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Q4167640 Português

Leia o texto a seguir.  


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O texto acima é uma postagem de matéria de revista no Instagram da “Revista Trip”  

Alternativas
Q4167639 Português

Leia a tirinha a seguir.  


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Trata-se de uma crítica social  

Alternativas
Q4167638 Sociologia

Observe a imagem a seguir.  


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A partir da leitura da chamada sobre o vídeo presente no Instagram do “Cultura Livre”, infere-se que o nome do coletivo 

Alternativas
Q4167637 Português
Texto 2


Lágrimas para irmãos siameses


      Eram duas vezes dois irmãos siameses, nascidos um com o braço no braço do outro fundido. Se pareciam como uma folha e a seguinte. De nomes como assim: Osório e Irrisório. Cresceram os dois, um em consequência do outro. Recíprocos, simultâneos e simétricos. Ainda menininhos, o doutor advisou a mãe:

      ― Podemos separá-los agora, este é o momento conveniente.

      Separá-los. Por quê? Se Deus os queria carne com osso? Se davam bem, amiguíssimos, vizinhos, repartindo o tudo e o nada. Os pais, remediados, compraram um único relógio que ambos partilhavam no comum antebraço. Ao apertar a corrente do relógio, a mãe sentenciou:

   ― Assim, o tempo nunca lhes vai dividir.

    O tempo, esse mesmo, foi descaiando espelhos e os siameses começaram a engrossar a vista em saia e peito. Osório, sobretudo, era mais espevitado. Irrisório era mais metido em si, olhos caseiros. Osório, às duas por muitas, se apaixonou por Marineusa. Se adonzelou com ela, esfregando-se nela até gastar o umbigo. Havia, óbvio, o problema do mano que estava ali, mesmo ao braço de semear. Osório lhe pedia que fechasse olho, tapasse ouvido, alheasse sentido. Irrisório tranquilizava:

     ― Sou homem correcto, descanse mano ó.

      Irrisório, por voz de promessa, sossegava o irmão. O pai, sabedor da vida, sugeriu um encontro familiar. E disse assim:

     ― Vão chegar mulheres e amores. Melhor é vocês separarem-se!

      Mas eles negaram. Eram fiéis, como a canção: juntos para sempre. O pai manteve o mandamento. Porém, foi enfraquecendo perante a insistência dos gêmeos:

      ― Mas, pai, nós, assim alicateados, saímos baratos a Deus: precisamos só de um anjo da guarda.

      E o outro ainda reforçava:

     ― Como podemos separar? Se cada um da gente só tem uma mão?   

    ― É. Só os dois é que somos um.

    Todos riram, arrumado o assunto. Antes de se retirar, o pai ainda sacudiu uma resignação:

   ― Vão ver, o amor junta, o amor separa. (...)


In: COUTO, Mia. Contos do nascer da terra. Lisboa: Ed. Caminho, 1997. 
No trecho “O pai manteve o mandamento. Porém, foi enfraquecendo perante a insistência dos gêmeos”, a palavra sublinhada estabelece relação de
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Q4167636 Português
Texto 2


Lágrimas para irmãos siameses


      Eram duas vezes dois irmãos siameses, nascidos um com o braço no braço do outro fundido. Se pareciam como uma folha e a seguinte. De nomes como assim: Osório e Irrisório. Cresceram os dois, um em consequência do outro. Recíprocos, simultâneos e simétricos. Ainda menininhos, o doutor advisou a mãe:

      ― Podemos separá-los agora, este é o momento conveniente.

      Separá-los. Por quê? Se Deus os queria carne com osso? Se davam bem, amiguíssimos, vizinhos, repartindo o tudo e o nada. Os pais, remediados, compraram um único relógio que ambos partilhavam no comum antebraço. Ao apertar a corrente do relógio, a mãe sentenciou:

   ― Assim, o tempo nunca lhes vai dividir.

    O tempo, esse mesmo, foi descaiando espelhos e os siameses começaram a engrossar a vista em saia e peito. Osório, sobretudo, era mais espevitado. Irrisório era mais metido em si, olhos caseiros. Osório, às duas por muitas, se apaixonou por Marineusa. Se adonzelou com ela, esfregando-se nela até gastar o umbigo. Havia, óbvio, o problema do mano que estava ali, mesmo ao braço de semear. Osório lhe pedia que fechasse olho, tapasse ouvido, alheasse sentido. Irrisório tranquilizava:

     ― Sou homem correcto, descanse mano ó.

