Questões de Concurso Para professor de educação básica

Foram encontradas 4.414 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2094088 Matemática
Para as festividades de fim de ano a família Mendonça costuma planejar 100 Kg de comida para todos os 45 membros. Mas este ano terão 12 novos integrantes, entre namorados e amigos. Quanto de comida será necessário para todos nesta festa?
Alternativas
Q2094086 Português
Assinale a alternativa que apresenta frase pautada no USO RECOMENDADO pela norma culta. 
Alternativas
Q2094085 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Pandemia infla entrada de palavras em vocabulário da língua portuguesa.
:

Além do protocolo sanitário - com máscaras e álcool em gel -, a pandemia de coronavírus também trouxe mudanças na nossa linguagem. Conforme os casos de Covid-19 aumentavam, novas palavras e a ressignificação de algumas outras passaram a fazer parte da nossa vida.

Subnotificar, trabalhador essencial e lockdown foram alguns vocábulos adicionados na 6ª edição do Volp (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa), da ABL (Academia Brasileira de Letras), lançada em julho deste ano. Das 1.160 palavras inseridas nesta nova edição, 65 (5,6%) estão ligadas direta ou indiretamente à pandemia.

O Volp é usado como base para os dicionários da língua portuguesa. Hoje, no total, ele conta com 382 mil palavras. Algumas das novidades até já apareciam nas conversas e textos (como telemedicina, home office e videoaula, por exemplo), mas ganharam força e passaram a ser usadas com mais frequência.

"Os acontecimentos que marcam determinada época têm reflexo na língua", afirma Evanildo Bechara, professor, gramático e filólogo brasileiro, presidente da Comissão de Lexicologia e Lexicografia da ABL e membro correspondente da Academia das Ciências de Lisboa e da Academia Galega da Língua Portuguesa.

“Como a língua acompanha qualquer modificação por que passa uma sociedade, testemunhamos o efeito linguístico da pandemia não apenas na língua portuguesa, mas em várias outras. Ou seja, vimos a rapidez com que a língua acumulou um novo vocabulário e ele se tornou parte essencial do idioma, com termos científicos se incorporando à linguagem cotidiana e criações populares surgindo para nomear fatos extraordinários." Evanildo Bechara

Segundo o especialista, a última vez que ocorreu a adição de tantas palavras referentes a um acontecimento específico foi na época da 2ª Guerra Mundial (1939-1945). [...]

Vocábulos como desconfinamento (usadas em expressões como fases do desconfinamento e plano de desconfinamento) e desconfinar, por exemplo, passaram a remeter, agora, à saída do período de restrições mais severas para impedir a circulação do vírus. Anteriormente, eram pouco usados e nem registrados em dicionários da língua portuguesa. [...]

"O termo 'quarentena' inicialmente indicava um período de 40 dias durante o qual pessoas, mercadorias e bagagens, vindas de algum lugar atingido por epidemia, ou doença contagiosa, deveriam ficar isolados, incomunicáveis, sem contato com os habitantes do lugar para onde se dirigiam", diz Bechara. "Com o passar do tempo, esse período pôde ser estendido ou reduzido, conforme, as circunstâncias, mas a denominação quarentena foi mantida."

Não há uma média anual de palavras adicionadas no vocabulário da língua portuguesa da ABL. Bechara afirma que "uma nova palavra ou expressão começa a circular nos dicionários quando se incorpora ao léxico culto ou popular de uma língua".

Ainda assim, existe um critério para determinar o que entra ou não no dicionário,  com os especialistas observando os seguintes aspectos, nesta ordem:

▪ Se o termo foi criado segundo os princípios que regem a formação de palavras antigas e modernas no nosso léxico;

▪ Se a criação da nova palavra traduz com eficiência a ideia que a pessoa que a usou quis transmitir;

▪ Se, para traduzir a mesma ideia, o idioma não tem palavras antigas e mais expressivas;

▪ Se o fato de não existir um termo no dicionário é prova suficiente de que não deva ser criado outro vocábulo ou de que há um erro no uso desse termo.

