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Q3486044 Filosofia
A filosofia é importante para a formação do cidadão porque:
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Q3486043 Filosofia

Considerando a contribuição das aulas de Filosofia para o desenvolvimento do senso crítico, analise as seguintes afirmações:


I. As aulas de Filosofia contribuem para o desenvolvimento da capacidade de pensar por si mesmo.


II. As aulas de Filosofia contribuem para o desenvolvimento da capacidade de analisar criticamente as informações que se recebe.


III. As aulas de Filosofia contribuem para o desenvolvimento da capacidade de formar suas próprias opiniões.


IV. As aulas de Filosofia contribuem para o desenvolvimento do pensamento dogmático.


É correto o que se afirma em:

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Q3486042 Filosofia

"A arte imita a natureza, mas não de forma servil, pois ela acrescenta ou retira elementos da realidade para criar uma obra que seja mais bela e significativa. A arte também tem um papel educativo, pois ela pode nos ensinar sobre o mundo e sobre nós mesmos. A beleza é uma qualidade objetiva que está presente nas coisas naturais e nas obras de arte. Ela é uma fonte de prazer e de harmonia."


Aristóteles (384-322 a.C.)


A obra de Aristóteles que trata da estética é:

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Q3486041 Filosofia

"Para Platão, o mundo que conhecemos através dos sentidos é imperfeito e mutável, enquanto o mundo das ideias é perfeito e imutável. As ideias são as formas eternas e incorruptíveis de todas as coisas, e elas existem independentemente do mundo sensível. A alma humana, por sua vez, é imortal e pertence ao mundo das ideias. Ela foi banida do mundo das ideias e aprisionada no corpo, mas seu objetivo é retornar ao mundo das ideias. A educação é o processo de ajudar a alma a se libertar do corpo e retornar ao seu verdadeiro lar."


De acordo com Platão, qual é a relação entre o mundo das ideias e o mundo sensível?

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Q3486040 Filosofia

"Toda a nossa ideia de causa e efeito deriva da experiência. Quando vemos um evento de um certo tipo seguido repetidamente por outro, formamos a ideia de que o primeiro é a causa do segundo. No entanto, essa ideia é apenas uma convenção mental, não uma verdade necessária. Não há nada na experiência que nos obrigue a acreditar que o mesmo evento sempre seguirá o primeiro evento. É perfeitamente possível que, em algum momento, o evento seguinte não ocorra."


A teoria do conhecimento de David Hume é conhecida como

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Q3486039 Filosofia

Voltaire foi um dos principais pensadores do Iluminismo Francês, movimento intelectual que defendia o uso da razão e da ciência para a compreensão do mundo e para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.


"Posso não concordar com nenhuma das palavras que você disser, mas defenderei até a morte o direito de você dizê-las."


A passagem de Voltaire citada acima expressa a defesa de qual das seguintes ideias iluministas? 

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Q3486038 Português

"A ciência é uma maneira de pensar, uma maneira de ver o mundo. É uma forma de questionar, de investigar, de buscar evidências. É uma forma de aprender e de crescer. A ciência é um processo de descoberta, não de dogma. Ela é baseada na observação, na experimentação e na revisão. A ciência está sempre mudando, à medida que novas evidências surgem. A ciência é uma ferramenta poderosa. Ela pode nos ajudar a entender o mundo ao nosso redor, a resolver problemas e a melhorar nossas vidas."


De acordo com a passagem, a ciência é: 

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Q3486037 Filosofia

"Dou-me conta de que, enquanto quero duvidar da verdade de todas as coisas, não posso, ao mesmo tempo, duvidar de mim mesmo, que duvido; ou, em outras palavras, que eu penso. Pois, se eu duvido, é claro que sou, e que existe em mim algo que pensa. Mas que sou eu, ou que substância sou eu, que assim penso? Isso ainda não sei, e o que agora afirmo é apenas que sou uma coisa que pensa, ou uma substância cuja essência é pensar."


Assinale a alternativa que apresenta o objetivo da dúvida metódica de Descartes.

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Q3486036 Filosofia
Imagem associada para resolução da questão
MatiasEnElMundo / Getty Images
Imagine uma caverna subterrânea, onde um grupo de pessoas vive desde o nascimento, acorrentados de modo que só possam olhar para a parede do fundo da caverna. Atrás dos prisioneiros, há um fogo, e entre o fogo e os prisioneiros, passa uma estrada ascendente. Ao longo da estrada, há pessoas que carregam objetos, tais como esculturas de animais e pessoas. Essas esculturas projetam sombras na parede da caverna, que é tudo o que os prisioneiros podem ver.

