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COLUNA I. A- Modalidades Psicoterápicas. B- Psicanálise e Teorias afins. C- Teoria Behaviorista. D- Teoria Cognitivo-Comportamental. E- Teoria da Gestalt. F- Teorias da Personalidade.
COLUNA II. ( ) As definições e concepções da Psicologia, de acordo com os autores comportamentalistas, incluem também os conceitos referentes à pesquisa e clínica, sob essa abordagem. ( ) Definições e concepções associadas a Gestalt e de que maneira estas podem ser empregadas nas diversas modalidades terapêuticas. ( ) As diferentes formas em que a atividade clínica pode ser exercida, inclui aqui, terapia grupal, terapia breve e individual. ( ) Definições da teoria que integra o modelo cognitivo e comportamental em suas técnicas e estratégias de atuação terapêutica. ( ) As diversas teorias que estão voltadas a descrever de que maneira as diferenças individuais se manifestam de acordo com diferentes abordagens e modelos explicativos. ( ) As teorias e o fazer clínico oriundos dos estudos de diversos autores, tanto psicanalistas quanto aqueles que se originaram a partir dessa abordagem.
Com relação ao Manual de Assistências do Sistema Penitenciário Federal, nos termos da Portaria DISPF/DEPEN n.º 11/2015, julgue o item seguinte.
O preso faz jus a alimentação diferenciada por questões
religiosas e culturais, mas a alimentação diferenciada
decorrente de restrições alimentares depende de prescrição
médica.
Com relação ao Manual de Assistências do Sistema Penitenciário Federal, nos termos da Portaria DISPF/DEPEN n.º 11/2015, julgue o item seguinte.
Preso que é submetido a tratamento ambulatorial pode
contratar médico de sua confiança se autorizado pelo diretor
da penitenciária federal, o qual deve comunicar ao juiz
corregedor federal competente eventual divergência entre o
médico particular do preso e o médico em exercício na
penitenciária federal quanto à prescrição de medicamentos, à
duração e à periodicidade do tratamento ou ao controle e às
visitas assistenciais.
Com relação ao Manual de Assistências do Sistema Penitenciário Federal, nos termos da Portaria DISPF/DEPEN n.º 11/2015, julgue o item seguinte.
A internação preso fora da penitenciária federal para tratar a
saúde depende de autorização do juiz competente.
No que diz respeito ao Regulamento Penitenciário Nacional, nos termos da Portaria MSP n.º 199/2018, julgue o item subsequente.
O desenvolvimento e a coordenação de políticas públicas
com foco na intervenção penal mínima, no
desencarceramento e na restauração dos danos locais é
atribuição da Diretoria de Políticas Penitenciárias do
DEPEN.
No que diz respeito ao Regulamento Penitenciário Nacional, nos termos da Portaria MSP n.º 199/2018, julgue o item subsequente.
No caso de tramitação no Congresso Nacional projeto de lei
de interesse do DEPEN, é de responsabilidade da Assessoria
de Informações Estratégicas (AINFE) acompanhar e
assessorar o diretor-geral do DEPEN a respeito desse
assunto.