Questões de Concurso Para supervisor pedagógico

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Q3172741 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Até breve



    Há temperamentos urbanos por nascimento, mas há, igualmente, os temperamentos rurais. Uns só podem viver no asfalto, embalam-se com o escapamento das lambretas, escutam a voz dos anjos no rádio do vizinho e vão para a fila da carne como para festinha de aniversário. O rural, ao contrário, só consegue viver na cidade como escafandrista debaixo d’água: de vez em quando carece ir à tona, a fim de se livrar da pressão; doses ilimitadas de cidade são, para tal gente, perigo de morte certa, bolha de ar no sangue, pulmão achatado, colapso periférico. Que fazer se sou um desses — se aqui em casa somos rurais? 


    Eis por que esta semana me parto, em procura do retiro sertanejo de todos os anos. Alguns meses passaremos entre céu e terra, sem edifícios nem ruas, nem lotações, nem política, nem literatos, nem teatro, nem cinema; nenhum dos encantos da civilização a prejudicar o indispensável recolhimento pelo qual a alma chora e que o corpo não dispensa, sob pena de morrer ou enloucar e sair brizolando por aí, atirando pedra em quem não merece.


    Dirá quem não gosta de mim que isso é folga, que lugar de cronista é no asfalto, e que só se podem comentar acontecimentos estando no meio deles. E eu responderei que folgados têm muitos, mas não sou desses, minha lei e minha fé é o esforço e o sofrimento; e lembrarei também a verdade elementar de que não há perspectiva sem distância, e se há uma coisa neste país de que carecemos tanto quanto de divisas fortes, é de perspectiva. Vivemos dentro demais dos acontecimentos, somos absorvidos por eles, sugestionados por eles, exacerbados por eles. Eles é que nos arrastam, não somos nós que os esmiuçamos. [...] Envolvida pela fofoca, o transitório, o gás néon, perde a gente aqui os olhos de ver as grandes coisas.


    E tem mais: lembremo-nos de que hoje em dia já não há isolamento campestre que nos afaste do noticiário. Na selva mais perdida basta um pequeno transistor para nos transformar na testemunha auditiva da história. [...] Que vale a distância quando temos as asas do rádio? [...]


    Vocês aqui, e nas outras cidades grandes, pensam que são os únicos seres vivos do mundo — ou pelo menos do só mundo que interessa. Talvez, talvez contudo, ainda sobre muito mundo por aí. Vocês são os dançarinos no palco e não enxergam a plateia no escuro, por causa dos holofotes que só botam luz no pessoal do balé. Porém, há mais gente do lado de lá do que do lado de cá. Deixem-me ir para lá um pouquinho, para ver se lhes mando o eco do que vocês cantam, para lhes dizer na verdade se vocês funcionam e estão vivos. Lá para onde eu vou tem milhões, sim, milhões mais de povo do que aqui. Vocês não sabem deles, mas eles sabem de vocês. A comparação da plateia é certa: lindo pode ser o espetáculo, mas sem plateia não tem razão de ser; só da plateia é que parte a ovação ou a pateada.


    Meu Deus, estou falando tão bobo, cheia de imagens e de charadas, mas é isso — preciso mesmo sair de baixo da pressão, limpar o sangue. Sentiram o drama? O doutor bota aqui a lei do arroz, do açúcar ou da carne — deixem a gente ir ver como é que essa lei funciona lá no roçado onde o arroz nasce! [...] Enfim, enfim, as desculpas são muitas, mas a verdade é uma: está chovendo no Ceará que é uma beleza... Adeus, Guanabara, adeus!


QUEIROZ, R. de. Até breve. O cruzeiro. (Adaptado).

Disponível em:

<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19085/atebreve>.

Considerando-se as diferentes funções que a palavra “que” pode desempenhar, no contexto “Eis por que esta semana me parto”, o vocábulo atua como:
Alternativas
Q3172740 Português

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Até breve



    Há temperamentos urbanos por nascimento, mas há, igualmente, os temperamentos rurais. Uns só podem viver no asfalto, embalam-se com o escapamento das lambretas, escutam a voz dos anjos no rádio do vizinho e vão para a fila da carne como para festinha de aniversário. O rural, ao contrário, só consegue viver na cidade como escafandrista debaixo d’água: de vez em quando carece ir à tona, a fim de se livrar da pressão; doses ilimitadas de cidade são, para tal gente, perigo de morte certa, bolha de ar no sangue, pulmão achatado, colapso periférico. Que fazer se sou um desses — se aqui em casa somos rurais? 


