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Q1049482 Português

      Creio que muito de nossa insistência, enquanto professoras e professores, em que os estudantes “leiam”, num semestre, um sem-número de capítulos de livros, reside na compreensão errônea que às vezes temos do ato de ler. Em minha andarilhagem pelo mundo, não foram poucas as vezes em que jovens estudantes me falaram de sua luta às voltas com extensas bibliografias a serem muito mais “devoradas” do que realmente lidas ou estudadas. Verdadeiras “lições de leitura” no sentido mais tradicional desta expressão, a que se achavam submetidos em nome de sua formação científica e de que deviam prestar contas através do famoso controle de leitura. Em algumas vezes cheguei mesmo a ler, em relações bibliográficas, indicações em torno de que páginas deste ou daquele capítulo de tal ou qual livro deveriam ser lidas: “Da página 15 à 37”.

      A insistência na quantidade de leituras sem o devido adentramento nos textos a serem compreendidos, e não mecanicamente memorizados, revela uma visão mágica da palavra escrita. Visão que urge ser superada. A mesma, ainda que encarnada desde outro ângulo, que se encontra, por exemplo, em quem escreve, quando identifica a possível qualidade de seu trabalho, ou não, com a quantidade de páginas escritas. No entanto, um dos documentos filosóficos mais importantes de que dispomos, As teses sobre Feuerbach, de Marx, tem apenas duas páginas e meia...

      Parece importante, contudo, para evitar uma compreensão errônea do que estou afirmando, sublinhar que a minha crítica à magicização da palavra não significa, de maneira alguma, uma posição pouco responsável de minha parte com relação à necessidade que temos, educadores e educandos, de ler, sempre e seriamente, os clássicos neste ou naquele campo do saber, de nos adentrarmos nos textos, de criar uma disciplina intelectual, sem a qual inviabilizamos a nossa prática enquanto professores e estudantes.

                                                               (Paulo Freire. A importância do ato de ler)

Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de colocação pronominal.
Alternativas
Q1049481 Português

      Creio que muito de nossa insistência, enquanto professoras e professores, em que os estudantes “leiam”, num semestre, um sem-número de capítulos de livros, reside na compreensão errônea que às vezes temos do ato de ler. Em minha andarilhagem pelo mundo, não foram poucas as vezes em que jovens estudantes me falaram de sua luta às voltas com extensas bibliografias a serem muito mais “devoradas” do que realmente lidas ou estudadas. Verdadeiras “lições de leitura” no sentido mais tradicional desta expressão, a que se achavam submetidos em nome de sua formação científica e de que deviam prestar contas através do famoso controle de leitura. Em algumas vezes cheguei mesmo a ler, em relações bibliográficas, indicações em torno de que páginas deste ou daquele capítulo de tal ou qual livro deveriam ser lidas: “Da página 15 à 37”.

      A insistência na quantidade de leituras sem o devido adentramento nos textos a serem compreendidos, e não mecanicamente memorizados, revela uma visão mágica da palavra escrita. Visão que urge ser superada. A mesma, ainda que encarnada desde outro ângulo, que se encontra, por exemplo, em quem escreve, quando identifica a possível qualidade de seu trabalho, ou não, com a quantidade de páginas escritas. No entanto, um dos documentos filosóficos mais importantes de que dispomos, As teses sobre Feuerbach, de Marx, tem apenas duas páginas e meia...

      Parece importante, contudo, para evitar uma compreensão errônea do que estou afirmando, sublinhar que a minha crítica à magicização da palavra não significa, de maneira alguma, uma posição pouco responsável de minha parte com relação à necessidade que temos, educadores e educandos, de ler, sempre e seriamente, os clássicos neste ou naquele campo do saber, de nos adentrarmos nos textos, de criar uma disciplina intelectual, sem a qual inviabilizamos a nossa prática enquanto professores e estudantes.

                                                               (Paulo Freire. A importância do ato de ler)

Sem prejuízo ao sentido do texto, nas passagens – Em algumas vezes cheguei mesmo a ler, em relações bibliográficas, indicações em torno de que páginas... (1° parágrafo) – e – Parece importante, contudo, para evitar uma compreensão errônea do que estou afirmando... (3° parágrafo) –, os termos em destaque podem ser substituídos, correta e respectivamente, por
Alternativas
Q1049480 Português

      Creio que muito de nossa insistência, enquanto professoras e professores, em que os estudantes “leiam”, num semestre, um sem-número de capítulos de livros, reside na compreensão errônea que às vezes temos do ato de ler. Em minha andarilhagem pelo mundo, não foram poucas as vezes em que jovens estudantes me falaram de sua luta às voltas com extensas bibliografias a serem muito mais “devoradas” do que realmente lidas ou estudadas. Verdadeiras “lições de leitura” no sentido mais tradicional desta expressão, a que se achavam submetidos em nome de sua formação científica e de que deviam prestar contas através do famoso controle de leitura. Em algumas vezes cheguei mesmo a ler, em relações bibliográficas, indicações em torno de que páginas deste ou daquele capítulo de tal ou qual livro deveriam ser lidas: “Da página 15 à 37”.

      A insistência na quantidade de leituras sem o devido adentramento nos textos a serem compreendidos, e não mecanicamente memorizados, revela uma visão mágica da palavra escrita. Visão que urge ser superada. A mesma, ainda que encarnada desde outro ângulo, que se encontra, por exemplo, em quem escreve, quando identifica a possível qualidade de seu trabalho, ou não, com a quantidade de páginas escritas. No entanto, um dos documentos filosóficos mais importantes de que dispomos, As teses sobre Feuerbach, de Marx, tem apenas duas páginas e meia...

      Parece importante, contudo, para evitar uma compreensão errônea do que estou afirmando, sublinhar que a minha crítica à magicização da palavra não significa, de maneira alguma, uma posição pouco responsável de minha parte com relação à necessidade que temos, educadores e educandos, de ler, sempre e seriamente, os clássicos neste ou naquele campo do saber, de nos adentrarmos nos textos, de criar uma disciplina intelectual, sem a qual inviabilizamos a nossa prática enquanto professores e estudantes.

                                                               (Paulo Freire. A importância do ato de ler)

De acordo com o autor, a visão que é necessário afastar, com urgência, diz respeito
Alternativas
Q1049479 Português

      Creio que muito de nossa insistência, enquanto professoras e professores, em que os estudantes “leiam”, num semestre, um sem-número de capítulos de livros, reside na compreensão errônea que às vezes temos do ato de ler. Em minha andarilhagem pelo mundo, não foram poucas as vezes em que jovens estudantes me falaram de sua luta às voltas com extensas bibliografias a serem muito mais “devoradas” do que realmente lidas ou estudadas. Verdadeiras “lições de leitura” no sentido mais tradicional desta expressão, a que se achavam submetidos em nome de sua formação científica e de que deviam prestar contas através do famoso controle de leitura. Em algumas vezes cheguei mesmo a ler, em relações bibliográficas, indicações em torno de que páginas deste ou daquele capítulo de tal ou qual livro deveriam ser lidas: “Da página 15 à 37”.

      A insistência na quantidade de leituras sem o devido adentramento nos textos a serem compreendidos, e não mecanicamente memorizados, revela uma visão mágica da palavra escrita. Visão que urge ser superada. A mesma, ainda que encarnada desde outro ângulo, que se encontra, por exemplo, em quem escreve, quando identifica a possível qualidade de seu trabalho, ou não, com a quantidade de páginas escritas. No entanto, um dos documentos filosóficos mais importantes de que dispomos, As teses sobre Feuerbach, de Marx, tem apenas duas páginas e meia...

      Parece importante, contudo, para evitar uma compreensão errônea do que estou afirmando, sublinhar que a minha crítica à magicização da palavra não significa, de maneira alguma, uma posição pouco responsável de minha parte com relação à necessidade que temos, educadores e educandos, de ler, sempre e seriamente, os clássicos neste ou naquele campo do saber, de nos adentrarmos nos textos, de criar uma disciplina intelectual, sem a qual inviabilizamos a nossa prática enquanto professores e estudantes.

                                                               (Paulo Freire. A importância do ato de ler)

No texto, o autor defende uma concepção de leitura como

Alternativas
Q1049477 Português

      No front da alfabetização, a rede municipal de educação da cidade de São Paulo obteve conquista apreciável: 92% dos alunos sabiam ler e escrever ao término do segundo ano, ante não mais de 77% em 2017. Com isso, a prefeitura estipulou a meta de 85% de alfabetização no primeiro ano, quando as crianças em geral têm seis anos.

      Uma ousadia, quando se tem em vista que, até recentemente, a diretriz nacional se limitava a preconizar leitura e escrita até o final do terceiro ano. Só em 2018, com a Base Nacional Comum Curricular, esse objetivo foi antecipado para o segundo ano, algo que a rede paulistana já havia adotado com um ano de antecedência.

      Fica assim comprovado, na experiência de São Paulo, que metas ambiciosas nada têm de incompatível com progresso de aprendizado – ao contrário. Em particular no campo da alfabetização, base de tudo que virá a seguir, um nível alto de exigência dará motivação extra para educadores e estudantes se aplicarem mais.

      Conforme se avança no ensino fundamental, contudo, os descaminhos e a leniência do passado se fazem manifestar nos parcos resultados obtidos por estudantes em provas padronizadas.

      A deficiência manifesta-se em todas as grandes áreas de conhecimento. Quando concluem o quinto ano, final da fase 1 do fundamental, só 39% das meninas e dos meninos alcançam desempenho satisfatório em língua portuguesa. Pior, são apenas 27% em matemática e 20% em ciências.

      A perda agrava-se na fase seguinte. Quando saem do fundamental 2, no nono ano, apenas 25% dos estudantes estão no nível adequado de língua. E há inaceitáveis 10% e 9% nessa faixa de desempenho, respectivamente, nas áreas de matemática e ciências naturais, o que torna fácil de entender o desastre que hoje se observa no ensino médio.

      Não deixa de ser animador constatar que ao menos nos fundamentos do aprendizado – a alfabetização – houve avanço em São Paulo. Mas a cidade mais populosa e rica do país ainda precisa fazer mais e melhor por suas crianças e jovens.

                                                               (Editorial. Folha de S.Paulo, 02.01.2019. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a frase, reescrita a partir das informações textuais, contém termo empregado em sentido figurado.
Alternativas
Q1049476 Português

      No front da alfabetização, a rede municipal de educação da cidade de São Paulo obteve conquista apreciável: 92% dos alunos sabiam ler e escrever ao término do segundo ano, ante não mais de 77% em 2017. Com isso, a prefeitura estipulou a meta de 85% de alfabetização no primeiro ano, quando as crianças em geral têm seis anos.

      Uma ousadia, quando se tem em vista que, até recentemente, a diretriz nacional se limitava a preconizar leitura e escrita até o final do terceiro ano. Só em 2018, com a Base Nacional Comum Curricular, esse objetivo foi antecipado para o segundo ano, algo que a rede paulistana já havia adotado com um ano de antecedência.

      Fica assim comprovado, na experiência de São Paulo, que metas ambiciosas nada têm de incompatível com progresso de aprendizado – ao contrário. Em particular no campo da alfabetização, base de tudo que virá a seguir, um nível alto de exigência dará motivação extra para educadores e estudantes se aplicarem mais.

      Conforme se avança no ensino fundamental, contudo, os descaminhos e a leniência do passado se fazem manifestar nos parcos resultados obtidos por estudantes em provas padronizadas.

      A deficiência manifesta-se em todas as grandes áreas de conhecimento. Quando concluem o quinto ano, final da fase 1 do fundamental, só 39% das meninas e dos meninos alcançam desempenho satisfatório em língua portuguesa. Pior, são apenas 27% em matemática e 20% em ciências.

      A perda agrava-se na fase seguinte. Quando saem do fundamental 2, no nono ano, apenas 25% dos estudantes estão no nível adequado de língua. E há inaceitáveis 10% e 9% nessa faixa de desempenho, respectivamente, nas áreas de matemática e ciências naturais, o que torna fácil de entender o desastre que hoje se observa no ensino médio.

      Não deixa de ser animador constatar que ao menos nos fundamentos do aprendizado – a alfabetização – houve avanço em São Paulo. Mas a cidade mais populosa e rica do país ainda precisa fazer mais e melhor por suas crianças e jovens.

                                                               (Editorial. Folha de S.Paulo, 02.01.2019. Adaptado)

De acordo com a norma-padrão, quanto à concordância verbal, a oração – E há inaceitáveis 10% e 9% nessa faixa de desempenho... (6° parágrafo) – está corretamente reescrita em:
Alternativas
Q1049474 Português

      No front da alfabetização, a rede municipal de educação da cidade de São Paulo obteve conquista apreciável: 92% dos alunos sabiam ler e escrever ao término do segundo ano, ante não mais de 77% em 2017. Com isso, a prefeitura estipulou a meta de 85% de alfabetização no primeiro ano, quando as crianças em geral têm seis anos.

      Uma ousadia, quando se tem em vista que, até recentemente, a diretriz nacional se limitava a preconizar leitura e escrita até o final do terceiro ano. Só em 2018, com a Base Nacional Comum Curricular, esse objetivo foi antecipado para o segundo ano, algo que a rede paulistana já havia adotado com um ano de antecedência.

      Fica assim comprovado, na experiência de São Paulo, que metas ambiciosas nada têm de incompatível com progresso de aprendizado – ao contrário. Em particular no campo da alfabetização, base de tudo que virá a seguir, um nível alto de exigência dará motivação extra para educadores e estudantes se aplicarem mais.

      Conforme se avança no ensino fundamental, contudo, os descaminhos e a leniência do passado se fazem manifestar nos parcos resultados obtidos por estudantes em provas padronizadas.

      A deficiência manifesta-se em todas as grandes áreas de conhecimento. Quando concluem o quinto ano, final da fase 1 do fundamental, só 39% das meninas e dos meninos alcançam desempenho satisfatório em língua portuguesa. Pior, são apenas 27% em matemática e 20% em ciências.

      A perda agrava-se na fase seguinte. Quando saem do fundamental 2, no nono ano, apenas 25% dos estudantes estão no nível adequado de língua. E há inaceitáveis 10% e 9% nessa faixa de desempenho, respectivamente, nas áreas de matemática e ciências naturais, o que torna fácil de entender o desastre que hoje se observa no ensino médio.

      Não deixa de ser animador constatar que ao menos nos fundamentos do aprendizado – a alfabetização – houve avanço em São Paulo. Mas a cidade mais populosa e rica do país ainda precisa fazer mais e melhor por suas crianças e jovens.

                                                               (Editorial. Folha de S.Paulo, 02.01.2019. Adaptado)

Considere as passagens do texto:


•  ... a diretriz nacional se limitava a preconizar leitura e escrita até o final do terceiro ano. (2° parágrafo)

•  Conforme se avança no ensino fundamental, contudo, os descaminhos e a leniência do passado se fazem manifestar nos parcos resultados obtidos por estudantes em provas padronizadas. (4° parágrafo)


Os termos em destaque significam, correta e respectivamente:

Alternativas
Q1049472 Português

      No front da alfabetização, a rede municipal de educação da cidade de São Paulo obteve conquista apreciável: 92% dos alunos sabiam ler e escrever ao término do segundo ano, ante não mais de 77% em 2017. Com isso, a prefeitura estipulou a meta de 85% de alfabetização no primeiro ano, quando as crianças em geral têm seis anos.

      Uma ousadia, quando se tem em vista que, até recentemente, a diretriz nacional se limitava a preconizar leitura e escrita até o final do terceiro ano. Só em 2018, com a Base Nacional Comum Curricular, esse objetivo foi antecipado para o segundo ano, algo que a rede paulistana já havia adotado com um ano de antecedência.

      Fica assim comprovado, na experiência de São Paulo, que metas ambiciosas nada têm de incompatível com progresso de aprendizado – ao contrário. Em particular no campo da alfabetização, base de tudo que virá a seguir, um nível alto de exigência dará motivação extra para educadores e estudantes se aplicarem mais.

      Conforme se avança no ensino fundamental, contudo, os descaminhos e a leniência do passado se fazem manifestar nos parcos resultados obtidos por estudantes em provas padronizadas.

      A deficiência manifesta-se em todas as grandes áreas de conhecimento. Quando concluem o quinto ano, final da fase 1 do fundamental, só 39% das meninas e dos meninos alcançam desempenho satisfatório em língua portuguesa. Pior, são apenas 27% em matemática e 20% em ciências.

      A perda agrava-se na fase seguinte. Quando saem do fundamental 2, no nono ano, apenas 25% dos estudantes estão no nível adequado de língua. E há inaceitáveis 10% e 9% nessa faixa de desempenho, respectivamente, nas áreas de matemática e ciências naturais, o que torna fácil de entender o desastre que hoje se observa no ensino médio.

      Não deixa de ser animador constatar que ao menos nos fundamentos do aprendizado – a alfabetização – houve avanço em São Paulo. Mas a cidade mais populosa e rica do país ainda precisa fazer mais e melhor por suas crianças e jovens.

                                                               (Editorial. Folha de S.Paulo, 02.01.2019. Adaptado)

A expressão “Uma ousadia”, que inicia o segundo parágrafo do texto, refere-se
Alternativas
Q1049470 Português

Leia a tira para responder à questão.


                        

É correto concluir que as informações verbais e não verbais do último quadrinho
Alternativas
Q1049469 Português

Leia a tira para responder à questão.


                        

De acordo com a norma-padrão, a lacuna do segundo quadrinho deve ser preenchida com:
Alternativas
Q1042873 Inglês

     In order for collection of sentences and utterances to succed effectively, the discourse needs to be organised or conducted in such a way that it will be successful. In written English this calls for both coherence and cohesion. For a text to be coherent, it needs to be in the right order. (…)

      No matter how coherent a text is, however, it will not work unless it has internal cohesion. The elements in that text must cohere or stick to each other successfully to help us navigate our way around the stretch of discourse. One way of achieving this is through lexical cohesion, and a way of ensuring lexical cohesion is through the repetition of words and phrases. (…) We can also use interrelated words and meanings to bind a text together (…)

      Another similar cohesive technique is that of substitution, using a phrase to refer to something we have already written. (…) Writers also use linkers such as and, also, moreover (…)

      These features are also present in spoken language, which also shows many examples of ellipsis (where words from a written-grammar version of an utterance are left out without compromising the meaning of what is said). (…)

                      (Harmer, J. The practice of English language teaching. 2007. Adapted)

One way of garanteeing grammatical cohesion in English is by using tense agreement, since if the writer or speaker changes the verb tense constantly, it is difficult to follow. A teacher that follows the task-based or the communicative approach should
Alternativas
Q1042872 Inglês

     In order for collection of sentences and utterances to succed effectively, the discourse needs to be organised or conducted in such a way that it will be successful. In written English this calls for both coherence and cohesion. For a text to be coherent, it needs to be in the right order. (…)

      No matter how coherent a text is, however, it will not work unless it has internal cohesion. The elements in that text must cohere or stick to each other successfully to help us navigate our way around the stretch of discourse. One way of achieving this is through lexical cohesion, and a way of ensuring lexical cohesion is through the repetition of words and phrases. (…) We can also use interrelated words and meanings to bind a text together (…)

      Another similar cohesive technique is that of substitution, using a phrase to refer to something we have already written. (…) Writers also use linkers such as and, also, moreover (…)

      These features are also present in spoken language, which also shows many examples of ellipsis (where words from a written-grammar version of an utterance are left out without compromising the meaning of what is said). (…)

                      (Harmer, J. The practice of English language teaching. 2007. Adapted)

From reading the text, one can infer that
Alternativas
Q1042871 Inglês

      There is a danger in paying too much attention to learners’ errors. While errors indeed reveal a system at work, the classroom language teacher can become so preoccupied ________ noticing errors that the correct utterances in the second language go unnoticed. In our observation and analysis of errors – for all that they do reveal about the learner – we must beware of placing too much attention on errors and not lose sight of the value of positive reinforcement of clearly expressed language that is a product of the learner’s progress of development. While the diminishing of errors is an important criterion ______ increasing language proficiency, the ultimate goal of second language learning is the attainment of communicative fluency.

      Another inadequacy in error analysis is an overemphasis on production data. Language is speaking and listening, writing and reading. The comprehension of language is as important as production. It so happens that production lends itself to analysis and thus becomes the prey of researchers, __________ comprehension data is equally important in developing an understanding of the process of SLA.

               (Brown, D. H. Principles of language learning and teaching. 2000. Adapted)

In the excerpt from the second paragraph “It so happens that production lends itself to analysis and thus becomes the prey of researchers”, the expression and the word in bold could be replaced, without leading to change in the meaning, by
Alternativas
Q1042870 Inglês

      There is a danger in paying too much attention to learners’ errors. While errors indeed reveal a system at work, the classroom language teacher can become so preoccupied ________ noticing errors that the correct utterances in the second language go unnoticed. In our observation and analysis of errors – for all that they do reveal about the learner – we must beware of placing too much attention on errors and not lose sight of the value of positive reinforcement of clearly expressed language that is a product of the learner’s progress of development. While the diminishing of errors is an important criterion ______ increasing language proficiency, the ultimate goal of second language learning is the attainment of communicative fluency.

