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Q2244989 Direito Administrativo
Jonas, funcionário público federal estável, exerce o comércio na qualidade de acionista. José, funcionário público federal estável, mantém sob sua chefia imediata, em função de confiança, parente de segundo grau civil. De acordo com a Lei nº 8.112/90, nestes casos, considerando que ambos os funcionários não registram punições anteriores,
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Q2244988 Direito Administrativo
Considere as seguintes assertivas: à Gratificação por Encargo de Curso ou Concurso

I. é devida ao servidor, em caráter permanente que atuar como instrutor em curso de formação ou de treinamento regularmente instituído no âmbito da administração pública federal.
II. não será concedida na hipótese do servidor participar de comissão para exames orais ou para julgamento de recursos intentados por candidatos.
III. não se incorpora ao vencimento ou salário do servidor para qualquer efeito.
IV. não poderá ser utilizada para fins de cálculo dos proventos da aposentadoria e das pensões.

De acordo com a Lei nº 8.112/90, está correto o que consta APENAS em
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Q2244987 Direito Administrativo
As penalidades de advertência e de suspensão terão seus registros cancelados, respectivamente, após o decurso de
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Q2244986 Direito Administrativo
Denis, servidor público federal estável, foi inabilitado em estágio probatório relativo a outro cargo e Fabiola, servidora pública em efetivo exercício de cargo público decorrente de aprovação em concurso público, não satisfez as condições do estágio probatório. Neste caso, ocorrerá a
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Q2244981 Matemática
No esquema abaixo tem-se o algoritmo da adição de dois números naturais, em que alguns algarismos foram substituídos pelas letras A, B, C, D e E.
  A 1 4 B 6 + 1 0 C 8 D    6 E 8 6 5
Determinando-se corretamente o valor dessas letras, então, A + B – C + D – E é igual a 
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Q2244980 Português
A eterna juventude

    Conforme a lenda, haveria em algum lugar a Fonte da Juventude, cujas águas garantiriam pleno rejuvenescimento a quem delas bebesse. A tal fonte nunca foi encontrada, mas os homens estão dando um jeito de promover a expansão dos anos de “juventude” para limites jamais vistos. A adolescência começa mais cedo – veja-se o comportamento de “mocinhos” e “mocinhas” de dez ou onze anos – e promete não terminar nunca. Num comercial de TV, uma vovó fala com desenvoltura a gíria de um surfista. As academias e as clínicas de cirurgia plástica nunca fizeram tanto sucesso. Muitos velhos fazem questão de se proclamar jovens, e uma tintura de cabelo é indicada aos homens encanecidos como um meio de fazer voltar a “cor natural”.
        Esse obsessivo culto da juventude não se explica por uma razão única, mas tem nas leis do mercado um sólido esteio. Tornou-se um produto rentável, que se multiplica incalculavelmente e vai da moda à indústria química, dos hábitos de consumo à cultura de entretenimento, dos salões de beleza à lipoaspiração, das editoras às farmácias. Resulta daí uma espécie de código comportamental, uma ética subliminar, um jeito novo de viver. O mercado, sempre oportunista, torna-se extraordinariamente amplo, quando os consumidores das mais diferentes idades são abrangidos pelo denominador comum do “ser jovem”. A juventude não é mais uma fase da vida: é um tempo que se imagina poder prolongar indefinidamente.
       São várias as conseqüências dessa idolatria: a decantada “experiência dos mais velhos” vai para o baú de inutilidades, os que se recusam a aderir ao padrão triunfante da mocidade são estigmatizados e excluídos, a velhice se torna sinônimo de improdutividade e objeto de caricatura. Prefere-se a máscara grotesca do botox às rugas que os anos trouxeram, o motociclista sessentão se faz passar por jovem, metido no capacete espetacular e na roupa de couro com tachas de metal.
       É natural que se tenha medo de envelhecer, de adoecer, de definhar, de morrer. Mas não é natural que reajamos à lei da natureza com tamanha carga de artifícios. Diziam os antigos gregos que uma forma sábia de vida está na permanente preparação para a morte, pois só assim se valoriza de fato o presente que se vive. Pode-se perguntar se, vivendo nesta ilusão da eterna juventude, os homens não estão se esquecendo de experimentar a plenitude própria de cada momento de sua existência, a dinâmica natural de sua vida interior.

