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Q1071859 Português

Leia um trecho do conto “Tangerine-Girl”, de Raquel de Queiroz, para responder à questão.


      De princípio a interessou o nome da aeronave: não “zepelim” nem dirigível; o grande fuso de metal brilhante chamava-se modernissimamente blimp. Pequeno como um brinquedo, independente, amável. A algumas centenas de metros da sua casa ficava a base aérea dos soldados americanos e o poste de amarração dos dirigíveis. E de vez em quando eles deixavam o poste e davam uma volta, como pássaros mansos que abandonassem o poleiro num ensaio de voo. Assim, aos olhos da menina, o blimp1 existia como um animal de vida própria; fascinava-a como prodígio mecânico que era, e principalmente ela o achava lindo, todo feito de prata, librando-se2 majestosamente pouco abaixo das nuvens. Não pensara nunca em entrar nele; não pensara sequer que pudesse alguém andar dentro dele. Verdade que via lá dentro umas cabecinhas espiando, mas tão minúsculas que não davam impressão de realidade.

      O seu primeiro contato com a tripulação do dirigível começou de maneira puramente ocasional. Acabara o café da manhã; a menina tirara a mesa e fora à porta que dá para o laranjal, sacudir da toalha as migalhas de pão. Lá de cima um tripulante avistou aquele pano branco tremulando entre as árvores espalhadas e a areia, e o seu coração solitário comoveu-se. Vivia naquela base como um frade no seu convento – sozinho entre soldados e exortações patrióticas. E ali estava, juntinho ao oitão da casa, sacudindo um pano, uma mocinha de cabelo ruivo. O marinheiro agitou-se todo com aquele adeus. Várias vezes já sobrevoara aquela casa, vira gente entrando e saindo; e pensara quão distantes uns dos outros vivem os homens, quão indiferentes passam entre si, cada um trancado na sua vida. Ele estava voando por cima das pessoas, vendo-as e, se algumas erguiam os olhos, nenhuma pensava no navegador que ia dentro; queriam só ver a beleza prateada vogando3 pelo céu.

      Mas agora aquela menina tinha para ele um pensamento, agitava no ar um pano, como uma bandeira; decerto era bonita – o sol lhe tirava fulgurações de fogo do cabelo. Seu coração atirou-se para a menina num grande impulso agradecido; debruçou-se à janela, agitou os braços, gritou: “Amigo!, amigo!” – embora soubesse que o vento, a distância, o ruído do motor não deixariam ouvir-se nada. Gostaria de lhe atirar uma flor, um mimo. Mas que podia haver dentro de um dirigível da Marinha que servisse para ser oferecido a uma pequena? O objeto mais delicado que encontrou foi uma grande caneca de louça branca, pesada como uma bala de canhão. E foi aquela caneca que o navegante atirou; atirou, não: deixou cair a uma distância prudente da figurinha iluminada, num gesto delicado, procurando abrandar a força da gravidade, a fim de que o objeto não chegasse sibilante como um projétil, mas suavemente, como uma dádiva.

(Os cem melhores contos brasileiros do século. Org. Italo Moriconi – Objetiva, 2001. Adaptado)


1. blimp: dirigível

2. librando-se: flutuando, equilibrando-se

3. vogando: flutuando 

O termo que, em destaque nas frases, contribui para expressar ideia de consequência na alternativa:
Alternativas
Q1071857 Português

Leia um trecho do conto “Tangerine-Girl”, de Raquel de Queiroz, para responder à questão.


      De princípio a interessou o nome da aeronave: não “zepelim” nem dirigível; o grande fuso de metal brilhante chamava-se modernissimamente blimp. Pequeno como um brinquedo, independente, amável. A algumas centenas de metros da sua casa ficava a base aérea dos soldados americanos e o poste de amarração dos dirigíveis. E de vez em quando eles deixavam o poste e davam uma volta, como pássaros mansos que abandonassem o poleiro num ensaio de voo. Assim, aos olhos da menina, o blimp1 existia como um animal de vida própria; fascinava-a como prodígio mecânico que era, e principalmente ela o achava lindo, todo feito de prata, librando-se2 majestosamente pouco abaixo das nuvens. Não pensara nunca em entrar nele; não pensara sequer que pudesse alguém andar dentro dele. Verdade que via lá dentro umas cabecinhas espiando, mas tão minúsculas que não davam impressão de realidade.

