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Leia o texto a seguir para responder às questões abaixo.
Vamos conversar sobre o Nobel de Economia e os limites do planeta?
O Prêmio Nobel de Economia de 2025 voltou a iluminar um velho tema da fé moderna: a crença de que a inovação é o motor do progresso. Ao reconhecer os economistas que explicaram, com refinamento teórico e dados sofisticados, como o avanço tecnológico impulsiona a produtividade e o crescimento, o prêmio parece reafirmar uma convicção que sobreviveu a todas as crises: se há problemas, a inovação os resolverá.
Vale indagar se essa confiança ainda se sustenta, tal como a concebemos, no mundo de hoje. Não porque a inovação tenha perdido relevância; ao contrário, nunca foi tão necessária. Mas porque o contexto mudou. A economia global de 2025 vive sob a sombra dos limites ecológicos, das mudanças climáticas e de uma sensação difusa de que o planeta não aguenta mais o tipo de crescimento que associamos ao bem-estar.
Diante disso, quem sou eu para rejeitar as ideias dos laureados? Elas são sólidas, fecundas e belas na sua lógica interna. A questão é outra: será que elas respondem às perguntas do nosso tempo? Ou continuamos aplicando um modelo de raciocínio forjado em um contexto de expansão, num planeta que parecia infinito, a um mundo que agora descobre seus contornos finitos?
A inovação, sozinha, não garante sustentabilidade. Porque toda inovação é ambígua — cria soluções, mas também novas pressões. Os carros elétricos reduzem emissões, mas ampliam a demanda por lítio e cobalto. A inteligência artificial otimiza sistemas, mas consome energia em escala crescente. As biotecnologias prometem reduzir impactos agrícolas, mas podem concentrar ainda mais o poder sobre as sementes e os recursos genéticos.
Isso não significa que devamos abandonar a inovação ou o crescimento, mas talvez reposicioná-los: em vez de fins em si mesmos, transformá-los em instrumentos de uma prosperidade dentro dos limites do planeta. E, para isso, é preciso revisar o que entendemos por sucesso econômico — e o que esperamos da própria inovação.
Não penso que precisemos desacelerar o motor da inovação, mas que é preciso trocar o combustível, substituir a lógica da extração pela da regeneração, o incentivo da escassez pelo da cooperação, e a promessa de crescimento ilimitado por uma prosperidade compartilhada e sustentável.
(Antônio Márcio Buainain, “Vamos conversar sobre o Nobel de Economia e os limites do planeta?”, Jornal da Unicamp. Adaptado)
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Vamos conversar sobre o Nobel de Economia e os limites do planeta?
O Prêmio Nobel de Economia de 2025 voltou a iluminar um velho tema da fé moderna: a crença de que a inovação é o motor do progresso. Ao reconhecer os economistas que explicaram, com refinamento teórico e dados sofisticados, como o avanço tecnológico impulsiona a produtividade e o crescimento, o prêmio parece reafirmar uma convicção que sobreviveu a todas as crises: se há problemas, a inovação os resolverá.
Vale indagar se essa confiança ainda se sustenta, tal como a concebemos, no mundo de hoje. Não porque a inovação tenha perdido relevância; ao contrário, nunca foi tão necessária. Mas porque o contexto mudou. A economia global de 2025 vive sob a sombra dos limites ecológicos, das mudanças climáticas e de uma sensação difusa de que o planeta não aguenta mais o tipo de crescimento que associamos ao bem-estar.
Diante disso, quem sou eu para rejeitar as ideias dos laureados? Elas são sólidas, fecundas e belas na sua lógica interna. A questão é outra: será que elas respondem às perguntas do nosso tempo? Ou continuamos aplicando um modelo de raciocínio forjado em um contexto de expansão, num planeta que parecia infinito, a um mundo que agora descobre seus contornos finitos?
A inovação, sozinha, não garante sustentabilidade. Porque toda inovação é ambígua — cria soluções, mas também novas pressões. Os carros elétricos reduzem emissões, mas ampliam a demanda por lítio e cobalto. A inteligência artificial otimiza sistemas, mas consome energia em escala crescente. As biotecnologias prometem reduzir impactos agrícolas, mas podem concentrar ainda mais o poder sobre as sementes e os recursos genéticos.
Isso não significa que devamos abandonar a inovação ou o crescimento, mas talvez reposicioná-los: em vez de fins em si mesmos, transformá-los em instrumentos de uma prosperidade dentro dos limites do planeta. E, para isso, é preciso revisar o que entendemos por sucesso econômico — e o que esperamos da própria inovação.
