Questões de Concurso Para médico clínico

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Q4147070 Português
Mais ricos vacinam menos os filhos no Brasil

Quanto mais alta a classe social, maior a hesitação vacinal, apontam estudos.

Por Bruno Garattoni 2 mar 2026


    A hesitação vacinal, em que a pessoa reluta em vacinar a si própria e/ou a seus filhos, é mais frequente entre as classes sociais mais altas no Brasil. É o que revelam vários estudos (1) realizados sobre o tema. Conversamos com a socióloga Marcia Couto, professora da Faculdade de Medicina da USP e autora de alguns desses trabalhos, para entender.


    As classes mais altas têm mais acesso a educação e informação. Apesar disso, hesitam mais em se vacinar. Por quê?


    Nossos trabalhos apontaram algumas características específicas das famílias de alta renda e escolaridade. A primeira é o controle, elas acreditam que podem ter um controle individual dos riscos à saúde.


    A segunda é uma ideia de que, ao personalizar os cuidados de saúde dos seus filhos, elas podem prescindir de medidas sanitárias públicas. E a terceira é uma ideia de que a adoção de estilos de vida mais naturais levaria as crianças a não necessitar de vacinas.


(1) “‘Eu vivo num mundo muito burguês, não moro na periferia’: não vacinação infantil e a intersecção entre raça, classe e gênero”; “Desigualdades sociais da cobertura vacinal aos 24 meses – coorte de nascidos vivos em 2017 2018: Inquérito Nacional de Cobertura Vacinal, 2020”.


Leia mais em: https://super.abril.com.br/sociedade/mais-ricos-vacinam-menos-os-filhos-no-brasil/, acessado em 20 de março de 2026 (com adaptações) 
No trecho “ao personalizar os cuidados de saúde dos seus filhos”, presente no texto, a expressão “ao personalizar” estabelece, no contexto, uma relação de 
Alternativas
Q4147069 Português
Mais ricos vacinam menos os filhos no Brasil

Quanto mais alta a classe social, maior a hesitação vacinal, apontam estudos.

Por Bruno Garattoni 2 mar 2026


    A hesitação vacinal, em que a pessoa reluta em vacinar a si própria e/ou a seus filhos, é mais frequente entre as classes sociais mais altas no Brasil. É o que revelam vários estudos (1) realizados sobre o tema. Conversamos com a socióloga Marcia Couto, professora da Faculdade de Medicina da USP e autora de alguns desses trabalhos, para entender.


    As classes mais altas têm mais acesso a educação e informação. Apesar disso, hesitam mais em se vacinar. Por quê?


    Nossos trabalhos apontaram algumas características específicas das famílias de alta renda e escolaridade. A primeira é o controle, elas acreditam que podem ter um controle individual dos riscos à saúde.


    A segunda é uma ideia de que, ao personalizar os cuidados de saúde dos seus filhos, elas podem prescindir de medidas sanitárias públicas. E a terceira é uma ideia de que a adoção de estilos de vida mais naturais levaria as crianças a não necessitar de vacinas.


(1) “‘Eu vivo num mundo muito burguês, não moro na periferia’: não vacinação infantil e a intersecção entre raça, classe e gênero”; “Desigualdades sociais da cobertura vacinal aos 24 meses – coorte de nascidos vivos em 2017 2018: Inquérito Nacional de Cobertura Vacinal, 2020”.


Leia mais em: https://super.abril.com.br/sociedade/mais-ricos-vacinam-menos-os-filhos-no-brasil/, acessado em 20 de março de 2026 (com adaptações) 
A substituição correta de “prescindir de” sem alteração de sentido é:
Alternativas
Q4147068 Português
Mais ricos vacinam menos os filhos no Brasil

Quanto mais alta a classe social, maior a hesitação vacinal, apontam estudos.

Por Bruno Garattoni 2 mar 2026


    A hesitação vacinal, em que a pessoa reluta em vacinar a si própria e/ou a seus filhos, é mais frequente entre as classes sociais mais altas no Brasil. É o que revelam vários estudos (1) realizados sobre o tema. Conversamos com a socióloga Marcia Couto, professora da Faculdade de Medicina da USP e autora de alguns desses trabalhos, para entender.


    As classes mais altas têm mais acesso a educação e informação. Apesar disso, hesitam mais em se vacinar. Por quê?


    Nossos trabalhos apontaram algumas características específicas das famílias de alta renda e escolaridade. A primeira é o controle, elas acreditam que podem ter um controle individual dos riscos à saúde.


    A segunda é uma ideia de que, ao personalizar os cuidados de saúde dos seus filhos, elas podem prescindir de medidas sanitárias públicas. E a terceira é uma ideia de que a adoção de estilos de vida mais naturais levaria as crianças a não necessitar de vacinas.