A frequência de uso, a presença em textos oficiais, jornalísticos e acadêmicos e a relevância da palavra para os assuntos debatidos nas universidades e na vida social e profissional das pessoas também são levadas em consideração na seleção dos vocábulos e expressões, de acordo com o gramático. [...]

Em um processo inédito, em outubro do ano passado, a ABL começou a apresentar semanalmente, nas redes sociais e no site, palavras ou expressões recentes que passaram a ter uso corrente na língua portuguesa, "podendo ser um neologismo [nova palavra], um empréstimo linguístico ou mesmo um vocábulo que, apesar de já existir há algum tempo, estava sendo usado com mais frequência ou com um novo sentido nos dias atuais", diz Bechara.

"O trabalho de redação das novas palavras continua sendo feito", conclui o especialista.

Adaptado
https://educacao.uol.com.br
A palavra PANDEMIA apresenta o seguinte processo de formação:
Alternativas
Q2094084 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Pandemia infla entrada de palavras em vocabulário da língua portuguesa.
:

Além do protocolo sanitário - com máscaras e álcool em gel -, a pandemia de coronavírus também trouxe mudanças na nossa linguagem. Conforme os casos de Covid-19 aumentavam, novas palavras e a ressignificação de algumas outras passaram a fazer parte da nossa vida.

Subnotificar, trabalhador essencial e lockdown foram alguns vocábulos adicionados na 6ª edição do Volp (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa), da ABL (Academia Brasileira de Letras), lançada em julho deste ano. Das 1.160 palavras inseridas nesta nova edição, 65 (5,6%) estão ligadas direta ou indiretamente à pandemia.

O Volp é usado como base para os dicionários da língua portuguesa. Hoje, no total, ele conta com 382 mil palavras. Algumas das novidades até já apareciam nas conversas e textos (como telemedicina, home office e videoaula, por exemplo), mas ganharam força e passaram a ser usadas com mais frequência.

"Os acontecimentos que marcam determinada época têm reflexo na língua", afirma Evanildo Bechara, professor, gramático e filólogo brasileiro, presidente da Comissão de Lexicologia e Lexicografia da ABL e membro correspondente da Academia das Ciências de Lisboa e da Academia Galega da Língua Portuguesa.

“Como a língua acompanha qualquer modificação por que passa uma sociedade, testemunhamos o efeito linguístico da pandemia não apenas na língua portuguesa, mas em várias outras. Ou seja, vimos a rapidez com que a língua acumulou um novo vocabulário e ele se tornou parte essencial do idioma, com termos científicos se incorporando à linguagem cotidiana e criações populares surgindo para nomear fatos extraordinários." Evanildo Bechara

Segundo o especialista, a última vez que ocorreu a adição de tantas palavras referentes a um acontecimento específico foi na época da 2ª Guerra Mundial (1939-1945). [...]

Vocábulos como desconfinamento (usadas em expressões como fases do desconfinamento e plano de desconfinamento) e desconfinar, por exemplo, passaram a remeter, agora, à saída do período de restrições mais severas para impedir a circulação do vírus. Anteriormente, eram pouco usados e nem registrados em dicionários da língua portuguesa. [...]

"O termo 'quarentena' inicialmente indicava um período de 40 dias durante o qual pessoas, mercadorias e bagagens, vindas de algum lugar atingido por epidemia, ou doença contagiosa, deveriam ficar isolados, incomunicáveis, sem contato com os habitantes do lugar para onde se dirigiam", diz Bechara. "Com o passar do tempo, esse período pôde ser estendido ou reduzido, conforme, as circunstâncias, mas a denominação quarentena foi mantida."

Não há uma média anual de palavras adicionadas no vocabulário da língua portuguesa da ABL. Bechara afirma que "uma nova palavra ou expressão começa a circular nos dicionários quando se incorpora ao léxico culto ou popular de uma língua".