      O seu primeiro contato com a tripulação do dirigível começou de maneira puramente ocasional. Acabara o café da manhã; a menina tirara a mesa e fora à porta que dá para o laranjal, sacudir da toalha as migalhas de pão. Lá de cima um tripulante avistou aquele pano branco tremulando entre as árvores espalhadas e a areia, e o seu coração solitário comoveu-se. Vivia naquela base como um frade no seu convento – sozinho entre soldados e exortações patrióticas. E ali estava, juntinho ao oitão da casa, sacudindo um pano, uma mocinha de cabelo ruivo. O marinheiro agitou-se todo com aquele adeus. Várias vezes já sobrevoara aquela casa, vira gente entrando e saindo; e pensara quão distantes uns dos outros vivem os homens, quão indiferentes passam entre si, cada um trancado na sua vida. Ele estava voando por cima das pessoas, vendo-as e, se algumas erguiam os olhos, nenhuma pensava no navegador que ia dentro; queriam só ver a beleza prateada vogando3 pelo céu.

      Mas agora aquela menina tinha para ele um pensamento, agitava no ar um pano, como uma bandeira; decerto era bonita – o sol lhe tirava fulgurações de fogo do cabelo. Seu coração atirou-se para a menina num grande impulso agradecido; debruçou-se à janela, agitou os braços, gritou: “Amigo!, amigo!” – embora soubesse que o vento, a distância, o ruído do motor não deixariam ouvir-se nada. Gostaria de lhe atirar uma flor, um mimo. Mas que podia haver dentro de um dirigível da Marinha que servisse para ser oferecido a uma pequena? O objeto mais delicado que encontrou foi uma grande caneca de louça branca, pesada como uma bala de canhão. E foi aquela caneca que o navegante atirou; atirou, não: deixou cair a uma distância prudente da figurinha iluminada, num gesto delicado, procurando abrandar a força da gravidade, a fim de que o objeto não chegasse sibilante como um projétil, mas suavemente, como uma dádiva.

(Os cem melhores contos brasileiros do século. Org. Italo Moriconi – Objetiva, 2001. Adaptado)


1. blimp: dirigível

2. librando-se: flutuando, equilibrando-se

3. vogando: flutuando 

No texto, a escritora
Alternativas
Q1071856 Português

Leia um trecho do conto “Tangerine-Girl”, de Raquel de Queiroz, para responder à questão.


      De princípio a interessou o nome da aeronave: não “zepelim” nem dirigível; o grande fuso de metal brilhante chamava-se modernissimamente blimp. Pequeno como um brinquedo, independente, amável. A algumas centenas de metros da sua casa ficava a base aérea dos soldados americanos e o poste de amarração dos dirigíveis. E de vez em quando eles deixavam o poste e davam uma volta, como pássaros mansos que abandonassem o poleiro num ensaio de voo. Assim, aos olhos da menina, o blimp1 existia como um animal de vida própria; fascinava-a como prodígio mecânico que era, e principalmente ela o achava lindo, todo feito de prata, librando-se2 majestosamente pouco abaixo das nuvens. Não pensara nunca em entrar nele; não pensara sequer que pudesse alguém andar dentro dele. Verdade que via lá dentro umas cabecinhas espiando, mas tão minúsculas que não davam impressão de realidade.

      O seu primeiro contato com a tripulação do dirigível começou de maneira puramente ocasional. Acabara o café da manhã; a menina tirara a mesa e fora à porta que dá para o laranjal, sacudir da toalha as migalhas de pão. Lá de cima um tripulante avistou aquele pano branco tremulando entre as árvores espalhadas e a areia, e o seu coração solitário comoveu-se. Vivia naquela base como um frade no seu convento – sozinho entre soldados e exortações patrióticas. E ali estava, juntinho ao oitão da casa, sacudindo um pano, uma mocinha de cabelo ruivo. O marinheiro agitou-se todo com aquele adeus. Várias vezes já sobrevoara aquela casa, vira gente entrando e saindo; e pensara quão distantes uns dos outros vivem os homens, quão indiferentes passam entre si, cada um trancado na sua vida. Ele estava voando por cima das pessoas, vendo-as e, se algumas erguiam os olhos, nenhuma pensava no navegador que ia dentro; queriam só ver a beleza prateada vogando3 pelo céu.

