Questões de Concurso Para técnico - segurança do trabalho

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Q1098363 Português

                                               O tempo da delicadeza

A paixão terminou, o amor é uma lembrança irresgatável, mas ainda há tanta presença e ternura...


      Abraços podem durar um tempo enorme. A gente se inclina na direção do outro, cheio de sentimentos conturbados, e ele nos segura com força, como se tentasse comunicar alguma coisa. É possível sentir um coração batendo contra o outro, perceber no peito a outra respiração. Tantas coisas estão contidas nesse gesto, tanta ternura, tanta dúvida. Amor. Quando o abraço se desfaz, fica um sorriso indeciso, uma expressão incompleta nos olhos, o movimento de um corpo que se afasta e parece dizer adeus.

      Como todo mundo, tenho sentimentos ambivalentes sobre relacionamentos que acabam. São momentos tristes, terrivelmente tristes. Mas, ao fim e ao cabo, inevitáveis. A gente não pode passar a vida preso a coisas que já não respiram. Mesmo cheios de dúvidas e ainda repletos de carinho, em algum momento é preciso romper, andar, recomeçar. O abraço que não quer terminar é lindo, mas abre uma porta para lugar nenhum. É necessário sair dele para ser de novo uma pessoa inteira – e ter a chance, adiante, de estar inteiro em outro abraço.

      Esses momentos de ruptura são essenciais em nossa vida. As separações, assim como os encontros, nos definem – inclusive por que costumam levar um tempo enorme. A gente passa um ano juntos, apaixonados, e podemos levar o dobro nos separando de verdade, fazendo a ruptura das almas. Separar dois corpos é fácil, mas como se faz para tirar o outro de dentro de si?

      Com todos os problemas e dificuldades, gosto de pensar nesse período de sentimentos estendidos como o tempo da delicadeza. (Obrigado, Chico Buarque, por esta e tantas outras coisas.) A paixão terminou, o amor é uma lembrança irresgatável, mas ainda há presença e ternura. Enormes. A raiva ficou para trás. A frustração gastou-se. O ciúme raspa as unhas nas paredes do porão, lá embaixo, mas a cada dia incomoda menos. Os sentimentos dolorosos – quase todos – deram lugar a uma sensação agridoce de cumplicidade. Ainda não é possível desejar que ela ou ele seja feliz em outra companhia, mas esse dia chegará, um dia.

      Acredito – enfim – que é possível deixar de amar amando. O afastamento pode ser feito com ódio, mas fica uma ferida imensa, dura de cicatrizar. Podemos cortar as pontes repentinamente, com medo de um sofrimento duradouro, mas isso vai nos assombrar no futuro, na hora de amar de novo. Enfim, há diferentes maneiras de deixar de amar. Eu acho possível – e louvável – sair da intimidade do outro com um sorriso nos lábios e lágrimas nos olhos. Sair, mas ficar feliz em vê-lo, contente de ouvi-la, ainda ter vontade de contar a essa pessoa que nos conhece tão bem tudo que aconteceu na semana passada, mas escolhendo não contar – por pudor, e porque, afinal, já não cabe.

      Sou capaz de antecipar o olhar de descrédito do leitor e da leitora. Não é assim que funciona, ele ou ela dirá. Se os sentimentos são bons, as pessoas não se separam. Mas isso não é verdade. As pessoas rompem cheias de bons sentimentos, transbordando deles, a ponto de não saber o que fazer com tudo aquilo. Exceto as exceções, exceto os traumas e barbaridades, a gente não deixa de querer de uma hora para outra. A paixão acaba, é certo. O amor, aquele de querer ficar colado para sempre, também acaba. Mas há sentimentos lindos que ainda ligam ex-casais. Tão lindos que entalam na garganta, que temos vontade de abraçar e não largar. Lembra?

