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Q3855528 Medicina
Homem, 67 anos, com histórico de adenocarcinoma de próstata, tratado há três anos, e doença óssea metastática conhecida, procura o pronto atendimento relatando dor lombar progressiva nos últimos dez dias. Descreve a dor como profunda, constante e que piora ao se deitar, acordando-o várias vezes durante a madrugada. Nas últimas 48 horas, notou dificuldade crescente para caminhar e sensação de fraqueza nas pernas, especialmente ao tentar subir degraus. Menciona ainda episódios de formigamento em ambas as coxas e dificuldade para controlar a micção desde a manhã do atendimento. No exame físico, apresenta marcha instável e fraqueza grau 4 na extensão dos joelhos, além de dorsiflexão dos pés. A sensibilidade tátil está diminuída na face anterior das coxas, e há hiperreflexia patelar bilateral. O toque retal mostra tônus esfincteriano reduzido. Pulsos periféricos presentes e simétricos. Sem febre ou sinais de infecção sistêmica. Os exames laboratoriais iniciais mostram função renal preservada, hemograma sem alterações relevantes e cálcio discretamente elevado (10,8 mg/dL). A radiografia simples da coluna lombar evidencia colapso parcial do corpo vertebral de L2.
Diante desse quadro clínico, qual a intervenção inicial apropriada enquanto se aguarda exame avançado de imagem?
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Q3855527 Medicina
Homem de 72 anos, hipertenso e com fibrilação atrial não anticoagulada, é trazido ao pronto atendimento após apresentar início súbito de dificuldade para falar e fraqueza no braço e perna direitos, enquanto almoçava com a família. Chegou ao hospital cerca de 55 minutos após o início dos sintomas. A esposa relata que ele vinha mantendo níveis pressóricos mais elevados, nas últimas semanas, e que havia esquecido as últimas doses da medicação para controle da frequência cardíaca. Na admissão, está consciente, porém com dificuldade para articular palavras e seguir comandos complexos. Apresenta desvio de rima labial para a esquerda, queda do braço direito ao teste de força e diminuição da força na perna direita. PA: 184 x 102 mmHg; FC: 112 bpm em ritmo irregular e a glicemia capilar: 128 mg/dL. Não há sinais de trauma, convulsão ou febre. Foi realizada tomografia de crânio sem contraste que não mostra hemorragia.
Considerando o quadro clínico e os achados iniciais, qual deve ser a próxima conduta apropriada?
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Q3855526 Medicina
Um homem de 63 anos, em acompanhamento por adenocarcinoma de pulmão metastático, chega ao pronto atendimento com queixa de cefaleia difusa e contínua, há três semanas, acompanhada de náuseas matinais e episódios frequentes de desequilíbrio ao caminhar. Nos últimos cinco dias, a família notou que ele começou a apresentar dificuldade intermitente para movimentar o lado direito do rosto ao sorrir e episódios de visão dupla quando mudava o foco de longe para perto. Ele relata também sensação de “choques elétricos” ao flexionar o pescoço. No exame físico, encontra-se consciente e orientado, porém com marcha instável. Há paresia do nervo facial direito e leve paresia do abducente esquerdo. O restante do exame neurológico é simétrico. Sinais meníngeos são discretos. Tomografia de crânio realizada na admissão não evidencia massas expansivas ou hidrocefalia marcante.
Nesse caso, após o atendimento inicial e estabilização, qual é o exame apropriado para confirmar a suspeita diagnóstica sugerida pelo quadro?
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Q3855525 Medicina
