Questões de Concurso Para auxiliar de desenvolvimento

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Q4284287 Não definido
De fato, ________ pessoas que dizem que melhores dias ________ de vir, mas como é difícil acreditar!
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à concordância, assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.
Alternativas
Q4284286 Não definido
Tenho muita sorte, minha cidade é conhecida pelos espaços ______________ e pela ausência de ____________.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à acentuação, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
Alternativas
Q4284285 Não definido

Leia o texto abaixo para responder à questão.

 

Perplexidade

A criança estava perplexa. Tinha os olhos maiores e mais brilhantes do que nos outros dias, e um risquinho novo, vertical, entre as sobrancelhas breves. “Não entendo”, disse.

Em frente da televisão, os pais. Olhar para a pequena tela era a maneira de olharem um para o outro. Mas nessa noite, nem isso. Ela fazia tricô, ele tinha o jornal aberto. Mas tricô e jornal eram “álibis”. Nessa noite recusavam mesmo a tela onde os seus olhares se confundiam. A menina, porém, ainda não tinha idade para fingimentos tão adultos e sutis, e, sentada no chão, olhava de frente, com toda a sua alma. E então o olhar grande, a rugazinha e aquilo de não entender. “Não entendo”, repetiu.

“O que é que não entende?” disse a mãe por dizer, no fim da carreira, aproveitando a deixa para rasgar o silêncio ruidoso em que alguém espancava alguém com requintes de malvadez.

“Isto, por exemplo”.

“Isto o quê?”

“Sei lá. A vida”, disse a criança com seriedade.

O pai dobrou o jornal, quis saber qual era o problema que preocupava tanto a filha de oito anos, tão subitamente. Como de costume preparava-se para lhe explicar todos os problemas, os de aritmética e os outros.

“Tudo o que nos dizem para não fazermos é mentira”.

“Não entendo”.

“Ora, tanta coisa. Tudo. Tenho pensado muito e … Dizem-nos para não matar, para não bater. Até não beber álcool, porque faz mal. E depois a televisão … Nos filmes, nos anúncios … Como é a vida, afinal?”

A mãe largou o tricô e engoliu em seco. O pai respirou fundo como quem se prepara para uma corrida difícil.

“Ora vejamos”, disse ele olhando para o teto em busca de inspiração. “A vida ...

Mas não era tão fácil como isso falar do desrespeito, do desamor, do absurdo que ele aceitara como normal e que a filha, aos oito anos, recusava.

“A vida ...”, repetiu.

(Maria Judite de Carvalho. Adaptado).

Analise a frase abaixo para responder à questão.
A menina, “porém”, ainda não tinha idade para fingimentos tão adultos e sutis.
Assinale a alternativa em que o termo destacado desempenha o mesmo papel coesivo que a palavra “porém” na frase acima.
Alternativas
Q4284284 Não definido

Leia o texto abaixo para responder à questão.

 

Perplexidade

A criança estava perplexa. Tinha os olhos maiores e mais brilhantes do que nos outros dias, e um risquinho novo, vertical, entre as sobrancelhas breves. “Não entendo”, disse.

Em frente da televisão, os pais. Olhar para a pequena tela era a maneira de olharem um para o outro. Mas nessa noite, nem isso. Ela fazia tricô, ele tinha o jornal aberto. Mas tricô e jornal eram “álibis”. Nessa noite recusavam mesmo a tela onde os seus olhares se confundiam. A menina, porém, ainda não tinha idade para fingimentos tão adultos e sutis, e, sentada no chão, olhava de frente, com toda a sua alma. E então o olhar grande, a rugazinha e aquilo de não entender. “Não entendo”, repetiu.

“O que é que não entende?” disse a mãe por dizer, no fim da carreira, aproveitando a deixa para rasgar o silêncio ruidoso em que alguém espancava alguém com requintes de malvadez.

“Isto, por exemplo”.

“Isto o quê?”

“Sei lá. A vida”, disse a criança com seriedade.

O pai dobrou o jornal, quis saber qual era o problema que preocupava tanto a filha de oito anos, tão subitamente. Como de costume preparava-se para lhe explicar todos os problemas, os de aritmética e os outros.

“Tudo o que nos dizem para não fazermos é mentira”.

“Não entendo”.