Um dia, um dos prisioneiros é libertado. Ele se vira, vê o fogo e os objetos que o causam. Ele percebe que as sombras que ele via na parede não eram a realidade, mas apenas uma imitação dela.
O prisioneiro libertado é então levado para fora da caverna. Ele vê o mundo real pela primeira vez, e é deslumbrado pela beleza e complexidade da realidade. Ele percebe que as sombras que ele via na caverna eram apenas uma imitação imperfeita da realidade. De acordo com a alegoria da caverna de Platão, o prisioneiro libertado representa: 
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Q3486035 Filosofia

“Agir de tal forma que a máxima da minha ação possa ser universalizada sem contradição.”


Em um contexto filosófico que destaca a busca por princípios éticos universais, Immanuel Kant formulou a máxima que orienta a ação moral, visando a universalização das máximas individuais. Analise as afirmativas a seguir:


I. A máxima de Kant busca estabelecer um princípio ético universal que pode ser aplicado a todas as situações, garantindo consistência lógica em sua universalização.


II. O Idealismo Alemão, em sua essência, propõe que a realidade é construída pela mente, sendo uma representação subjetiva do sujeito.


III. A relação entre a máxima kantiana e o Idealismo Alemão reside na busca por uma ética fundamentada em princípios subjetivos, adaptáveis a diferentes contextos.


IV. Kant, ao formular sua máxima, considera a importância da realidade objetiva como um fundamento para a ética, diferenciando-se do Idealismo Alemão nesse ponto.


V. A universalização da máxima kantiana sem contradição implica a existência de princípios éticos que transcendem as particularidades culturais e individuais.


Assinale a alternativa que apresenta as afirmativas corretas:

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Q3486027 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo

De acordo com o Plano de Carreira e Remuneração do Magistério de Araçariguama – Lei Complementar N.º 33 de 29 de janeiro de 1998. Analise os itens a seguir. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:


I – igualdade de condições para o acesso e permanência na escola.


II - coexistência de instituições públicas e particulares.


III - pluralismo de ideias e concepções pedagógicas.


Está(ão) correta(s) a(s) assertiva(s):

Alternativas
Q3486021 Português

Texto para responder à questão.

Carnaval


Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...


Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...


Meu amigo entrou no baile. Agarrou-se ao ombro de uma mulher e foi no cordão, dançando, cantando, suando. Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento. Apaixonou-se de repente por uma fantasia, por um corpo, por uma risada. Bebeu. Meu amigo foi a outro baile. De madrugada, meu amigo saiu pela rua vazia, sem programa. Passavam os foliões cansados, as mulheres mais belas pela fadiga e pelo suor. Um homem grisalho carregava pelo braço uma adolescente que se queixava de dor nos pés.


Meu amigo arranjou uma mulher: a mulher que sempre aparece. A mulher que não vimos na rua nem no baile e que aparece na mesa do bar ou do restaurante, no último instante. Esguichou seu último lança-perfume nos braços e nos seios da mulher. Jogou os últimos confetes em seu cabelo. Ela repetiu um samba mil vezes repetido. Foram.



No caminho, meu amigo parou. No canto da calçada, um menino sujo e esfarrapado dormia. Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender. Pararam. A mulher disse: coitadinho... Meu amigo olhou em silêncio o menino que dormia. Sentiu pena. Olhou a mulher. Balançou a bisnaga. Ainda havia um resto de éter. Jogou na perna da criança, que acordou assustada. A mulher disse: você é ruim! coitadinho... A criança ficou olhando estremunhada, resmungou um xingamento e tornou a dormir. Meu amigo jogou a bisnaga no asfalto. Sentia-se bêbado. Apertou a mulher contra seu corpo e mandou parar um automóvel que passava. No apartamento, antes de deitar-se, olhou-se no espelho do guardaroupa. Fantasiado. Exausto. Beijou a mulher na boca como se beija uma noiva. E pensou desanimado: eu sou um folião. Evoé!


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.

Considere o excerto: “Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento.” Assinale a alternativa que apresenta:


I. a regência verbal de ‘repetiu’, no contexto apresentado,


II. e o termo regido, correspondente à regência apontada em I.

Alternativas
Q3486020 Português

Texto para responder à questão.

Carnaval


Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...


Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...


Meu amigo entrou no baile. Agarrou-se ao ombro de uma mulher e foi no cordão, dançando, cantando, suando. Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento. Apaixonou-se de repente por uma fantasia, por um corpo, por uma risada. Bebeu. Meu amigo foi a outro baile. De madrugada, meu amigo saiu pela rua vazia, sem programa. Passavam os foliões cansados, as mulheres mais belas pela fadiga e pelo suor. Um homem grisalho carregava pelo braço uma adolescente que se queixava de dor nos pés.


