Questões de Concurso Para assistente em administração

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Q3518252 Redação Oficial
Analise os enunciados acerca do gênero e-mail quando utilizado como redação oficial e julgue os itens:

I. O campo "assunto" é opcional, mas se pode escrever “URGENTE" a fim de que o destinatário dê prioridade à sua mensagem.
II. Na redação oficial, o fecho "Atenciosamente" tornou-se padrão. Com o uso do e-mail, popularizou-se o uso de abreviações como "Att.", e de outros fechos, como “Abraços", “Saudações", que, apesar de muito utilizados, não são oficiais. Dessa forma, não devem ser utilizados.
III. No texto, não pode haver manifestação emocional. Por isso, ícones e emoticons não devem ser utilizados. Além disso, não se deve utilizar caixa alta para destacar palavras e/ou trechos, pois sugere agressividade por parte do emissor.
Alternativas
Q3518251 Redação Oficial
São considerados atributos da redação oficial, EXCСЕТО:
Alternativas
Q3518250 Português
Sobre o uso da norma padrão em textos oficiais, assinale a única alternativa que NÃO infringe as regras gramaticais:
Alternativas
Q3518249 Português

Leia o Texto II e responda à questão.


TEXTO II




Disponível em: http://portaldoprofessor.mec.gov.br. Acesso em 04 de julho de 2024.

A palavra "baixinho", morfologicamente, é formada pelo acréscimo do sufixo "-inho", o qual pode, dependendo do contexto, apresentar valores semânticos como afetividade, amabilidade, modéstia, desprezo e tamanho.
As palavras destacadas nos enunciados abaixo foram formadas com o acréscimo do sufixo "inho". Assinale única alternativa em que o sufixo tenha valor de diminutivo.
Alternativas
Q3518248 Português

Leia o Texto II e responda à questão.


TEXTO II




Disponível em: http://portaldoprofessor.mec.gov.br. Acesso em 04 de julho de 2024.

Sobre o Texto II, julgue os itens:

I. Por se tratar de uma tirinha, sua compreensão depende da observação apenas dos elementos não verbais.
II. Os elementos que compõem a tirinha sugerem ao leitor que o Cascão e o Cebolinha estejam se protegendo de "bullying" praticado pelo "valentão".
III. Na primeira fala ("Hoje eu quero brigar!), a forma verbal "quero" sugere que não há motivos para a briga, apenas é uma vontade do personagem.
Alternativas
Q3518247 Português
Leio o Texto I e responda à questão.


TEXTO I

O fim da superpopulação

As pessoas estão tendo cada vez menos filhos. Em 124 países, o índice de natalidade já caiu abaixo do mínimo necessário para manter a população estável. Ao longo deste século, o número de habitantes da Terra pode diminuir até 25%[...]


     Em abril de 1968, um grupo de cientistas de dez países, liderados por pesquisadores do MIT, se juntou para estudar o futuro da humanidade. O grande assunto da época era o crescimento populacional: naquela década, a taxa média de natalidade havia ultrapassado a marca de cinco filhos por mulher, a maior já registrada.

     O grupo, que ficou conhecido como Clube de Roma (a primeira reunião aconteceu na capital italiana), passou quatro anos debruçado sobre essa e outras questões, e em 1972 transformou as conclusões em livro: Os Limites do Crescimento.

    "Atualmente, cerca de 97% da produção de energia da humanidade vem de combustíveis fósseis. Quando esses combustíveis são queimados, eles liberam, entre outras substâncias, dióxido de carbono (CO2) na atmosfera", adverte a obra, numa época em que ninguém falava nisso. “Não é sabido quanto CO2 ou poluição térmica pode ser liberada sem causar mudanças irreversíveis no clima da Terra."

   
   O livro usava dados históricos e modelos matemáticos para mostrar como, além de aumentar as emissões de CO2 e esquentar a atmosfera, o forte crescimento da população - que acontecia devido à alta natalidade combinada à "redução, muito bem sucedida, na taxa de mortalidade global"- poderia ter outras consequências catastróficas, como o esgotamento dos recursos naturais.