    Eis por que esta semana me parto, em procura do retiro sertanejo de todos os anos. Alguns meses passaremos entre céu e terra, sem edifícios nem ruas, nem lotações, nem política, nem literatos, nem teatro, nem cinema; nenhum dos encantos da civilização a prejudicar o indispensável recolhimento pelo qual a alma chora e que o corpo não dispensa, sob pena de morrer ou enloucar e sair brizolando por aí, atirando pedra em quem não merece.


    Dirá quem não gosta de mim que isso é folga, que lugar de cronista é no asfalto, e que só se podem comentar acontecimentos estando no meio deles. E eu responderei que folgados têm muitos, mas não sou desses, minha lei e minha fé é o esforço e o sofrimento; e lembrarei também a verdade elementar de que não há perspectiva sem distância, e se há uma coisa neste país de que carecemos tanto quanto de divisas fortes, é de perspectiva. Vivemos dentro demais dos acontecimentos, somos absorvidos por eles, sugestionados por eles, exacerbados por eles. Eles é que nos arrastam, não somos nós que os esmiuçamos. [...] Envolvida pela fofoca, o transitório, o gás néon, perde a gente aqui os olhos de ver as grandes coisas.


    E tem mais: lembremo-nos de que hoje em dia já não há isolamento campestre que nos afaste do noticiário. Na selva mais perdida basta um pequeno transistor para nos transformar na testemunha auditiva da história. [...] Que vale a distância quando temos as asas do rádio? [...]


    Vocês aqui, e nas outras cidades grandes, pensam que são os únicos seres vivos do mundo — ou pelo menos do só mundo que interessa. Talvez, talvez contudo, ainda sobre muito mundo por aí. Vocês são os dançarinos no palco e não enxergam a plateia no escuro, por causa dos holofotes que só botam luz no pessoal do balé. Porém, há mais gente do lado de lá do que do lado de cá. Deixem-me ir para lá um pouquinho, para ver se lhes mando o eco do que vocês cantam, para lhes dizer na verdade se vocês funcionam e estão vivos. Lá para onde eu vou tem milhões, sim, milhões mais de povo do que aqui. Vocês não sabem deles, mas eles sabem de vocês. A comparação da plateia é certa: lindo pode ser o espetáculo, mas sem plateia não tem razão de ser; só da plateia é que parte a ovação ou a pateada.


    Meu Deus, estou falando tão bobo, cheia de imagens e de charadas, mas é isso — preciso mesmo sair de baixo da pressão, limpar o sangue. Sentiram o drama? O doutor bota aqui a lei do arroz, do açúcar ou da carne — deixem a gente ir ver como é que essa lei funciona lá no roçado onde o arroz nasce! [...] Enfim, enfim, as desculpas são muitas, mas a verdade é uma: está chovendo no Ceará que é uma beleza... Adeus, Guanabara, adeus!


QUEIROZ, R. de. Até breve. O cruzeiro. (Adaptado).

Disponível em:

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Um termo sinônimo de “elementar”, no excerto “lembrarei também a verdade elementar de que não há perspectiva sem distância”, é:
Alternativas
Q3172739 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Até breve



    Há temperamentos urbanos por nascimento, mas há, igualmente, os temperamentos rurais. Uns só podem viver no asfalto, embalam-se com o escapamento das lambretas, escutam a voz dos anjos no rádio do vizinho e vão para a fila da carne como para festinha de aniversário. O rural, ao contrário, só consegue viver na cidade como escafandrista debaixo d’água: de vez em quando carece ir à tona, a fim de se livrar da pressão; doses ilimitadas de cidade são, para tal gente, perigo de morte certa, bolha de ar no sangue, pulmão achatado, colapso periférico. Que fazer se sou um desses — se aqui em casa somos rurais? 


    Eis por que esta semana me parto, em procura do retiro sertanejo de todos os anos. Alguns meses passaremos entre céu e terra, sem edifícios nem ruas, nem lotações, nem política, nem literatos, nem teatro, nem cinema; nenhum dos encantos da civilização a prejudicar o indispensável recolhimento pelo qual a alma chora e que o corpo não dispensa, sob pena de morrer ou enloucar e sair brizolando por aí, atirando pedra em quem não merece.