Meu amigo arranjou uma mulher: a mulher que sempre aparece. A mulher que não vimos na rua nem no baile e que aparece na mesa do bar ou do restaurante, no último instante. Esguichou seu último lança-perfume nos braços e nos seios da mulher. Jogou os últimos confetes em seu cabelo. Ela repetiu um samba mil vezes repetido. Foram.



No caminho, meu amigo parou. No canto da calçada, um menino sujo e esfarrapado dormia. Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender. Pararam. A mulher disse: coitadinho... Meu amigo olhou em silêncio o menino que dormia. Sentiu pena. Olhou a mulher. Balançou a bisnaga. Ainda havia um resto de éter. Jogou na perna da criança, que acordou assustada. A mulher disse: você é ruim! coitadinho... A criança ficou olhando estremunhada, resmungou um xingamento e tornou a dormir. Meu amigo jogou a bisnaga no asfalto. Sentia-se bêbado. Apertou a mulher contra seu corpo e mandou parar um automóvel que passava. No apartamento, antes de deitar-se, olhou-se no espelho do guardaroupa. Fantasiado. Exausto. Beijou a mulher na boca como se beija uma noiva. E pensou desanimado: eu sou um folião. Evoé!


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.

No excerto “E na boca da noite vieram cordões, ranchos, blocos, bandos. A multidão encheu as ruas que a noite engoliu.”, a flexão de número no verbo ‘vir’ estabelece relação de concordância apenas com o(s) elemento(s):
Alternativas
Q3486019 Português

Texto para responder à questão.

Carnaval


Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...


Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...


Meu amigo entrou no baile. Agarrou-se ao ombro de uma mulher e foi no cordão, dançando, cantando, suando. Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento. Apaixonou-se de repente por uma fantasia, por um corpo, por uma risada. Bebeu. Meu amigo foi a outro baile. De madrugada, meu amigo saiu pela rua vazia, sem programa. Passavam os foliões cansados, as mulheres mais belas pela fadiga e pelo suor. Um homem grisalho carregava pelo braço uma adolescente que se queixava de dor nos pés.


Meu amigo arranjou uma mulher: a mulher que sempre aparece. A mulher que não vimos na rua nem no baile e que aparece na mesa do bar ou do restaurante, no último instante. Esguichou seu último lança-perfume nos braços e nos seios da mulher. Jogou os últimos confetes em seu cabelo. Ela repetiu um samba mil vezes repetido. Foram.



No caminho, meu amigo parou. No canto da calçada, um menino sujo e esfarrapado dormia. Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender. Pararam. A mulher disse: coitadinho... Meu amigo olhou em silêncio o menino que dormia. Sentiu pena. Olhou a mulher. Balançou a bisnaga. Ainda havia um resto de éter. Jogou na perna da criança, que acordou assustada. A mulher disse: você é ruim! coitadinho... A criança ficou olhando estremunhada, resmungou um xingamento e tornou a dormir. Meu amigo jogou a bisnaga no asfalto. Sentia-se bêbado. Apertou a mulher contra seu corpo e mandou parar um automóvel que passava. No apartamento, antes de deitar-se, olhou-se no espelho do guardaroupa. Fantasiado. Exausto. Beijou a mulher na boca como se beija uma noiva. E pensou desanimado: eu sou um folião. Evoé!


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.

Considere o excerto: “Apertou-se entre homens excitados e mulheres que cantavam e riam.” Nesse contexto, as palavras “se”, “entre”, “mulheres” e “que” classificam-se gramaticalmente e respectivamente como:
Alternativas
Q3486018 Português

Texto para responder à questão.

Carnaval


Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...


Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...


Meu amigo entrou no baile. Agarrou-se ao ombro de uma mulher e foi no cordão, dançando, cantando, suando. Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento. Apaixonou-se de repente por uma fantasia, por um corpo, por uma risada. Bebeu. Meu amigo foi a outro baile. De madrugada, meu amigo saiu pela rua vazia, sem programa. Passavam os foliões cansados, as mulheres mais belas pela fadiga e pelo suor. Um homem grisalho carregava pelo braço uma adolescente que se queixava de dor nos pés.


Meu amigo arranjou uma mulher: a mulher que sempre aparece. A mulher que não vimos na rua nem no baile e que aparece na mesa do bar ou do restaurante, no último instante. Esguichou seu último lança-perfume nos braços e nos seios da mulher. Jogou os últimos confetes em seu cabelo. Ela repetiu um samba mil vezes repetido. Foram.