   
   E apresentava duas possíveis soluções: ou a humanidade diminuía voluntariamente seu ritmo de crescimento, ou o próprio planeta acabaria fazendo isso, reduzindo a população por meio de um colapso ambiental.
       
      [...] 

     Hoje, o aquecimento global e outros problemas ambientais são temas dominantes - e urgentes. Todo ano, a ONG americana Global Footprint Network calcula o chamado Dia da Sobrecarga da Terra, a data em que ultrapassamos a capacidade do planeta de reequilibrar seus sistemas ecológicos e regenerar recursos naturais.

      Esse indicador é calculado desde 1971; naquele ano, a humanidade atravessou o limite em dezembro. Já em 2023, isso aconteceu no dia 2 de agosto. Isso significa que, no ano passado, usamos 75% mais recursos do que o planeta pode suportar [...]

     Mas, ao mesmo tempo, há algo diferente acontecendo. Nada menos do que 124 países estão com natalidade inferior a 2,1 filhos por mulher. Essa é a chamada "taxa de reposição", que segundo a ONU é a necessária para manter a população estável (2 pessoas novas substituem os pais, e o 0,1 adicional compensa о número de indivíduos que não geram descendentes).

      [...]

     Hoje, segundo a ONU, duas a cada três pessoas vivem em países de baixa fecundidade. Até a Índia, que em maio de 2023 superou a China e se tornou o país mais populoso do mundo, já caiu abaixo da taxa de reposição: em 2022, o país registrou taxa de fertilidade de 2,0 filhos por mulher.

    No Brasil, a taxa está em 1,65 (era de 6,12 em 1950, 4,04 em 1980 e 1,81 em 2010). Neste ritmo, nossa população vai alcançar o pico em 2045, com 229,6 milhões de pessoas. Mas, em 2100, terá caído para 180 milhões, segundo cálculos (3) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

     [...]

Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-fim-da-superpopulacao. Acesso em: 02 jul. 2024.
Quanto à acentuação gráfica, assinale a alternativa cujas palavras são todas proparoxítonas:
Alternativas
Q3518246 Português
Leio o Texto I e responda à questão.


TEXTO I

O fim da superpopulação

As pessoas estão tendo cada vez menos filhos. Em 124 países, o índice de natalidade já caiu abaixo do mínimo necessário para manter a população estável. Ao longo deste século, o número de habitantes da Terra pode diminuir até 25%[...]


     Em abril de 1968, um grupo de cientistas de dez países, liderados por pesquisadores do MIT, se juntou para estudar o futuro da humanidade. O grande assunto da época era o crescimento populacional: naquela década, a taxa média de natalidade havia ultrapassado a marca de cinco filhos por mulher, a maior já registrada.

     O grupo, que ficou conhecido como Clube de Roma (a primeira reunião aconteceu na capital italiana), passou quatro anos debruçado sobre essa e outras questões, e em 1972 transformou as conclusões em livro: Os Limites do Crescimento.

    "Atualmente, cerca de 97% da produção de energia da humanidade vem de combustíveis fósseis. Quando esses combustíveis são queimados, eles liberam, entre outras substâncias, dióxido de carbono (CO2) na atmosfera", adverte a obra, numa época em que ninguém falava nisso. “Não é sabido quanto CO2 ou poluição térmica pode ser liberada sem causar mudanças irreversíveis no clima da Terra."

   
   O livro usava dados históricos e modelos matemáticos para mostrar como, além de aumentar as emissões de CO2 e esquentar a atmosfera, o forte crescimento da população - que acontecia devido à alta natalidade combinada à "redução, muito bem sucedida, na taxa de mortalidade global"- poderia ter outras consequências catastróficas, como o esgotamento dos recursos naturais.

   
   E apresentava duas possíveis soluções: ou a humanidade diminuía voluntariamente seu ritmo de crescimento, ou o próprio planeta acabaria fazendo isso, reduzindo a população por meio de um colapso ambiental.
       
      [...] 

     Hoje, o aquecimento global e outros problemas ambientais são temas dominantes - e urgentes. Todo ano, a ONG americana Global Footprint Network calcula o chamado Dia da Sobrecarga da Terra, a data em que ultrapassamos a capacidade do planeta de reequilibrar seus sistemas ecológicos e regenerar recursos naturais.

