Questões de Concurso Para guarda municipal

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Q1711099 Matemática

O resultado após simplificação da expressão:

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É igual à: 

Alternativas
Q1711098 Matemática Financeira
Um capital de R$ 1.000,00 foi aplicado em regime de juro composto por um período de 2 meses, e após esse período, produziu um montante de R$ 1.210,00. Considerando os dados apresentados, podemos afirmar que a taxa de juros da aplicação foi de:
Alternativas
Q1711097 Português
Marque a alternativa em que todas as palavras estão escritas corretamente.
Alternativas
Q1711096 Português

Considerando a concordância nominal, analise as orações a seguir e marque a alternativa correta.


1ª Comprei uma caneta e uma borracha azuis.

2ª Comprei uma caneta e uma borracha azul.

Alternativas
Q1711095 Português
Marque a alternativa que preenche corretamente as lacunas. Iniciaremos ___ aulas ___ 8 horas da manhã e daremos boas-vindas ___ todos.
Alternativas
Q1711094 Português
De acordo com a acentuação gráfica, as palavras dócil, público e crítica são, respectivamente:
Alternativas
Q1711093 Português

Senso crítico é arma para combater ‘fake news’

       Marina Dayrell, Matheus Riga e Pedro Ramos


     A educação virtual é uma arma importante para detectar informações falsas no noticiário, segundo especialistas. Essa “alfabetização” deve contar com esforços de vários setores da sociedade, para evitar que as chamadas fake news tumultuem o debate público, como ocorreu na corrida eleitoral americana e na votação pela saída do Reino Unido da União Europeia.

     “Tem de vir da grande imprensa, do professor, da família, de todos os lados”, diz a diretora da Agência Lupa, Cristina Tardáguila, que realiza checagem de informações do noticiário brasileiro. “Até porque não há nenhum sinal de que a produção de notícias falsas vai diminuir.” Para ela, o entendimento sobre como o noticiário é produzido deve ser uma prioridade no combate às fake news.

     A dificuldade de identificar notícias falsas afeta até países com melhores índices de escolaridade. Uma pesquisa da Universidade de Stanford apontou, em julho deste ano, que estudantes americanos tiveram problema para checar a credibilidade das informações divulgadas na internet. Dentre 7.804 alunos dos ensinos fundamental, médio e superior, 40% não conseguiram detectar fake news.

     A editora executiva da agência de checagem Aos Fatos, Tai Nalon, destaca a importância da criação de políticas públicas com foco na análise crítica da mídia. “Acho que dificilmente conseguiremos uma mudança cultural sem passar pela educação de massa da sociedade”, afirma.

     Para o professor do Departamento de Informática da PUC-Rio, Daniel Schwabe, o público não conhece os meios pelos quais pode ser manipulado na internet. “Em relação às mídias tradicionais, as pessoas já aprenderam a identificar sinais de demagogia”, diz. “Nesse cenário de novos canais, há uma certa vulnerabilidade porque não se sabe mediar a absorção da informação que se recebe.” Segundo ele, é necessário criar uma cultura de questionamento.

Considerando o uso da língua portuguesa no texto, pode-se dizer que:
Alternativas
Q1711092 Português

Senso crítico é arma para combater ‘fake news’

       Marina Dayrell, Matheus Riga e Pedro Ramos


     A educação virtual é uma arma importante para detectar informações falsas no noticiário, segundo especialistas. Essa “alfabetização” deve contar com esforços de vários setores da sociedade, para evitar que as chamadas fake news tumultuem o debate público, como ocorreu na corrida eleitoral americana e na votação pela saída do Reino Unido da União Europeia.

     “Tem de vir da grande imprensa, do professor, da família, de todos os lados”, diz a diretora da Agência Lupa, Cristina Tardáguila, que realiza checagem de informações do noticiário brasileiro. “Até porque não há nenhum sinal de que a produção de notícias falsas vai diminuir.” Para ela, o entendimento sobre como o noticiário é produzido deve ser uma prioridade no combate às fake news.

     A dificuldade de identificar notícias falsas afeta até países com melhores índices de escolaridade. Uma pesquisa da Universidade de Stanford apontou, em julho deste ano, que estudantes americanos tiveram problema para checar a credibilidade das informações divulgadas na internet. Dentre 7.804 alunos dos ensinos fundamental, médio e superior, 40% não conseguiram detectar fake news.