      Pois então, respeitemos os nossos sentimentos delicados. As relações terminam, mas isso não é o fim dos afetos. Não há que ter vergonha de gostar da ex que você mesmo deixou, não há problema em pensar com carinho (e sem raiva) naquele desgraçado que não quis continuar. Dentro de nós há tanta coisa ruim que não deveríamos resistir quando se manifesta uma doçura. Melhor abraçá-la bem forte, acolhê-la como um amor que estivesse de volta. Apenas para uma visita, mas, ainda assim, bem-vindo. (Ivan Lins.

Disponível em: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/ivan-martins/noticia/2016/06/o-tempo-da-delicadeza.html.)

Quanto aos termos sublinhados a seguir, assinale a alternativa em que o referente está indicado INCORRETAMENTE.
Alternativas
Q1098362 Português

                                               O tempo da delicadeza

A paixão terminou, o amor é uma lembrança irresgatável, mas ainda há tanta presença e ternura...


      Abraços podem durar um tempo enorme. A gente se inclina na direção do outro, cheio de sentimentos conturbados, e ele nos segura com força, como se tentasse comunicar alguma coisa. É possível sentir um coração batendo contra o outro, perceber no peito a outra respiração. Tantas coisas estão contidas nesse gesto, tanta ternura, tanta dúvida. Amor. Quando o abraço se desfaz, fica um sorriso indeciso, uma expressão incompleta nos olhos, o movimento de um corpo que se afasta e parece dizer adeus.

      Como todo mundo, tenho sentimentos ambivalentes sobre relacionamentos que acabam. São momentos tristes, terrivelmente tristes. Mas, ao fim e ao cabo, inevitáveis. A gente não pode passar a vida preso a coisas que já não respiram. Mesmo cheios de dúvidas e ainda repletos de carinho, em algum momento é preciso romper, andar, recomeçar. O abraço que não quer terminar é lindo, mas abre uma porta para lugar nenhum. É necessário sair dele para ser de novo uma pessoa inteira – e ter a chance, adiante, de estar inteiro em outro abraço.

      Esses momentos de ruptura são essenciais em nossa vida. As separações, assim como os encontros, nos definem – inclusive por que costumam levar um tempo enorme. A gente passa um ano juntos, apaixonados, e podemos levar o dobro nos separando de verdade, fazendo a ruptura das almas. Separar dois corpos é fácil, mas como se faz para tirar o outro de dentro de si?

      Com todos os problemas e dificuldades, gosto de pensar nesse período de sentimentos estendidos como o tempo da delicadeza. (Obrigado, Chico Buarque, por esta e tantas outras coisas.) A paixão terminou, o amor é uma lembrança irresgatável, mas ainda há presença e ternura. Enormes. A raiva ficou para trás. A frustração gastou-se. O ciúme raspa as unhas nas paredes do porão, lá embaixo, mas a cada dia incomoda menos. Os sentimentos dolorosos – quase todos – deram lugar a uma sensação agridoce de cumplicidade. Ainda não é possível desejar que ela ou ele seja feliz em outra companhia, mas esse dia chegará, um dia.

      Acredito – enfim – que é possível deixar de amar amando. O afastamento pode ser feito com ódio, mas fica uma ferida imensa, dura de cicatrizar. Podemos cortar as pontes repentinamente, com medo de um sofrimento duradouro, mas isso vai nos assombrar no futuro, na hora de amar de novo. Enfim, há diferentes maneiras de deixar de amar. Eu acho possível – e louvável – sair da intimidade do outro com um sorriso nos lábios e lágrimas nos olhos. Sair, mas ficar feliz em vê-lo, contente de ouvi-la, ainda ter vontade de contar a essa pessoa que nos conhece tão bem tudo que aconteceu na semana passada, mas escolhendo não contar – por pudor, e porque, afinal, já não cabe.

      Sou capaz de antecipar o olhar de descrédito do leitor e da leitora. Não é assim que funciona, ele ou ela dirá. Se os sentimentos são bons, as pessoas não se separam. Mas isso não é verdade. As pessoas rompem cheias de bons sentimentos, transbordando deles, a ponto de não saber o que fazer com tudo aquilo. Exceto as exceções, exceto os traumas e barbaridades, a gente não deixa de querer de uma hora para outra. A paixão acaba, é certo. O amor, aquele de querer ficar colado para sempre, também acaba. Mas há sentimentos lindos que ainda ligam ex-casais. Tão lindos que entalam na garganta, que temos vontade de abraçar e não largar. Lembra?

      Pois então, respeitemos os nossos sentimentos delicados. As relações terminam, mas isso não é o fim dos afetos. Não há que ter vergonha de gostar da ex que você mesmo deixou, não há problema em pensar com carinho (e sem raiva) naquele desgraçado que não quis continuar. Dentro de nós há tanta coisa ruim que não deveríamos resistir quando se manifesta uma doçura. Melhor abraçá-la bem forte, acolhê-la como um amor que estivesse de volta. Apenas para uma visita, mas, ainda assim, bem-vindo. (Ivan Lins.

Disponível em: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/ivan-martins/noticia/2016/06/o-tempo-da-delicadeza.html.)

Mas, ao fim e ao cabo, inevitáveis.” (2º§) A expressão sublinhada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
Alternativas
Q1098361 Português

                                               O tempo da delicadeza

A paixão terminou, o amor é uma lembrança irresgatável, mas ainda há tanta presença e ternura...


      Abraços podem durar um tempo enorme. A gente se inclina na direção do outro, cheio de sentimentos conturbados, e ele nos segura com força, como se tentasse comunicar alguma coisa. É possível sentir um coração batendo contra o outro, perceber no peito a outra respiração. Tantas coisas estão contidas nesse gesto, tanta ternura, tanta dúvida. Amor. Quando o abraço se desfaz, fica um sorriso indeciso, uma expressão incompleta nos olhos, o movimento de um corpo que se afasta e parece dizer adeus.

      Como todo mundo, tenho sentimentos ambivalentes sobre relacionamentos que acabam. São momentos tristes, terrivelmente tristes. Mas, ao fim e ao cabo, inevitáveis. A gente não pode passar a vida preso a coisas que já não respiram. Mesmo cheios de dúvidas e ainda repletos de carinho, em algum momento é preciso romper, andar, recomeçar. O abraço que não quer terminar é lindo, mas abre uma porta para lugar nenhum. É necessário sair dele para ser de novo uma pessoa inteira – e ter a chance, adiante, de estar inteiro em outro abraço.

      Esses momentos de ruptura são essenciais em nossa vida. As separações, assim como os encontros, nos definem – inclusive por que costumam levar um tempo enorme. A gente passa um ano juntos, apaixonados, e podemos levar o dobro nos separando de verdade, fazendo a ruptura das almas. Separar dois corpos é fácil, mas como se faz para tirar o outro de dentro de si?

      Com todos os problemas e dificuldades, gosto de pensar nesse período de sentimentos estendidos como o tempo da delicadeza. (Obrigado, Chico Buarque, por esta e tantas outras coisas.) A paixão terminou, o amor é uma lembrança irresgatável, mas ainda há presença e ternura. Enormes. A raiva ficou para trás. A frustração gastou-se. O ciúme raspa as unhas nas paredes do porão, lá embaixo, mas a cada dia incomoda menos. Os sentimentos dolorosos – quase todos – deram lugar a uma sensação agridoce de cumplicidade. Ainda não é possível desejar que ela ou ele seja feliz em outra companhia, mas esse dia chegará, um dia.

      Acredito – enfim – que é possível deixar de amar amando. O afastamento pode ser feito com ódio, mas fica uma ferida imensa, dura de cicatrizar. Podemos cortar as pontes repentinamente, com medo de um sofrimento duradouro, mas isso vai nos assombrar no futuro, na hora de amar de novo. Enfim, há diferentes maneiras de deixar de amar. Eu acho possível – e louvável – sair da intimidade do outro com um sorriso nos lábios e lágrimas nos olhos. Sair, mas ficar feliz em vê-lo, contente de ouvi-la, ainda ter vontade de contar a essa pessoa que nos conhece tão bem tudo que aconteceu na semana passada, mas escolhendo não contar – por pudor, e porque, afinal, já não cabe.

      Sou capaz de antecipar o olhar de descrédito do leitor e da leitora. Não é assim que funciona, ele ou ela dirá. Se os sentimentos são bons, as pessoas não se separam. Mas isso não é verdade. As pessoas rompem cheias de bons sentimentos, transbordando deles, a ponto de não saber o que fazer com tudo aquilo. Exceto as exceções, exceto os traumas e barbaridades, a gente não deixa de querer de uma hora para outra. A paixão acaba, é certo. O amor, aquele de querer ficar colado para sempre, também acaba. Mas há sentimentos lindos que ainda ligam ex-casais. Tão lindos que entalam na garganta, que temos vontade de abraçar e não largar. Lembra?

      Pois então, respeitemos os nossos sentimentos delicados. As relações terminam, mas isso não é o fim dos afetos. Não há que ter vergonha de gostar da ex que você mesmo deixou, não há problema em pensar com carinho (e sem raiva) naquele desgraçado que não quis continuar. Dentro de nós há tanta coisa ruim que não deveríamos resistir quando se manifesta uma doçura. Melhor abraçá-la bem forte, acolhê-la como um amor que estivesse de volta. Apenas para uma visita, mas, ainda assim, bem-vindo. (Ivan Lins.

Disponível em: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/ivan-martins/noticia/2016/06/o-tempo-da-delicadeza.html.)

No primeiro parágrafo o autor fala sobre o abraço para
Alternativas
Q734370 Segurança e Saúde no Trabalho
O PPRA, além do previsto na NR-09, na fase de reconhecimento dos riscos em Serviços de Saúde, deve conter:
Alternativas
Q734369 Segurança e Saúde no Trabalho
O Perfil Profissiográfico Previdenciário (PPP) constitui-se em um documento histórico-laboral do trabalhador que tem como finalidade:
Alternativas
Q734367 Segurança e Saúde no Trabalho
No caso de afastamento definitivo do vice-presidente, os membros titulares da representação dos empregados, escolherão o substituto:
Alternativas
Q734366 Segurança e Saúde no Trabalho
Com relação à CIPA, as denúncias sobre o processo eleitoral deverão ser protocolizadas na unidade descentralizada do MTE, até:
Alternativas
Q734365 Direito Constitucional
A previdência social será organizada sob a forma de regime geral, de caráter contributivo e de filiação obrigatória, observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial, e atenderá a:
Alternativas
Q734364 Direito Previdenciário
A previdência social rege-se pelos seguintes princípios e objetivos:
Alternativas
Q734363 Gestão de Pessoas
Assinale a alternativa correta sobre a ação que demonstra a capacidade da pessoa apresentar sentimentos sinceros sem constrangimentos e exercer os próprios direitos e interesses sem desconhecer os dos outros.
Alternativas
Q734362 Gestão de Pessoas
As equipes consideradas independentes que, além de solucionar os problemas, também implementam soluções e assumem toda responsabilidade pelos resultados são consideradas como:
Alternativas
Q734361 Gestão de Pessoas
Considerando as abordagens tradicionais sobre o conflito, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q734360 Administração Geral
Joaquim tem um grande conhecimento do setor que trabalha, por isso, sempre é designado a comunicar aos demais colegas sobre algum fato da repartição que trabalha. Certo dia utilizou uma mensagem via e-mail para informar as atribuições de cada servidor na visita ao município de uma ilustre autoridade federal. O servidor responsável pelo recebimento da autoridade no aeroporto, ao receber a mensagem, encontrava-se com muita fadiga, o que o influenciou negativamente ao fazer a leitura. Com isso, não se lembrou de pegar a autoridade. Assinale a alternativa sobre qual ruído interferiu na comunicação efetiva da mensagem.
Alternativas
Q734359 Gestão de Pessoas
Assinale a alternativa que apresenta a entidade educacional responsável pelo estabelecimento do processo de desenvolvimento de pessoas alinhado à definição das estratégias de negócio e às competências essenciais da organização, bem como todos os processos de treinamento, desenvolvimento e educação em uma organização.
Alternativas
Q734358 Raciocínio Lógico
Uma equipe formada por 12 operários, trabalhando 8 horas por dia, realizaria uma obra, de grau de dificuldade 2, em 36 dias. Mas, ao chegar exatamente na metade da obra, o dono resolveu acrescentar mais alguns detalhes, elevando o grau de dificuldade para 3 e, além disso, três operários foram demitidos e a carga de trabalho foi ampliada para 9 horas por dia. Considerando os dois momentos e suas respectivas particularidades, qual foi o total de dias gastos para executar a obra por completo?
Alternativas
Q734357 Raciocínio Lógico
Considere as seguintes proposições lógicas: p: João é mais baixo que André. q: João é baiano. A partir dessas proposições, traduzindo para a linguagem lógica simbólica, como ficaria a proposição “Não é verdade que: João é mais baixo que André ou é baiano.”?
Alternativas
Q734356 Raciocínio Lógico
A tabuada já foi um recurso bem mais treinado e utilizado. A tabuada de multiplicação do 2, por exemplo, é montada dessa forma: 2x0=0; 2x1=2; 2x2=4; e, assim sucessivamente. Baseado nesse modelo de tabuada, quando somamos um dos dez primeiros números da tabuada de multiplicação do 3 com um dos dez primeiros números da tabuada de multiplicação do 9, qual é a probabilidade dessa soma ser um múltiplo simultâneo de 2 e de 3?
Alternativas
Q734355 Raciocínio Lógico
Em uma urna, incialmente foram colocadas três bolas brancas, duas bolas verdes e três bolas amarelas. Logo depois, a essa urna foi acrescentada mais uma bola, que pode ter sido branca, verde ou amarela. Feito isso, foram retiradas dessa urna, sem reposição, um total de seis bolas. Exatamente duas das bolas retiradas eram amarelas e, após a retirada, não restaram bolas verdes na urna. O que é correto afirmar sobre as bolas que restaram na urna?
Alternativas
Q734354 Raciocínio Lógico
O grupo UDT de colecionadores tem um total de 3.033 moedas. Desse grupo, 15 colecionadores que são denominados de UNO têm 72 moedas cada um, enquanto os nove que são chamados de DUO têm 57 moedas cada um. Os demais colecionadores do grupo, que são a maioria absoluta e chamados de TRI, também têm quantidades iguais de moedas. Sabe-se, ainda, que: ⇨ o total de colecionadores TRI, assim como nos UNO e DUO, é representado por um número múltiplo de 2 e de 3. ⇨ a quantidade de moedas de cada colecionador TRI é a menor das três quantidades individuais e é representada por um número maior que 24, além de ser múltiplo de 4 e de 3. Sendo assim, qual o total de colecionadores do grupo UDT?
Alternativas
Q734353 Raciocínio Lógico
A figura abaixo é formada por uma sequência de circunferências e quadrados inscritos, perfeitamente e alternadamente, um no outro e de centro em O. Primeiramente e externamente, tem-se a circunferência cujo diâmetro AD mede 10 cm. Considerando que o padrão de perfeição dessa sequência continuará infinitamente e que o 1º quadrado a ser inscrito foi o de vértices ABCD, qual será a área do 4º quadrado a ser inscrito nessa figura? Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Respostas
921: C
922: A
923: A
924: X
925: A
926: E
927: A
928: C
929: D
930: A
931: D
932: A
933: C
934: B
935: E
936: B
937: C
938: E
939: X
940: A