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Q433893 Noções de Informática
Os discos rígidos são dispositivos de armazenamento destinados a grande quantidade de dados. Sobre discos rígidos podemos afirmar que:
I – Fisicamente, um disco rígido pode ser visto como um composto de dois grandes blocos.
II – O primeiro bloco é um conjunto de discos magnéticos superpostos em alturas diferentes com auxilio de um eixo central.
III – O segundo bloco é uma estrutura mecânica que suporta um conjunto de cabeçotes. Das afirmativas acima, qual(is) está(ão) incorreta(s)?
Alternativas
Q433892 Noções de Informática
NOÇÕES DE INFORMÁTICA
21. A Placa Mãe é responsável por gerenciar toda a transação entre processador e os periféricos. Quais são os componentes principais da Placa Mãe?
Alternativas
Q433891 Português
Assinale a alternativa redigida de acordo com a norma padrão:
Alternativas
Q433890 Português
 Leia o texto a seguir: 

“Está se tornando frequente, escutarmos sobre gravações de conversas do advogado com seu cliente. Nos últimos meses, como é de conhecimento da grande maioria, tal a divulgação nos veículos de comunicação, ocorreram gravações de áudio e vídeo em parlatórios, ocorre, que estes são locais destinados a conversas reservadas entre advogados e clientes presos, um verdadeiro absurdo”. 

(Disponível em:< http://www.luizfelipemagalhaes.com.br/artigo_ler.php?id=24> acesso em: 06 de maio de 2014)

Analise as informações a seguir a respeito do trecho lido:
I – O uso da vírgula no trecho “Está se tornando frequente,” constitui um desvio da seguinte regra gramatical: não se separam termos sintáticos diretamente ligados entre si, como sujeito e verbo e verbo e objeto, por exemplo.
II – O texto apresenta problemas em sua formulação sintática, como a expressão “ocorre, que”, típica da linguagem oral e inadequada a um comentário escrito. Em seu lugar, ficaria mais apropriado começar uma nova oração usando uma conjunção com valor semântico de oposição, como por exemplo: Contudo, estes são locais...
III – No trecho: “destinados a conversas”, a preposição “a” deveria receber acento grave indicativo de crase de acordo com as regras da norma padrão.
IV – A expressão “um verdadeiro absurdo” foi colocada em uma posição que prejudica a clareza e a coesão textuais. Para evitar a ambiguidade, o autor poderia introduzir uma nova oração, deixando clara sua opinião, como por exemplo: “Essa situação é um verdadeiro absurdo”.
V – O texto está bem redigido, visto que não apresenta problemas em sua formulação, o autor expressou-se de forma clara e objetiva, revelando sua indignação.
Estão corretas as afirmativas feitas em:
Alternativas
Q433889 Português
Leia atentamente uma mensagem trocada no WhatsApp por um casal cujo filho está gripado e responda a questão.

Marido: Amor, liga no Dr. Pq a noite dá uma crise de tosse nele!!! (Passam alguns minutos e o marido não recebe resposta, então, escreve novamente)
Marido: Ligou lá amore????
Esposa: Naum vou ligar
Esposa: ele mandou dar xarope fitoterápico.
(Texto criado pela autora)
A respeito das mensagens trocadas no aplicativo citado, está incorreto afirmar que:
Alternativas
Q433888 Português
Analise com atenção a charge e o texto a seguir para responder a questão. 

               imagem-005.jpg

Hobbes nas ruas, Felipe Pondé
Dias atrás, o Brasil se chocou com cenas de violência nas ruas. Pessoas comuns batendo em supostos (ou comprovados) bandidos. Policiais tendo que protegê-los da fúria da gente comum.
De um lado, uma jornalista faz comentários arriscados na TV, do outro, setores da intelligentsia pedem
providências do Ministério Público contra a jornalista, botando ainda mais lenha na fogueira da atmosfera de ódio e ressentimento que toma conta, lentamente, da alta, média e baixa culturas nacionais.
Não se pode defender o espancamento na rua, mesmo sendo bandido. Só o Estado detém o monopólio legítimo da violência. Mas é esta mesma intelligentsia (tribunais, universidades, mídia, escolas, ONGs) que vem sistematicamente erodindo esse monopólio legítimo da violência que pertence à polícia. Claro que os erros desta precisam ser sanados, mas a sociedade não faz nada para melhorar o tratamento institucional dado à polícia, e sem ela, sim, a gente comum vai espancar supostos (ou comprovados) bandidos na rua. E vai piorar.
O espancamento de supostos (ou comprovados) bandidos na rua é parte do fenômeno de massa que os
inteligentinhos chamam de "jornadas de junho", num esforço de reviver a ejaculação precoce que foi o Maio de 68 na França, aquela revolução de mimados.
Lembremos que quando as manifestações do ano passado atingiram o nível de massa, os inteligentinhos  começaram a gritar dizendo que o movimento (deles!) tinha sido sequestrado por setores "conservadores" da  sociedade. Para eles, "conservador" é todo mundo que não os obedece e não os teme, mesmo que seja apenas  para parar a Paulista.
Se no ano passado vimos uma inesperada crise na representação política, agora assistimos a um crescente  rompimento do contrato social. E quem está na rua é o homem descrito pelo intelectual honesto que foi Hobbes, e  não o pseudo-homem dos "delírios do caminhante solitário" e vaidoso Rousseau. (...) 