Paciente de 58 anos, sexo masculino, portador de cirrose hepática alcoólica Child-Pugh C, é trazido ao pronto atendimento pela família após apresentar sonolência progressiva nas últimas 12 horas. Relatam que, no dia anterior, ele teve dois episódios de vômitos alimentares e que, desde então, recusou a maior parte das refeições. Também mencionam que ele vinha apresentando fezes escurecidas nos últimos dias. Exame físico na admissão: Estado geral: sonolento, desperta ao estímulo verbal intenso; Glasgow: 13; PA: 102 x 68 mmHg; FC: 98 bpm; FR: 20 irpm; SpO2: 97%; pupilas isocóricas e reativas; Icterícia 2+/4+. Aranhas vasculares em tórax. Abdome globoso, com sinal do piparote positivo. Presença de asterixis ao estender as mãos. Sem sinais de meningismo ou sinais neurológicos focais. Resultados laboratoriais iniciais: Hemoglobina: 8,2 g/dL; Sódio: 128 mEq/L; Potássio: 4,1 mEq/L; amônia plasmática elevada; Bilirrubina total: 5,1 mg/dL; INR: 1,9; Creatinina: 1,3 mg/dL; Glicemia: 108 mg/dL; a gasometria arterial mostra pH: 7,42 e pCO2: 34 mmHg.
Considerando o quadro clínico exposto, assinale a alternativa que apresenta a intervenção prioritária após monitorização e estabilização inicial.
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Q3855524 Medicina
Homem, 29 anos, portador de diabetes mellitus tipo 1 desde os 17 anos, é trazido ao pronto atendimento por sua namorada devido a quadro de fraqueza intensa, náuseas, dor abdominal difusa e respiração ofegante com início na manhã do mesmo dia. Ela relata que o paciente havia interrompido o uso de insulina basal, há 3 dias, porque acreditou que estava “comendo pouco demais” devido a uma virose. Depois disso, evoluiu com poliúria, polidipsia e perda acentuada de peso. Na avaliação de admissão: Estado geral: sonolento, porém despertável; Glasgow: 14; PA: 102 x 64 mmHg; FC: 124 bpm; FR: 28 irpm, respiração profunda e ruidosa; SpO2: 97% em ar ambiente; Temperatura: 37,4 ºC. Pele seca, turgor diminuído. Halitose cetótica evidente. Abdome: dor difusa à palpação, sem sinais de irritação peritoneal. Exames laboratoriais iniciais: Glicemia: 458 mg/dL; pH arterial: 7,09; HCO3: 8 mEq/L; pCO2: 22 mmHg; Potássio: 4,9 mEq/L; Sódio: 132 mEq/L; Cetonas séricas fortemente positivas; Lactato: 1,9 mmol/L; Creatinina: 1,4 mg/dL. Foi puncionado acesso venoso calibroso e iniciada monitorização. O paciente encontra-se hemodinamicamente estável.
Diante desse quadro, a primeira intervenção terapêutica apropriada é
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Q3855523 Medicina
Um homem de 34 anos, previamente hígido, é trazido ao pronto atendimento após apresentar cefaleia intensa há 24 horas, descrita como a “pior da vida”, associada a múltiplos episódios de vômitos em jato. Nas últimas 6 horas, evoluiu com sonolência progressiva e dificuldade para manter a atenção. A companheira relata que o paciente vinha utilizando analgésicos em excesso nas últimas semanas devido a dor cervical após uma queda leve durante atividade física, mas não procurou serviço médico na época. Na admissão: Glasgow: 13 (abertura ocular = 3, resposta verbal = 4, resposta motora = 6). Pupilas isocóricas, porém com resposta lenta à luz; PA: 158 x 98 mmHg; FC: 58 bpm; FR: 20 irpm; SpO2: 98% em ar ambiente. Fundoscopia: borramento difuso de bordas papilares. Rigidez de nuca ausente. Sinais de lateralização ausentes. Após a admissão e avaliação inicial o paciente apresenta piora do nível de consciência (Glasgow 10) e episódio de bradicardia (48 bpm) com elevação da pressão arterial para 170 x 100 mmHg. Uma tomografia de crânio é solicitada antes de punção lombar, mas ainda não foi realizada.
Diante da principal suspeita diagnóstica, a conduta imediata apropriada no atendimento inicial é
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Q3855522 Medicina