      Mas agora aquela menina tinha para ele um pensamento, agitava no ar um pano, como uma bandeira; decerto era bonita – o sol lhe tirava fulgurações de fogo do cabelo. Seu coração atirou-se para a menina num grande impulso agradecido; debruçou-se à janela, agitou os braços, gritou: “Amigo!, amigo!” – embora soubesse que o vento, a distância, o ruído do motor não deixariam ouvir-se nada. Gostaria de lhe atirar uma flor, um mimo. Mas que podia haver dentro de um dirigível da Marinha que servisse para ser oferecido a uma pequena? O objeto mais delicado que encontrou foi uma grande caneca de louça branca, pesada como uma bala de canhão. E foi aquela caneca que o navegante atirou; atirou, não: deixou cair a uma distância prudente da figurinha iluminada, num gesto delicado, procurando abrandar a força da gravidade, a fim de que o objeto não chegasse sibilante como um projétil, mas suavemente, como uma dádiva.

(Os cem melhores contos brasileiros do século. Org. Italo Moriconi – Objetiva, 2001. Adaptado)


1. blimp: dirigível

2. librando-se: flutuando, equilibrando-se

3. vogando: flutuando 

A respeito do marinheiro que pilotava o dirigível, é correto afirmar que
Alternativas
Q1071855 Português

Leia um trecho do conto “Tangerine-Girl”, de Raquel de Queiroz, para responder à questão.


      De princípio a interessou o nome da aeronave: não “zepelim” nem dirigível; o grande fuso de metal brilhante chamava-se modernissimamente blimp. Pequeno como um brinquedo, independente, amável. A algumas centenas de metros da sua casa ficava a base aérea dos soldados americanos e o poste de amarração dos dirigíveis. E de vez em quando eles deixavam o poste e davam uma volta, como pássaros mansos que abandonassem o poleiro num ensaio de voo. Assim, aos olhos da menina, o blimp1 existia como um animal de vida própria; fascinava-a como prodígio mecânico que era, e principalmente ela o achava lindo, todo feito de prata, librando-se2 majestosamente pouco abaixo das nuvens. Não pensara nunca em entrar nele; não pensara sequer que pudesse alguém andar dentro dele. Verdade que via lá dentro umas cabecinhas espiando, mas tão minúsculas que não davam impressão de realidade.

      O seu primeiro contato com a tripulação do dirigível começou de maneira puramente ocasional. Acabara o café da manhã; a menina tirara a mesa e fora à porta que dá para o laranjal, sacudir da toalha as migalhas de pão. Lá de cima um tripulante avistou aquele pano branco tremulando entre as árvores espalhadas e a areia, e o seu coração solitário comoveu-se. Vivia naquela base como um frade no seu convento – sozinho entre soldados e exortações patrióticas. E ali estava, juntinho ao oitão da casa, sacudindo um pano, uma mocinha de cabelo ruivo. O marinheiro agitou-se todo com aquele adeus. Várias vezes já sobrevoara aquela casa, vira gente entrando e saindo; e pensara quão distantes uns dos outros vivem os homens, quão indiferentes passam entre si, cada um trancado na sua vida. Ele estava voando por cima das pessoas, vendo-as e, se algumas erguiam os olhos, nenhuma pensava no navegador que ia dentro; queriam só ver a beleza prateada vogando3 pelo céu.

      Mas agora aquela menina tinha para ele um pensamento, agitava no ar um pano, como uma bandeira; decerto era bonita – o sol lhe tirava fulgurações de fogo do cabelo. Seu coração atirou-se para a menina num grande impulso agradecido; debruçou-se à janela, agitou os braços, gritou: “Amigo!, amigo!” – embora soubesse que o vento, a distância, o ruído do motor não deixariam ouvir-se nada. Gostaria de lhe atirar uma flor, um mimo. Mas que podia haver dentro de um dirigível da Marinha que servisse para ser oferecido a uma pequena? O objeto mais delicado que encontrou foi uma grande caneca de louça branca, pesada como uma bala de canhão. E foi aquela caneca que o navegante atirou; atirou, não: deixou cair a uma distância prudente da figurinha iluminada, num gesto delicado, procurando abrandar a força da gravidade, a fim de que o objeto não chegasse sibilante como um projétil, mas suavemente, como uma dádiva.