      Esse indicador é calculado desde 1971; naquele ano, a humanidade atravessou o limite em dezembro. Já em 2023, isso aconteceu no dia 2 de agosto. Isso significa que, no ano passado, usamos 75% mais recursos do que o planeta pode suportar [...]

     Mas, ao mesmo tempo, há algo diferente acontecendo. Nada menos do que 124 países estão com natalidade inferior a 2,1 filhos por mulher. Essa é a chamada "taxa de reposição", que segundo a ONU é a necessária para manter a população estável (2 pessoas novas substituem os pais, e o 0,1 adicional compensa о número de indivíduos que não geram descendentes).

      [...]

     Hoje, segundo a ONU, duas a cada três pessoas vivem em países de baixa fecundidade. Até a Índia, que em maio de 2023 superou a China e se tornou o país mais populoso do mundo, já caiu abaixo da taxa de reposição: em 2022, o país registrou taxa de fertilidade de 2,0 filhos por mulher.

    No Brasil, a taxa está em 1,65 (era de 6,12 em 1950, 4,04 em 1980 e 1,81 em 2010). Neste ritmo, nossa população vai alcançar o pico em 2045, com 229,6 milhões de pessoas. Mas, em 2100, terá caído para 180 milhões, segundo cálculos (3) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

     [...]

Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-fim-da-superpopulacao. Acesso em: 02 jul. 2024.
Nas alternativas abaixo, o uso da vírgula, nas expressões em destaque, ocorre devido às mesmas razões sintáticas, EXCETO em:
Alternativas
Q3518245 Português
Leio o Texto I e responda à questão.


TEXTO I

O fim da superpopulação

As pessoas estão tendo cada vez menos filhos. Em 124 países, o índice de natalidade já caiu abaixo do mínimo necessário para manter a população estável. Ao longo deste século, o número de habitantes da Terra pode diminuir até 25%[...]


     Em abril de 1968, um grupo de cientistas de dez países, liderados por pesquisadores do MIT, se juntou para estudar o futuro da humanidade. O grande assunto da época era o crescimento populacional: naquela década, a taxa média de natalidade havia ultrapassado a marca de cinco filhos por mulher, a maior já registrada.

     O grupo, que ficou conhecido como Clube de Roma (a primeira reunião aconteceu na capital italiana), passou quatro anos debruçado sobre essa e outras questões, e em 1972 transformou as conclusões em livro: Os Limites do Crescimento.

    "Atualmente, cerca de 97% da produção de energia da humanidade vem de combustíveis fósseis. Quando esses combustíveis são queimados, eles liberam, entre outras substâncias, dióxido de carbono (CO2) na atmosfera", adverte a obra, numa época em que ninguém falava nisso. “Não é sabido quanto CO2 ou poluição térmica pode ser liberada sem causar mudanças irreversíveis no clima da Terra."

   
   O livro usava dados históricos e modelos matemáticos para mostrar como, além de aumentar as emissões de CO2 e esquentar a atmosfera, o forte crescimento da população - que acontecia devido à alta natalidade combinada à "redução, muito bem sucedida, na taxa de mortalidade global"- poderia ter outras consequências catastróficas, como o esgotamento dos recursos naturais.

   
   E apresentava duas possíveis soluções: ou a humanidade diminuía voluntariamente seu ritmo de crescimento, ou o próprio planeta acabaria fazendo isso, reduzindo a população por meio de um colapso ambiental.
       
      [...] 

     Hoje, o aquecimento global e outros problemas ambientais são temas dominantes - e urgentes. Todo ano, a ONG americana Global Footprint Network calcula o chamado Dia da Sobrecarga da Terra, a data em que ultrapassamos a capacidade do planeta de reequilibrar seus sistemas ecológicos e regenerar recursos naturais.

      Esse indicador é calculado desde 1971; naquele ano, a humanidade atravessou o limite em dezembro. Já em 2023, isso aconteceu no dia 2 de agosto. Isso significa que, no ano passado, usamos 75% mais recursos do que o planeta pode suportar [...]