Homem, 71 anos, hipertenso, diabético e com histórico de infarto do miocárdio prévio, chega ao pronto atendimento com dispneia súbita, há 40 minutos, acompanhada de ortopneia intensa e sensação de sufocamento. Estava em repouso quando iniciou o quadro. Faz uso irregular de enalapril e furosemida há meses. Na chegada, apresenta-se extremamente ansioso, sentado e apoiado nos braços. Avaliação inicial: PA: 198 x 112 mmHg; FC: 128 bpm; FR: 32 irpm; SpO2: 86% em ar ambiente. Perfusão periférica preservada. Estertores bolhosos difusos até metade dos campos pulmonares. Não há sinais de choque. Turgência jugular leve. Ausculta cardíaca: B3 audível. Extremidades sem edema importante. Gasometria arterial em O2 por cateter 3 L/min: pH: 7,31; pCO2: 32 mmHg; pO2: 54 mmHg; HCO3: 16 mEq/L; Lactato normal. Radiografia de tórax: congestão pulmonar acentuada e aumento leve da área cardíaca. O ECG está ilustrado a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


Com base no quadro clínico e na imagem apresentados, é correto afirmar que a conduta inicial apropriada, nesse momento, é

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Q3855521 Medicina
Homem de 62 anos, portador de linfoma difuso de grandes células B, iniciou seu primeiro ciclo de quimioterapia há 36 horas. Ele chega ao pronto atendimento por apresentar náuseas intensas, vômitos, dor abdominal difusa e sensação de fraqueza generalizada. Relata que, desde a noite anterior, urinou pouco, apesar de estar tentando manter boa hidratação oral, conforme recomendado pelo oncologista. No exame físico: Estado geral: cansado, mas orientado; PA: 104 x 66 mmHg; FC: 112 bpm; FR: 22 irpm; SpO2: 96% em ar ambiente. Sem sinais de congestão pulmonar. Abdome levemente doloroso, sem peritonismo. Extremidades perfundidas, sem edema, e sem sinais de desidratação grave. Os exames laboratoriais mostram: Potássio: 6,3 mEq/L; Fósforo: 6,8 mg/dL; Cálcio: 7,1 mg/dL; Ácido úrico: 12,7 mg/dL; Creatinina: 2,1 mg/dL (basal 1,0 mg/dL); DHL: 2.100 U/L; ECG: ondas T apiculadas difusas. A oncologia já havia prescrito hidratação endovenosa, nas primeiras 24 horas após a quimioterapia, com adesão parcial. O paciente encontra-se hemodinamicamente estável, porém com clara piora da função renal e distúrbios metabólicos graves.
Considerando o quadro clínico e laboratorial, qual é a conduta prioritária apropriada nesse momento, além da administração de gluconato de cálcio?
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Q3855520 Medicina
Mulher, 28 anos, procura o pronto atendimento com história de gastroenterite, há 48 horas, com mais de 12 episódios de diarreia aquosa, nas últimas 24 horas, e vômitos frequentes. Refere que não consegue ingerir líquidos adequadamente. Nas últimas 6 horas, percebeu piora importante do mal-estar, tontura ao levantar e redução importante do volume urinário. Exame físico: Estado geral: prostrada, olhos encovados e mucosas muito secas; PA: 92 x 58 mmHg em repouso, reduzindo para 78 x 52 mmHg ao se sentar; FC: 126 bpm; FR: 20 irpm; Temperatura: 37,1 ºC. Enchimento capilar: 4 segundos. Turgor cutâneo diminuído. Ausculta: sem alterações. Abdome: ruídos hidroaéreos aumentados. Laboratório inicial: Sódio: 150 mEq/L; Potássio: 3,1 mEq/L; Creatinina: 1,6 mg/dL; Gasometria com alcalose metabólica leve; Hematócrito discretamente elevado.
Considerando o quadro clínico, qual a conduta inicial apropriada no manejo dessa paciente?
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Q3855519 Medicina
Homem, 47 anos, previamente hígido, é admitido no pronto atendimento após apresentar hematêmese volumosa enquanto jantava. Relata que, nos últimos 3 meses, vinha percebendo astenia progressiva, perda de 6 kg e episódios de epistaxe espontânea, que atribuía ao clima seco. Nega doenças prévias, mas refere uso frequente de anti-inflamatórios não esteroidais por dor lombar crônica. Na avaliação inicial, encontra-se pálido, sudorético e confuso. PA: 86 x 54 mmHg; FC: 132 bpm; FR: 24 ipm; SpO2: 95% em ar ambiente. Extremidades frias, enchimento capilar 4 segundos. Abdome doloroso em epigástrio, sem visceromegalias palpáveis. Ausculta pulmonar sem alterações. Foram puncionados dois acessos periféricos e coletados exames, cujos resultados iniciais foram: Hb: 6,8 g/dL; Ht: 21%; Plaquetas: 38.000/mm3; TAP prolongado (INR 1,9); TTPA prolongado; Fibrinogênio: 98 mg/dL; D-dímero: > 10.000 ng/mL; Creatinina: 1,8 mg/dL (prévia desconhecida); Transaminases discretamente elevadas; Gasometria: acidose metabólica leve. Enquanto aguarda transfusão, o paciente apresenta novo episódio de hematêmese em grande volume, evoluindo com piora do rebaixamento do nível de consciência e queda da PA para 72 x 40 mmHg.
Considerando o quadro clínico, a hipótese fisiopatológica predominante e a conduta imediata adequada, além de transfusão de hemácias, que representa a intervenção prioritária é
Alternativas
Q3848354 Medicina

Sobre a doença ulcerosa péptica, assinale a alternativa que indica corretamente a mais prevalente em relação à sua etiologia.