“Ora, tanta coisa. Tudo. Tenho pensado muito e … Dizem-nos para não matar, para não bater. Até não beber álcool, porque faz mal. E depois a televisão … Nos filmes, nos anúncios … Como é a vida, afinal?”

A mãe largou o tricô e engoliu em seco. O pai respirou fundo como quem se prepara para uma corrida difícil.

“Ora vejamos”, disse ele olhando para o teto em busca de inspiração. “A vida ...

Mas não era tão fácil como isso falar do desrespeito, do desamor, do absurdo que ele aceitara como normal e que a filha, aos oito anos, recusava.

“A vida ...”, repetiu.

(Maria Judite de Carvalho. Adaptado).

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto às classes de palavras, assinale a alternativa em que os termos destacados constituem uma locução adverbial. 
Alternativas
Q4284283 Não definido

Leia o texto abaixo para responder à questão.

 

Perplexidade

A criança estava perplexa. Tinha os olhos maiores e mais brilhantes do que nos outros dias, e um risquinho novo, vertical, entre as sobrancelhas breves. “Não entendo”, disse.

Em frente da televisão, os pais. Olhar para a pequena tela era a maneira de olharem um para o outro. Mas nessa noite, nem isso. Ela fazia tricô, ele tinha o jornal aberto. Mas tricô e jornal eram “álibis”. Nessa noite recusavam mesmo a tela onde os seus olhares se confundiam. A menina, porém, ainda não tinha idade para fingimentos tão adultos e sutis, e, sentada no chão, olhava de frente, com toda a sua alma. E então o olhar grande, a rugazinha e aquilo de não entender. “Não entendo”, repetiu.

“O que é que não entende?” disse a mãe por dizer, no fim da carreira, aproveitando a deixa para rasgar o silêncio ruidoso em que alguém espancava alguém com requintes de malvadez.

“Isto, por exemplo”.

“Isto o quê?”

“Sei lá. A vida”, disse a criança com seriedade.

O pai dobrou o jornal, quis saber qual era o problema que preocupava tanto a filha de oito anos, tão subitamente. Como de costume preparava-se para lhe explicar todos os problemas, os de aritmética e os outros.

“Tudo o que nos dizem para não fazermos é mentira”.

“Não entendo”.

“Ora, tanta coisa. Tudo. Tenho pensado muito e … Dizem-nos para não matar, para não bater. Até não beber álcool, porque faz mal. E depois a televisão … Nos filmes, nos anúncios … Como é a vida, afinal?”

A mãe largou o tricô e engoliu em seco. O pai respirou fundo como quem se prepara para uma corrida difícil.

“Ora vejamos”, disse ele olhando para o teto em busca de inspiração. “A vida ...

Mas não era tão fácil como isso falar do desrespeito, do desamor, do absurdo que ele aceitara como normal e que a filha, aos oito anos, recusava.

“A vida ...”, repetiu.

(Maria Judite de Carvalho. Adaptado).

Analise a frase abaixo.
“Nessa noite, recusavam ‘a tela onde os seus olhares se confundiam’”.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à colocação e ao uso dos pronomes, assinale a alternativa em que a expressão destacada é corretamente substituída por um pronome pessoal. 
Alternativas
Q4284282 Não definido

Leia o texto abaixo para responder à questão.

 

Perplexidade

A criança estava perplexa. Tinha os olhos maiores e mais brilhantes do que nos outros dias, e um risquinho novo, vertical, entre as sobrancelhas breves. “Não entendo”, disse.

Em frente da televisão, os pais. Olhar para a pequena tela era a maneira de olharem um para o outro. Mas nessa noite, nem isso. Ela fazia tricô, ele tinha o jornal aberto. Mas tricô e jornal eram “álibis”. Nessa noite recusavam mesmo a tela onde os seus olhares se confundiam. A menina, porém, ainda não tinha idade para fingimentos tão adultos e sutis, e, sentada no chão, olhava de frente, com toda a sua alma. E então o olhar grande, a rugazinha e aquilo de não entender. “Não entendo”, repetiu.

“O que é que não entende?” disse a mãe por dizer, no fim da carreira, aproveitando a deixa para rasgar o silêncio ruidoso em que alguém espancava alguém com requintes de malvadez.

“Isto, por exemplo”.

“Isto o quê?”

“Sei lá. A vida”, disse a criança com seriedade.