     Mas, ao mesmo tempo, há algo diferente acontecendo. Nada menos do que 124 países estão com natalidade inferior a 2,1 filhos por mulher. Essa é a chamada "taxa de reposição", que segundo a ONU é a necessária para manter a população estável (2 pessoas novas substituem os pais, e o 0,1 adicional compensa о número de indivíduos que não geram descendentes).

      [...]

     Hoje, segundo a ONU, duas a cada três pessoas vivem em países de baixa fecundidade. Até a Índia, que em maio de 2023 superou a China e se tornou o país mais populoso do mundo, já caiu abaixo da taxa de reposição: em 2022, o país registrou taxa de fertilidade de 2,0 filhos por mulher.

    No Brasil, a taxa está em 1,65 (era de 6,12 em 1950, 4,04 em 1980 e 1,81 em 2010). Neste ritmo, nossa população vai alcançar o pico em 2045, com 229,6 milhões de pessoas. Mas, em 2100, terá caído para 180 milhões, segundo cálculos (3) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

     [...]

Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-fim-da-superpopulacao. Acesso em: 02 jul. 2024.
Coesão textual é o recurso utilizado na produção dos textos, permitindo a articulação entre as suas partes. A esse respeito, identifica-se que estão corretas as alternativas, EXCETO:
Alternativas
Q3518244 Português
Leio o Texto I e responda à questão.


TEXTO I

O fim da superpopulação

As pessoas estão tendo cada vez menos filhos. Em 124 países, o índice de natalidade já caiu abaixo do mínimo necessário para manter a população estável. Ao longo deste século, o número de habitantes da Terra pode diminuir até 25%[...]


     Em abril de 1968, um grupo de cientistas de dez países, liderados por pesquisadores do MIT, se juntou para estudar o futuro da humanidade. O grande assunto da época era o crescimento populacional: naquela década, a taxa média de natalidade havia ultrapassado a marca de cinco filhos por mulher, a maior já registrada.

     O grupo, que ficou conhecido como Clube de Roma (a primeira reunião aconteceu na capital italiana), passou quatro anos debruçado sobre essa e outras questões, e em 1972 transformou as conclusões em livro: Os Limites do Crescimento.

    "Atualmente, cerca de 97% da produção de energia da humanidade vem de combustíveis fósseis. Quando esses combustíveis são queimados, eles liberam, entre outras substâncias, dióxido de carbono (CO2) na atmosfera", adverte a obra, numa época em que ninguém falava nisso. “Não é sabido quanto CO2 ou poluição térmica pode ser liberada sem causar mudanças irreversíveis no clima da Terra."

   
   O livro usava dados históricos e modelos matemáticos para mostrar como, além de aumentar as emissões de CO2 e esquentar a atmosfera, o forte crescimento da população - que acontecia devido à alta natalidade combinada à "redução, muito bem sucedida, na taxa de mortalidade global"- poderia ter outras consequências catastróficas, como o esgotamento dos recursos naturais.

   
   E apresentava duas possíveis soluções: ou a humanidade diminuía voluntariamente seu ritmo de crescimento, ou o próprio planeta acabaria fazendo isso, reduzindo a população por meio de um colapso ambiental.
       
      [...] 

     Hoje, o aquecimento global e outros problemas ambientais são temas dominantes - e urgentes. Todo ano, a ONG americana Global Footprint Network calcula o chamado Dia da Sobrecarga da Terra, a data em que ultrapassamos a capacidade do planeta de reequilibrar seus sistemas ecológicos e regenerar recursos naturais.

      Esse indicador é calculado desde 1971; naquele ano, a humanidade atravessou o limite em dezembro. Já em 2023, isso aconteceu no dia 2 de agosto. Isso significa que, no ano passado, usamos 75% mais recursos do que o planeta pode suportar [...]

     Mas, ao mesmo tempo, há algo diferente acontecendo. Nada menos do que 124 países estão com natalidade inferior a 2,1 filhos por mulher. Essa é a chamada "taxa de reposição", que segundo a ONU é a necessária para manter a população estável (2 pessoas novas substituem os pais, e o 0,1 adicional compensa о número de indivíduos que não geram descendentes).