      Irrisório, por voz de promessa, sossegava o irmão. O pai, sabedor da vida, sugeriu um encontro familiar. E disse assim:

     ― Vão chegar mulheres e amores. Melhor é vocês separarem-se!

      Mas eles negaram. Eram fiéis, como a canção: juntos para sempre. O pai manteve o mandamento. Porém, foi enfraquecendo perante a insistência dos gêmeos:

      ― Mas, pai, nós, assim alicateados, saímos baratos a Deus: precisamos só de um anjo da guarda.

      E o outro ainda reforçava:

     ― Como podemos separar? Se cada um da gente só tem uma mão?   

    ― É. Só os dois é que somos um.

    Todos riram, arrumado o assunto. Antes de se retirar, o pai ainda sacudiu uma resignação:

   ― Vão ver, o amor junta, o amor separa. (...)


In: COUTO, Mia. Contos do nascer da terra. Lisboa: Ed. Caminho, 1997. 
Em “Eram fiéis, como a canção: juntos para sempre” há uma  
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Q4167635 Português
Texto 2


Lágrimas para irmãos siameses


      Eram duas vezes dois irmãos siameses, nascidos um com o braço no braço do outro fundido. Se pareciam como uma folha e a seguinte. De nomes como assim: Osório e Irrisório. Cresceram os dois, um em consequência do outro. Recíprocos, simultâneos e simétricos. Ainda menininhos, o doutor advisou a mãe:

      ― Podemos separá-los agora, este é o momento conveniente.

      Separá-los. Por quê? Se Deus os queria carne com osso? Se davam bem, amiguíssimos, vizinhos, repartindo o tudo e o nada. Os pais, remediados, compraram um único relógio que ambos partilhavam no comum antebraço. Ao apertar a corrente do relógio, a mãe sentenciou:

   ― Assim, o tempo nunca lhes vai dividir.

    O tempo, esse mesmo, foi descaiando espelhos e os siameses começaram a engrossar a vista em saia e peito. Osório, sobretudo, era mais espevitado. Irrisório era mais metido em si, olhos caseiros. Osório, às duas por muitas, se apaixonou por Marineusa. Se adonzelou com ela, esfregando-se nela até gastar o umbigo. Havia, óbvio, o problema do mano que estava ali, mesmo ao braço de semear. Osório lhe pedia que fechasse olho, tapasse ouvido, alheasse sentido. Irrisório tranquilizava:

     ― Sou homem correcto, descanse mano ó.

      Irrisório, por voz de promessa, sossegava o irmão. O pai, sabedor da vida, sugeriu um encontro familiar. E disse assim:

     ― Vão chegar mulheres e amores. Melhor é vocês separarem-se!

      Mas eles negaram. Eram fiéis, como a canção: juntos para sempre. O pai manteve o mandamento. Porém, foi enfraquecendo perante a insistência dos gêmeos:

      ― Mas, pai, nós, assim alicateados, saímos baratos a Deus: precisamos só de um anjo da guarda.

      E o outro ainda reforçava:

     ― Como podemos separar? Se cada um da gente só tem uma mão?   

    ― É. Só os dois é que somos um.

    Todos riram, arrumado o assunto. Antes de se retirar, o pai ainda sacudiu uma resignação:

   ― Vão ver, o amor junta, o amor separa. (...)


In: COUTO, Mia. Contos do nascer da terra. Lisboa: Ed. Caminho, 1997. 
Qual expressão pode substituir as palavras sublinhadas sem perda de sentido no fragmento: “Separá-los. Por quê? Se Deus os queria carne com osso?”?  
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Q4167634 Português
Texto 2


Lágrimas para irmãos siameses


      Eram duas vezes dois irmãos siameses, nascidos um com o braço no braço do outro fundido. Se pareciam como uma folha e a seguinte. De nomes como assim: Osório e Irrisório. Cresceram os dois, um em consequência do outro. Recíprocos, simultâneos e simétricos. Ainda menininhos, o doutor advisou a mãe:

      ― Podemos separá-los agora, este é o momento conveniente.