O pai dobrou o jornal, quis saber qual era o problema que preocupava tanto a filha de oito anos, tão subitamente. Como de costume preparava-se para lhe explicar todos os problemas, os de aritmética e os outros.

“Tudo o que nos dizem para não fazermos é mentira”.

“Não entendo”.

“Ora, tanta coisa. Tudo. Tenho pensado muito e … Dizem-nos para não matar, para não bater. Até não beber álcool, porque faz mal. E depois a televisão … Nos filmes, nos anúncios … Como é a vida, afinal?”

A mãe largou o tricô e engoliu em seco. O pai respirou fundo como quem se prepara para uma corrida difícil.

“Ora vejamos”, disse ele olhando para o teto em busca de inspiração. “A vida ...

Mas não era tão fácil como isso falar do desrespeito, do desamor, do absurdo que ele aceitara como normal e que a filha, aos oito anos, recusava.

“A vida ...”, repetiu.

(Maria Judite de Carvalho. Adaptado).

Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo da palavra “álibis”, considerando o contexto em que aparece no texto.
Alternativas
Q4284281 Não definido

Leia o texto abaixo para responder à questão.

 

Perplexidade

A criança estava perplexa. Tinha os olhos maiores e mais brilhantes do que nos outros dias, e um risquinho novo, vertical, entre as sobrancelhas breves. “Não entendo”, disse.

Em frente da televisão, os pais. Olhar para a pequena tela era a maneira de olharem um para o outro. Mas nessa noite, nem isso. Ela fazia tricô, ele tinha o jornal aberto. Mas tricô e jornal eram “álibis”. Nessa noite recusavam mesmo a tela onde os seus olhares se confundiam. A menina, porém, ainda não tinha idade para fingimentos tão adultos e sutis, e, sentada no chão, olhava de frente, com toda a sua alma. E então o olhar grande, a rugazinha e aquilo de não entender. “Não entendo”, repetiu.

“O que é que não entende?” disse a mãe por dizer, no fim da carreira, aproveitando a deixa para rasgar o silêncio ruidoso em que alguém espancava alguém com requintes de malvadez.

“Isto, por exemplo”.

“Isto o quê?”

“Sei lá. A vida”, disse a criança com seriedade.

O pai dobrou o jornal, quis saber qual era o problema que preocupava tanto a filha de oito anos, tão subitamente. Como de costume preparava-se para lhe explicar todos os problemas, os de aritmética e os outros.

“Tudo o que nos dizem para não fazermos é mentira”.

“Não entendo”.

“Ora, tanta coisa. Tudo. Tenho pensado muito e … Dizem-nos para não matar, para não bater. Até não beber álcool, porque faz mal. E depois a televisão … Nos filmes, nos anúncios … Como é a vida, afinal?”

A mãe largou o tricô e engoliu em seco. O pai respirou fundo como quem se prepara para uma corrida difícil.

“Ora vejamos”, disse ele olhando para o teto em busca de inspiração. “A vida ...

Mas não era tão fácil como isso falar do desrespeito, do desamor, do absurdo que ele aceitara como normal e que a filha, aos oito anos, recusava.

“A vida ...”, repetiu.

(Maria Judite de Carvalho. Adaptado).

Analise o trecho abaixo.
“O que é que não entende?” disse a mãe por dizer, no ‘fim da carreira’, aproveitando a deixa para rasgar o silêncio ruidoso em que alguém espancava alguém com requintes de malvadez.
Considerando a polissemia da palavra “carreira” e o contexto em que ela é utilizada no texto, a construção “fim da carreira” está sendo usada em sentido 
Alternativas
Q4284280 Não definido

Leia o texto abaixo para responder à questão.

 

Perplexidade

A criança estava perplexa. Tinha os olhos maiores e mais brilhantes do que nos outros dias, e um risquinho novo, vertical, entre as sobrancelhas breves. “Não entendo”, disse.

Em frente da televisão, os pais. Olhar para a pequena tela era a maneira de olharem um para o outro. Mas nessa noite, nem isso. Ela fazia tricô, ele tinha o jornal aberto. Mas tricô e jornal eram “álibis”. Nessa noite recusavam mesmo a tela onde os seus olhares se confundiam. A menina, porém, ainda não tinha idade para fingimentos tão adultos e sutis, e, sentada no chão, olhava de frente, com toda a sua alma. E então o olhar grande, a rugazinha e aquilo de não entender. “Não entendo”, repetiu.