      [...]

     Hoje, segundo a ONU, duas a cada três pessoas vivem em países de baixa fecundidade. Até a Índia, que em maio de 2023 superou a China e se tornou o país mais populoso do mundo, já caiu abaixo da taxa de reposição: em 2022, o país registrou taxa de fertilidade de 2,0 filhos por mulher.

    No Brasil, a taxa está em 1,65 (era de 6,12 em 1950, 4,04 em 1980 e 1,81 em 2010). Neste ritmo, nossa população vai alcançar o pico em 2045, com 229,6 milhões de pessoas. Mas, em 2100, terá caído para 180 milhões, segundo cálculos (3) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

     [...]

Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-fim-da-superpopulacao. Acesso em: 02 jul. 2024.
Julgue as afirmativas a seguir, levando em consideração as informações extraídas da leitura do texto.

I. Em 2022, a humanidade usou 75% mais recursos do que o planeta pode suportar.
II. A China registrou, em 2022, taxa de fertilidade de 2,0 filhos por mulher.
III. No Brasil, em 2100, a população terá reduzido em 49,6 milhões de pessoas em relação ao ano de 2045.
Alternativas
Q3518243 Português
Leio o Texto I e responda à questão.


TEXTO I

O fim da superpopulação

As pessoas estão tendo cada vez menos filhos. Em 124 países, o índice de natalidade já caiu abaixo do mínimo necessário para manter a população estável. Ao longo deste século, o número de habitantes da Terra pode diminuir até 25%[...]


     Em abril de 1968, um grupo de cientistas de dez países, liderados por pesquisadores do MIT, se juntou para estudar o futuro da humanidade. O grande assunto da época era o crescimento populacional: naquela década, a taxa média de natalidade havia ultrapassado a marca de cinco filhos por mulher, a maior já registrada.

     O grupo, que ficou conhecido como Clube de Roma (a primeira reunião aconteceu na capital italiana), passou quatro anos debruçado sobre essa e outras questões, e em 1972 transformou as conclusões em livro: Os Limites do Crescimento.

    "Atualmente, cerca de 97% da produção de energia da humanidade vem de combustíveis fósseis. Quando esses combustíveis são queimados, eles liberam, entre outras substâncias, dióxido de carbono (CO2) na atmosfera", adverte a obra, numa época em que ninguém falava nisso. “Não é sabido quanto CO2 ou poluição térmica pode ser liberada sem causar mudanças irreversíveis no clima da Terra."

   
   O livro usava dados históricos e modelos matemáticos para mostrar como, além de aumentar as emissões de CO2 e esquentar a atmosfera, o forte crescimento da população - que acontecia devido à alta natalidade combinada à "redução, muito bem sucedida, na taxa de mortalidade global"- poderia ter outras consequências catastróficas, como o esgotamento dos recursos naturais.

   
   E apresentava duas possíveis soluções: ou a humanidade diminuía voluntariamente seu ritmo de crescimento, ou o próprio planeta acabaria fazendo isso, reduzindo a população por meio de um colapso ambiental.
       
      [...] 

     Hoje, o aquecimento global e outros problemas ambientais são temas dominantes - e urgentes. Todo ano, a ONG americana Global Footprint Network calcula o chamado Dia da Sobrecarga da Terra, a data em que ultrapassamos a capacidade do planeta de reequilibrar seus sistemas ecológicos e regenerar recursos naturais.

      Esse indicador é calculado desde 1971; naquele ano, a humanidade atravessou o limite em dezembro. Já em 2023, isso aconteceu no dia 2 de agosto. Isso significa que, no ano passado, usamos 75% mais recursos do que o planeta pode suportar [...]

     Mas, ao mesmo tempo, há algo diferente acontecendo. Nada menos do que 124 países estão com natalidade inferior a 2,1 filhos por mulher. Essa é a chamada "taxa de reposição", que segundo a ONU é a necessária para manter a população estável (2 pessoas novas substituem os pais, e o 0,1 adicional compensa о número de indivíduos que não geram descendentes).

      [...]