Não penso que precisemos desacelerar o motor da inovação, mas que é preciso trocar o combustível, substituir a lógica da extração pela da regeneração, o incentivo da escassez pelo da cooperação, e a promessa de crescimento ilimitado por uma prosperidade compartilhada e sustentável.
(Antônio Márcio Buainain, “Vamos conversar sobre o Nobel de Economia e os limites do planeta?”, Jornal da Unicamp. Adaptado)
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Ode à vida
No início de 2020, a escritora portuguesa Lídia Jorge, na época com 74 anos, via as ruas se esvaziando pelas janelas de sua casa, em Algarve, no sul de Portugal. Naquele momento, o mundo era contaminado pelo coronavírus. A vida entrou em suspensão. Em pouco tempo, as fronteiras se fecharam, a pandemia da covid-19 foi decretada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e o governo português anunciou um rígido toque de recolher. Lídia Jorge, que tinha o costume de visitar a mãe, Maria dos Remédios, de 92 anos, no Lar da Santa Casa da Misericórdia de Boliqueime, encontrou as portas do local fechadas no domingo de 8 de março daquele ano.
A escritora portuguesa não viu mais a mãe com vida; ela faleceria em 19 de abril daquele ano, vítima de complicações da covid-19. Lídia Jorge precisou de um tempo para voltar a escrever. E a superação veio com o romance Misericórdia, inspirado nos últimos anos da matriarca, num lar para idosos. No livro, o leitor acompanha dona Alberti, junto a coadjuvantes que refletem sobre a existência, mas que também fofocam, choram, riem, brigam e amam.
A complexidade das relações humanas e a crítica social são pilares da obra dessa premiada autora. Ainda que muitas vezes surjam temas complicados de tratar, sua escrita transforma pensamentos, ações banais e conflitos pela teia do lirismo e da sensibilidade. A autora confessa que desejou escrever um enredo diferente de tudo o que já havia feito. “Misericórdia é um livro de paixão, que tem uma meditação sobre a existência”, conta. “Eu não quis escrever um livro sobre minha mãe, mas um livro a partir dela e, portanto, essas tantas figuras que aparecem na história são uma personagem coletiva, mas surgem como personagens individuais que expressam seus sentimentos. No livro, há um choro, mas há também um riso. Tem o dia fervilhante, mas tem a noite pesa rosa que nunca mais acaba.”
Em seus livros, o empoderamento feminino e a crítica à desigualdade se tornaram suas marcas. Lídia Jorge também aborda as conquistas e mudanças da sociedade portuguesa em meio século, além de compartilhar sua trajetória, da infância aos primeiros passos na literatura, lugar em que traz à tona temas contemporâneos, como a crise migratória e o fechamento de fronteiras.
(Matheus Lopes Quirino, “Ode à vida”, Revista E. Adaptado)
• “Ainda que muitas vezes surjam temas complicados de tratar, sua escrita transforma pensamentos…” (3º parágrafo)
• “‘Eu não quis escrever um livro sobre minha mãe, mas um livro a partir dela…’” (3º parágrafo)
É correto afirmar que as expressões destacadas expressam, correta e respectivamente, relações de sentido de
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Ode à vida
No início de 2020, a escritora portuguesa Lídia Jorge, na época com 74 anos, via as ruas se esvaziando pelas janelas de sua casa, em Algarve, no sul de Portugal. Naquele momento, o mundo era contaminado pelo coronavírus. A vida entrou em suspensão. Em pouco tempo, as fronteiras se fecharam, a pandemia da covid-19 foi decretada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e o governo português anunciou um rígido toque de recolher. Lídia Jorge, que tinha o costume de visitar a mãe, Maria dos Remédios, de 92 anos, no Lar da Santa Casa da Misericórdia de Boliqueime, encontrou as portas do local fechadas no domingo de 8 de março daquele ano.
A escritora portuguesa não viu mais a mãe com vida; ela faleceria em 19 de abril daquele ano, vítima de complicações da covid-19. Lídia Jorge precisou de um tempo para voltar a escrever. E a superação veio com o romance Misericórdia, inspirado nos últimos anos da matriarca, num lar para idosos. No livro, o leitor acompanha dona Alberti, junto a coadjuvantes que refletem sobre a existência, mas que também fofocam, choram, riem, brigam e amam.