“O que é que não entende?” disse a mãe por dizer, no fim da carreira, aproveitando a deixa para rasgar o silêncio ruidoso em que alguém espancava alguém com requintes de malvadez.

“Isto, por exemplo”.

“Isto o quê?”

“Sei lá. A vida”, disse a criança com seriedade.

O pai dobrou o jornal, quis saber qual era o problema que preocupava tanto a filha de oito anos, tão subitamente. Como de costume preparava-se para lhe explicar todos os problemas, os de aritmética e os outros.

“Tudo o que nos dizem para não fazermos é mentira”.

“Não entendo”.

“Ora, tanta coisa. Tudo. Tenho pensado muito e … Dizem-nos para não matar, para não bater. Até não beber álcool, porque faz mal. E depois a televisão … Nos filmes, nos anúncios … Como é a vida, afinal?”

A mãe largou o tricô e engoliu em seco. O pai respirou fundo como quem se prepara para uma corrida difícil.

“Ora vejamos”, disse ele olhando para o teto em busca de inspiração. “A vida ...

Mas não era tão fácil como isso falar do desrespeito, do desamor, do absurdo que ele aceitara como normal e que a filha, aos oito anos, recusava.

“A vida ...”, repetiu.

(Maria Judite de Carvalho. Adaptado).