Alternativas
Q3848353 Medicina
O tratamento de escolha para uma crise de broncoespasmo em um paciente com asma leve intermitente, conforme diretrizes da GINA e protocolos do SUS na Atenção Primária à Saúde, é:
Alternativas
Q3848352 Medicina
Assinale a alternativa que classifica corretamente o escore HEART (estratificação de risco utilizada na avaliação de pacientes com dor torácica, especialmente em ambientes de emergência ou Atenção Primária à Saúde) para um paciente de 55 anos com dor torá cica moderadamente suspeita de origem isquêmica (opressiva, mas sem irradiação clara), ECG normal, dois fatores de risco cardiovasculares (hipertensão e tabagismo), e troponina elevada em 2 vezes o limite normal, conforme avaliação na Atenção Primária à Saúde.
Alternativas
Q3848351 Medicina
Assinale a alternativa que identifica corretamente a causa mais prevalente de dor torácica na Atenção Primária à Saúde (APS) no SUS.
Alternativas
Q3848350 Medicina
Assinale a alternativa que descreve corretamente o diagnóstico diferencial das artrites na Atenção Primária à Saúde, considerando causas inflamatórias, degenerativas, infecciosas e cristalinas, conforme diretrizes reumatológicas como as da Sociedade Brasileira de Reumatologia.
Alternativas
Q3848349 Medicina

Assinale a alternativa que descreve corretamente a definição, causas principais e manejo inicial da Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) na Atenção Primária à Saúde (APS) do SUS, conforme diretrizes do Ministério da Saúde.


Alternativas
Q3848348 Psiquiatria
Baseado no raciocínio clínico e na elaboração de hipóteses diagnósticas na saúde mental no Brasil, analise as afirmativas abaixo, referentes aos transtornos mentais, e identifique aquelas que apresentam as formas mais prevalentes como causa de atendimento psiquiátrico na Atenção Primária à Saúde (APS).

1. Transtorno depressivo maior, com prevalência ao longo da vida em usuários da APS, sendo o segundo transtorno mais incapacitante globalmente e frequentemente tratado por médicos generalistas na atenção básica.

2. Transtorno de ansiedade generalizada, com prevalência entre transtornos mentais atendi dos na APS, posicionado entre os dez motivos mais frequentes de consulta e associado a sintomas como preocupação excessiva e fadiga.

3. Transtorno afetivo bipolar, com prevalência na população adulta brasileira, representando a quarta maior causa de prejuízo funcional entre transtornos neuropsiquiátricos e exigindo. monitoramento contínuo na atenção primária

4. Transtorno de uso de substâncias, incluindo álcool e outras drogas, com impacto significativo em famílias vulneráveis na APS, associado a riscos de incapacidade e necessidade de cuidados eventuais para a população.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Alternativas
Q3848345 Medicina
Assinale a alternativa que exemplifica corretamente a prevenção primária no diabetes mellitus tipo 2, considerando que esse nível foca na redução da incidência da doença por meio de intervenções populacionais ou em indivíduos sem diagnóstico, fatores de risco modificáveis como obesidade, sedentarismo e dieta inadequada, antes de qualquer evidência clínica de hiperglicemia ou pré-diabetes.
Alternativas
Q3848343 Medicina
Em relação aos protocolos de prescrição e uso racional de medicamentos no SUS, qual é o esquema terapêutico básico recomendado para o tratamento da tuberculose sensível aos medicamentos em adultos, conforme as diretrizes atualizadas do Ministério da Saúde do Brasil em 2025?
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Campos Novos - SC Provas: FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Analista de Projetos | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Engenheiro Agrônomo | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Engenheiro Civil | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Farmacêutico | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Fiscal de Obras e Posturas | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Arquiteto | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Assistente Social | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Biblioteconomista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Enfermeiro | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Fiscal Farmacêutico | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Fisioterapeuta | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Fonoaudiólogo | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Historiador - Fundação Cultural | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Nutricionista | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Psicólogo | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Psicólogo - Secretaria da Educação e Cultura | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Médico Clínico Geral | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Médico Pediatra | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Médico Psiquiatra | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Campos Novos - SC - Médico Veterinário |
Q3840083 Legislação Municipal
Assinale a alternativa correta sobre o estágio probatório, com base na Lei Complementar Municipal nº 03/2000, Estatuto dos Servidores Públicos Municipais de Campos Novos.
Alternativas
Respostas
1401: B
1402: B
1403: E
1404: E
1405: C
1406: D
1407: A
1408: D
1409: C
1410: D
1411: B
1412: D
1413: C
1414: C
1415: B
1416: D
1417: A
1418: E
1419: C
1420: E