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Q2861094 Engenharia Ambiental e Sanitária
A Resolução n. 357/2005 do Conama dispõe sobre a classificação dos corpos d’água e dá diretrizes ambientais para o seu enquadramento, bem como estabelece as condições e os padrões de lançamento de efluentes. De acordo com a referida Resolução, qual é a classe das águas que pode ser destinada ao abastecimento humano após tratamento convencional ou avançado, à recreação de contato secundário e à dessedentação de animais?
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Q2861090 Engenharia Ambiental e Sanitária
A Resolução n. 05/2014, do Conselho Estadual de Meio Ambiente (CEMAm), que dispõe sobre os procedimentos de licenciamento ambiental dos projetos de aterro sanitário nos municípios goianos, estabelece que
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Q2861087 Engenharia Ambiental e Sanitária

No sistema de tratamento de efluentes de uma indústria, após a cloração do efluente, ocorreu a formação de clorofórmio em concentração de 1,15 mg.L-1. Qual quantidade de carvão ativado em pó é necessária para que se atinja uma concentração final de 1,0 mg.L-1, sabendose que a vazão efluente é de 5200 m³.d-1 e as constantes da isoterma de adsorção de Freundlich para o clorofórmio são: Kf=2,6 (mg/g)(L/mg)1/n e 1/n=0,73?

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Q2861085 Engenharia Ambiental e Sanitária

Analise a figura abaixo.

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A adsorção é utilizada para a remover poluentes que estão em solução pelo acúmulo destas substâncias em uma fase sólida. O processo de adsorção ocorre em quatro etapas como mostra a Figura 2. São elas:

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Q2861082 Engenharia Ambiental e Sanitária

Analise a figura a seguir.

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O processo de coagulação com sulfato de alumínio é marcado por quatro mecanismos básicos, que variam em função do pH da solução e da concentração do coagulante. Na Figura 1, são demonstrados os mecanismos de acordo com a região de atuação. Considerando a ordem numérica apresentada na figura, estes mecanismos são:

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Q2861079 Engenharia Ambiental e Sanitária
A existência de áreas contaminadas pode configurar sério risco à saúde pública e ao meio ambiente, uma vez que impede os compartimentos ambientais contaminados de assumir suas funções naturais ou legalmente garantidas. Consideram-se indiretos os seguintes métodos de investigação de áreas contaminadas:
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Q2861078 Direito Ambiental
A Resolução n. 481/2017, do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), estabelece critérios e procedimentos para garantir o controle e a qualidade ambiental do processo de compostagem de resíduos orgânicos. Essa legislação determina que
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Q2861076 Engenharia Ambiental e Sanitária
Durante o tratamento da fase líquida do esgoto, há a geração do lodo, também chamado de “biossólido”. Podese reduzir o volume desse resíduo por meio da redução do teor de água, aplicando-se para tanto técnicas de desaguamento. São considerados processos naturais e mecânicos de desaguamento, respectivamente:
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Q2861073 Engenharia Ambiental e Sanitária
Para determinar o impacto da poluição atmosférica de uma atividade faz-se necessário realizar estudos referentes à dispersão dos poluentes. Para tal finalidade, utilizam-se modelos matemáticos com o objetivo de simular as concentrações desses poluentes, dentre eles o modelo gaussiano, que é um modelo
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Q2861069 Engenharia Ambiental e Sanitária
Nos processos produtivos, pode ocorrer emissão de particulados, gases e vapores. O equipamento de controle de poluição atmosférica que tem como princípio de operação a ação de força centrífuga sobre as partículas sólidas em movimento num fluxo rotativo é o
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Q2861067 Engenharia Ambiental e Sanitária
Durante o funcionamento e após o encerramento da operação do aterro sanitário, a degradação dos resíduos sólidos promove a geração de chorume. O efluente resultante da dissolução do chorume nas águas pluviais que percolam na massa de resíduos denomina-se “percolado ou lixiviado”. Esse efluente
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Q2861066 Legislação Federal
Os planos de resíduos sólidos são definidos pela Lei Federal n. 12305/2010 como um dos instrumentos da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Os planos municipais de gestão integrada de resíduos sólidos devem:
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Q2861062 Engenharia Ambiental e Sanitária
O aumento populacional e a crescente urbanização demandam a necessidade de novos locais para disposição de resíduos sólidos urbanos. Estes locais estão cada vez mais afastados dos centros urbanos, o que faz da estação de transferência ou de transbordo uma opção que
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Q2861058 Engenharia Ambiental e Sanitária
A varrição é o conjunto de atividades necessárias para acondicionar e remover os resíduos sólidos lançados nos logradouros públicos por causas naturais ou antrópicas. Este é um dos serviços de limpeza pública mais visíveis e, para que seja executado de maneira adequada, deve
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Q2861056 Engenharia Ambiental e Sanitária
Aterro sanitário é uma obra de engenharia para disposição de resíduos sólidos e consiste numa solução que garante a proteção ao meio ambiente e à saúde pública. De acordo com a Lei Federal n. 12.305/2010, todos os municípios deveriam, até agosto de 2014, se adequar para dispor rejeitos em aterros sanitários e encerrar as áreas de lixões. O projeto destas áreas de disposição de resíduos sólidos urbanos deve
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Q2861054 Engenharia Ambiental e Sanitária
Dentre os fatores importantes para a eficiência da prestação dos serviços limpeza de pública, está o de coleta de resíduos sólidos urbanos. A coleta desses resíduos
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Q2861050 Engenharia Ambiental e Sanitária
Foi realizada a caracterização física dos resíduos sólidos urbanos (RSU) do município de Caldas Novas e, dentre os resultados, determinou-se um peso específico de 0,3 ton/m3. Sabendo-se que o serviço de coleta atende 100% da população e transporta 150 m3/dia de RSU para a área de disposição final, quantos quilos de RSU Caldas Novas gera por dia?
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Q2861048 Engenharia Ambiental e Sanitária
A matéria orgânica representa parcela significativa dos resíduos sólidos urbanos. A compostagem é uma alternativa para o gerenciamento destes resíduos, evitando que estes sejam encaminhados para os aterros sanitários contribuindo para o aumento da vida útil das áreas de disposição final. Um dos principais fatores que influenciam no processo de compostagem é:
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Q2735368 Português

Leia o texto abaixo para responder à questão 07.



Disponível em: < http://conversadeportugues.com.br/ >. Acesso em: 30 set. 2017.

O cartum acima explora e amplia a metáfora “estrada da vida” com base na
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Q2735367 Português

O fantasma do Inferno Azul


1 Bira, Jair Careca, Rodneyre e Elpídio não se conheciam, mas tinham em comum uma rápida passagem pelos bancos escolares e o jeitinho brasileiro de driblar o desemprego: viver de bico. Foi em setembro de 1987 que uma oferta tentadora os uniu. Na ocasião, correu por toda Goiânia a necessidade de se contratarem “chapas” para quebrar paredes, asfalto, derrubar casas e remover objetos. Em troca, receberiam salário e mais diárias que, ao fim de uma semana, representavam o que conseguiam ganhar no mês. Jair José Pereira, pedreiro, recebeu a proposta na praça A, no bairro de Campinas, ponto de braçais. Aceitou e na mesma hora foi posto em uma Kombi branca, sem logotipo. Ubirajara Rosa de Souza fez o mesmo. Elpídio Evangelista da Silva e Rodneyre Ferreira souberam por amigos das contratações e apresentaram-se no escritório da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) em busca de uma vaga. Os quatro começaram a trabalhar na rua 57, no centro de Goiânia, foco inicial do maior acidente radiológico do mundo: o vazamento de pouco mais de 17 g de cloreto de césio-137, que se encontrava em um aparelho abandonado no Instituto Goiano de Radioterapia.