    Dirá quem não gosta de mim que isso é folga, que lugar de cronista é no asfalto, e que só se podem comentar acontecimentos estando no meio deles. E eu responderei que folgados têm muitos, mas não sou desses, minha lei e minha fé é o esforço e o sofrimento; e lembrarei também a verdade elementar de que não há perspectiva sem distância, e se há uma coisa neste país de que carecemos tanto quanto de divisas fortes, é de perspectiva. Vivemos dentro demais dos acontecimentos, somos absorvidos por eles, sugestionados por eles, exacerbados por eles. Eles é que nos arrastam, não somos nós que os esmiuçamos. [...] Envolvida pela fofoca, o transitório, o gás néon, perde a gente aqui os olhos de ver as grandes coisas.


    E tem mais: lembremo-nos de que hoje em dia já não há isolamento campestre que nos afaste do noticiário. Na selva mais perdida basta um pequeno transistor para nos transformar na testemunha auditiva da história. [...] Que vale a distância quando temos as asas do rádio? [...]


    Vocês aqui, e nas outras cidades grandes, pensam que são os únicos seres vivos do mundo — ou pelo menos do só mundo que interessa. Talvez, talvez contudo, ainda sobre muito mundo por aí. Vocês são os dançarinos no palco e não enxergam a plateia no escuro, por causa dos holofotes que só botam luz no pessoal do balé. Porém, há mais gente do lado de lá do que do lado de cá. Deixem-me ir para lá um pouquinho, para ver se lhes mando o eco do que vocês cantam, para lhes dizer na verdade se vocês funcionam e estão vivos. Lá para onde eu vou tem milhões, sim, milhões mais de povo do que aqui. Vocês não sabem deles, mas eles sabem de vocês. A comparação da plateia é certa: lindo pode ser o espetáculo, mas sem plateia não tem razão de ser; só da plateia é que parte a ovação ou a pateada.


    Meu Deus, estou falando tão bobo, cheia de imagens e de charadas, mas é isso — preciso mesmo sair de baixo da pressão, limpar o sangue. Sentiram o drama? O doutor bota aqui a lei do arroz, do açúcar ou da carne — deixem a gente ir ver como é que essa lei funciona lá no roçado onde o arroz nasce! [...] Enfim, enfim, as desculpas são muitas, mas a verdade é uma: está chovendo no Ceará que é uma beleza... Adeus, Guanabara, adeus!


QUEIROZ, R. de. Até breve. O cruzeiro. (Adaptado).

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No excerto “Vocês são os dançarinos no palco e não enxergam a plateia no escuro”, é predominante a figura de linguagem denominada:
Alternativas
Q3172738 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Até breve



    Há temperamentos urbanos por nascimento, mas há, igualmente, os temperamentos rurais. Uns só podem viver no asfalto, embalam-se com o escapamento das lambretas, escutam a voz dos anjos no rádio do vizinho e vão para a fila da carne como para festinha de aniversário. O rural, ao contrário, só consegue viver na cidade como escafandrista debaixo d’água: de vez em quando carece ir à tona, a fim de se livrar da pressão; doses ilimitadas de cidade são, para tal gente, perigo de morte certa, bolha de ar no sangue, pulmão achatado, colapso periférico. Que fazer se sou um desses — se aqui em casa somos rurais? 


    Eis por que esta semana me parto, em procura do retiro sertanejo de todos os anos. Alguns meses passaremos entre céu e terra, sem edifícios nem ruas, nem lotações, nem política, nem literatos, nem teatro, nem cinema; nenhum dos encantos da civilização a prejudicar o indispensável recolhimento pelo qual a alma chora e que o corpo não dispensa, sob pena de morrer ou enloucar e sair brizolando por aí, atirando pedra em quem não merece.


    Dirá quem não gosta de mim que isso é folga, que lugar de cronista é no asfalto, e que só se podem comentar acontecimentos estando no meio deles. E eu responderei que folgados têm muitos, mas não sou desses, minha lei e minha fé é o esforço e o sofrimento; e lembrarei também a verdade elementar de que não há perspectiva sem distância, e se há uma coisa neste país de que carecemos tanto quanto de divisas fortes, é de perspectiva. Vivemos dentro demais dos acontecimentos, somos absorvidos por eles, sugestionados por eles, exacerbados por eles. Eles é que nos arrastam, não somos nós que os esmiuçamos. [...] Envolvida pela fofoca, o transitório, o gás néon, perde a gente aqui os olhos de ver as grandes coisas.


    E tem mais: lembremo-nos de que hoje em dia já não há isolamento campestre que nos afaste do noticiário. Na selva mais perdida basta um pequeno transistor para nos transformar na testemunha auditiva da história. [...] Que vale a distância quando temos as asas do rádio? [...]