(Os cem melhores contos brasileiros do século. Org. Italo Moriconi – Objetiva, 2001. Adaptado)


1. blimp: dirigível

2. librando-se: flutuando, equilibrando-se

3. vogando: flutuando 

Assinale a afirmação correta sobre o conteúdo do texto.
Alternativas
Q1071714 Educação Física
Em um dia de muito calor, os alunos realizavam atividades muito intensas durante a aula de Educação Física. Próximo ao final da aula, um aluno chama a atenção do professor reclamando de dores muitos fortes na parte posterior da coxa (região muscular isquitibial). Ao observar a perna do aluno, o professor nota espasmos musculares na região dolorida, e conclui que se tratava de um caso de cãibra. Assinale a alternativa que descreve os procedimentos corretos de socorros de urgência a serem tomados nessa situação.
Alternativas
Q1071713 Educação Física
Leia atentamente o seguinte trecho: Em uma aula de Educação Física, o professor instruiu os alunos a correrem durante quinze minutos em volta da quadra, em velocidade confortável e constante, cada um respeitando o seu próprio ritmo. Pensando na relação entre a ventilação e a oxigenação, é correto afirmar que, em uma situação como essa e considerando o ritmo estável em que os alunos correram, a ventilação _____________ captação de oxigênio. Assinale a alternativa que contém as palavras que completam, corretamente, a lacuna do trecho.
Alternativas
Q1071712 Educação Física
Um professor de Educação Física explica aos alunos que as necessidades nutricionais do organismo são um pouco diferentes em dias em que atividades físicas mais intensas são praticadas. Para atender as demandas mais urgentes do organismo em dias como esses, é recomendado que as pessoas consumam alimentos mais ricos em
Alternativas
Q1071711 Educação Física
Segundo Magill (2002), a variação de condições de prática durante a execução de habilidades fechadas deve ser levada em consideração para melhor desenvolvê-las. As condições futuras de desempenho para as habilidades fechadas incluem condições reguladoras estáveis e relativamente previsíveis, entretanto, as características não reguladoras provavelmente serão novas.
Pensando nas características reguladoras e não reguladoras de uma habilidade fechada, para melhor fixar essa habilidade é necessário que o instrutor
Alternativas
Q1071710 Educação Física
. A criança, segundo Gallahue e Ozmun (2001), após alcançar o estágio maduro de um padrão motor fundamental, se encontra em uma fase em que poucas alterações ocorrem na forma daquela habilidade motora. Nessa fase, o refinamento do padrão e variações na forma de estilo ocorrem à medida que se alcança maior habilidade, porém, o padrão básico permanece inalterado. Além disso, uma grande melhora no desempenho motor ocorre conforme qualidades físicas, como força, resistência e tempo de reação, se aprimoram. O período de desenvolvimento motor descrito é denominado de fase
Alternativas
Q1071709 Educação Física
Analise a seguinte situação hipotética e assinale a alternativa que completa o enunciado da questão.
Na elaboração de um projeto de campeonato interclasses, um professor de Educação Física constrói um quadro demonstrativo que contém datas e tempos de duração de cada fase do projeto. Esse quadro, que é uma espécie de resumo de tudo o que acontece no projeto, é denominado por Poit (2011) de
Alternativas
Q1071708 Educação Física

Analise a hipotética situação didática:


    Em uma aula de Educação Física, o professor indica a seguinte atividade aos alunos:

    Organizados em um só grande grupo, 25 (vinte e cinco) alunos se colocam atrás da linha de fundo de um dos lados da quadra. O grupo recebe do professor 6 (seis) folhas de jornal. Eles deverão encontrar uma ou mais maneiras de conseguir que todos cheguem à linha de fundo do outro lado da quadra, pisando apenas em cima das 6 (seis) folhas recebidas.