      Separá-los. Por quê? Se Deus os queria carne com osso? Se davam bem, amiguíssimos, vizinhos, repartindo o tudo e o nada. Os pais, remediados, compraram um único relógio que ambos partilhavam no comum antebraço. Ao apertar a corrente do relógio, a mãe sentenciou:

   ― Assim, o tempo nunca lhes vai dividir.

    O tempo, esse mesmo, foi descaiando espelhos e os siameses começaram a engrossar a vista em saia e peito. Osório, sobretudo, era mais espevitado. Irrisório era mais metido em si, olhos caseiros. Osório, às duas por muitas, se apaixonou por Marineusa. Se adonzelou com ela, esfregando-se nela até gastar o umbigo. Havia, óbvio, o problema do mano que estava ali, mesmo ao braço de semear. Osório lhe pedia que fechasse olho, tapasse ouvido, alheasse sentido. Irrisório tranquilizava:

     ― Sou homem correcto, descanse mano ó.

      Irrisório, por voz de promessa, sossegava o irmão. O pai, sabedor da vida, sugeriu um encontro familiar. E disse assim:

     ― Vão chegar mulheres e amores. Melhor é vocês separarem-se!

      Mas eles negaram. Eram fiéis, como a canção: juntos para sempre. O pai manteve o mandamento. Porém, foi enfraquecendo perante a insistência dos gêmeos:

      ― Mas, pai, nós, assim alicateados, saímos baratos a Deus: precisamos só de um anjo da guarda.

      E o outro ainda reforçava:

     ― Como podemos separar? Se cada um da gente só tem uma mão?   

    ― É. Só os dois é que somos um.

    Todos riram, arrumado o assunto. Antes de se retirar, o pai ainda sacudiu uma resignação:

   ― Vão ver, o amor junta, o amor separa. (...)


In: COUTO, Mia. Contos do nascer da terra. Lisboa: Ed. Caminho, 1997. 
Pela leitura do texto, nota-se que os irmãos  
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Q4167633 Português
Texto 1

Voo do beija-flor


Elisa Cristal


Voo silencioso do mistério do amor
Fecho os olhos para ver aonde vou
Voar pelo infinito daquilo que eu sou
(Desvendar/mergulhar) o oceano interior


Beija-flor me leva
Beija-flor desperta (em mim)
Me leva nas águas deste rio encantador
Vale dourado do meu lindo beija-flor
(...) 

Disponível em: <https://www.letras.mus.br/elisa-cristal/voo-do-beijaflor/>. Acesso em: 21 mai. 2023

No poema, o “Beija-flor” é  
Alternativas
Q4167632 Português
Texto 1

Voo do beija-flor


Elisa Cristal


Voo silencioso do mistério do amor
Fecho os olhos para ver aonde vou
Voar pelo infinito daquilo que eu sou
(Desvendar/mergulhar) o oceano interior


Beija-flor me leva
Beija-flor desperta (em mim)
Me leva nas águas deste rio encantador
Vale dourado do meu lindo beija-flor
(...) 

Disponível em: <https://www.letras.mus.br/elisa-cristal/voo-do-beijaflor/>. Acesso em: 21 mai. 2023

No verso “Me leva nas águas deste rio encantador”, no que diz respeito à colocação pronominal, a música usa a  
Alternativas
Q4167631 Português
Texto 1

Voo do beija-flor


Elisa Cristal


Voo silencioso do mistério do amor
Fecho os olhos para ver aonde vou
Voar pelo infinito daquilo que eu sou
(Desvendar/mergulhar) o oceano interior


Beija-flor me leva
Beija-flor desperta (em mim)
Me leva nas águas deste rio encantador
Vale dourado do meu lindo beija-flor
(...) 