    Vocês aqui, e nas outras cidades grandes, pensam que são os únicos seres vivos do mundo — ou pelo menos do só mundo que interessa. Talvez, talvez contudo, ainda sobre muito mundo por aí. Vocês são os dançarinos no palco e não enxergam a plateia no escuro, por causa dos holofotes que só botam luz no pessoal do balé. Porém, há mais gente do lado de lá do que do lado de cá. Deixem-me ir para lá um pouquinho, para ver se lhes mando o eco do que vocês cantam, para lhes dizer na verdade se vocês funcionam e estão vivos. Lá para onde eu vou tem milhões, sim, milhões mais de povo do que aqui. Vocês não sabem deles, mas eles sabem de vocês. A comparação da plateia é certa: lindo pode ser o espetáculo, mas sem plateia não tem razão de ser; só da plateia é que parte a ovação ou a pateada.


    Meu Deus, estou falando tão bobo, cheia de imagens e de charadas, mas é isso — preciso mesmo sair de baixo da pressão, limpar o sangue. Sentiram o drama? O doutor bota aqui a lei do arroz, do açúcar ou da carne — deixem a gente ir ver como é que essa lei funciona lá no roçado onde o arroz nasce! [...] Enfim, enfim, as desculpas são muitas, mas a verdade é uma: está chovendo no Ceará que é uma beleza... Adeus, Guanabara, adeus!


QUEIROZ, R. de. Até breve. O cruzeiro. (Adaptado).

Disponível em:

<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19085/atebreve>.

Com a leitura do texto, depreende-se que, na visão da narradora:
Alternativas
Q3160373 Conhecimentos Gerais
Qual setor econômico brasileiro é responsável pela maior contribuição ao PIB e qual sua principal característica?
Alternativas
Q3160372 História e Geografia de Estados e Municípios
Sobre o município de Pedro Velho, RN, analise as afirmativas e assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3160371 Conhecimentos Gerais
A Constituição Federal de 1988 estabelece diretrizes fundamentais para o meio ambiente. Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3160365 Pedagogia
De acordo com os PCNs, como a Matemática pode ser integrada de forma efetiva à educação para a cidadania? 
Alternativas
Q3160364 Pedagogia
Sobre a etnomatemática, analise as afirmativas abaixo e escolha a correta:
Alternativas
Q3160362 Pedagogia
Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) propõem que a Matemática contribua para o desenvolvimento integral do aluno. Qual das alternativas reflete corretamente essa perspectiva?
Alternativas
Q3156433 Pedagogia
Considerando as implicações éticas e legais no contexto educacional brasileiro, com base na LDB (Lei 9.394/1996) e nos princípios de bioética aplicados à educação, qual das estratégias abaixo está mais alinhada à promoção de um ambiente pedagógico equitativo e inclusivo?
Alternativas
Q3156432 Pedagogia
Em uma escola que adota princípios construtivistas, o corpo docente enfrenta dificuldades para implementar práticas baseadas na Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP), conforme Vygotsky, devido à grande heterogeneidade no nível de desenvolvimento dos alunos. Qual das estratégias a seguir seria mais adequada para superar esse desafio, considerando também as contribuições de Piaget e Dewey?
Alternativas
Q3156431 Pedagogia
Leia o trecho abaixo:
"Comenius revolucionou a pedagogia ao propor um modelo de ensino universal, estruturado e gradativo, que buscava garantir acesso igualitário ao conhecimento. No entanto, Rousseau, em Emílio, rompeu com essa perspectiva ao defender uma abordagem mais individualizada e baseada no desenvolvimento natural da criança. Dewey, por sua vez, ampliou a visão educacional ao integrar o conceito de reconstrução social, sugerindo que o aprendizado deveria ser uma experiência democrática. Ainda assim, autores contemporâneos questionam como essas ideias podem ser implementadas em sistemas educacionais altamente regulados e padronizados."

Com base no texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3156430 Pedagogia
Sobre os fundamentos da didática e as teorias de aprendizagem, analise as afirmativas abaixo com base nos conceitos de Comenius (Didactica Magna), Dewey (Democracy and Education), e Vygotsky (Mind in Society):

I. Comenius defendia que o ensino deveria ser organizado de forma sequencial e estruturada, com métodos didáticos universais, mas não discutia a importância de adaptar a instrução às especificidades culturais de cada contexto.
II. Dewey considerava a escola um ambiente de reconstrução social e defendia que a experiência prática deveria preceder a teoria no processo educativo, o que desconsidera a necessidade de orientação pedagógica sistemática.
III. Vygotsky estabeleceu que o aprendizado ocorre de forma independente do desenvolvimento, sendo as interações sociais apenas elementos facilitadores, mas não determinantes para a formação cognitiva.
IV. A integração entre o comportamento reflexivo de Dewey e a Zona de Desenvolvimento Proximal de Vygotsky implica que a aprendizagem deve ser vista como uma construção coletiva baseada na mediação.
V. Os princípios humanistas de Rogers enfatizam a centralidade do aluno no processo educativo, mas sua aplicação no contexto contemporâneo enfrenta desafios pela ausência de critérios objetivos na avaliação dos resultados de aprendizagem.