     A editora executiva da agência de checagem Aos Fatos, Tai Nalon, destaca a importância da criação de políticas públicas com foco na análise crítica da mídia. “Acho que dificilmente conseguiremos uma mudança cultural sem passar pela educação de massa da sociedade”, afirma.

     Para o professor do Departamento de Informática da PUC-Rio, Daniel Schwabe, o público não conhece os meios pelos quais pode ser manipulado na internet. “Em relação às mídias tradicionais, as pessoas já aprenderam a identificar sinais de demagogia”, diz. “Nesse cenário de novos canais, há uma certa vulnerabilidade porque não se sabe mediar a absorção da informação que se recebe.” Segundo ele, é necessário criar uma cultura de questionamento.

No fragmento “há uma certa vulnerabilidade porque não se sabe mediar a absorção da informação que se recebe”, as orações são classificadas como:
Alternativas
Q1711091 Português

Senso crítico é arma para combater ‘fake news’

       Marina Dayrell, Matheus Riga e Pedro Ramos


     A educação virtual é uma arma importante para detectar informações falsas no noticiário, segundo especialistas. Essa “alfabetização” deve contar com esforços de vários setores da sociedade, para evitar que as chamadas fake news tumultuem o debate público, como ocorreu na corrida eleitoral americana e na votação pela saída do Reino Unido da União Europeia.

     “Tem de vir da grande imprensa, do professor, da família, de todos os lados”, diz a diretora da Agência Lupa, Cristina Tardáguila, que realiza checagem de informações do noticiário brasileiro. “Até porque não há nenhum sinal de que a produção de notícias falsas vai diminuir.” Para ela, o entendimento sobre como o noticiário é produzido deve ser uma prioridade no combate às fake news.

     A dificuldade de identificar notícias falsas afeta até países com melhores índices de escolaridade. Uma pesquisa da Universidade de Stanford apontou, em julho deste ano, que estudantes americanos tiveram problema para checar a credibilidade das informações divulgadas na internet. Dentre 7.804 alunos dos ensinos fundamental, médio e superior, 40% não conseguiram detectar fake news.

     A editora executiva da agência de checagem Aos Fatos, Tai Nalon, destaca a importância da criação de políticas públicas com foco na análise crítica da mídia. “Acho que dificilmente conseguiremos uma mudança cultural sem passar pela educação de massa da sociedade”, afirma.

     Para o professor do Departamento de Informática da PUC-Rio, Daniel Schwabe, o público não conhece os meios pelos quais pode ser manipulado na internet. “Em relação às mídias tradicionais, as pessoas já aprenderam a identificar sinais de demagogia”, diz. “Nesse cenário de novos canais, há uma certa vulnerabilidade porque não se sabe mediar a absorção da informação que se recebe.” Segundo ele, é necessário criar uma cultura de questionamento.

Em “A educação virtual é uma arma importante para detectar informações falsas no noticiário”, a palavra destacada possui sentido:
Alternativas
Q1711090 Português

Senso crítico é arma para combater ‘fake news’

       Marina Dayrell, Matheus Riga e Pedro Ramos


     A educação virtual é uma arma importante para detectar informações falsas no noticiário, segundo especialistas. Essa “alfabetização” deve contar com esforços de vários setores da sociedade, para evitar que as chamadas fake news tumultuem o debate público, como ocorreu na corrida eleitoral americana e na votação pela saída do Reino Unido da União Europeia.

     “Tem de vir da grande imprensa, do professor, da família, de todos os lados”, diz a diretora da Agência Lupa, Cristina Tardáguila, que realiza checagem de informações do noticiário brasileiro. “Até porque não há nenhum sinal de que a produção de notícias falsas vai diminuir.” Para ela, o entendimento sobre como o noticiário é produzido deve ser uma prioridade no combate às fake news.

     A dificuldade de identificar notícias falsas afeta até países com melhores índices de escolaridade. Uma pesquisa da Universidade de Stanford apontou, em julho deste ano, que estudantes americanos tiveram problema para checar a credibilidade das informações divulgadas na internet. Dentre 7.804 alunos dos ensinos fundamental, médio e superior, 40% não conseguiram detectar fake news.