No caminho, meu amigo parou. No canto da calçada, um menino sujo e esfarrapado dormia. Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender. Pararam. A mulher disse: coitadinho... Meu amigo olhou em silêncio o menino que dormia. Sentiu pena. Olhou a mulher. Balançou a bisnaga. Ainda havia um resto de éter. Jogou na perna da criança, que acordou assustada. A mulher disse: você é ruim! coitadinho... A criança ficou olhando estremunhada, resmungou um xingamento e tornou a dormir. Meu amigo jogou a bisnaga no asfalto. Sentia-se bêbado. Apertou a mulher contra seu corpo e mandou parar um automóvel que passava. No apartamento, antes de deitar-se, olhou-se no espelho do guardaroupa. Fantasiado. Exausto. Beijou a mulher na boca como se beija uma noiva. E pensou desanimado: eu sou um folião. Evoé!


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.

No excerto “Alguém lhe jogou confetes na boca, lança-perfume nos olhos.”, o pronome colocado de forma proclítica indica, sintaticamente, o elemento denominado: 
Alternativas
Q3486017 Português

Texto para responder à questão.

Carnaval


Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...


Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...


Meu amigo entrou no baile. Agarrou-se ao ombro de uma mulher e foi no cordão, dançando, cantando, suando. Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento. Apaixonou-se de repente por uma fantasia, por um corpo, por uma risada. Bebeu. Meu amigo foi a outro baile. De madrugada, meu amigo saiu pela rua vazia, sem programa. Passavam os foliões cansados, as mulheres mais belas pela fadiga e pelo suor. Um homem grisalho carregava pelo braço uma adolescente que se queixava de dor nos pés.


Meu amigo arranjou uma mulher: a mulher que sempre aparece. A mulher que não vimos na rua nem no baile e que aparece na mesa do bar ou do restaurante, no último instante. Esguichou seu último lança-perfume nos braços e nos seios da mulher. Jogou os últimos confetes em seu cabelo. Ela repetiu um samba mil vezes repetido. Foram.



No caminho, meu amigo parou. No canto da calçada, um menino sujo e esfarrapado dormia. Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender. Pararam. A mulher disse: coitadinho... Meu amigo olhou em silêncio o menino que dormia. Sentiu pena. Olhou a mulher. Balançou a bisnaga. Ainda havia um resto de éter. Jogou na perna da criança, que acordou assustada. A mulher disse: você é ruim! coitadinho... A criança ficou olhando estremunhada, resmungou um xingamento e tornou a dormir. Meu amigo jogou a bisnaga no asfalto. Sentia-se bêbado. Apertou a mulher contra seu corpo e mandou parar um automóvel que passava. No apartamento, antes de deitar-se, olhou-se no espelho do guardaroupa. Fantasiado. Exausto. Beijou a mulher na boca como se beija uma noiva. E pensou desanimado: eu sou um folião. Evoé!


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.

O verbo “juntara”, no excerto “Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender.”, está conjugado no: 
Alternativas
Q3486016 Português

Texto para responder à questão.

Carnaval


Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...


Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...


Meu amigo entrou no baile. Agarrou-se ao ombro de uma mulher e foi no cordão, dançando, cantando, suando. Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento. Apaixonou-se de repente por uma fantasia, por um corpo, por uma risada. Bebeu. Meu amigo foi a outro baile. De madrugada, meu amigo saiu pela rua vazia, sem programa. Passavam os foliões cansados, as mulheres mais belas pela fadiga e pelo suor. Um homem grisalho carregava pelo braço uma adolescente que se queixava de dor nos pés.


Meu amigo arranjou uma mulher: a mulher que sempre aparece. A mulher que não vimos na rua nem no baile e que aparece na mesa do bar ou do restaurante, no último instante. Esguichou seu último lança-perfume nos braços e nos seios da mulher. Jogou os últimos confetes em seu cabelo. Ela repetiu um samba mil vezes repetido. Foram.



No caminho, meu amigo parou. No canto da calçada, um menino sujo e esfarrapado dormia. Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender. Pararam. A mulher disse: coitadinho... Meu amigo olhou em silêncio o menino que dormia. Sentiu pena. Olhou a mulher. Balançou a bisnaga. Ainda havia um resto de éter. Jogou na perna da criança, que acordou assustada. A mulher disse: você é ruim! coitadinho... A criança ficou olhando estremunhada, resmungou um xingamento e tornou a dormir. Meu amigo jogou a bisnaga no asfalto. Sentia-se bêbado. Apertou a mulher contra seu corpo e mandou parar um automóvel que passava. No apartamento, antes de deitar-se, olhou-se no espelho do guardaroupa. Fantasiado. Exausto. Beijou a mulher na boca como se beija uma noiva. E pensou desanimado: eu sou um folião. Evoé!