2 Os quatro não tinham noção do que era radiação e muito menos do que era césio. Tampouco foram informados dos cuidados necessários para a execução dos trabalhos, inclusive no depósito de lixo radioativo de Abadia, cidade a 20 quilômetros de Goiânia, para onde foram transferidos após a limpeza das áreas “quentes” (de alto grau de radiação). A contratação de “chapas” e a convocação de militares e civis do Consórcio Rodoviário Intermunicipal (Crisa), da Companhia de Limpeza Urbana e até da empreiteira Andrade Gutierrez marcavam o início de uma guerra surda para salvar Goiânia do brilho azul fluorescente, que encantou a família de Leide das Neves Ferreira. […]

3 Quinze anos depois, Bira, Jair, Rodneyre e Elpídio continuam “chapas” em todos os sentidos. Mas não é só a camaradagem que os une. Eles já apresentam sintomas da radiação que tomaram durante o tempo que trabalharam diretamente no acidente. Até 1993, apenas os quatro eram os encarregados pelo depósito provisório e trabalhavam das 8 às 18h. Em depoimento, contaram que viajaram junto com tambores de lixo radioativo, além de colocá-los e retirá-los de caminhões e kombis, principalmente quando as empilhadeiras quebravam. De serventes, conforme os contratos, foram alçados a técnicos da CNEN. A imprensa registrou inúmeras vezes os braçais vestidos de macacões e contadores Geiger à mão passeando entre as 13,4 toneladas de lixo radioativo. Segundo eles, uma farsa. “Ninguém sabia que não éramos técnicos. Durante muito tempo, não havia restrição para nós. Permanecíamos em áreas controladas sem saber ao certo o tempo permitido. As canetas dosimétricas estouravam com frequência”, ou seja: atingiam a carga máxima de radiação, revelou Elpídio, que chegou a chefiar os companheiros em Abadia. Munido de fotos suas e de Bira no depósito, publicadas na revista Manchete, ele acusou os técnicos da CNEN de não terem informado quais os locais de maior radiação ou como utilizar os aparelhos medidores.

4 O fato mais grave revelado por Elpídio e confirmado pelos outros três está relacionado à deterioração dos tambores de lixo. “Tirávamos os rejeitos do tambor furado ou enferrujado e passávamos para outro, manualmente. O danificado era amassado a marretadas e colocado em uma caixa metálica”, afirma Elpídio em seu depoimento. Rodneyre faz coro e acusa o físico Walter Mendes Ferreira de negligência. Segundo os “chapas”, ele só comparecia ao depósito provisório para receber equipes de reportagem ou técnicos internacionais. Fora isso, tratava os problemas que lá ocorriam pelo rádio. A ordem, em dia de visita, era virar os tambores enferrujados, remendá-los e pintá-los com spray amarelo ou cobri-los com lona para que as câmeras não pudessem filmá-los ou fotografá-los, contaram eles ao MP. […]

5 Elpídio está no grupo III de tratamento, Rodneyre e Jair não se enquadram em lugar algum. Bira disse que chegou a ficar um mês afastado por ter sofrido forte dose de radiação. Rodneyre e Jair moram em casas humildes na periferia da capital e continuam vivendo de bicos. Elpídio pediu demissão do hotel em que trabalhava como copeiro para cuidar da saúde. Eles evitam contar que atuaram no acidente. “Se a gente fala, tá lascado. Aí é que não arruma nada mesmo. O pessoal acha que, se a gente adoece, pode passar pra eles”, diz Jair, que leva a vida “sem pensar muito nessas coisas”. Jair só lembra do césio quando se dá conta de que não consegue mais exercer seu ofício de pedreiro. “Não posso me abaixar para assentar um piso. Sinto muitas dores no corpo. Dente, perdi um monte. Não sou mais o mesmo. Naquele dia, eu ainda brinquei dizendo que não voltava para casa sem o feijão. Se eles tivessem contado o que era, eu não ia.”

[...]


Disponível em:

< https://istoe.com.br/23768_O+FANTASMA+DO+INFERNO+AZUL/ >. Acesso em:

8 out.2017.

A reportagem da Isto é, além de informar sobre as consequências do acidente radiológico em Goiânia, estrutura-se sobre a

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Respostas
2141: B
2142: C
2143: C
2144: A
2145: C
2146: A
2147: A
2148: C
2149: D
2150: A
2151: B
2152: C
2153: D
2154: C
2155: C
2156: D
2157: D
2158: B
2159: D
2160: B