     Hoje, segundo a ONU, duas a cada três pessoas vivem em países de baixa fecundidade. Até a Índia, que em maio de 2023 superou a China e se tornou o país mais populoso do mundo, já caiu abaixo da taxa de reposição: em 2022, o país registrou taxa de fertilidade de 2,0 filhos por mulher.

    No Brasil, a taxa está em 1,65 (era de 6,12 em 1950, 4,04 em 1980 e 1,81 em 2010). Neste ritmo, nossa população vai alcançar o pico em 2045, com 229,6 milhões de pessoas. Mas, em 2100, terá caído para 180 milhões, segundo cálculos (3) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

     [...]

Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/o-fim-da-superpopulacao. Acesso em: 02 jul. 2024.
Pode-se afirmar sobre a estrutura textual do gênero a que se refere o Texto I, EXCETO:
Alternativas
Q3371273 Logística
Assinale a alternativa que apresenta uma característica da Armazenagem por Agrupamento. 
Alternativas
Q3371272 Direito Administrativo
Em conformidade com o disposto na Lei de Licitações e Contratos Administrativos (Lei nº 14.133/2021), na aplicação do princípio do parcelamento, referente às compras, deverão ser considerados:

I. o aproveitamento das peculiaridades do mercado local, com vistas à economicidade, sempre que possível, desde que atendidos os parâmetros de qualidade.
II. o dever de evitar a ampliação da competição e de buscar a concentração de mercado.
III. a viabilidade da divisão do objeto em lotes.

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3371271 Secretariado
Assinale a alternativa em conformidade com o Manual de Redação da Presidência da República acerca das partes do documento no padrão ofício.
Alternativas
Q3371269 Ética na Administração Pública
No que se refere à ética na organização, analise as assertivas abaixo considerando V para verdadeiro e F para falso e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

( ) Influencia o processo corporativo de tomada de decisões para determinar quais são os valores que afetam seus parceiros e definir como os administradores podem usar tais valores no cotidiano da organização.
( ) Constitui um elemento catalisador de ações socialmente responsáveis da organização, por meio de seus administradores e parceiros. Administradores éticos alcançam sucesso a partir de práticas administrativas caracterizadas por equidade e justiça.
( ) Sem ética, as organizações podem ser competitivas por não se responsabilizar socialmente. Ética e competitividade são antagonistas.
Alternativas
Q3371266 Administração Geral
No que se refere à amplitude administrativa, analise as assertivas abaixo considerando V para verdadeiro e F para falso e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

( ) Quanto maior a amplitude de controle, maior é o número de subordinados para cada administrador.
( ) A amplitude administrativa estreita provoca custo administrativo maior, porque existem mais administradores para cuidar de um número menor de pessoas.
( ) A amplitude de controle larga tende a produzir estruturas organizacionais altas e alongadas, com mais níveis hierárquicos, comunicações mais lentas e mais dificuldade de coordenação entre os diferentes grupos. 
Alternativas
Q3371265 Modelagem de Processos de Negócio (BPM)
Retrata a sequência de uma rotina por meio de linhas (que traduzem as diversas tarefas ou atividades necessárias para a execução da rotina) e de colunas (que representam, respectivamente, os símbolos das tarefas ou operações, os funcionários envolvidos na rotina, o espaço percorrido para a execução e o tempo despendido). É também chamado de gráfico de análise do processo. Trata-se do(a)
Alternativas
Q3371263 Administração Geral
São características de um líder orientado para as tarefas: 
Alternativas
Q3371260 Administração Geral
Sobre o planejamento estratégico é INCORRETO afirmar que
Alternativas
Q3371255 Administração Pública
De acordo com o Regimento Geral do IFTM, compete à Coordenação de Cursos Técnicos, EXCETO: 
Alternativas
Q3371253 Ética na Administração Pública
Assinale a alternativa que apresenta uma vedação ao Servidor Público, segundo o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal (Decreto nº 1.171/1994). 
Alternativas
Respostas
2261: D
2262: B
2263: C
2264: D
2265: C
2266: B
2267: E
2268: D
2269: A
2270: B
2271: A
2272: C
2273: E
2274: B
2275: B
2276: D
2277: A
2278: C
2279: A
2280: B