     A editora executiva da agência de checagem Aos Fatos, Tai Nalon, destaca a importância da criação de políticas públicas com foco na análise crítica da mídia. “Acho que dificilmente conseguiremos uma mudança cultural sem passar pela educação de massa da sociedade”, afirma.

     Para o professor do Departamento de Informática da PUC-Rio, Daniel Schwabe, o público não conhece os meios pelos quais pode ser manipulado na internet. “Em relação às mídias tradicionais, as pessoas já aprenderam a identificar sinais de demagogia”, diz. “Nesse cenário de novos canais, há uma certa vulnerabilidade porque não se sabe mediar a absorção da informação que se recebe.” Segundo ele, é necessário criar uma cultura de questionamento.

No trecho “Tem de vir da grande imprensa, do professor, da família, de todos os lados”, a citação faz referência
Alternativas
Q1711089 Português

Senso crítico é arma para combater ‘fake news’

       Marina Dayrell, Matheus Riga e Pedro Ramos


     A educação virtual é uma arma importante para detectar informações falsas no noticiário, segundo especialistas. Essa “alfabetização” deve contar com esforços de vários setores da sociedade, para evitar que as chamadas fake news tumultuem o debate público, como ocorreu na corrida eleitoral americana e na votação pela saída do Reino Unido da União Europeia.

     “Tem de vir da grande imprensa, do professor, da família, de todos os lados”, diz a diretora da Agência Lupa, Cristina Tardáguila, que realiza checagem de informações do noticiário brasileiro. “Até porque não há nenhum sinal de que a produção de notícias falsas vai diminuir.” Para ela, o entendimento sobre como o noticiário é produzido deve ser uma prioridade no combate às fake news.

     A dificuldade de identificar notícias falsas afeta até países com melhores índices de escolaridade. Uma pesquisa da Universidade de Stanford apontou, em julho deste ano, que estudantes americanos tiveram problema para checar a credibilidade das informações divulgadas na internet. Dentre 7.804 alunos dos ensinos fundamental, médio e superior, 40% não conseguiram detectar fake news.

     A editora executiva da agência de checagem Aos Fatos, Tai Nalon, destaca a importância da criação de políticas públicas com foco na análise crítica da mídia. “Acho que dificilmente conseguiremos uma mudança cultural sem passar pela educação de massa da sociedade”, afirma.

     Para o professor do Departamento de Informática da PUC-Rio, Daniel Schwabe, o público não conhece os meios pelos quais pode ser manipulado na internet. “Em relação às mídias tradicionais, as pessoas já aprenderam a identificar sinais de demagogia”, diz. “Nesse cenário de novos canais, há uma certa vulnerabilidade porque não se sabe mediar a absorção da informação que se recebe.” Segundo ele, é necessário criar uma cultura de questionamento.

As opiniões de vários especialistas são inseridas no texto por meio da utilização de aspas. No entanto, no primeiro parágrafo, ao mencionar a palavra alfabetização, o uso das aspas possui outra função, que é:
Alternativas
Q1711088 Português

Senso crítico é arma para combater ‘fake news’

       Marina Dayrell, Matheus Riga e Pedro Ramos


     A educação virtual é uma arma importante para detectar informações falsas no noticiário, segundo especialistas. Essa “alfabetização” deve contar com esforços de vários setores da sociedade, para evitar que as chamadas fake news tumultuem o debate público, como ocorreu na corrida eleitoral americana e na votação pela saída do Reino Unido da União Europeia.

     “Tem de vir da grande imprensa, do professor, da família, de todos os lados”, diz a diretora da Agência Lupa, Cristina Tardáguila, que realiza checagem de informações do noticiário brasileiro. “Até porque não há nenhum sinal de que a produção de notícias falsas vai diminuir.” Para ela, o entendimento sobre como o noticiário é produzido deve ser uma prioridade no combate às fake news.

     A dificuldade de identificar notícias falsas afeta até países com melhores índices de escolaridade. Uma pesquisa da Universidade de Stanford apontou, em julho deste ano, que estudantes americanos tiveram problema para checar a credibilidade das informações divulgadas na internet. Dentre 7.804 alunos dos ensinos fundamental, médio e superior, 40% não conseguiram detectar fake news.