(Bráulio Canuto)
Está inteiramente correta a redação da frase:
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Q2244975 Português
A eterna juventude

    Conforme a lenda, haveria em algum lugar a Fonte da Juventude, cujas águas garantiriam pleno rejuvenescimento a quem delas bebesse. A tal fonte nunca foi encontrada, mas os homens estão dando um jeito de promover a expansão dos anos de “juventude” para limites jamais vistos. A adolescência começa mais cedo – veja-se o comportamento de “mocinhos” e “mocinhas” de dez ou onze anos – e promete não terminar nunca. Num comercial de TV, uma vovó fala com desenvoltura a gíria de um surfista. As academias e as clínicas de cirurgia plástica nunca fizeram tanto sucesso. Muitos velhos fazem questão de se proclamar jovens, e uma tintura de cabelo é indicada aos homens encanecidos como um meio de fazer voltar a “cor natural”.
        Esse obsessivo culto da juventude não se explica por uma razão única, mas tem nas leis do mercado um sólido esteio. Tornou-se um produto rentável, que se multiplica incalculavelmente e vai da moda à indústria química, dos hábitos de consumo à cultura de entretenimento, dos salões de beleza à lipoaspiração, das editoras às farmácias. Resulta daí uma espécie de código comportamental, uma ética subliminar, um jeito novo de viver. O mercado, sempre oportunista, torna-se extraordinariamente amplo, quando os consumidores das mais diferentes idades são abrangidos pelo denominador comum do “ser jovem”. A juventude não é mais uma fase da vida: é um tempo que se imagina poder prolongar indefinidamente.
       São várias as conseqüências dessa idolatria: a decantada “experiência dos mais velhos” vai para o baú de inutilidades, os que se recusam a aderir ao padrão triunfante da mocidade são estigmatizados e excluídos, a velhice se torna sinônimo de improdutividade e objeto de caricatura. Prefere-se a máscara grotesca do botox às rugas que os anos trouxeram, o motociclista sessentão se faz passar por jovem, metido no capacete espetacular e na roupa de couro com tachas de metal.
       É natural que se tenha medo de envelhecer, de adoecer, de definhar, de morrer. Mas não é natural que reajamos à lei da natureza com tamanha carga de artifícios. Diziam os antigos gregos que uma forma sábia de vida está na permanente preparação para a morte, pois só assim se valoriza de fato o presente que se vive. Pode-se perguntar se, vivendo nesta ilusão da eterna juventude, os homens não estão se esquecendo de experimentar a plenitude própria de cada momento de sua existência, a dinâmica natural de sua vida interior.

(Bráulio Canuto)
 Está clara, correta e coerente a redação da seguinte frase: 
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Q2244971 Português
A eterna juventude