Ainda assim, existe um critério para determinar o que entra ou não no dicionário,  com os especialistas observando os seguintes aspectos, nesta ordem:

▪ Se o termo foi criado segundo os princípios que regem a formação de palavras antigas e modernas no nosso léxico;

▪ Se a criação da nova palavra traduz com eficiência a ideia que a pessoa que a usou quis transmitir;

▪ Se, para traduzir a mesma ideia, o idioma não tem palavras antigas e mais expressivas;

▪ Se o fato de não existir um termo no dicionário é prova suficiente de que não deva ser criado outro vocábulo ou de que há um erro no uso desse termo.

A frequência de uso, a presença em textos oficiais, jornalísticos e acadêmicos e a relevância da palavra para os assuntos debatidos nas universidades e na vida social e profissional das pessoas também são levadas em consideração na seleção dos vocábulos e expressões, de acordo com o gramático. [...]

Em um processo inédito, em outubro do ano passado, a ABL começou a apresentar semanalmente, nas redes sociais e no site, palavras ou expressões recentes que passaram a ter uso corrente na língua portuguesa, "podendo ser um neologismo [nova palavra], um empréstimo linguístico ou mesmo um vocábulo que, apesar de já existir há algum tempo, estava sendo usado com mais frequência ou com um novo sentido nos dias atuais", diz Bechara.

"O trabalho de redação das novas palavras continua sendo feito", conclui o especialista.

Adaptado
https://educacao.uol.com.br
Sobre os aspectos linguísticos e semânticos do texto, analise as afirmativas.
I- No 3º§, no período “[...] mas ganharam força e passaram [...].”, o conectivo destacado pode ser substituído, sem alteração de sentido, pela locução “no entanto”.
II- No 12º§, no período “Em um processo inédito [...].”, o vocábulo destacado apresenta o sentido de “sem precedente”.
III-No 8º§, "O termo 'quarentena' inicialmente indicava um período de 40 dias [...].”, a palavra sublinhada expressa uma ação imperfectiva, concluída.
Estão CORRETAS as afirmativas:
Alternativas
Q2094083 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Pandemia infla entrada de palavras em vocabulário da língua portuguesa.
:

Além do protocolo sanitário - com máscaras e álcool em gel -, a pandemia de coronavírus também trouxe mudanças na nossa linguagem. Conforme os casos de Covid-19 aumentavam, novas palavras e a ressignificação de algumas outras passaram a fazer parte da nossa vida.

Subnotificar, trabalhador essencial e lockdown foram alguns vocábulos adicionados na 6ª edição do Volp (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa), da ABL (Academia Brasileira de Letras), lançada em julho deste ano. Das 1.160 palavras inseridas nesta nova edição, 65 (5,6%) estão ligadas direta ou indiretamente à pandemia.

O Volp é usado como base para os dicionários da língua portuguesa. Hoje, no total, ele conta com 382 mil palavras. Algumas das novidades até já apareciam nas conversas e textos (como telemedicina, home office e videoaula, por exemplo), mas ganharam força e passaram a ser usadas com mais frequência.

"Os acontecimentos que marcam determinada época têm reflexo na língua", afirma Evanildo Bechara, professor, gramático e filólogo brasileiro, presidente da Comissão de Lexicologia e Lexicografia da ABL e membro correspondente da Academia das Ciências de Lisboa e da Academia Galega da Língua Portuguesa.

“Como a língua acompanha qualquer modificação por que passa uma sociedade, testemunhamos o efeito linguístico da pandemia não apenas na língua portuguesa, mas em várias outras. Ou seja, vimos a rapidez com que a língua acumulou um novo vocabulário e ele se tornou parte essencial do idioma, com termos científicos se incorporando à linguagem cotidiana e criações populares surgindo para nomear fatos extraordinários." Evanildo Bechara

Segundo o especialista, a última vez que ocorreu a adição de tantas palavras referentes a um acontecimento específico foi na época da 2ª Guerra Mundial (1939-1945). [...]

Vocábulos como desconfinamento (usadas em expressões como fases do desconfinamento e plano de desconfinamento) e desconfinar, por exemplo, passaram a remeter, agora, à saída do período de restrições mais severas para impedir a circulação do vírus. Anteriormente, eram pouco usados e nem registrados em dicionários da língua portuguesa. [...]