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.

Considere o excerto: “E na boca da noite vieram cordões, ranchos, blocos, bandos. A multidão encheu as ruas que a noite engoliu. Mas as luzes rebentaram de todos os lados e a garganta da massa se abriu em delírio.” No contexto apresentado, a conjunção ‘mas’ exprime:
Alternativas
Q3486015 Português

Texto para responder à questão.

Carnaval


Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...


Incipiente alegria na tarde carnavalesca. Os sambas passam nos automóveis abertos. Um vento beija a avenida larga, trêmula nas serpentinas, rodopia nos confetes, caminha na voz das cantigas. As moças lindas, em fantasias de cores vivas e leves, vão com os cabelos alvoroçados pelo vento. Meu amigo comprou 200 gramas metálicas. Andou pelas ruas que se animavam. Encheu os bolsos de confetes. Foi andando...


Meu amigo entrou no baile. Agarrou-se ao ombro de uma mulher e foi no cordão, dançando, cantando, suando. Repetiu três vezes com o mesmo par a marchinha do momento. Apaixonou-se de repente por uma fantasia, por um corpo, por uma risada. Bebeu. Meu amigo foi a outro baile. De madrugada, meu amigo saiu pela rua vazia, sem programa. Passavam os foliões cansados, as mulheres mais belas pela fadiga e pelo suor. Um homem grisalho carregava pelo braço uma adolescente que se queixava de dor nos pés.


Meu amigo arranjou uma mulher: a mulher que sempre aparece. A mulher que não vimos na rua nem no baile e que aparece na mesa do bar ou do restaurante, no último instante. Esguichou seu último lança-perfume nos braços e nos seios da mulher. Jogou os últimos confetes em seu cabelo. Ela repetiu um samba mil vezes repetido. Foram.



No caminho, meu amigo parou. No canto da calçada, um menino sujo e esfarrapado dormia. Dormia sobre um saco de estopa cheio de serpentinas que juntara para vender. Pararam. A mulher disse: coitadinho... Meu amigo olhou em silêncio o menino que dormia. Sentiu pena. Olhou a mulher. Balançou a bisnaga. Ainda havia um resto de éter. Jogou na perna da criança, que acordou assustada. A mulher disse: você é ruim! coitadinho... A criança ficou olhando estremunhada, resmungou um xingamento e tornou a dormir. Meu amigo jogou a bisnaga no asfalto. Sentia-se bêbado. Apertou a mulher contra seu corpo e mandou parar um automóvel que passava. No apartamento, antes de deitar-se, olhou-se no espelho do guardaroupa. Fantasiado. Exausto. Beijou a mulher na boca como se beija uma noiva. E pensou desanimado: eu sou um folião. Evoé!


BRAGA, R. O Conde e o passarinho e Morro do Isolamento. 5ª Ed. Rio de Janeiro: Record, 1982.

No texto, o efeito de sentido de movimento e de passagem do tempo, que corrobora a construção imagética do cenário de carnaval de rua, é provocado pela:
Alternativas
Q3485579 Artes Cênicas

No que diz respeito à composição coreográfica, analise as afirmativas a seguir e, ao final, assinale a alternativa CORRETA:


I - A coreologia pode ser definida como a escrita da dança, que pode ser em pentagrama ou em símbolos.


II - A montagem de uma coreografia exige um domínio dos elementos estéticos já codificados, como o espaço, o tempo, o peso e a fluência, em relação ao corpo em movimento.


III - A coreografia só pode ser criada como uma temática isolada, para ser apresentada de forma independente. 

Alternativas
Q3485578 Artes Cênicas

Com relação às características da consciência corporal, analise as afirmativas a seguir e, ao final, assinale a opção CORRETA:


I – Está relacionada à imagem que o indivíduo tem do próprio corpo.


II – A propriocepção é uma das capacidades do indivíduo a ser aprimorada pela dança.


III – A sensibilidade anestésica corporal é a capacidade de o indivíduo perceber a direção e a velocidade de um movimento.

Alternativas
Respostas
1: A
2: E
3: E
4: D
5: A
6: E
7: B
8: C
9: B
10: C
11: E
12: A
13: A
14: E
15: B
16: C
17: A
18: B
19: E
20: D