(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde/2014/02/1413114-hobbes-nas-
ruas.shtml Acesso em: 06 de maio de 2014)
A respeito dos termos “próprias” e “mãos”, usados na charge, está correto afirmar que:
Alternativas
Q433887 Português
Analise com atenção a charge e o texto a seguir para responder a questão. 

               imagem-005.jpg

Hobbes nas ruas, Felipe Pondé
Dias atrás, o Brasil se chocou com cenas de violência nas ruas. Pessoas comuns batendo em supostos (ou comprovados) bandidos. Policiais tendo que protegê-los da fúria da gente comum.
De um lado, uma jornalista faz comentários arriscados na TV, do outro, setores da intelligentsia pedem
providências do Ministério Público contra a jornalista, botando ainda mais lenha na fogueira da atmosfera de ódio e ressentimento que toma conta, lentamente, da alta, média e baixa culturas nacionais.
Não se pode defender o espancamento na rua, mesmo sendo bandido. Só o Estado detém o monopólio legítimo da violência. Mas é esta mesma intelligentsia (tribunais, universidades, mídia, escolas, ONGs) que vem sistematicamente erodindo esse monopólio legítimo da violência que pertence à polícia. Claro que os erros desta precisam ser sanados, mas a sociedade não faz nada para melhorar o tratamento institucional dado à polícia, e sem ela, sim, a gente comum vai espancar supostos (ou comprovados) bandidos na rua. E vai piorar.
O espancamento de supostos (ou comprovados) bandidos na rua é parte do fenômeno de massa que os
inteligentinhos chamam de "jornadas de junho", num esforço de reviver a ejaculação precoce que foi o Maio de 68 na França, aquela revolução de mimados.
Lembremos que quando as manifestações do ano passado atingiram o nível de massa, os inteligentinhos  começaram a gritar dizendo que o movimento (deles!) tinha sido sequestrado por setores "conservadores" da  sociedade. Para eles, "conservador" é todo mundo que não os obedece e não os teme, mesmo que seja apenas  para parar a Paulista.
Se no ano passado vimos uma inesperada crise na representação política, agora assistimos a um crescente  rompimento do contrato social. E quem está na rua é o homem descrito pelo intelectual honesto que foi Hobbes, e  não o pseudo-homem dos "delírios do caminhante solitário" e vaidoso Rousseau. (...) 

(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde/2014/02/1413114-hobbes-nas-
ruas.shtml Acesso em: 06 de maio de 2014)
Analisando os elementos que conferem coesão e coerência aos textos, está incorreto afirmar que:
Alternativas
Q433886 Português
Analise com atenção a charge e o texto a seguir para responder a questão. 

               imagem-005.jpg

Hobbes nas ruas, Felipe Pondé
Dias atrás, o Brasil se chocou com cenas de violência nas ruas. Pessoas comuns batendo em supostos (ou comprovados) bandidos. Policiais tendo que protegê-los da fúria da gente comum.
De um lado, uma jornalista faz comentários arriscados na TV, do outro, setores da intelligentsia pedem
providências do Ministério Público contra a jornalista, botando ainda mais lenha na fogueira da atmosfera de ódio e ressentimento que toma conta, lentamente, da alta, média e baixa culturas nacionais.
Não se pode defender o espancamento na rua, mesmo sendo bandido. Só o Estado detém o monopólio legítimo da violência. Mas é esta mesma intelligentsia (tribunais, universidades, mídia, escolas, ONGs) que vem sistematicamente erodindo esse monopólio legítimo da violência que pertence à polícia. Claro que os erros desta precisam ser sanados, mas a sociedade não faz nada para melhorar o tratamento institucional dado à polícia, e sem ela, sim, a gente comum vai espancar supostos (ou comprovados) bandidos na rua. E vai piorar.
O espancamento de supostos (ou comprovados) bandidos na rua é parte do fenômeno de massa que os
inteligentinhos chamam de "jornadas de junho", num esforço de reviver a ejaculação precoce que foi o Maio de 68 na França, aquela revolução de mimados.
Lembremos que quando as manifestações do ano passado atingiram o nível de massa, os inteligentinhos  começaram a gritar dizendo que o movimento (deles!) tinha sido sequestrado por setores "conservadores" da  sociedade. Para eles, "conservador" é todo mundo que não os obedece e não os teme, mesmo que seja apenas  para parar a Paulista.
Se no ano passado vimos uma inesperada crise na representação política, agora assistimos a um crescente  rompimento do contrato social. E quem está na rua é o homem descrito pelo intelectual honesto que foi Hobbes, e  não o pseudo-homem dos "delírios do caminhante solitário" e vaidoso Rousseau. (...) 