"O termo 'quarentena' inicialmente indicava um período de 40 dias durante o qual pessoas, mercadorias e bagagens, vindas de algum lugar atingido por epidemia, ou doença contagiosa, deveriam ficar isolados, incomunicáveis, sem contato com os habitantes do lugar para onde se dirigiam", diz Bechara. "Com o passar do tempo, esse período pôde ser estendido ou reduzido, conforme, as circunstâncias, mas a denominação quarentena foi mantida."

Não há uma média anual de palavras adicionadas no vocabulário da língua portuguesa da ABL. Bechara afirma que "uma nova palavra ou expressão começa a circular nos dicionários quando se incorpora ao léxico culto ou popular de uma língua".

Ainda assim, existe um critério para determinar o que entra ou não no dicionário,  com os especialistas observando os seguintes aspectos, nesta ordem:

▪ Se o termo foi criado segundo os princípios que regem a formação de palavras antigas e modernas no nosso léxico;

▪ Se a criação da nova palavra traduz com eficiência a ideia que a pessoa que a usou quis transmitir;

▪ Se, para traduzir a mesma ideia, o idioma não tem palavras antigas e mais expressivas;

▪ Se o fato de não existir um termo no dicionário é prova suficiente de que não deva ser criado outro vocábulo ou de que há um erro no uso desse termo.

A frequência de uso, a presença em textos oficiais, jornalísticos e acadêmicos e a relevância da palavra para os assuntos debatidos nas universidades e na vida social e profissional das pessoas também são levadas em consideração na seleção dos vocábulos e expressões, de acordo com o gramático. [...]

Em um processo inédito, em outubro do ano passado, a ABL começou a apresentar semanalmente, nas redes sociais e no site, palavras ou expressões recentes que passaram a ter uso corrente na língua portuguesa, "podendo ser um neologismo [nova palavra], um empréstimo linguístico ou mesmo um vocábulo que, apesar de já existir há algum tempo, estava sendo usado com mais frequência ou com um novo sentido nos dias atuais", diz Bechara.

"O trabalho de redação das novas palavras continua sendo feito", conclui o especialista.

Adaptado
https://educacao.uol.com.br
O principal objetivo desse gênero textual é:
Alternativas
Q2094082 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Pandemia infla entrada de palavras em vocabulário da língua portuguesa.
:

Além do protocolo sanitário - com máscaras e álcool em gel -, a pandemia de coronavírus também trouxe mudanças na nossa linguagem. Conforme os casos de Covid-19 aumentavam, novas palavras e a ressignificação de algumas outras passaram a fazer parte da nossa vida.

Subnotificar, trabalhador essencial e lockdown foram alguns vocábulos adicionados na 6ª edição do Volp (Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa), da ABL (Academia Brasileira de Letras), lançada em julho deste ano. Das 1.160 palavras inseridas nesta nova edição, 65 (5,6%) estão ligadas direta ou indiretamente à pandemia.

O Volp é usado como base para os dicionários da língua portuguesa. Hoje, no total, ele conta com 382 mil palavras. Algumas das novidades até já apareciam nas conversas e textos (como telemedicina, home office e videoaula, por exemplo), mas ganharam força e passaram a ser usadas com mais frequência.

"Os acontecimentos que marcam determinada época têm reflexo na língua", afirma Evanildo Bechara, professor, gramático e filólogo brasileiro, presidente da Comissão de Lexicologia e Lexicografia da ABL e membro correspondente da Academia das Ciências de Lisboa e da Academia Galega da Língua Portuguesa.

“Como a língua acompanha qualquer modificação por que passa uma sociedade, testemunhamos o efeito linguístico da pandemia não apenas na língua portuguesa, mas em várias outras. Ou seja, vimos a rapidez com que a língua acumulou um novo vocabulário e ele se tornou parte essencial do idioma, com termos científicos se incorporando à linguagem cotidiana e criações populares surgindo para nomear fatos extraordinários." Evanildo Bechara

Segundo o especialista, a última vez que ocorreu a adição de tantas palavras referentes a um acontecimento específico foi na época da 2ª Guerra Mundial (1939-1945). [...]

