Questões de Concurso
Para tecnico em hidráulica
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A pressão máxima a que podemos submeter uma tubulação, conexão, válvula, registro ou outro dispositivo, quando em uso normal, é definida como pressão
Para uma residência com cinco pessoas, foi definida a utilização da água de chuva para reuso na irrigação de um jardim com área de 500 m², onde são gastos 2 litros/dia/m². Considerando a frequência de irrigação de 12 vezes/mês, a quantidade em litros de água de chuva por mês é de
O recolhimento da água de chuva pode ser feito em três etapas: 1 – somente captação; 2 – captação e pré-filtração e 3 – captação, pré-filtração e tratamento. A etapa que faz a captação e pré-filtração resultará numa água com nível de qualidade considerado como
Nas estações elevatórias, as bombas podem ser instaladas em cota superior ou inferior a do nível das águas a serem recalcadas. No primeiro caso, haverá a sucção propriamente dita, sendo indispensável a instalação de válvulas de
Os sistemas hidráulicos de combate a incêndio, do tipo chuveiros automáticos, devem ser providos de uma conexão de ensaio dotada de uma válvula globo e de um bocal com orifício de diâmetro nominal igual ao do chuveiro utilizado na instalação e compostos por uma tubulação de diâmetro nominal nunca inferior a
Para executar uma junta roscada em tubos de PVC, o técnico em hidráulica deverá fixar o tubo e iniciar o corte, dando meia volta no sentido horário e retornando 1/4 de volta no sentido anti-horário, até que a ponta do tubo fique rente ao cossinete. A ferramenta mais adequada para esse trabalho é o(a)
Nas canalizações externas verticais e aparentes em PVC, independentemente dos seus diâmetros, o espaçamento recomendado para fixação das braçadeiras é de
Nas instalações prediais de água pluvial, as tubulações verticais e horizontais que recolhem a água das saídas e dos ralos e a conduzem ao ponto de descarga são geralmente denominadas
Os aparelhos sanitários devem ser protegidos com desconectores, destinados a evitar a penetração no ambiente interno dos gases emanados da instalação primária de esgoto ou da própria canalização secundária. Recomenda-se que esses desconectores tenham um fecho hídrico de altura mínima de
Os consumos de água quente são inferiores aos de água fria e dependem das características dos aparelhos sanitários. Podem ser estimados, em primeira análise, multiplicando-se os volumes de água fria por coeficientes de redução, sendo que para residências, geralmente, adota-se um percentual de
Num projeto de instalações de água fria, com exceção à caixa de descarga e à válvula de descarga, a pressão disponível mínima para atender as vazões de projeto estabelecidas para o bom funcionamento dos aparelhos é de
Os diferentes tipos de distribuição utilizados para as instalações prediais de água fria são
Ao descrever a Ilha do Nanja como um lugar onde, “à beira das lagoas verdes e azuis, o silêncio cresce como um bosque” (último parágrafo), a autora sugere que viajará para um lugar
De acordo com o texto, pode-se afirmar que, assim como seus amigos, a autora viaja para
Considerando as regras de regência verbal, assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna da frase, de acordo com a norma-padrão da língua.
Noel Rocha desejava certificar-se _____________ que o túnel Anhangabaú não estava interditado.Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.
Celular vira ‘fura-trânsito’ em São Paulo
Em uma cidade com tantos problemas no trânsito como São Paulo, a indústria de apps – os aplicativos para celulares e tablets – encontrou terreno fértil para se desenvolver.
Aplicativos lançados recentemente ajudam o motorista a escapar de alagamentos, a desviar de congestionamentos e até a saber onde há vagas para estacionar.
Um dos mais famosos é o Waze. Criado em Israel, é uma mistura de rede social com GPS, em que motoristas compartilham as condições do trânsito e pontos críticos de congestionamento.
Uri Levine, fundador e presidente do Waze, diz que a ideia surgiu em suas férias de 2007, ao viajar com amigos. Ele foi o último a sair, ligou para saber como estava o trânsito e evitou engarrafamentos.
Situação semelhante ocorreu em São Paulo, na temporada de chuvas de 2010. Noel Rocha trabalhava no centro e precisava passar pelo túnel do Anhangabaú – famoso pelos alagamentos.
Preso no trânsito, ele queria saber se o túnel estava fechado. “Tentei, pelo celular, o site do CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências), mas achei muito complicado.” Foi aí que teve a ideia de criar o Alaga SP, aplicativo que mostra os alagamentos ativos em São Paulo a partir de informações da prefeitura.
Além do Waze e do Alaga SP, destacam-se o Moovit – que oferece informações sobre o transporte público (ônibus, trens etc.) –, o Maplink – que mostra rotas, condições de trânsito e exibe imagens dos principais corredores através de um sistema de coleta de informações próprio – e o Apontador Rodoviário, que traça rotas e mostra a localização de pedágios com seus preços.
(André Monteiro, Folha de S.Paulo, 10.03.2013. Adaptado)
A frase do quarto parágrafo – Ele foi o último a sair, ligou para saber como estava o trânsito e evitou engarrafamentos. – está reescrita, sem alteração de sentido, em:
Ele foi o último a sair, ligou para saber como estava o trânsito e,Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.
Celular vira ‘fura-trânsito’ em São Paulo
Em uma cidade com tantos problemas no trânsito como São Paulo, a indústria de apps – os aplicativos para celulares e tablets – encontrou terreno fértil para se desenvolver.
Aplicativos lançados recentemente ajudam o motorista a escapar de alagamentos, a desviar de congestionamentos e até a saber onde há vagas para estacionar.