Disponível em: <https://www.letras.mus.br/elisa-cristal/voo-do-beijaflor/>. Acesso em: 21 mai. 2023

No verso “Fecho os olhos para ver aonde vou”, a palavra “aonde” foi usada em vez de “onde” porque
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Q3628390 Legislação de Trânsito
As normas gerais de circulação e conduta, previstas na Lei nº 9.503/97 – Código de Trânsito Brasileiro (CTB), regem a forma de circulação dos veículos e a conduta dos condutores. Desta forma, assinale a alternativa que apresenta, dentre outros, comportamento seguro, previsto neste capítulo do CTB: 
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Q3628389 Direito Penal

De acordo com a Lei nº 13.869/2019, que dispõe sobre os crimes de abuso de autoridade, verifique os itens e assinale a alternativa que apresenta, dentre outros, os efeitos da condenação, previstos no artigo 4º da lei, independentemente da condição ou situação a ser aplicada.



I- Inabilitação para o exercício de cargo, mandato ou função pública, pelo período de 1 (um) a 5 (cinco) anos.


II- Perda do cargo, do mandato ou da função pública.


III- Inelegibilidade pelo período de 8 (oito) anos.



Estão CORRETOS os itens:

Alternativas
Q3628388 Direito Penal
“Exigir, para si ou para outrem, direta ou indiretamente, ainda que fora da função ou antes de assumi-la, mas em razão dela, vantagem indevida” é um crime praticado por funcionário público contra a administração em geral. Assinale a alternativa que apresenta o nome dado a este crime:
Alternativas
Q3628387 Direito Penal
“Apropriar-se o funcionário público de dinheiro, valor ou qualquer outro bem móvel, público ou particular, de que tem a posse em razão do cargo, ou desviá-lo, em proveito próprio ou alheio” é um crime praticado por funcionário público contra a administração em geral. Assinale a alternativa que apresenta o nome dado a este crime.
Alternativas
Q3628386 Direito Penal

A imputabilidade penal se refere à idade e às condições em que uma pessoa poderá ser penalizada/responsabilizada, respondendo pelos seus atos diretamente na esfera penal (CP). O Código Penal, em seus artigos de 26 a 28, apresenta condições em que uma pessoa ficará isenta dessa responsabilização (Inimputabilidade). Assinale os itens em que ocorre a inimputabilidade penal:



I- Por doença mental ou desenvolvimento mental incompleto ou retardado, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.


II- Agir com emoção ou paixão.


III- Menores de 21 anos.


IV- Por embriaguez completa, proveniente de caso fortuito ou força maior, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento.



Estão CORRETOS com relação à inimputabilidade apenas os itens:

Alternativas
Q3628385 Direito Penal

“O resultado, de que depende a existência do crime, somente é imputável a quem lhe deu causa. Considera-se causa a ação ou omissão sem a qual o resultado não teria ocorrido”. (BRASIL, 1940, art. 13).


O texto apresentado está previsto no artigo 13 do Código Penal Brasileiro (CP) - Do Crime. Assinale a alternativa que apresenta do que estamos tratando no texto deste artigo do CP:

Alternativas
Q3628384 Direito Administrativo
Junto ao processo administrativo disciplinar (PAD), encontramos um termo que se caracteriza por ser um procedimento apuratório sumário, uma análise preliminar de fatos, um meio mais célere de apurar irregularidades, mas de onde pode resultar a aplicação de uma penalidade de advertência a um servidor público, por exemplo. Assinale a alternativa que apresenta o nome desse procedimento previsto junto ao PAD:
Alternativas
Q3628383 Direito Administrativo
Com relação aos serviços públicos e sua prestação por parte da administração pública, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3628382 Direito Administrativo
Os poderes administrativos são essenciais para que o Estado possa garantir a supremacia do interesse público. São prerrogativas especiais, previstas no ordenamento jurídico. Assinale a alternativa que apresenta tais poderes descritos pela doutrina pátria: 
Alternativas
Q3628381 Direito Constitucional
Seguindo o que determina o artigo 144 da CF/88: “A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio”. (BRASIL, 1988, art. 144).Com base no capítulo da Segurança Pública, assinale a alternativa que apresenta o(s) ente(s) da Federação que pode(m) criar as guardas municipais: 
Alternativas
Respostas
4241: A
4242: C
4243: D
4244: B
4245: D
4246: A
4247: B
4248: C
4249: D
4250: B
4251: E
4252: E
4253: C
4254: A
4255: D
4256: D
4257: E
4258: C
4259: B
4260: C