(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde/2014/02/1413114-hobbes-nas-
ruas.shtml Acesso em: 06 de maio de 2014)
Analisando a charge e o texto, está incorreto afirmar que:
Alternativas
Q433885 Português
Analise com atenção a charge e o texto a seguir para responder a questão. 

               imagem-005.jpg

Hobbes nas ruas, Felipe Pondé
Dias atrás, o Brasil se chocou com cenas de violência nas ruas. Pessoas comuns batendo em supostos (ou comprovados) bandidos. Policiais tendo que protegê-los da fúria da gente comum.
De um lado, uma jornalista faz comentários arriscados na TV, do outro, setores da intelligentsia pedem
providências do Ministério Público contra a jornalista, botando ainda mais lenha na fogueira da atmosfera de ódio e ressentimento que toma conta, lentamente, da alta, média e baixa culturas nacionais.
Não se pode defender o espancamento na rua, mesmo sendo bandido. Só o Estado detém o monopólio legítimo da violência. Mas é esta mesma intelligentsia (tribunais, universidades, mídia, escolas, ONGs) que vem sistematicamente erodindo esse monopólio legítimo da violência que pertence à polícia. Claro que os erros desta precisam ser sanados, mas a sociedade não faz nada para melhorar o tratamento institucional dado à polícia, e sem ela, sim, a gente comum vai espancar supostos (ou comprovados) bandidos na rua. E vai piorar.
O espancamento de supostos (ou comprovados) bandidos na rua é parte do fenômeno de massa que os
inteligentinhos chamam de "jornadas de junho", num esforço de reviver a ejaculação precoce que foi o Maio de 68 na França, aquela revolução de mimados.
Lembremos que quando as manifestações do ano passado atingiram o nível de massa, os inteligentinhos  começaram a gritar dizendo que o movimento (deles!) tinha sido sequestrado por setores "conservadores" da  sociedade. Para eles, "conservador" é todo mundo que não os obedece e não os teme, mesmo que seja apenas  para parar a Paulista.
Se no ano passado vimos uma inesperada crise na representação política, agora assistimos a um crescente  rompimento do contrato social. E quem está na rua é o homem descrito pelo intelectual honesto que foi Hobbes, e  não o pseudo-homem dos "delírios do caminhante solitário" e vaidoso Rousseau. (...) 

(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde/2014/02/1413114-hobbes-nas-
ruas.shtml Acesso em: 06 de maio de 2014)
Com base na interpretação da charge e do texto “Hobbes nas ruas”, está correto afirmar que:
Alternativas
Q433884 Português

Imagem associada para resolução da questão

A função da linguagem predominante na charge do exercício anterior é:

Alternativas
Q433883 Português
Koch e Travaglia (1997, p. 21) explicam que a coerência está: “diretamente ligada à possibilidade de se estabelecer um sentido para o texto, ou seja, ela é o que faz com que o texto faça sentido para os usuários, devendo, portanto, ser entendida como um princípio de interpretabilidade, ligada à inteligibilidade do texto numa situação de comunicação e à capacidade que o receptor tem para calcular o sentido deste texto”. Relacione essas informações à charge abaixo e assinale a alternativa correta.
                imagem-003.jpg
Alternativas
Q433882 Português
Analise o seguinte slogan de uma campanha publicitária para responder à próxima questão:           “IMPLANTE CONHECIMENTO”. 
No slogan: “Implante o conhecimento”, predomina a seguinte função da linguagem:
Alternativas
Q433881 Português
Analise o seguinte slogan de uma campanha publicitária para responder à próxima questão:           “IMPLANTE CONHECIMENTO”. 
Ainda a respeito do slogan: “Implante o conhecimento”, está correto afirmar que:
Alternativas
Q433880 Português
Analise o seguinte slogan de uma campanha publicitária para responder à próxima questão:           “IMPLANTE CONHECIMENTO”. 
9. Observe como o slogan destacou o “IM”: “IMPLANTE O CONHECIMENTO”. Assinale a alternativa correta sobre o processo de formação de palavras presente no termo “implante”:
Alternativas
Q433879 Português
Atenção: Leia atentamente a charge a seguir para responder a questão.
                       imagem-002.jpg
Platão e Fiorin explicam que a coerência no nível da linguagem ocorre quando se escolhe a variedade linguística (léxico e estruturas sintáticas) de acordo com o público-alvo do texto. “Assim, é incoerente colocar expressões chulas ou da linguagem informal num texto caracterizado pela norma culta formal” (2006, p. 400). Baseando-se nessa informação, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q433878 Português
Atenção: Leia atentamente a charge a seguir para responder a questão.
                       imagem-002.jpg
7. Analise as informações dadas a respeito da charge:
I – O humor da charge decorre da quebra de expectativa do leitor, pois ao ler a expressão coloquial: “você vai ver o que é bom pra tosse”, espera-se que o personagem bata no garoto.
II – A ambiguidade presente na expressão “você vai ver o que é bom pra tosse” é intencional, isto é, constitui um recurso de estilo e não um vício de linguagem.
III – A ambiguidade presente na expressão “você vai ver o que é bom pra tosse”, embora seja um dos elementos responsáveis pelo humor, ainda assim constitui um vício de linguagem, pois não importa o contexto, deve-se usar sempre o vocabulário adequado, evitando ambiguidades.
IV – O uso do vocativo “Aê, maluco!” constitui uma forma de expressão usada na linguagem informal e também pode contribuir para a expectativa de que haverá uma agressão.
V – O uso do sujeito “Aê, maluco!” constitui uma gíria condenada em situações formais e constitui um indício de agressão.
Estão corretas apenas as afirmativas feitas em:
Alternativas
Q433877 Português
Imagine a situação: “Uma dona de casa acabou de preparar o almoço e convidou seus familiares para iniciarem a refeição da seguinte forma: ‘___Vamos comer pessoas?’ O filho, adolescente, aproveitou o ensejo e respondeu: Credo, mãe!”.
Com base no exposto, assinale a alternativa que analisa corretamente a situação
.
Alternativas
Q433067 Direito Eleitoral
São  condutas  vedadas  aos  agentes  públicos,  servidores  ou  não,  aquelas  tendentes  a  afetar  a  igualdade  de  oportunidades  entre  candidatos nos pleitos eleitorais, tais como  
I.  ceder servidor público ou empregado da administração direta  ou  indireta  federal,  estadual  ou  municipal  do  Poder  Executivo,  ou  usar  de  seus  serviços,  para  comitês  de  campanha  eleitoral  de  candidato,  partido  político  ou  coligação, durante o horário de expediente normal, ainda que  o servidor ou empregado esteja licenciado; 

II.  fazer  ou  permitir  uso  promocional  em  favor  de  candidato,  partido político ou coligação, de distribuição gratuita de bens  e  serviços  de  caráter  social  custeados  ou  subvencionados  pelo Poder Público; 

III.  realizar,  em  ano  de  eleição,  antes  dos  três  meses  que  antecedem  o  pleito,  despesas  com  publicidade  dos  órgãos  públicos federais, estaduais ou municipais, ou das respectivas  entidades  da  administração  indireta,  que  excedam  a média  dos gastos dos  três últimos anos que antecedem o 
pleito ou  do último ano imediatamente anterior à eleição.  
Assinale:
Alternativas
Q433066 Direito Eleitoral
Não  será  considerada  propaganda  antecipada  e  poderá  ter  cobertura  dos  meios  de  comunicação  social,  inclusive  via  Internet,  
I.  a  realização  de  prévias  partidárias  e  sua  divulgação  pelos  instrumentos  de  comunicação  intrapartidária  e  pelas  redes  sociais. 

II.  a  divulgação  de  atos  de  parlamentares  e  os  debates  legislativos, ainda que se faça pedido de 
votos. 

III.  a manifestação  e  o  posicionamento  pessoal  sobre  questões  políticas nas redes sociais.  
Está(ão) correto(s)
Alternativas
Q433065 Direito Eleitoral
Com relação ao alistamento eleitoral, assinale a afirmativa incorreta.
Alternativas
Respostas
1481: D
1482: C
1483: C
1484: B
1485: A
1486: D
1487: A
1488: D
1489: D
1490: B
1491: C
1492: B
1493: C
1494: B
1495: B
1496: A
1497: A
1498: C
1499: B
1500: D