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No balanço patrimonial, o resultado do exercício acumulado no patrimônio líquido foi superavitário em R$ 80 mil.
Um equipamento foi adquirido à vista por uma entidade do setor público, para uso em sua atividade operacional, a partir de uma dotação orçamentária previamente aprovada. Nesse caso, para o registro contábil do empenho da despesa orçamentária, deve ser debitada uma conta da Classe 3 – variação patrimonial diminutiva e creditada uma conta da Classe 6 – controles da execução do planejamento e orçamento.
Um imóvel foi recebido em doação por uma entidade do setor público, para uso em sua atividade operacional. Nesse caso, deve ser debitada uma conta da Classe 1 – ativo e creditada uma conta da Classe 4 – variação patrimonial aumentativa, pela incorporação do bem ao patrimônio.
Diferentemente dos custos, as perdas não são atribuídas aos objetos de custos.
O custo do período deve ser apurado pelo regime de caixa, concomitantemente com a execução orçamentária.
A apuração da depreciação deve ser feita mensalmente a partir do momento da aquisição do ativo.
Caso tenha um custo significativo em relação ao custo total de um item, o componente de um ativo imobilizado deve ser depreciado separadamente.
Não há realização de uma variação patrimonial diminutiva quando surge um passivo sem o correspondente ativo.
Uma variação patrimonial aumentativa deve ser registrada no caso do recebimento de um bem em doação.
Julgue o item a seguir, referentes a ativos e passivos do setor público.
Com relação aos ativos do setor público, o potencial de serviços ou a capacidade de gerar benefícios econômicos podem surgir tanto do próprio recurso como dos direitos de sua utilização.
Julgue o item a seguir, referentes a ativos e passivos do setor público.
Geralmente, um passivo é reconhecido patrimonialmente nas demonstrações contábeis do setor público mesmo que o fato gerador da obrigação não tenha ocorrido.
Considere que, em dado exercício, uma entidade tenha atingido um retorno sobre seus investimentos de 20%, conseguindo vender o equivalente a 300% de seu ativo operacional médio do período. Nessa situação, a margem líquida da entidade superou 8% no referido período.
Considere que 40% das obrigações com terceiros de uma empresa sejam de curto prazo, e que 60% de seus investimentos sejam financiados com recursos de terceiros. Nessas condições, menos de 40% dos investimentos da entidade são financiados com recursos de terceiros de longo prazo.
Se mais de 100% dos recursos próprios de determinada entidade estão empregados no ativo imobilizado e em investimentos, então, nessas condições, o índice de liquidez geral dessa entidade é insuficiente para honrar com todas as suas obrigações de curto e longo prazo.
Enquanto a análise horizontal compara contas ou subgrupos das demonstrações contábeis com os grupos maiores aos quais pertencem, dentro do mesmo exercício, a análise vertical compara o mesmo item das demonstrações contábeis ao longo de diferentes exercícios sociais, diferença que impede que tais técnicas sejam utilizadas em conjunto.
A maior estabilidade de custos unitários é obtida em um sistema de custeio ABC por meio da incorporação plena dos custos exclusivamente produtivos aos produtos, ainda que tais custos não sejam utilizados pelo produto que se deseja custear.
Considere que uma empresa inicie um período sem estoques iniciais de produtos em processamento ou de produtos acabados e termine esse período com estoques desses dois tipos. Nessas condições, o resultado apurado pelo custeio variável será menor que o resultado apurado pelo custeio por absorção.
Em um sistema de custo padrão, considera-se viável o padrão que é passível de ser atingido pelo trabalhador médio, com o emprego de esforços razoáveis e eficientes, apesar de incorporar as paradas usuais de homens e máquinas durante o processo produtivo.
Pela metodologia do custeio variável, tanto os custos quanto as despesas variáveis associadas aos produtos da empresa integram o custo unitário dos produtos fabricados, estocados e vendidos.
Para a contabilidade de custos, dá-se o nome de departamento à unidade mínima administrativa na qual atividades homogêneas são desenvolvidas, sendo ela composta por pessoas e máquinas ou por apenas um desses componentes.