Vocábulos como desconfinamento (usadas em expressões como fases do desconfinamento e plano de desconfinamento) e desconfinar, por exemplo, passaram a remeter, agora, à saída do período de restrições mais severas para impedir a circulação do vírus. Anteriormente, eram pouco usados e nem registrados em dicionários da língua portuguesa. [...]

"O termo 'quarentena' inicialmente indicava um período de 40 dias durante o qual pessoas, mercadorias e bagagens, vindas de algum lugar atingido por epidemia, ou doença contagiosa, deveriam ficar isolados, incomunicáveis, sem contato com os habitantes do lugar para onde se dirigiam", diz Bechara. "Com o passar do tempo, esse período pôde ser estendido ou reduzido, conforme, as circunstâncias, mas a denominação quarentena foi mantida."

Não há uma média anual de palavras adicionadas no vocabulário da língua portuguesa da ABL. Bechara afirma que "uma nova palavra ou expressão começa a circular nos dicionários quando se incorpora ao léxico culto ou popular de uma língua".

Ainda assim, existe um critério para determinar o que entra ou não no dicionário,  com os especialistas observando os seguintes aspectos, nesta ordem:

▪ Se o termo foi criado segundo os princípios que regem a formação de palavras antigas e modernas no nosso léxico;

▪ Se a criação da nova palavra traduz com eficiência a ideia que a pessoa que a usou quis transmitir;

▪ Se, para traduzir a mesma ideia, o idioma não tem palavras antigas e mais expressivas;

▪ Se o fato de não existir um termo no dicionário é prova suficiente de que não deva ser criado outro vocábulo ou de que há um erro no uso desse termo.

A frequência de uso, a presença em textos oficiais, jornalísticos e acadêmicos e a relevância da palavra para os assuntos debatidos nas universidades e na vida social e profissional das pessoas também são levadas em consideração na seleção dos vocábulos e expressões, de acordo com o gramático. [...]

Em um processo inédito, em outubro do ano passado, a ABL começou a apresentar semanalmente, nas redes sociais e no site, palavras ou expressões recentes que passaram a ter uso corrente na língua portuguesa, "podendo ser um neologismo [nova palavra], um empréstimo linguístico ou mesmo um vocábulo que, apesar de já existir há algum tempo, estava sendo usado com mais frequência ou com um novo sentido nos dias atuais", diz Bechara.

"O trabalho de redação das novas palavras continua sendo feito", conclui o especialista.