     A editora executiva da agência de checagem Aos Fatos, Tai Nalon, destaca a importância da criação de políticas públicas com foco na análise crítica da mídia. “Acho que dificilmente conseguiremos uma mudança cultural sem passar pela educação de massa da sociedade”, afirma.

     Para o professor do Departamento de Informática da PUC-Rio, Daniel Schwabe, o público não conhece os meios pelos quais pode ser manipulado na internet. “Em relação às mídias tradicionais, as pessoas já aprenderam a identificar sinais de demagogia”, diz. “Nesse cenário de novos canais, há uma certa vulnerabilidade porque não se sabe mediar a absorção da informação que se recebe.” Segundo ele, é necessário criar uma cultura de questionamento.

Qual a finalidade do texto “Senso crítico é arma para combater „fake news‟”?
Alternativas
Q1710322 Noções de Informática
Após iniciar uma sessão no Windows 10, um funcionário resolveu organizar sua Área de Trabalho, arrastando alguns arquivos para a pasta Documentos e alguns atalhos de programas pouco utilizados para a Lixeira. Levando em consideração essa ação, analise as alternativas e assinale a correta.
Alternativas
Q1710321 Noções de Informática
É bastante costumeiro que, em e-mails profissionais, haja a necessidade de anexar documentos para envio, por isso, a maioria dos clientes de e-mail atuais exibem um ícone por meio do qual é possível realizar o procedimento. Qual símbolo padrão da funcionalidade de anexar documentos na maioria dos clientes de e-mail?
Alternativas
Q1710306 Matemática

A coordenadora de um cursinho pré-vestibular procurou mapear o interesse dos estudantes em cursos da área da saúde questionando-os sobre qual seria a primeira opção de cada um no vestibular caso existissem apenas cursos desta área. A partir dessa questão gerou o gráfico a seguir onde a quantidade de estudantes que optaram por determinado curso segue à frente do nome correspondente no gráfico.


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A quantidade de estudantes que não optariam por Odontologia é:

Alternativas
Q1710304 Matemática

Uma prova de velocidade é feita em uma pista onde temos dois quadrados cinzas e um quadrado branco central, como vemos na figura. Nos quadrados cinza é permitido aos participantes utilizar toda a sua área, enquanto no branco eles somente podem andar sobre os seus lados.

Sabendo que o lado do quadrado cinza mede 2 metros e o do quadrado branco mede 4 metros. A menor distância que pode ser percorrida para uma atleta sair do ponto A e chegar no ponto B é:


Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q1710303 Matemática

O salário de uma diarista varia de acordo com os dias e a quantidade de horas que a mesma trabalha. De segunda à quarta-feira ela cobra R$ 10,00 por hora, de quinta e sexta-feira a hora de seu trabalho custa R$ 15,00 e aos sábados o valor chega à R$ 20,00 por hora. A tabela abaixo mostra a quantidade de horas trabalhadas por ela em determinada semana.


Imagem associada para resolução da questão


Qual foi a média de salário diário da mesma na semana apresentada?

Alternativas
Q1705355 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003
O Estatuto do Idoso, Lei Federal 10.741/03, disciplina no Título VI, Capítulo II os crimes em espécie praticados contra a pessoa idosa. Qual das alternativas a seguir não é um crime contra o idoso disciplinado no Capítulo II do Título VI da Lei 10.741/2003?
Alternativas
Q1705354 Legislação de Trânsito
O art. 306 do Código de Trânsito Brasileiro determina que quem “Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência” estará sujeito a pena de detenção, de seis meses a três anos, multa e suspensão ou proibição de se obter a permissão ou a habilitação para dirigir veículo automotor. Diante da prática de embriaguez ao volante o § 1º do mencionado artigo afirma que “as condutas previstas no Art. 306 serão constatadas por”:
Alternativas
Q1705353 Legislação de Trânsito
O Código de Trânsito Brasileiro determina que haja uma velocidade máxima para cada via, dessa forma, onde não existir sinalização regulamentadora, a velocidade máxima nas vias urbanas será de:
Alternativas
Respostas
7141: A
7142: D
7143: B
7144: A
7145: C
7146: B
7147: D
7148: A
7149: B
7150: D
7151: C
7152: A
7153: C
7154: B
7155: D
7156: B
7157: C
7158: E
7159: A
7160: D