Um dos mais famosos é o Waze. Criado em Israel, é uma mistura de rede social com GPS, em que motoristas compartilham as condições do trânsito e pontos críticos de congestionamento.
Uri Levine, fundador e presidente do Waze, diz que a ideia surgiu em suas férias de 2007, ao viajar com amigos. Ele foi o último a sair, ligou para saber como estava o trânsito e evitou engarrafamentos.
Situação semelhante ocorreu em São Paulo, na temporada de chuvas de 2010. Noel Rocha trabalhava no centro e precisava passar pelo túnel do Anhangabaú – famoso pelos alagamentos.
Preso no trânsito, ele queria saber se o túnel estava fechado. “Tentei, pelo celular, o site do CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências), mas achei muito complicado.” Foi aí que teve a ideia de criar o Alaga SP, aplicativo que mostra os alagamentos ativos em São Paulo a partir de informações da prefeitura.
Além do Waze e do Alaga SP, destacam-se o Moovit – que oferece informações sobre o transporte público (ônibus, trens etc.) –, o Maplink – que mostra rotas, condições de trânsito e exibe imagens dos principais corredores através de um sistema de coleta de informações próprio – e o Apontador Rodoviário, que traça rotas e mostra a localização de pedágios com seus preços.
(André Monteiro, Folha de S.Paulo, 10.03.2013. Adaptado)
Observe a passagem do terceiro parágrafo:
Criado em Israel, é uma mistura de rede social com GPS, em que motoristas compartilham as condições do trânsito e pontos críticos de congestionamento.
O termo críticos, em destaque, é empregado com o sentido de
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.
Celular vira ‘fura-trânsito’ em São Paulo
Em uma cidade com tantos problemas no trânsito como São Paulo, a indústria de apps – os aplicativos para celulares e tablets – encontrou terreno fértil para se desenvolver.
Aplicativos lançados recentemente ajudam o motorista a escapar de alagamentos, a desviar de congestionamentos e até a saber onde há vagas para estacionar.
Um dos mais famosos é o Waze. Criado em Israel, é uma mistura de rede social com GPS, em que motoristas compartilham as condições do trânsito e pontos críticos de congestionamento.
Uri Levine, fundador e presidente do Waze, diz que a ideia surgiu em suas férias de 2007, ao viajar com amigos. Ele foi o último a sair, ligou para saber como estava o trânsito e evitou engarrafamentos.
Situação semelhante ocorreu em São Paulo, na temporada de chuvas de 2010. Noel Rocha trabalhava no centro e precisava passar pelo túnel do Anhangabaú – famoso pelos alagamentos.
Preso no trânsito, ele queria saber se o túnel estava fechado. “Tentei, pelo celular, o site do CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências), mas achei muito complicado.” Foi aí que teve a ideia de criar o Alaga SP, aplicativo que mostra os alagamentos ativos em São Paulo a partir de informações da prefeitura.
Além do Waze e do Alaga SP, destacam-se o Moovit – que oferece informações sobre o transporte público (ônibus, trens etc.) –, o Maplink – que mostra rotas, condições de trânsito e exibe imagens dos principais corredores através de um sistema de coleta de informações próprio – e o Apontador Rodoviário, que traça rotas e mostra a localização de pedágios com seus preços.
(André Monteiro, Folha de S.Paulo, 10.03.2013. Adaptado)
Leia o primeiro parágrafo:
Em uma cidade com tantos problemas no trânsito como São Paulo, a indústria de apps – os aplicativos para celulares e tablets – encontrou terreno fértil para se desenvolver.
A expressão terreno fértil pode ser substituída, sem alteração da mensagem, por
Leia o texto para responder às questões de números 01 a 06.
Celular vira ‘fura-trânsito’ em São Paulo
Em uma cidade com tantos problemas no trânsito como São Paulo, a indústria de apps – os aplicativos para celulares e tablets – encontrou terreno fértil para se desenvolver.
Aplicativos lançados recentemente ajudam o motorista a escapar de alagamentos, a desviar de congestionamentos e até a saber onde há vagas para estacionar.
Um dos mais famosos é o Waze. Criado em Israel, é uma mistura de rede social com GPS, em que motoristas compartilham as condições do trânsito e pontos críticos de congestionamento.
Uri Levine, fundador e presidente do Waze, diz que a ideia surgiu em suas férias de 2007, ao viajar com amigos. Ele foi o último a sair, ligou para saber como estava o trânsito e evitou engarrafamentos.
Situação semelhante ocorreu em São Paulo, na temporada de chuvas de 2010. Noel Rocha trabalhava no centro e precisava passar pelo túnel do Anhangabaú – famoso pelos alagamentos.
Preso no trânsito, ele queria saber se o túnel estava fechado. “Tentei, pelo celular, o site do CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências), mas achei muito complicado.” Foi aí que teve a ideia de criar o Alaga SP, aplicativo que mostra os alagamentos ativos em São Paulo a partir de informações da prefeitura.
Além do Waze e do Alaga SP, destacam-se o Moovit – que oferece informações sobre o transporte público (ônibus, trens etc.) –, o Maplink – que mostra rotas, condições de trânsito e exibe imagens dos principais corredores através de um sistema de coleta de informações próprio – e o Apontador Rodoviário, que traça rotas e mostra a localização de pedágios com seus preços.
(André Monteiro, Folha de S.Paulo, 10.03.2013. Adaptado)
“Quando paro com meu carro no semáforo, já olho se o caminho que vou fazer está congestionado. Se estiver, pego uma alternativa e, se também estiver travada, uso o aplicativo para avisar os outros motoristas.”
Considerando as descrições dos aplicativos apresentadas no texto, pode-se concluir que esse comentário se refere ao uso do