    Conforme a lenda, haveria em algum lugar a Fonte da Juventude, cujas águas garantiriam pleno rejuvenescimento a quem delas bebesse. A tal fonte nunca foi encontrada, mas os homens estão dando um jeito de promover a expansão dos anos de “juventude” para limites jamais vistos. A adolescência começa mais cedo – veja-se o comportamento de “mocinhos” e “mocinhas” de dez ou onze anos – e promete não terminar nunca. Num comercial de TV, uma vovó fala com desenvoltura a gíria de um surfista. As academias e as clínicas de cirurgia plástica nunca fizeram tanto sucesso. Muitos velhos fazem questão de se proclamar jovens, e uma tintura de cabelo é indicada aos homens encanecidos como um meio de fazer voltar a “cor natural”.
        Esse obsessivo culto da juventude não se explica por uma razão única, mas tem nas leis do mercado um sólido esteio. Tornou-se um produto rentável, que se multiplica incalculavelmente e vai da moda à indústria química, dos hábitos de consumo à cultura de entretenimento, dos salões de beleza à lipoaspiração, das editoras às farmácias. Resulta daí uma espécie de código comportamental, uma ética subliminar, um jeito novo de viver. O mercado, sempre oportunista, torna-se extraordinariamente amplo, quando os consumidores das mais diferentes idades são abrangidos pelo denominador comum do “ser jovem”. A juventude não é mais uma fase da vida: é um tempo que se imagina poder prolongar indefinidamente.
       São várias as conseqüências dessa idolatria: a decantada “experiência dos mais velhos” vai para o baú de inutilidades, os que se recusam a aderir ao padrão triunfante da mocidade são estigmatizados e excluídos, a velhice se torna sinônimo de improdutividade e objeto de caricatura. Prefere-se a máscara grotesca do botox às rugas que os anos trouxeram, o motociclista sessentão se faz passar por jovem, metido no capacete espetacular e na roupa de couro com tachas de metal.
       É natural que se tenha medo de envelhecer, de adoecer, de definhar, de morrer. Mas não é natural que reajamos à lei da natureza com tamanha carga de artifícios. Diziam os antigos gregos que uma forma sábia de vida está na permanente preparação para a morte, pois só assim se valoriza de fato o presente que se vive. Pode-se perguntar se, vivendo nesta ilusão da eterna juventude, os homens não estão se esquecendo de experimentar a plenitude própria de cada momento de sua existência, a dinâmica natural de sua vida interior.

(Bráulio Canuto)
A construção que admite transposição para a voz passiva é:
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Q2244967 Português
A eterna juventude

    Conforme a lenda, haveria em algum lugar a Fonte da Juventude, cujas águas garantiriam pleno rejuvenescimento a quem delas bebesse. A tal fonte nunca foi encontrada, mas os homens estão dando um jeito de promover a expansão dos anos de “juventude” para limites jamais vistos. A adolescência começa mais cedo – veja-se o comportamento de “mocinhos” e “mocinhas” de dez ou onze anos – e promete não terminar nunca. Num comercial de TV, uma vovó fala com desenvoltura a gíria de um surfista. As academias e as clínicas de cirurgia plástica nunca fizeram tanto sucesso. Muitos velhos fazem questão de se proclamar jovens, e uma tintura de cabelo é indicada aos homens encanecidos como um meio de fazer voltar a “cor natural”.
        Esse obsessivo culto da juventude não se explica por uma razão única, mas tem nas leis do mercado um sólido esteio. Tornou-se um produto rentável, que se multiplica incalculavelmente e vai da moda à indústria química, dos hábitos de consumo à cultura de entretenimento, dos salões de beleza à lipoaspiração, das editoras às farmácias. Resulta daí uma espécie de código comportamental, uma ética subliminar, um jeito novo de viver. O mercado, sempre oportunista, torna-se extraordinariamente amplo, quando os consumidores das mais diferentes idades são abrangidos pelo denominador comum do “ser jovem”. A juventude não é mais uma fase da vida: é um tempo que se imagina poder prolongar indefinidamente.
       São várias as conseqüências dessa idolatria: a decantada “experiência dos mais velhos” vai para o baú de inutilidades, os que se recusam a aderir ao padrão triunfante da mocidade são estigmatizados e excluídos, a velhice se torna sinônimo de improdutividade e objeto de caricatura. Prefere-se a máscara grotesca do botox às rugas que os anos trouxeram, o motociclista sessentão se faz passar por jovem, metido no capacete espetacular e na roupa de couro com tachas de metal.
       É natural que se tenha medo de envelhecer, de adoecer, de definhar, de morrer. Mas não é natural que reajamos à lei da natureza com tamanha carga de artifícios. Diziam os antigos gregos que uma forma sábia de vida está na permanente preparação para a morte, pois só assim se valoriza de fato o presente que se vive. Pode-se perguntar se, vivendo nesta ilusão da eterna juventude, os homens não estão se esquecendo de experimentar a plenitude própria de cada momento de sua existência, a dinâmica natural de sua vida interior.