A complexidade das relações humanas e a crítica social são pilares da obra dessa premiada autora. Ainda que muitas vezes surjam temas complicados de tratar, sua escrita transforma pensamentos, ações banais e conflitos pela teia do lirismo e da sensibilidade. A autora confessa que desejou escrever um enredo diferente de tudo o que já havia feito. “Misericórdia é um livro de paixão, que tem uma meditação sobre a existência”, conta. “Eu não quis escrever um livro sobre minha mãe, mas um livro a partir dela e, portanto, essas tantas figuras que aparecem na história são uma personagem coletiva, mas surgem como personagens individuais que expressam seus sentimentos. No livro, há um choro, mas há também um riso. Tem o dia fervilhante, mas tem a noite pesa rosa que nunca mais acaba.”
Em seus livros, o empoderamento feminino e a crítica à desigualdade se tornaram suas marcas. Lídia Jorge também aborda as conquistas e mudanças da sociedade portuguesa em meio século, além de compartilhar sua trajetória, da infância aos primeiros passos na literatura, lugar em que traz à tona temas contemporâneos, como a crise migratória e o fechamento de fronteiras.
(Matheus Lopes Quirino, “Ode à vida”, Revista E. Adaptado)
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Ode à vida
No início de 2020, a escritora portuguesa Lídia Jorge, na época com 74 anos, via as ruas se esvaziando pelas janelas de sua casa, em Algarve, no sul de Portugal. Naquele momento, o mundo era contaminado pelo coronavírus. A vida entrou em suspensão. Em pouco tempo, as fronteiras se fecharam, a pandemia da covid-19 foi decretada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e o governo português anunciou um rígido toque de recolher. Lídia Jorge, que tinha o costume de visitar a mãe, Maria dos Remédios, de 92 anos, no Lar da Santa Casa da Misericórdia de Boliqueime, encontrou as portas do local fechadas no domingo de 8 de março daquele ano.
A escritora portuguesa não viu mais a mãe com vida; ela faleceria em 19 de abril daquele ano, vítima de complicações da covid-19. Lídia Jorge precisou de um tempo para voltar a escrever. E a superação veio com o romance Misericórdia, inspirado nos últimos anos da matriarca, num lar para idosos. No livro, o leitor acompanha dona Alberti, junto a coadjuvantes que refletem sobre a existência, mas que também fofocam, choram, riem, brigam e amam.
A complexidade das relações humanas e a crítica social são pilares da obra dessa premiada autora. Ainda que muitas vezes surjam temas complicados de tratar, sua escrita transforma pensamentos, ações banais e conflitos pela teia do lirismo e da sensibilidade. A autora confessa que desejou escrever um enredo diferente de tudo o que já havia feito. “Misericórdia é um livro de paixão, que tem uma meditação sobre a existência”, conta. “Eu não quis escrever um livro sobre minha mãe, mas um livro a partir dela e, portanto, essas tantas figuras que aparecem na história são uma personagem coletiva, mas surgem como personagens individuais que expressam seus sentimentos. No livro, há um choro, mas há também um riso. Tem o dia fervilhante, mas tem a noite pesa rosa que nunca mais acaba.”
Em seus livros, o empoderamento feminino e a crítica à desigualdade se tornaram suas marcas. Lídia Jorge também aborda as conquistas e mudanças da sociedade portuguesa em meio século, além de compartilhar sua trajetória, da infância aos primeiros passos na literatura, lugar em que traz à tona temas contemporâneos, como a crise migratória e o fechamento de fronteiras.
(Matheus Lopes Quirino, “Ode à vida”, Revista E. Adaptado)
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Ode à vida
No início de 2020, a escritora portuguesa Lídia Jorge, na época com 74 anos, via as ruas se esvaziando pelas janelas de sua casa, em Algarve, no sul de Portugal. Naquele momento, o mundo era contaminado pelo coronavírus. A vida entrou em suspensão. Em pouco tempo, as fronteiras se fecharam, a pandemia da covid-19 foi decretada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e o governo português anunciou um rígido toque de recolher. Lídia Jorge, que tinha o costume de visitar a mãe, Maria dos Remédios, de 92 anos, no Lar da Santa Casa da Misericórdia de Boliqueime, encontrou as portas do local fechadas no domingo de 8 de março daquele ano.
A escritora portuguesa não viu mais a mãe com vida; ela faleceria em 19 de abril daquele ano, vítima de complicações da covid-19. Lídia Jorge precisou de um tempo para voltar a escrever. E a superação veio com o romance Misericórdia, inspirado nos últimos anos da matriarca, num lar para idosos. No livro, o leitor acompanha dona Alberti, junto a coadjuvantes que refletem sobre a existência, mas que também fofocam, choram, riem, brigam e amam.