Adaptado
https://educacao.uol.com.br
Analise as afirmativas a seguir.
I- As novas palavras surgidas na pandemia são legítimas criações populares. Elas devem sempre ser mantidas no léxico culto e isentas de qualquer preconceito linguístico.
II- O efeito linguístico da pandemia é um fenômeno intrínseco da Língua Portuguesa.
III- A língua é dinâmica e está sujeita a inúmeras modificações de acordo com a necessidade de interação social.
IV- Todas as palavras introduzidas no vocabulário dos brasileiros, durante a pandemia, enriqueceram a linguagem e serão dicionarizadas.
De acordo com o texto, estão INCORRETAS as afirmativas: 
Alternativas
Q1855484 Pedagogia
Para a melhoria da qualidade da educação, são necessárias a capacitação e a formação continuada dos professores. Assim sendo, o § 2o do artigo 62 da LBDEN (Lei Federal no 9.394/96), dispõe que: “... A formação continuada e a capacitação dos profissionais de magistério
Alternativas
Q1855483 Pedagogia
Hoffmann, em “Avaliação mediadora: uma relação dialógica na construção do conhecimento” (Revista Ideias, no 22), faz uma crítica à postura comportamentalista de alguns professores. Referindo-se a esse grupo, a autora afirma que “sem considerarem possíveis outras explicações para o fracasso dos estudantes que não o comprometimento deles (o que também é importante, mas não razão absoluta), não podem evoluir no sentido de dois princípios presentes a uma avaliação enquanto mediação...”.
De acordo com tal texto, esses dois princípios são o do diálogo e o
Alternativas
Q1855482 Pedagogia
Carina, professora do Ensino Fundamental, participou de um curso de formação continuada sobre o documento Ensino Fundamental de nove anos: orientações para a inclusão da criança de seis anos de idade (BRASIL, 2007). O tópico que mais lhe chamou a atenção foi o do emprego de portfólios como instrumento avaliativo. O coordenador do curso, citando o referido documento, afirmou que “a diversificação dos instrumentos avaliativos (...) viabiliza um maior número e variedade de informações sobre o trabalho docente e sobre os percursos de aprendizagem, assim como uma possibilidade de reflexão acerca de como os conhecimentos estão sendo concebidos pelas crianças e adolescentes. (...) O uso de portfólios, por exemplo, pode ser útil para que os estudantes, sob orientação dos professores, possam analisar suas próprias produções, refletindo sobre os conteúdos aprendidos e sobre o que falta aprender, ou seja, possam visualizar seus próprios percursos e explicitar para os professores suas estratégias de aprendizagem e 
Alternativas
Q1855481 Pedagogia
Moura, em Pedagogia de Projetos: contribuições para uma educação transformadora (s.d.), afirma que “a Educação de hoje precisa atender a uma clientela que exige e que também é exigida cada vez mais. Pois, o mundo está mudando e consequentemente, a educação deve inserir-se nessa mudança a fim de não perder sua finalidade. A Pedagogia de Projetos busca ressignificar a escola dentro da realidade contemporânea, transformando-a em um espaço significativo de aprendizagem para todos que dela fazem parte, sem perder de vista
Alternativas
Q1855480 Pedagogia
Em Metodologia de História e Geografia (2011), Heloísa Dupas Penteado apresenta conceitos essenciais da história e da geografia como campos de conhecimento das ciências sociais. No capítulo 3 da obra, ela afirma que os conceitos de espaço e de tempo são básicos no estudo dessas disciplinas, pois é “nestas duas dimensões que as relações sociais humanas se travam, transformando a natureza, produzindo cultura, construindo a História”. A autora, dando continuidade a esse raciocínio, alega que, para ocorrer o entendimento dos referidos conceitos é necessária a interação das condições internas de aprendizagem do aprendiz com as condições ambientais de que ele dispõe. Nesse processo, diz Penteado, o professor desempenha um papel fundamental: o de
Alternativas
Q1855479 Pedagogia
Segundo Lerner (1995), em A matemática na escola – aqui e agora, “A maioria dos estudantes não consegue relacionar os cálculos que realiza em sua vida cotidiana com o conjunto de regras que na escola chamam matemática, as quais são mais ou menos arbitrárias e muitas vezes incompreensíveis. Além disso, as inovações pedagógicas que enfatizam a operação intelectual da criança no lugar da reprodução de mecanismos isolados não parecem refletir-se ainda na aprendizagem da matemática; assim, muitas crianças
Alternativas
Q1855478 Pedagogia