(Bráulio Canuto)
Considere as seguintes afirmações:

I. A convicção dos antigos gregos, segundo o autor do texto, era a de que os anos da velhice constituiriam a fase mais proveitosa da vida.
II. O culto da juventude acaba impedindo que muitos velhos tirem melhor proveito dos atributos naturais de sua idade e de sua experiência de vida.
III. O autor do texto revela algum otimismo quando se refere a uma ética subliminar e a um jeito novo de viver.

Em relação ao texto, está correto o que se afirma APENAS em
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Q100127 Direito Administrativo
No que diz respeito às penas disciplinares, considere a prescrição da ação disciplinar, quanto: I. à advertência; II. à suspensão; e III. à infração punível com cassação de aposentadoria. Nesses casos, a prescrição da ação disciplinar ocorrerá, respectivamente, em
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Q100126 Direito Administrativo
No que se refere ao processo administrativo, analise:

 I. O prazo para conclusão da sindicância não excederá 30 (trinta) dias, podendo ser prorrogado por igual período, a critério da autoridade superior.
II. Ainda que o fato narrado não configure evidente infração disciplinar ou ilícito penal, a denúncia não
pode ser arquivada tendo em vista a supremacia do interesse público sobre o particular.
III. As denúncias sobre irregularidades serão objeto de apuração, desde que contenham a identificação e
o endereço do denunciante e sejam formuladas por escrito, confirmada a autenticidade.
IV. Em razão da independência dos procedimentos e do rito processual específico, a sindicância não
poderá resultar na instauração de processo disciplinar.

Nesses casos, é correto SOMENTE o que se afirma em

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Q100125 Direito Administrativo
Em matéria de acumulação remunerada de cargos públicos, é certo que o servidor público federal
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Q100124 Direito Administrativo
A responsabilidade administrativa do servidor público
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Q100123 Direito Administrativo
Perseu, servidor público, submetido a processo administrativo sofreu penalidade que seria considerada inadequada. Além disso, Perseu sendo portador de doença mental teve declarada sua incapacidade mental. Nesse caso, a revisão do processo administrativo
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Q100122 Mecânica de Autos
Na embalagem de determinado lubrificante de motor aparece a norma API-SJ, que representa a classificação quanto
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Q100121 Mecânica de Autos
O reservatório de expansão do sistema de arrefecimento apresenta borbulhamento e vazamentos durante o funcionamento do motor. Isto indica um provável problema de
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Q100120 Mecânica de Autos
Um veículo de cinco marchas com motor dianteiro longitudinal e tração traseira apresenta ruídos de batidas internas na caixa do diferencial, ao sair e quando troca de marcha em movimento. O provável problema é
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Q100119 Mecânica de Autos
Um veículo que tem seu catalisador parcialmente obstruído poderá apresentar
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Q100118 Mecânica de Autos
O provável defeito que faz com que a rotação de marcha lenta de um veículo equipado com injeção eletrônica se altere quando o pedal de freio é acionado é
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Q100117 Noções de Primeiros Socorros
Ao atender as vítimas de uma colisão entre dois carros, a pessoa que socorre deverá soltar o cinto de segurança, sem movimentar o corpo delas, se

I. o cinto de segurança estiver dificultando a respiração.
II. as vítimas queixarem-se de dor no corpo todo.
III. o cinto de segurança estiver dificultando a movimentação.
IV. as vítimas queixarem-se de formigamento nos braços e pernas.

Está correto o que se afirma em

Alternativas
Respostas
741: A
742: E
743: C
744: D
745: C
746: A
747: A
748: B
749: C
750: D
751: B
752: E
753: C
754: A
755: E
756: B
757: A
758: C
759: D
760: A