A complexidade das relações humanas e a crítica social são pilares da obra dessa premiada autora. Ainda que muitas vezes surjam temas complicados de tratar, sua escrita transforma pensamentos, ações banais e conflitos pela teia do lirismo e da sensibilidade. A autora confessa que desejou escrever um enredo diferente de tudo o que já havia feito. “Misericórdia é um livro de paixão, que tem uma meditação sobre a existência”, conta. “Eu não quis escrever um livro sobre minha mãe, mas um livro a partir dela e, portanto, essas tantas figuras que aparecem na história são uma personagem coletiva, mas surgem como personagens individuais que expressam seus sentimentos. No livro, há um choro, mas há também um riso. Tem o dia fervilhante, mas tem a noite pesa rosa que nunca mais acaba.”
Em seus livros, o empoderamento feminino e a crítica à desigualdade se tornaram suas marcas. Lídia Jorge também aborda as conquistas e mudanças da sociedade portuguesa em meio século, além de compartilhar sua trajetória, da infância aos primeiros passos na literatura, lugar em que traz à tona temas contemporâneos, como a crise migratória e o fechamento de fronteiras.
(Matheus Lopes Quirino, “Ode à vida”, Revista E. Adaptado)
Leia a tira a seguir para responder à questão abaixo:

(André Dahmer. Disponível em: https://memorialdademocracia.com.br/card/linguagens-da-cultura-na-internet)
• “E quanto podemos cobrar pelo uso do balanço?” (1o quadro)
• “Então mande derrubar.” (3o quadro)
Os trechos destacados podem ser substituídos, em conformidade com a norma-padrão de colocação pronominal, respectivamente, por:
Leia a tira a seguir para responder à questão abaixo:

(André Dahmer. Disponível em: https://memorialdademocracia.com.br/card/linguagens-da-cultura-na-internet)
• Ausentar-se do serviço sem autorização;
• Usar o cargo para proveito pessoal;
• Receber propina ou vantagem;
• Manter parentes sob chefia imediata;
• Atuar como procurador junto à repartição, exceto nas hipóteses legais permitidas.
Considerando a Lei nº 6.677/1994 (Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado da Bahia), assinale a alternativa correta:
Analise a seguinte situação, no texto a seguir:
O Secretário Estadual de Infraestrutura determinou a abertura de um processo administrativo para a adesão a uma ata de registro de preços de outro órgão, com o objetivo de adquirir equipamentos de informática de forma urgente, visando atender às necessidades imediatas da sua pasta. O processo foi instruído somente com a justificativa de preço vantajoso e a minuta de adesão, sem outros documentos de suporte. Diante disso, o gestor questiona se seria realmente necessário encaminhar esse procedimento ao órgão jurídico, considerando que não se trata de uma licitação tradicional, mas sim de uma adesão a registro de preços previamente formalizado por outro órgão. O gestor busca orientação quanto à observância das normas legais aplicáveis e à segurança jurídica do procedimento, para evitar qualquer irregularidade futura.
Considerando a legislação vigente e a obrigatoriedade do controle prévio de legalidade, assinale a alternativa correta.
I.A ONG apresentou um plano de trabalho detalhado, mas sem indicadores ou metas de desempenho.
II.Parte dos recursos do convênio seria utilizada para remuneração administrativa da ONG, sob a forma de taxa de gestão.
III.O convênio prevê parceria com outra entidade para execução parcial das atividades, sem autorização expressa no regulamento.
IV.Todos os dados sobre a execução e os gastos do convênio seriam divulgados periodicamente no portal de transparência do Estado.
Com base na Lei nº 14.634/2023, assinale a alternativa que apresenta corretamente as situações que contrariam as diretrizes legais para celebração e execução de convênios.
I.O princípio da oficialidade (ou impulso oficial) estabelece que, uma vez iniciado, o processo administrativo deve ser impulsionado de ofício pela própria Administração, sem prejuízo da atuação dos interessados.
II.É vedado à Administração Pública, em qualquer hipótese, iniciar um processo administrativo de ofício, sendo sempre necessária a provocação por parte de um interessado.
III.O administrado tem o direito de ser assistido por advogado, sendo a presença deste obrigatória em todas as fases do processo administrativo, sob pena de nulidade.
Está correto o que se afirma em:
(__)Para a União, o limite máximo da despesa total com pessoal é de 50% da Receita Corrente Líquida (RCL), distribuído entre os Poderes.
(__)Caso um Poder ou órgão ultrapasse 95% do seu limite de despesa com pessoal, ele atinge o chamado "limite de alerta", momento em que o Tribunal de Contas responsável emite um aviso, mas nenhuma medida restritiva é imposta ao gestor.