Analisando a atividade proposta, é correto afirmar que ela estimula a

Alternativas
Q1071707 Educação Física
Segundo Andrade e Freitas (2016), para garantir a inclusão de alunos com deficiência durante as aulas de Educação Física, o professor deve
Alternativas
Q1071706 Educação Física
Segundo os Parâmetros Curriculares Nacionais para os 3º e 4º ciclos do Ensino Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998, a Educação Física escolar deve basear sua prática e estudos nos conceitos da cultura corporal de movimento. Para isso o professor deve ter como foco
Alternativas
Q1071705 Educação Física
O processo de avaliação no terceiro e no quarto ciclos do Ensino Fundamental deve levar em consideração a faixa etária dos alunos e o grau de autonomia e discernimento que possuem. Portanto, abordagens que incluam os adolescentes como participantes do processo avaliativo
Alternativas
Q1071704 Educação Física
Darido e Souza Jr. (2013) destaca a construção do projeto pedagógico da escola e da Educação Física escolar resgatando as disposições da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96 (LDBEN), que afirma a Educação Física como componente curricular___________________ , devendo ser integrada à proposta pedagógica da escola. Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do texto.
Alternativas
Q1071703 Educação Física
O professor Fabio, ao desenvolver o programa de Educação Física para alunos do Ensino Fundamental II, procura superar a simples execução prática das atividades motoras durante as aulas, estimula os alunos a refletirem sobre as suas próprias ações, a criar formas de se manifestarem corporalmente, a exercitarem a sua autonomia, além de favorecer a interação entre os alunos e o compromisso com o meio social. É correto afirmar que essa sistemática adotada pelo professor Fábio, pautada nas ideias de Scarpato (2007),
Alternativas
Q1071702 Educação Física
De acordo com Merida e Beggiatto (in. Silva, 2018), analise a seguinte situação didática:
O professor João ministra suas aulas de Educação Física da seguinte maneira: apresenta um problema desafiador para os alunos ou pede para eles exporem uma situação-problema relacionada ao tema em estudo. A classe analisa o que foi proposto e apresenta possíveis soluções. O professor utiliza perguntas para desafiá-los a produzirem novas respostas. Nesse tipo de aula, há o trabalho em grupo, diálogo e pesquisa. A avaliação pode se fundamentar em observações sistemáticas das atividades, em registros por meio de fotos, filmes, falas dos alunos e diários do professor e, também, a autoavaliação. A abordagem pedagógica adotada por esse professor, conforme essa descrição, é denominada de
Alternativas
Q1071701 Educação Física
A professora Sandra realizou com os alunos um diagnóstico sobre os seus interesses com relação as aulas de Educação Física e percebeu a vontade deles aprenderem mais sobre o futebol. Entretanto, ficou preocupada com o risco de o grupo feminino enfrentar problemas relacionados ao gênero e sexismo durante as futuras aulas desse esporte. Para fundamentar sua prática pedagógica a respeito dessa questão, ela se reportou aos PCNS de Educação Física (1998), que destacam a relevância das aulas mistas, que oportunizam que meninos e meninas convivam, observem-se, descubram-se, aprendam a ser tolerantes, a não discriminar e a compreender as diferenças, de forma a não reproduzir, de forma estereotipada, relações sociais
Alternativas
Q1071700 Educação Física
. Os Parâmetros Curriculares Nacionais 3o e 4o ciclos do Ensino Fundamental: Educação Física (1998), PCNs, destacam que a mídia está presente no cotidiano dos alunos, transmitindo informações, alimentando o imaginário e construindo um entendimento de mundo, porém há casos de informações desconexas e descontextualizadas. Há de se destacar que a atuação da mídia, no campo da cultura corporal de movimento, também é crescente e decisiva na construção de novos significados e modalidades de entretenimento e consumo. Diante do exposto, os PCNs destacam que a Educação Física
Alternativas
Q1071699 Educação Física
De acordo com Marcellino (in: De Marco, 2013), o ramo pedagógico da Educação Física escolar tem ligações com o duplo aspecto educativo do lazer: educação para o lazer e educação pelo lazer. Na educação pelo lazer tem-se o lazer como objeto e a perspectiva de chamar a atenção para a importância do lazer em nossa sociedade. O lazer, como um veículo privilegiado de educação, trabalha os conteúdos vivenciados pelo lazer e busca a
Alternativas
Respostas
2241: C
2242: A
2243: C
2244: D
2245: D
2246: A
2247: B
2248: B
2249: E
2250: D
2251: E
2252: A
2253: C
2254: B
2255: C
2256: E
2257: C
2258: A
2259: C
2260: B