De acordo com o texto, é correto afirmar que 
Alternativas
Q4264479 Não definido
A criança e o adolescente têm o direito de ser educados e cuidados sem o uso de castigo físico ou de tratamento cruel ou degradante, como formas de correção, disciplina, educação ou qualquer outro pretexto.
Para os fins desta Lei, considera-se:
a) Castigo físico: ação de natureza disciplinar ou punitiva aplicada com o uso da força física sobre a criança ou o adolescente que resulte em: sofrimento físico; ou lesão.
b) Tratamento cruel ou degradante: conduta ou forma cruel de tratamento em relação à criança ou ao adolescente que: humilhe; ou ameace gravemente; ou ridicularize.
Assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4264478 Não definido
O Art. 60 do ECA afirma que:
Alternativas
Q4264477 Não definido
Art. 54, inciso VII do ECA estabelece o atendimento no ensino fundamental, através de programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde.
a) § 1° O acesso ao ensino obrigatório e gratuito é direito público subjetivo.
b) § 2º O não oferecimento do ensino obrigatório pelo Poder Público ou sua oferta irregular importa responsabilidade da autoridade competente.
c) § 3° Compete ao poder público recensear os educandos no ensino fundamental, fazer-lhes a chamada e zelar, junto aos pais ou responsável, pela frequência à escola.
É CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4264476 Não definido
A Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014:
Alternativas
Q4264475 Não definido
O art. 6º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional estabelece que:
Alternativas
Q4264474 Não definido
O artigo 26 da Lei nº 9.394/96 estabelece que os currículos da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio devem ter base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos. (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013).
I. § 1º Os currículos a que se refere o caput devem abranger, obrigatoriamente, o estudo da língua portuguesa e da matemática, o conhecimento do mundo físico e natural e da realidade social e política, do Brasil e especialmente do exterior.
II. § 2° O ensino da arte, especialmente em suas expressões regionais, constituirá componente curricular obrigatório nos diversos níveis da educação básica, de forma a promover o desenvolvimento cultural dos alunos.
III. § 4º O ensino da História do Brasil levará em conta as contribuições das diferentes culturas e etnias para a formação do povo brasileiro, especialmente das matrizes indígena, africana e europeia.
IV. § 6° A música não deverá ser conteúdo obrigatório, mas não exclusivo, do componente curricular de que trata o §2o deste artigo.
V. § 7° Os currículos do ensino fundamental e médio devem incluir os princípios da proteção e defesa civil e a educação ambiental de forma integrada aos conteúdos obrigatórios.
É CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4264473 Não definido
Art. 1º do Decreto nº 7.611, de 17 de novembro de 2011 estabelece que o dever do Estado com a educação das pessoas público alvo da educação especial será efetivado de acordo com as seguintes diretrizes:
I. Garantia de um sistema educacional inclusivo em todos os níveis, sem discriminação e com base na igualdade de oportunidades.
II. Aprendizado ao longo de toda a vida.
III. Não exclusão do sistema educacional geral sob alegação de deficiência.
IV. Adoção de medidas de apoio individualizadas e efetivas, em ambientes que maximizem o desenvolvimento acadêmico e social, de acordo com a meta de inclusão plena.
V. Apoio técnico e financeiro pelo poder publico as instituições privadas sem fins lucrativos, especializadas e com atuação exclusiva em educação especial.
Com base no decreto acima, é CORRETO afirmar:
Alternativas
Q4264472 Não definido
Assinale a alternativa INCORRETA.
O artigo 24 da Lei nº 9.394/96 é absolutamente claro no seu teor:
Alternativas
Q4264471 Não definido
O processo de ensino Ensinar é a atividade que tem por finalidade que o outro obtenha o conhecimento. Segundo Libâneo(1994, p. 90) (1)a relação entre ensino e aprendizagem não é mecânica, não é uma simples transmissão do professor que ensina para um aluno que aprende.” Ele mesmo concluiu que é algo bem diferente disso “é uma relação recíproca na qual se destacam o papel dirigente do professor e a atividade dos alunos.” Dessa forma podemos perceber que (2)O ensino visa estimular, dirigir, incentivar, impulsionar o processo de aprendizagem dos alunos.” Ensinar envolve toda uma estrutura que tem por finalidade alcançar a aprendizagem do aluno através de conteúdo. A relação de ensino e aprendizagem (3) deve ter como base a memorização, por outro lado os alunos também não devem ser deixados de lado sozinhos procurando uma forma de aprender o assunto, o professor nesse caso sendo apenas um facilitador “O processo de ensino, ao contrario, deve estabelecer exigências e expectativas que os alunos possam cumprir e, com isso, mobilizem suas energias. Tem, pois o papel de impulsionar a aprendizagem e, muitas vezes, a precede.” (4) Para que os alunos possuam um ponto de vista que fuja do empírico e do senso comum é preciso conteúdos com caráter científico e sistemático, dentre os diversos pontos que o autor cita, vale destacar que o aluno precisa ter assimilado o conteúdo anterior antes que um novo seja transmitido. E o professor anos após anos necessita de um aprimoramento e atualização da matéria que leciona (LIBÂNEO, 1994).
Com base nos negritos e sublinhados, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4264470 Não definido
Segundo Piaget, o crescimento cognitivo da criança se dá através de:
Alternativas
Q4264469 Não definido
A Função Social da Escola: Concepção.
a) A escola está atingindo patamares de universalização da Educação Básica - Ensino Fundamental, porém, agarantia do desenvolvimento de todos os alunos ainda precisa ser consolidada, pois ser acessível a todos não ésuficiente, é preciso garantir que o aluno adquira os conhecimentos socialmente produzidos, a conclusão do ensinoescolar com o conhecimento elaborado e sistematizado, só assim será possível atingir a efetivação da funçãosocial da escola.
b) Que a função social da escola é a de propiciar a aquisição dos instrumentos que possibilitam o acesso ao saber elaborado (ciência), bem como o próprio acesso aos rudimentos desse saber. As atividades da escola devemorganizar-se a partir dessa questão. (SAVIANI, 2013).
c) [...] Se os membros das camadas populares não dominam os conteúdos culturais, eles não podem fazer valer os seus interesses, porque ficam desarmados contra os dominadores, que servem exatamente desses conteúdos culturais, para legitimar e consolidar a sua dominação. Eu costumo, às vezes, enunciar isso da seguinte forma: odominado não se liberta se ele não vier a dominar aquilo que os dominantes dominam. Então, dominar o que os dominantes dominam é condição de libertação (SAVIANI, 2013).
Com base nas três concepções da Função Social da Escola, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4264468 Não definido
A participação no planejamento de uma escola permite aos envolvidos:
I. Diminuir os seus níveis de autonomia pessoal.
II. Favorecer o desenvolvimento de inúmeras aprendizagens e habilidades sociais.
III. Aprender a conviver com a diferença.
IV. Depreciar o conflito e a pluralidade de ideias.
V. Aprender a se comunicar e a interagir com os outros, a decidir em grupo e a valorizar o saber social.
É CORRETO afirmar que:
Alternativas
Respostas
1081: C
1082: B
1083: D
1084: A
1085: A
1086: B
1087: D
1088: C
1089: A
1090: C
1091: D
1092: C
1093: B
1094: B
1095: D
1096: A
1097: B
1098: C
1099: D
1100: A