(__)Se o ente ultrapassar o limite máximo de gastos com pessoal, ele terá o prazo de dois quadrimestres para se reenquadrar, devendo reduzir o excedente em pelo menos um terço no primeiro quadrimestre.
(__)As despesas com inativos e pensionistas são excluídas do cômputo da despesa total com pessoal para fins de apuração dos limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
(__)Segundo a Teoria dos Dois Fatores de Herzberg, os fatores higiênicos, como salário e segurança no trabalho, são os principais responsáveis pela satisfação e motivação intrínseca do colaborador.
(__)Na Hierarquia das Necessidades de Maslow, a necessidade de autorrealização, localizada no topo da pirâmide, só pode ser um fator de motivação se as necessidades dos níveis inferiores, como as fisiológicas e de segurança, estiverem minimamente satisfeitas.
(__)A teoria de Herzberg propõe que a ausência de fatores motivacionais, como reconhecimento e responsabilidade, causa insatisfação, enquanto a presença de fatores higiênicos é suficiente para gerar satisfação elevada.
(__)Para Maslow, as necessidades são organizadas em uma hierarquia rígida e sequencial, de modo que um indivíduo deve satisfazer 100% de um nível de necessidade antes de poder avançar para o próximo.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
(__)A presunção de veracidade é um atributo do ato administrativo que estabelece que os fatos alegados pela Administração são considerados verdadeiros até prova em contrário, porém, este atributo não se confunde com a presunção de legitimidade, que se refere à conformidade do ato com a Lei.
(__)A revogação de um ato administrativo, fundada em critérios de conveniência e oportunidade, opera efeitos ex tunc, ou seja, retroage à data de edição do ato, invalidando todos os efeitos já produzidos.
(__)O atributo da autoexecutoriedade permite que a Administração execute suas decisões por meios próprios, independentemente de prévia autorização judicial, sendo aplicável a todos os atos administrativos sem exceção.
(__)A motivação do ato administrativo, que consiste na exposição dos fundamentos de fato e de direito que o determinaram, é obrigatória para atos que neguem, limitem ou afetem direitos ou interesses, sendo um requisito essencial de validade.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
I.O ciclo de vida de um projeto é tipicamente dividido em fases sequenciais, como iniciação, planejamento, execução, monitoramento e controle, e encerramento, sendo que o grupo de processos de monitoramento e controle ocorre de forma paralela à execução.
II.O Termo de Abertura do Projeto (Project Charter) é um documento formal desenvolvido na fase de planejamento, que detalha o cronograma, o orçamento e os recursos necessários para a execução do projeto.
III.O escopo do projeto, que define todo o trabalho necessário para completar o projeto, deve ser detalhadamente definido na fase de planejamento e rigidamente controlado durante a execução para evitar o "scope creep" (aumento descontrolado do escopo).
Está correto o que se afirma em:
I.O modelo de Gestão de Pessoas, em sua concepção estratégica, enxerga as pessoas como parceiros da organização, dotados de inteligência e competências que agregam valor, e não mais como meros recursos produtivos ou custos a serem administrados.
II.A transição da administração de Recursos Humanos para a Gestão de Pessoas estratégica implicou a centralização de todas as decisões relativas a pessoas no órgão de RH, retirando dos gerentes de linha a responsabilidade pela liderança e desenvolvimento de suas equipes.
III.A atuação estratégica da Gestão de Pessoas envolve o alinhamento de suas políticas e práticas (como recrutamento, treinamento e remuneração) com a estratégia global da organização, a fim de garantir que a empresa tenha as competências necessárias para alcançar seus objetivos.
Está correto o que se afirma em:
(__)A inexigibilidade de licitação ocorre quando há inviabilidade de competição, como na contratação de um profissional do setor artístico consagrado pela crítica especializada ou pela opinião pública.
(__)A contratação de remanescente de obra, serviço ou fornecimento, em consequência de rescisão contratual, desde que atendidas a ordem de classificação da licitação anterior e as mesmas condições do contratado inadimplente, é uma hipótese de dispensa de licitação.
(__)A dispensa de licitação é aplicável em situações onde, embora a competição seja possível, a lei faculta à Administração a não realização do certame, como em casos de emergência ou baixo valor.
(__)O rol de hipóteses de dispensa de licitação previsto no Art. 75 da Lei nº 14.133/2021 é exemplificativo, permitindo que o gestor público crie novas situações de dispensa com base na conveniência e oportunidade.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo: