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Q3543960 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A descrição de uma espécie nova ocorre após a conclusão de que uma amostra de indivíduos não pode ser considerada como pertencente a uma espécie já conhecida. No processo de descrição taxonômica, são apresentados argumentos para o reconhecimento do novo táxon, seguem as práticas para a preservação segura dos representantes da nova espécie e os princípios nomenclaturais da taxonomia zoológica. Sobre os princípios taxonômicos seguidos e práticas para sua correta aplicação, pode-se afirmar: 
Alternativas
Q3543959 Zoologia
Os conceitos de espécies e de agrupamentos supraespecíficos são discutidos há séculos, refletindo as visões da comunidade zoológica sobre a natureza desses táxons na teoria e prática. Sobre a delimitação de táxons e os conceitos disponíveis na literatura, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3543958 Zoologia
O Código Internacional de Nomenclatura Zoológica estabelece regras para o uso de nomes taxonômicos que prezem pela precisão de sua aplicação, evitando ambiguidades. Sobre as regras que contribuem para a aplicação do princípio da prioridade, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3543957 Engenharia Agronômica (Agronomia)
Leia o texto a seguir sobre as conclusões de uma pesquisa em taxonômica sobre um grupo de insetos:

     “All species of the families Cicadellidae, Eurymelidae and Membracidae described from Australia are listed, together with details of the primary type (type locality, type depository, collection details), known distribution and known hosts. Where appropriate, notes are given on nomenclature, biology and economic significance. Lectotypes are designated for Eurinoscopus sontiates Kirkaldy (Iassinae), Eutettix selbyi Evans (Deltocephalinae) and Empoasca australis Froggatt (Typhlocybinae). Idioscopus niveosparsus (Lethierry) (Idiocerinae) is recorded from Torres Strait islands, the first Australian records of this species. Ipoides brunomaculatus Evans (Eurymelidae: Ipoini) is recorded from Australia for the first time. The following nomenclatural changes are made. Batracomorphus pallas Knight is synonymised with Batracomorphus sontiates (Kirkaldy). Bythoscopus testaceus Walker is synonymised with Krisna kirbyi (Kirkaldy). Limotettix condylus Knight is synonymised with Limotettix pullatus (Evans).”

Day, M.F. & Fletcher, M.J. (1994) An annotated catalogue of the Australian Cicadelloidea (Hemiptera : Auchenorrhyncha). Invertebrate Systematics 8, 1117–1288.

É correto afirmar sobre a passagem apresentada que 
Alternativas
Q3543956 Engenharia Agronômica (Agronomia)
O grande clado de insetos alados é denominado Pterygota. Sobre os membros desse táxon, é correto afirmar: 
Alternativas
Q3543955 Engenharia Agronômica (Agronomia)
A urbanização e outras alterações dos ambientes naturais por ação humana têm impactos sobre a diversidade de insetos. Sobre as alterações antrópicas de habitats naturais, é correto afirmar:
Alternativas
Q3543954 Museologia
Assinale a alternativa correta considerando os caminhos disponíveis para a identificação taxonômica de insetos. 
Alternativas
Q3543953 Zoologia
O princípio da tipificação é fundamental para que estabilidade nomenclatural seja alcançada na prática taxonômica. Considerando a normatização pelo Código Internacional de Nomenclatura Zoológica, foram feitas as seguintes afirmações:

( ) Quando a descrição de uma espécie foi realizada com a designação de uma série de tipos, sem discriminação entre eles na publicação original, esses exemplares são considerados como síntipos.
( ) Um tipo designado para um táxon do grupo de espécie pode ser considerado também tipo de um táxon do grupo de família.
( ) Um holótipo, um neótipo e um lectótipo, individualmente, têm a mesma função: a de fixar a aplicação de um nome específico ou subespecífico.
( ) Um exemplar de uma série sintípica pode ser selecionado, posteriormente à descrição da espécie da qual faz parte, e designado como lectótipo. Neste caso, os demais exemplares passam a ser considerados sublectótipos.

Verifique se cada afirmação é verdadeira (V) ou falsa (F) e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta. 
Alternativas
Q3543920 Museologia
Leia o trecho a seguir:

     “No entanto, percebemos as obras de arte como uma categoria especial de documento. Diferentes dos objetos históricos, que são criados inicialmente para uma função utilitária e quando investidos de valor simbólico são afastados desta função original para se tornarem documento, podemos considerar que as obras de arte nascem como objetos estéticos. O objeto de arte é criado a fim de possibilitar a experiência estética, e essa função é mantida no ambiente do museu. Uma obra de arte no contexto museológico não passa a ser somente um objeto histórico ou um documento, mas continua sendo apresentada e fruída pelo público como objeto estético. Desta forma, o objeto artístico musealizado sobrepõe duas dimensões: a estética e a documental.”

SILVA, Mariana Estellita Lins. A documentação museológica e os novos paradigmas da arte contemporânea. Museologia & Interdisciplinaridade, Brasília, v. 3, n. 5, 2014.

Neste excerto a autora, Mariana Estellita, apresenta as relações entre obras de arte, documentos e coleções museológicas. De acordo com a autora, é correto afirmar: 
Alternativas
Q3543919 Museologia
Leia o trecho a seguir:

   “Aqui há uma inversão do que poderíamos chamar obra de arte. Tradicionalmente, ela estava relacionada ao espaço e à materialidade; a delimitação física de um objeto fazia a separação da arte e da realidade. Para a estética relacional, essa relação é substituída, e a delimitação da obra de arte passa a ser uma duração momentânea. O que se considera obra não é mais o espaço físico a ser percorrido (mesmo que em alguns casos apenas com os olhos), mas se torna um tempo a ser vivenciado. Para o autor “[...] Já não se pode considerar a obra contemporânea como um espaço a ser percorrido [...]. Agora ela se apresenta como uma duração a ser experimentada, como uma abertura para a discussão ilimitada” (BOURRIAUD, 2009a, p. 20-21).
    Esse tipo de linguagem, frequente na arte contemporânea, depende do trabalho da documentação para existir, ainda que somente enquanto memória ou informação de uma obra definitivamente acabada.
   No entanto, quando a arte contemporânea desloca a lógica de produção e compreensão da obra de arte e se desvincula da materialidade, ela produz um impacto na documentação museológica, que está estruturada sobre uma lógica moderna, hierárquica e linear. É precisamente esta diferença entre a lógica moderna da documentação - que trabalha a noção de documento e de obra de arte a partir da materialidade do suporte - e a nova concepção de obra trazida pela arte contemporânea, que provoca uma desarticulação estrutural que pode dificultar o acesso à informação. Com relação às obras tradicionais, cujo processo de comunicação se dá através da contemplação visual, o sistema de documentação e recuperação da informação é funcional e está adequado a esta tipologia de acervo. No caso das obras de arte contemporânea, há demandas por novas estratégias de documentação museológica que viabilizem a permanência destas linguagens independente de sua materialidade.”

SILVA, Mariana Estellita Lins. A documentação museológica e os novos paradigmas da arte contemporânea. Museologia & Interdisciplinaridade, Brasília, v. 3, n. 5, 2014. 

Considerando as reflexões sobre acervo, documentação e arte contemporânea nos excertos do texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3543918 Museologia
TEXTO PARA A QUESTÃO


   “Aqui pretende-se estabelecer um cruzamento entre os seis instrumentos da documentação museológica, a saber: livro tombo, arrolamento/inventário, identificação e marcação do objeto e ficha de catalogação e sistemas de informatização com as quatro práticas da cultura digital: informacional, comunicacional, relacional e curatorial, com o intuito de identificar possibilidades de atualização dos procedimentos com o conceito de cada prática. Para tanto, elaboramos o quadro 01 com o objetivo de apresentar em perspectiva os diálogos possíveis para estimular os profissionais e pesquisadores do campo museológico, mais especificamente, aqueles interessados e comprometidos com o desenvolvimento da documentação museológica e gestão de acervos no que tange aos aspectos socioculturais, o uso das tecnologias digitais e a web.” 




A transformação da documentação
museológica pela perspectiva da cultura digital. Renata
Cardozo Padilha. MUSEOLOGIA & INTERDISCIPLINARIDADE Vol.
11, nº Especial, ago 2022.
Considerando as informações relacionais contidas no Quadro 01, pode-se afirmar: 
Alternativas
Q3543917 Museologia
TEXTO PARA A QUESTÃO


   “Aqui pretende-se estabelecer um cruzamento entre os seis instrumentos da documentação museológica, a saber: livro tombo, arrolamento/inventário, identificação e marcação do objeto e ficha de catalogação e sistemas de informatização com as quatro práticas da cultura digital: informacional, comunicacional, relacional e curatorial, com o intuito de identificar possibilidades de atualização dos procedimentos com o conceito de cada prática. Para tanto, elaboramos o quadro 01 com o objetivo de apresentar em perspectiva os diálogos possíveis para estimular os profissionais e pesquisadores do campo museológico, mais especificamente, aqueles interessados e comprometidos com o desenvolvimento da documentação museológica e gestão de acervos no que tange aos aspectos socioculturais, o uso das tecnologias digitais e a web.” 




A transformação da documentação
museológica pela perspectiva da cultura digital. Renata
Cardozo Padilha. MUSEOLOGIA & INTERDISCIPLINARIDADE Vol.
11, nº Especial, ago 2022.
Assinale a alternativa que indica corretamente quais são os seis instrumentos do processo da documentação museológica. 
Alternativas
Q3543916 Museologia
TEXTO PARA A QUESTÃO


   “A documentação museológica se estrutura a partir do conceito de documento. Ao contrário de Jesse Shera e Louis Shores que restringem esta noção aos registros gráficos e textuais produzidos intencionalmente com tal finalidade, utilizaremos a definição de Paul Otlet (Smit, 2008), que considera que um objeto também pode ser um documento, na medida em que é deslocado de sua função ordinária e é colocado em uma coleção museológica por ser considerado um testemunho de um tempo e lugar. Desta forma, mesmo que não tenha sido produzido com este propósito, um objeto pode desempenhar a função de documento. Briet trabalha o conceito de documento vinculado à existência de uma evidência material. A autora sintetiza três aspectos estruturantes para a caracterização de um documento:


(1) A materialidade: a noção de documento se aplica apenas a sinais físicos;

(2) A intencionalidade: pretende- se que o objeto seja tratado como evidência;

(3) O processamento: os objetos devem ter sido processados, ou seja, devem ter sido tornados documentos (BRIET apud LOUREIRO, 2008, p. 105).


   Diante desta perspectiva, podemos observar que a materialidade é condição fundamental para a existência de um documento. É a partir do suporte material que são desdobrados os potenciais simbólicos e informacionais de um objeto.”


SILVA, Mariana Estellita Lins. A documentação museológica e os novos
paradigmas da arte contemporânea. Museologia & Interdisciplinaridade,
Brasília, v. 3, n. 5, 2014. 
Briet, que considera que objetos podem ser considerados como documentos, trabalha o conceito de documento vinculado à existência de uma evidência material. A autora sintetiza três aspectos estruturantes para a caracterização de um documento. São eles: 
Alternativas
Q3543915 Museologia
TEXTO PARA A QUESTÃO


   “A documentação museológica se estrutura a partir do conceito de documento. Ao contrário de Jesse Shera e Louis Shores que restringem esta noção aos registros gráficos e textuais produzidos intencionalmente com tal finalidade, utilizaremos a definição de Paul Otlet (Smit, 2008), que considera que um objeto também pode ser um documento, na medida em que é deslocado de sua função ordinária e é colocado em uma coleção museológica por ser considerado um testemunho de um tempo e lugar. Desta forma, mesmo que não tenha sido produzido com este propósito, um objeto pode desempenhar a função de documento. Briet trabalha o conceito de documento vinculado à existência de uma evidência material. A autora sintetiza três aspectos estruturantes para a caracterização de um documento:


(1) A materialidade: a noção de documento se aplica apenas a sinais físicos;

(2) A intencionalidade: pretende- se que o objeto seja tratado como evidência;

(3) O processamento: os objetos devem ter sido processados, ou seja, devem ter sido tornados documentos (BRIET apud LOUREIRO, 2008, p. 105).


   Diante desta perspectiva, podemos observar que a materialidade é condição fundamental para a existência de um documento. É a partir do suporte material que são desdobrados os potenciais simbólicos e informacionais de um objeto.”


SILVA, Mariana Estellita Lins. A documentação museológica e os novos
paradigmas da arte contemporânea. Museologia & Interdisciplinaridade,
Brasília, v. 3, n. 5, 2014. 
De acordo com o texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3543914 Museologia
TEXTO PARA A QUESTÃO


   “Documentar é um ato de informação e conformação porque é um ato de atribuição de valor. Só há documento porque há a intenção de informar, de produzir conhecimento sobre um determinado conjunto de bens culturais. Nesse sentido, os documentos produzidos ao longo da atividade de documentação museológica são instauradores do próprio processo de musealização. Musealizar, portanto, também é um ato de informação. Nas palavras dos autores, “[...] estas instituições, ao criarem um corpus documental em papel, criam um corpus patrimonial, na medida em que dão origem a objetos patrimoniais que se tornam documentos históricos, artísticos.” (GRIGOLETO; MARAÑON, 2009: 06)”


Museologia & Interdisciplinaridade. vol. 11, Especial. Dossiê: Perspectivas de
Documentação Museológica: Competências, Formações, Experiências e
Reflexões. Brasília: Unb, 2022. 
Segundo o texto, documentar é atribuir valor. Dessa forma, podemos afirmar que o sentido de “atribuir valor” que mais se aproxima da ideia dos autores seria: 
Alternativas
Q3543913 Português
TEXTO PARA A QUESTÃO


   “Documentar é um ato de informação e conformação porque é um ato de atribuição de valor. Só há documento porque há a intenção de informar, de produzir conhecimento sobre um determinado conjunto de bens culturais. Nesse sentido, os documentos produzidos ao longo da atividade de documentação museológica são instauradores do próprio processo de musealização. Musealizar, portanto, também é um ato de informação. Nas palavras dos autores, “[...] estas instituições, ao criarem um corpus documental em papel, criam um corpus patrimonial, na medida em que dão origem a objetos patrimoniais que se tornam documentos históricos, artísticos.” (GRIGOLETO; MARAÑON, 2009: 06)”


Museologia & Interdisciplinaridade. vol. 11, Especial. Dossiê: Perspectivas de
Documentação Museológica: Competências, Formações, Experiências e
Reflexões. Brasília: Unb, 2022. 
Considerando a frase inicial da citação apresentada, podemos considerar como sinônimo da palavra “conformação”, de acordo com o empregado no texto: 
Alternativas
Q3543912 Museologia
TEXTO PARA A QUESTÃO


   “Portanto, o objeto museológico possui caráter dual, que diz respeito às suas características intrínsecas (físicas) e extrínsecas (que ultrapassam a materialidade do objeto em si). Isto torna a pesquisa extremamente necessária para a recuperação e o processamento técnico das informações sobre o acervo e é determinante para o estabelecimento dos critérios de crescimento das coleções. Somente por meio da pesquisa é que se torna possível explorar exaustivamente os diferentes aspectos dos objetos, proporcionando a produção e a difusão de conhecimento a partir deles e com eles. Isso impede a fragmentação do seu sentido e o consequente esvaziamento de seu valor de memória.

  O reflexo direto da dualidade objetual é a necessidade de o mesmo ser referenciado peça a peça nos instrumentos de documentação museológica. Ou seja, cada peça deve ter seu próprio registro e sua numeração individual. Em outras palavras, cada objeto museológico deve ser considerado único, pois sua origem (ou sua fonte) e procedência são geralmente diversas.”


Associação Cultural de Amigos do Museu da Casa de Portinari
(Brodowski,SP) Documentação e conservação de acervos museológicos:
diretrizes/ACAM Portinari:[orientação]Governo de Estado de São
Paulo;textos Angelica Fabri.[et al.]; revisão de texto Josias A.Silva –
Brodowski: Associação Cultural de Amigos do Museu Casa de Portinari; São
Paulo: Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, 2010 
Assinale a alternativa que apresenta o procedimento que permite explorar os diferentes aspectos dos objetos. 
Alternativas
Q3543911 Museologia
TEXTO PARA A QUESTÃO


   “Portanto, o objeto museológico possui caráter dual, que diz respeito às suas características intrínsecas (físicas) e extrínsecas (que ultrapassam a materialidade do objeto em si). Isto torna a pesquisa extremamente necessária para a recuperação e o processamento técnico das informações sobre o acervo e é determinante para o estabelecimento dos critérios de crescimento das coleções. Somente por meio da pesquisa é que se torna possível explorar exaustivamente os diferentes aspectos dos objetos, proporcionando a produção e a difusão de conhecimento a partir deles e com eles. Isso impede a fragmentação do seu sentido e o consequente esvaziamento de seu valor de memória.

  O reflexo direto da dualidade objetual é a necessidade de o mesmo ser referenciado peça a peça nos instrumentos de documentação museológica. Ou seja, cada peça deve ter seu próprio registro e sua numeração individual. Em outras palavras, cada objeto museológico deve ser considerado único, pois sua origem (ou sua fonte) e procedência são geralmente diversas.”


Associação Cultural de Amigos do Museu da Casa de Portinari
(Brodowski,SP) Documentação e conservação de acervos museológicos:
diretrizes/ACAM Portinari:[orientação]Governo de Estado de São
Paulo;textos Angelica Fabri.[et al.]; revisão de texto Josias A.Silva –
Brodowski: Associação Cultural de Amigos do Museu Casa de Portinari; São
Paulo: Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, 2010 
Assinale a alternativa que contemple corretamente as ideias contidas no texto. 
Alternativas
Q3543910 Museologia
TEXTO PARA A QUESTÃO


   “Portanto, o objeto museológico possui caráter dual, que diz respeito às suas características intrínsecas (físicas) e extrínsecas (que ultrapassam a materialidade do objeto em si). Isto torna a pesquisa extremamente necessária para a recuperação e o processamento técnico das informações sobre o acervo e é determinante para o estabelecimento dos critérios de crescimento das coleções. Somente por meio da pesquisa é que se torna possível explorar exaustivamente os diferentes aspectos dos objetos, proporcionando a produção e a difusão de conhecimento a partir deles e com eles. Isso impede a fragmentação do seu sentido e o consequente esvaziamento de seu valor de memória.

  O reflexo direto da dualidade objetual é a necessidade de o mesmo ser referenciado peça a peça nos instrumentos de documentação museológica. Ou seja, cada peça deve ter seu próprio registro e sua numeração individual. Em outras palavras, cada objeto museológico deve ser considerado único, pois sua origem (ou sua fonte) e procedência são geralmente diversas.”


Associação Cultural de Amigos do Museu da Casa de Portinari
(Brodowski,SP) Documentação e conservação de acervos museológicos:
diretrizes/ACAM Portinari:[orientação]Governo de Estado de São
Paulo;textos Angelica Fabri.[et al.]; revisão de texto Josias A.Silva –
Brodowski: Associação Cultural de Amigos do Museu Casa de Portinari; São
Paulo: Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, 2010 
No texto, Juliana Monteiro afirma que o objeto museológico tem um caráter dual, pode-se dizer que a razão deste caráter deve: 
Alternativas
Q3543909 Museologia
TEXTO PARA A QUESTÃO


O Apagamento dos Índios da América do Norte: A Cegueira do Colonialismo Baseado em Texto.


    “É claro que tem havido esforços sérios por parte de bibliotecários, catalogadores, arquivistas, classificacionistas e curadores para corrigir a flagrante ausência de vozes marginalizadas em todos os tipos de catálogos. Algumas delas passaram por apelos à mudança de práticas padrão, à adoção de novos termos, à criação de novas classes e ao investimento na ligação de tecnologias. Acadêmicos e profissionais identificaram maneiras comuns pelas quais os trabalhos de, para e sobre povos marginalizados são repetidamente segregados e “guetizados” por meio de catalogação institucional e práticas de classificação. Mais comumente, essas práticas consistem em (1) nomear erroneamente ou usar termos centrados no Ocidente para descrever fenômenos indígenas; (2) usar partes para descrever fenômenos mais holísticos, ou a redução, remoção e desvinculação de uma parte de um sistema de conhecimento de uma ontologia maior; (3) ênfase na periodização nacionalista moderna, incluindo a noção de que a história tal como é escrita pelos colonizadores não pode ser alterada; e (4) ênfase na proibição de alterações em práticas que perturbariam a eficiência do esquema padronizado existente. O efeito global é a subjugação contínua dos sistemas de conhecimento nativos em favor de um sistema ocidental moderno e centralizado de conhecimento, ao qual todas as outras ontologias que tenham o potencial para descrever o mundo devem aderir.”


(Tradução livre). Duarte, Marisa Elena, and Miranda Belarde-Lewis.
"Imagining: Creating spaces for indigenous ontologies."Cataloging &
Classification Quarterly 53, no. 5-6 (2015): 677-702
O texto “O Apagamento dos Índios da América do Norte: A Cegueira do Colonialismo Baseado em Texto” apresenta as seguintes formas de segregacionismo nas atividades de documentação e catalogação, nas instituições: 
Alternativas
Respostas
1041: E
1042: A
1043: C
1044: A
1045: B
1046: D
1047: D
1048: C
1049: C
1050: C
1051: D
1052: E
1053: C
1054: B
1055: D
1056: E
1057: E
1058: C
1059: D
1060: C