérios problemas para quem mereceria coisa melhor. Todos desejam uma vida digna para os despossuídos, boa escolaridade para os iletrados, serviços públicos ótimos para a população inteira, isto é, em educação, saúde, transporte, energia elétrica, segurança, água, e tudo de que precisam cidadãos decentes.
3.§ Porém, o que vejo são multidões consumindo, estimuladas a consumir como se isso constituísse um bem em si e promovesse real crescimento do país. Compramos com os juros mais altos do mundo, pagamos os impostos mais altos do mundo e temos os serviços (saúde, comunicação, energia, transportes e outros) entre os piores do mundo. Mas palavras de ordem nos impelem a comprar, autoridades nos pedem para consumir, somos convocados a adquirir o supérfluo, até o danoso, como botar mais carros em nossas ruas atravancadas ou em nossas péssimas estradas.
4.§ Além disso, a inadimplência cresce de maneira preocupante, levando famílias que compraram seu carrinho a não ter como pagar a gasolina para tirar seu novo tesouro do pátio no fim de semana. Tesouro esse que logo vão perder, pois há meses não conseguem pagar as prestações, que ainda se estendem por anos.
5.§ Estamos enforcados em dívidas impagáveis, mas nos convidam a gastar ainda mais, de maneira impiedosa, até cruel. Em lugar de instruírem, esclarecerem, formarem uma opinião sensata e positiva, tomam novas medidas para que esse consumo insensato continue crescendo – e, como somos alienados e pouco informados, tocamos a comprar.
6.§ Sou de uma classe média em que a gente crescia com quatro ensinamentos básicos: ter seu diploma, ter sua casinha, ter sua poupança e trabalhar firme para manter e, quem sabe, expandir isso. Para garantir uma velhice independente de ajuda de filhos ou de estranhos; para deixar aos filhos algo com que pudessem começar a própria vida com dignidade.
7.§ Tais ensinamentos parecem abolidos, ultrapassadas a prudência e a cautela, pouco estimulados o desejo de crescimento firme e a construção de uma vida mais segura. Pois tudo é uma construção: a vida pessoal, a profissão, os ganhos, as relações de amor e amizade, a família, a velhice (naturalmente tudo isso sujeito a fatalidades como doença e outras, que ninguém controla). Mas, mesmo em tempos de fatalidade, ter um pouco de economia, ter uma casinha, ter um diploma, ter objetivos certamente ajuda a enfrentar seja o que for. Podemos ser derrotados, mas não estaremos jogados na cova dos leões do destino, totalmente desarmados.
8.§ Somos uma sociedade alçada na maré do consumo compulsivo, interessada em “aproveitar a vida”, seja o que isso for, e em adquirir mais e mais coisas, mesmo que inúteis, quando deveríamos estar cuidando, com muito afinco e seriedade, de melhores escolas e universidades, tecnologia mais avançada, transportes muito mais eficientes, saúde excelente, e verdadeiro crescimento do país. Mas corremos atrás de tanta conversa vã, não protegidos, mas embaixo de peneiras com grandes furos, que só um cego ou um grande tolo não vê.
9.§ A mais forte raiz de tantos dos nossos males é a falta de informação e orientação, isto é, de educação. E o melhor remédio é investir fortemente, abundantemente, decididamente, em educação: impossível repetir isso em demasia. Mas não vejo isso como nossa prioridade.
10.§ Fosse o contrário, estaríamos atentos aos nossos gastos e aquisições, mais interessados num crescimento real e sensato do que em itens desnecessários em tempos de crise. Isso não é subir de classe social: é saracotear diante de uma perigosa ladeira. Não tenho ilusão de que algo mude, mas deixo aqui meu quase solitário (e antiquado) protesto.
Revista Veja, de 06 de junho de 2012.
A expressão que NÃO foi empregada em sentido figurado é
Lya Luft
1.§ Fala-se muito na ascensão das classes menos favorecidas, formando uma “nova classe média”, realizada por degraus que levam a outro patamar social e econômico (cultural, não ouço falar). Em teoria, seria um grande passo para reduzir a catastrófica desigualdade que aqui reina.
2.§ Porém receio que, do modo como está se realizando, seja uma ilusão que pode acabar em sérios problemas para quem mereceria coisa melhor. Todos desejam uma vida digna para os despossuídos, boa escolaridade para os iletrados, serviços públicos ótimos para a população inteira, isto é, em educação, saúde, transporte, energia elétrica, segurança, água, e tudo de que precisam cidadãos decentes.
3.§ Porém, o que vejo são multidões consumindo, estimuladas a consumir como se isso constituísse um bem em si e promovesse real crescimento do país. Compramos com os juros mais altos do mundo, pagamos os impostos mais altos do mundo e temos os serviços (saúde, comunicação, energia, transportes e outros) entre os piores do mundo. Mas palavras de ordem nos impelem a comprar, autoridades nos pedem para consumir, somos convocados a adquirir o supérfluo, até o danoso, como botar mais carros em nossas ruas atravancadas ou em nossas péssimas estradas.
4.§ Além disso, a inadimplência cresce de maneira preocupante, levando famílias que compraram seu carrinho a não ter como pagar a gasolina para tirar seu novo tesouro do pátio no fim de semana. Tesouro esse que logo vão perder, pois há meses não conseguem pagar as prestações, que ainda se estendem por anos.
5.§ Estamos enforcados em dívidas impagáveis, mas nos convidam a gastar ainda mais, de maneira impiedosa, até cruel. Em lugar de instruírem, esclarecerem, formarem uma opinião sensata e positiva, tomam novas medidas para que esse consumo insensato continue crescendo – e, como somos alienados e pouco informados, tocamos a comprar.
6.§ Sou de uma classe média em que a gente crescia com quatro ensinamentos básicos: ter seu diploma, ter sua casinha, ter sua poupança e trabalhar firme para manter e, quem sabe, expandir isso. Para garantir uma velhice independente de ajuda de filhos ou de estranhos; para deixar aos filhos algo com que pudessem começar a própria vida com dignidade.
7.§ Tais ensinamentos parecem abolidos, ultrapassadas a prudência e a cautela, pouco estimulados o desejo de crescimento firme e a construção de uma vida mais segura. Pois tudo é uma construção: a vida pessoal, a profissão, os ganhos, as relações de amor e amizade, a família, a velhice (naturalmente tudo isso sujeito a fatalidades como doença e outras, que ninguém controla). Mas, mesmo em tempos de fatalidade, ter um pouco de economia, ter uma casinha, ter um diploma, ter objetivos certamente ajuda a enfrentar seja o que for. Podemos ser derrotados, mas não estaremos jogados na cova dos leões do destino, totalmente desarmados.
8.§ Somos uma sociedade alçada na maré do consumo compulsivo, interessada em “aproveitar a vida”, seja o que isso for, e em adquirir mais e mais coisas, mesmo que inúteis, quando deveríamos estar cuidando, com muito afinco e seriedade, de melhores escolas e universidades, tecnologia mais avançada, transportes muito mais eficientes, saúde excelente, e verdadeiro crescimento do país. Mas corremos atrás de tanta conversa vã, não protegidos, mas embaixo de peneiras com grandes furos, que só um cego ou um grande tolo não vê.
9.§ A mais forte raiz de tantos dos nossos males é a falta de informação e orientação, isto é, de educação. E o melhor remédio é investir fortemente, abundantemente, decididamente, em educação: impossível repetir isso em demasia. Mas não vejo isso como nossa prioridade.
10.§ Fosse o contrário, estaríamos atentos aos nossos gastos e aquisições, mais interessados num crescimento real e sensato do que em itens desnecessários em tempos de crise. Isso não é subir de classe social: é saracotear diante de uma perigosa ladeira. Não tenho ilusão de que algo mude, mas deixo aqui meu quase solitário (e antiquado) protesto.
Revista Veja, de 06 de junho de 2012.
A sequência verbal que NÃO constitui um exemplo de locução verbal é

Um evaporador de simples efeito é alimentado com 18.000kg/h de uma solução de NaOH 15% m/m a 20ºC (HF = 100kJ/kg), sendo formados 12.000kg/h de vapor e uma solução concentrada de NaOH. Para tal, utiliza-se vapor utilidade a 100ºC, cujo calor de vaporização é de 2.000kJ/kg.
Deseja-se saber, nessa ordem, a quantidade de solução concentrada formada, sua concentração e a quantidade de vapor utilidade (vapor vivo) necessária à operação, sabendo-se que HV, HP e HF são iguais a 2.600, 400 e 200kJ/kg, respectivamente.
A esse respeito, assinale a afirmativa INCORRETA.
Analise as opções abaixo e assinale a afirmativa INCORRETA.
Para a coluna descrita, operando com sistemas ideais, marque a alternativa INCORRETA.
I. Pressão é uma força de superfície.
II. Não há tensão de cisalhamento atuando em um fluido em repouso.
III. Manômetro é um instrumento que pode utilizar o deslocamento de colunas de fluido para a determinação de diferenças de pressão.
IV. A equação básica da estática dos fluidos estabelece que a taxa máxima de variação da pressão ocorre na direção do vetor gravitacional.
A análise permite concluir que
Considerando a situação apresentada, analise as seguintes afirmativas.
I. Esse processo ocorre em regime transiente.
II. A água evapora por um mecanismo difusivo.
III. O perfil de concentração, entre a superfície da água e o ambiente, é dado por uma função linear.
IV. Caso o ambiente estivesse com uma umidade relativa menor, a velocidade de abaixamento da superfície da água do reservatório seria maior.
A análise permite concluir que
I. Representa a maior ou menor facilidade que uma espécie tem em se transferir através de um meio.
II. Pode ser tabelado.
III. Seu valor é maior para difusão em líquidos que em sólidos.
IV. Representa a solubilidade da espécie em um determinado meio.
A partir dessa análise, pode-se concluir que
2 HCl + 0,5 O2 ⇌ H2O + Cl2
Os três estudantes relacionaram corretamente as expressões de constante de equilíbrio, energia livre de Gibbs padrão de formação e composição, porém optaram por caminhos diferenciados. João baseou sua solução na reação descrita acima; Pedro preferiu trabalhar com números inteiros e utilizou a seguinte expressão para considerar a reação:
4 HCl + O2 ⇌ 2H2O + 2 Cl2
Paulo, evidenciando sua personalidade excêntrica, optou por trabalhar com a reação em sentido contrário:
H2O + Cl2 ⇌ 2 HCl + 0,5 O2
Com relação às composições de equilíbrio encontradas pelos três alunos, pode-se afirmar que
Dados:
• pressão de saturação do isopropanol a 80°C: 91,11 kPa
• pressão de saturação da água a 80°C: 47,36 kPa
• Coeficiente de atividade do isopropanol: 7,388 (T = 80ºC e x = 0,047)
• Coeficiente de atividade do água: 1,011 (T = 80ºC e x = 0,953)
Em relação a essa situação, assinale a afirmativa CORRETA.