      Another inadequacy in error analysis is an overemphasis on production data. Language is speaking and listening, writing and reading. The comprehension of language is as important as production. It so happens that production lends itself to analysis and thus becomes the prey of researchers, __________ comprehension data is equally important in developing an understanding of the process of SLA.

               (Brown, D. H. Principles of language learning and teaching. 2000. Adapted)

A title that could be used to summarize the text read is:
Alternativas
Q1042869 Inglês

      There is a danger in paying too much attention to learners’ errors. While errors indeed reveal a system at work, the classroom language teacher can become so preoccupied ________ noticing errors that the correct utterances in the second language go unnoticed. In our observation and analysis of errors – for all that they do reveal about the learner – we must beware of placing too much attention on errors and not lose sight of the value of positive reinforcement of clearly expressed language that is a product of the learner’s progress of development. While the diminishing of errors is an important criterion ______ increasing language proficiency, the ultimate goal of second language learning is the attainment of communicative fluency.

      Another inadequacy in error analysis is an overemphasis on production data. Language is speaking and listening, writing and reading. The comprehension of language is as important as production. It so happens that production lends itself to analysis and thus becomes the prey of researchers, __________ comprehension data is equally important in developing an understanding of the process of SLA.

               (Brown, D. H. Principles of language learning and teaching. 2000. Adapted)

In the first paragraph, the author argues in favor of the error treatment that is used in which of these language teaching-learning methods/approaches?

Alternativas
Q1042868 Inglês

      There is a danger in paying too much attention to learners’ errors. While errors indeed reveal a system at work, the classroom language teacher can become so preoccupied ________ noticing errors that the correct utterances in the second language go unnoticed. In our observation and analysis of errors – for all that they do reveal about the learner – we must beware of placing too much attention on errors and not lose sight of the value of positive reinforcement of clearly expressed language that is a product of the learner’s progress of development. While the diminishing of errors is an important criterion ______ increasing language proficiency, the ultimate goal of second language learning is the attainment of communicative fluency.

      Another inadequacy in error analysis is an overemphasis on production data. Language is speaking and listening, writing and reading. The comprehension of language is as important as production. It so happens that production lends itself to analysis and thus becomes the prey of researchers, __________ comprehension data is equally important in developing an understanding of the process of SLA.

               (Brown, D. H. Principles of language learning and teaching. 2000. Adapted)

In the phrase “It so happens that production lends itself to analysis…”, the expression in bold is used with which meaning or idea?
Alternativas
Q1042867 Inglês

      There is a danger in paying too much attention to learners’ errors. While errors indeed reveal a system at work, the classroom language teacher can become so preoccupied ________ noticing errors that the correct utterances in the second language go unnoticed. In our observation and analysis of errors – for all that they do reveal about the learner – we must beware of placing too much attention on errors and not lose sight of the value of positive reinforcement of clearly expressed language that is a product of the learner’s progress of development. While the diminishing of errors is an important criterion ______ increasing language proficiency, the ultimate goal of second language learning is the attainment of communicative fluency.

      Another inadequacy in error analysis is an overemphasis on production data. Language is speaking and listening, writing and reading. The comprehension of language is as important as production. It so happens that production lends itself to analysis and thus becomes the prey of researchers, __________ comprehension data is equally important in developing an understanding of the process of SLA.

               (Brown, D. H. Principles of language learning and teaching. 2000. Adapted)

Which alternative holds the missing words in the order in which they should be used?
Alternativas
Q1042866 Inglês

Read the two cartoons and answer questions.



In “Son, your teacher told me that you’re having trouble focusing…”, the words in bold have the same pronunciation. The same occurs with the words of which alternative?
Alternativas
Q1042865 Inglês

Read the two cartoons and answer questions.



Na oração “Your teacher told me that you’re having trouble…”, os verbos em negrito estão nos mesmos tempos verbais que os da alternativa:
Alternativas
Q1042864 Inglês

Read the two cartoons and answer questions.



Both cartoons touch on behavioral aspects of the teacher-student (and even teacher-parent) relationship which Douglas Brown (2000) says could be explained (or avoided) if the school took more time to consider that
Alternativas
Respostas
2401: B
2402: A
2403: C
2404: A
2405: E
2406: C
2407: A
2408: E
2409: B
2410: D
2411: D
2412: B
2413: B
2414: A
2415: D
2416: E
2417: D
2418: A
2419: C
2420: A