Em se tratando de alfabetização e letramento, Lerner (2002) afirma que “Ensinar a ler e escrever é um desafio que transcende amplamente a alfabetização em sentido estrito. O desafio que a escola enfrenta hoje é o de incorporar todos os alunos à cultura do escrito, é o de conseguir que todos seus ex-alunos cheguem a ser membros plenos da comunidade de leitores e escritores”, e complementa: “Agora, para concretizar o propósito de formar todos os alunos como praticantes da cultura escrita, é necessário reconceitualizar o objeto de ensino e construí-lo tomando como referência fundamental
Alternativas
Q1855477 Pedagogia
Ainda na obra Fundamentos sócio-filosóficos da educação (2007), Queiroz e Moita abordam a tendência progressista crítico-social dos conteúdos ou histórico-crítica. Segundo as autoras, essa tendência constitui-se no final da década de 70 e início da década de 80 do século XX, com o propósito de contrapor-se à ‘pedagogia libertadora’, por entender que ela não dá o correto e merecido valor ao aprendizado do chamado “saber científico”. Assim sendo, afirmam as autoras: “Esta tendência [crítico-social dos conteúdos] prioriza, na sua concepção pedagógica, o domínio dos conteúdos científicos, a prática de métodos de estudo, a construção de habilidades e raciocínio científico, como modo de
Alternativas
Q1855476 Pedagogia
Queiroz e Moita, em Fundamentos sócio-filosóficos da educação (2007), abordam as Tendências Pedagógicas Liberais, comentando que surgiram no século XIX, influenciadas pelos ideais da Revolução Francesa (1789): “igualdade, liberdade e fraternidade”. Por volta dos anos 20 e 30 do século XX, o pensamento liberal democrático chegou ao Brasil e junto com ele a Escola Nova, defendendo a escola pública para todas as camadas da sociedade. Para esclarecer o que se entende por Escola Nova, as autoras citam Luzuriaga (1980): “Por educação nova entendemos a corrente que trata de mudar o rumo da educação tradicional, intelectualista e livresca, dando-lhe sentido vivo e ativo. Por isso se deu também a esse movimento o nome de ‘escola
Alternativas
Q1855475 Pedagogia
O livro de Coll, O construtivismo na sala de aula (1999), como o próprio nome indica, expõe a empregabilidade dos conceitos teóricos do construtivismo nas práticas educacionais. Defendendo o pressuposto de que o sujeito é ativo na construção de suas hipóteses acerca do objeto do conhecimento, os colaboradores da obra procuram demonstrar as vantagens do construtivismo sobre as outras formas de ensinar. No capítulo 4, por exemplo, Teresa Mauri discute a natureza ativa e construtiva do conhecimento. Segundo ela, “a aprendizagem, entendida como construção de conhecimento, pressupõe entender tanto sua dimensão como produto quanto sua dimensão como processo, isto é, o caminho pelo qual os alunos
Alternativas
Q1855474 Pedagogia
Sabendo que uma especialista em inclusão escolar estaria em sua cidade para debater o que é educação inclusiva e os passos necessários para implantá-la, Laura inscreveu-se no evento. Neste, a referida especialista citou o texto “Abrindo as escolas às diferenças” de Mantoan (2001) e, tendo ele como base, comentou que se pode, hoje, contar com leis e propostas voltadas a tornar as escolas abertas às diferenças, mas ainda é bastante difícil conseguir que as escolas reconheçam que precisam mudar para que se tornem, de fato, inclusivas. A especialista, apoiando-se ainda no citado texto, endossou o pensamento de Mantoan quando essa autora afirma que a maior desculpa para justificar o estado atual da maioria das nossas escolas é
Alternativas
Q1855473 Pedagogia
Maurício, candidato ao cargo de Professor de Educação Básica, em Várzea Paulista, pesquisando a legislação educacional sobre a valorização das diferenças individuais, de gênero, étnicas e socioculturais e o combate à desigualdade, verificou que o art. 11 da Resolução CNE/CEB no 04/2010 dispõe: “A escola de Educação Básica é o espaço em que se ressignifica e se recria a cultura herdada, reconstruindo-se as identidades culturais, em que se aprende a
Alternativas
Q1855472 Pedagogia
Em um curso para atualização de professores, Ivete interessou-se pelo tema “Transversalidade e Interdisciplinaridade no processo ensino-aprendizagem”. Aprendeu, então, que o processo de ensino exige que o professor conheça formas de organizar e de apresentar os conteúdos programáticos aos alunos. Nesse contexto, o professor pode adotar a disciplinaridade, a interdisciplinaridade ou a transdisciplinaridade. De acordo com Garcia (s.d.), “A transversalidade e a interdisciplinaridade são modos de se trabalhar o conhecimento que buscam uma reintegração de aspectos que ficaram isolados uns dos outros pelo tratamento disciplinar”. A autora também esclarece que, com a transversalidade e com a interdisciplinaridade, busca-se conseguir
Alternativas
Respostas
1701: B
1702: E
1703: A
1704: C
1705: A
1706: D
1707: E
1708: D
1709: E
1710: C
1711: B
1712: E
1713: C
1714: D
1715: D
1716: A
1717: B
1718: A
1719: E
1720: B