Assinale a alternativa que apresenta corretamente a avaliação dos itens:
Alternativas
Q3156429 Pedagogia
Segundo Hattie (2012) e Luckesi (2018), a gestão da sala de aula e o uso de técnicas avaliativas eficazes são fundamentais para promover a aprendizagem significativa. Considere as estratégias abaixo para gestão e avaliação:

1. Implementar técnicas de feedback contínuo, baseadas em critérios claros e diretamente relacionados aos objetivos pedagógicos.
2. Estabelecer dinâmicas de grupo para promover colaboração e participação ativa, organizando a sala de aula em grupos cooperativos.
3. Priorizar o uso de provas padronizadas para todos os alunos, sem adaptações às necessidades específicas.
4. Utilizar instrumentos diversificados, como portfólios, para acompanhar o desenvolvimento do aluno ao longo do processo de ensino.

Qual das combinações de estratégias estaria mais alinhada a uma abordagem integrada de gestão e avaliação da aprendizagem?
Alternativas
Q3156428 Pedagogia
Um professor do ensino fundamental percebe que a maioria dos alunos apresenta dificuldades em interpretar problemas matemáticos e decide utilizar os resultados das avaliações formativas e somativas para ajustar sua prática pedagógica. Com base nos estudos de Luckesi (2018) e Brookhart (2021), qual seria a melhor estratégia para esse professor?
Alternativas
Q3156427 Pedagogia
Leia o trecho abaixo, adaptado de Brookhart (2021):

"O uso de rubricas é uma prática consolidada para a avaliação criteriosa de atividades escolares. Quando bem estruturadas, elas oferecem aos alunos uma visão clara das expectativas e dos objetivos do trabalho, além de possibilitar análises consistentes por parte do professor. Entretanto, um dos desafios associados ao uso de rubricas é garantir que os critérios sejam compreensíveis e aplicáveis, especialmente em tarefas de natureza complexa e interdisciplinar."

Com base no texto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3156426 Pedagogia
Sobre a avaliação da aprendizagem e a gestão da sala de aula, analise as afirmativas abaixo com base em Luckesi (2018) e Brookhart (2021):

I. A avaliação diagnóstica permite ao professor identificar o nível de conhecimento dos alunos antes de iniciar o processo de ensino, mas também pode ser aplicada em outros momentos para ajustar o planejamento.
II. Rubricas são instrumentos que detalham critérios avaliativos de forma a permitir análises consistentes de atividades práticas, mas sua eficácia depende da clareza e relevância dos critérios.
III. O feedback imediato e detalhado é considerado mais eficaz em contextos de avaliação formativa, pois promove a autorregulação dos alunos e o ajuste das estratégias pedagógicas pelo professor.
IV. A disposição das carteiras em círculos ou em pequenos grupos pode ser uma estratégia para favorecer o trabalho colaborativo e a construção coletiva do conhecimento.
V. A avaliação somativa, por focar nos resultados finais, deve ser o único método utilizado em contextos onde há alta exigência de resultados padronizados.

Assinale a alternativa que apresenta corretamente a avaliação dos itens:
Alternativas
Q3156425 Pedagogia
Com base nas discussões de Piaget (1976) sobre desenvolvimento cognitivo e nas funções executivas descritas por Diamond (2013), assinale a alternativa que melhor descreve uma estratégia para aprimorar as habilidades cognitivas dos alunos no contexto escolar: 
Alternativas
Q3156424 Pedagogia
Em uma escola municipal, um professor enfrenta desafios para trabalhar com uma turma que possui alunos com necessidades educacionais especiais e altas habilidades. Durante uma formação continuada, foi sugerido o uso de estratégias psicopedagógicas baseadas na teoria de Vygotsky. Qual prática estaria mais alinhada a essa abordagem?
Alternativas
Respostas
401: D
402: E
403: D
404: B
405: C
406: B
407: C
408: B
409: B
410: B
411: C
412: C
413: E
414: C
415: B
416: A
417: C
418: D
419: D
420: B