(1) “‘Eu vivo num mundo muito burguês, não moro na periferia’: não vacinação infantil e a intersecção entre raça, classe e gênero”; “Desigualdades sociais da cobertura vacinal aos 24 meses – coorte de nascidos vivos em 2017 2018: Inquérito Nacional de Cobertura Vacinal, 2020”.


Leia mais em: https://super.abril.com.br/sociedade/mais-ricos-vacinam-menos-os-filhos-no-brasil/, acessado em 20 de março de 2026 (com adaptações) 
No contexto do texto, a expressão “estilos de vida mais naturais” funciona como: 
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Q4147067 Português
Mais ricos vacinam menos os filhos no Brasil

Quanto mais alta a classe social, maior a hesitação vacinal, apontam estudos.

Por Bruno Garattoni 2 mar 2026


    A hesitação vacinal, em que a pessoa reluta em vacinar a si própria e/ou a seus filhos, é mais frequente entre as classes sociais mais altas no Brasil. É o que revelam vários estudos (1) realizados sobre o tema. Conversamos com a socióloga Marcia Couto, professora da Faculdade de Medicina da USP e autora de alguns desses trabalhos, para entender.


    As classes mais altas têm mais acesso a educação e informação. Apesar disso, hesitam mais em se vacinar. Por quê?


    Nossos trabalhos apontaram algumas características específicas das famílias de alta renda e escolaridade. A primeira é o controle, elas acreditam que podem ter um controle individual dos riscos à saúde.


    A segunda é uma ideia de que, ao personalizar os cuidados de saúde dos seus filhos, elas podem prescindir de medidas sanitárias públicas. E a terceira é uma ideia de que a adoção de estilos de vida mais naturais levaria as crianças a não necessitar de vacinas.


(1) “‘Eu vivo num mundo muito burguês, não moro na periferia’: não vacinação infantil e a intersecção entre raça, classe e gênero”; “Desigualdades sociais da cobertura vacinal aos 24 meses – coorte de nascidos vivos em 2017 2018: Inquérito Nacional de Cobertura Vacinal, 2020”.


Leia mais em: https://super.abril.com.br/sociedade/mais-ricos-vacinam-menos-os-filhos-no-brasil/, acessado em 20 de março de 2026 (com adaptações) 
A relação entre maior nível educacional/informacional e hesitação vacinal, conforme apresentada no texto, é: 
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Q4147066 Português
Mais ricos vacinam menos os filhos no Brasil

Quanto mais alta a classe social, maior a hesitação vacinal, apontam estudos.

Por Bruno Garattoni 2 mar 2026


    A hesitação vacinal, em que a pessoa reluta em vacinar a si própria e/ou a seus filhos, é mais frequente entre as classes sociais mais altas no Brasil. É o que revelam vários estudos (1) realizados sobre o tema. Conversamos com a socióloga Marcia Couto, professora da Faculdade de Medicina da USP e autora de alguns desses trabalhos, para entender.


    As classes mais altas têm mais acesso a educação e informação. Apesar disso, hesitam mais em se vacinar. Por quê?


    Nossos trabalhos apontaram algumas características específicas das famílias de alta renda e escolaridade. A primeira é o controle, elas acreditam que podem ter um controle individual dos riscos à saúde.


    A segunda é uma ideia de que, ao personalizar os cuidados de saúde dos seus filhos, elas podem prescindir de medidas sanitárias públicas. E a terceira é uma ideia de que a adoção de estilos de vida mais naturais levaria as crianças a não necessitar de vacinas.


(1) “‘Eu vivo num mundo muito burguês, não moro na periferia’: não vacinação infantil e a intersecção entre raça, classe e gênero”; “Desigualdades sociais da cobertura vacinal aos 24 meses – coorte de nascidos vivos em 2017 2018: Inquérito Nacional de Cobertura Vacinal, 2020”.


Leia mais em: https://super.abril.com.br/sociedade/mais-ricos-vacinam-menos-os-filhos-no-brasil/, acessado em 20 de março de 2026 (com adaptações) 
O termo “elas”, retoma:
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Q4147065 Português
Mais ricos vacinam menos os filhos no Brasil

Quanto mais alta a classe social, maior a hesitação vacinal, apontam estudos.

Por Bruno Garattoni 2 mar 2026


    A hesitação vacinal, em que a pessoa reluta em vacinar a si própria e/ou a seus filhos, é mais frequente entre as classes sociais mais altas no Brasil. É o que revelam vários estudos (1) realizados sobre o tema. Conversamos com a socióloga Marcia Couto, professora da Faculdade de Medicina da USP e autora de alguns desses trabalhos, para entender.


    As classes mais altas têm mais acesso a educação e informação. Apesar disso, hesitam mais em se vacinar. Por quê?


    Nossos trabalhos apontaram algumas características específicas das famílias de alta renda e escolaridade. A primeira é o controle, elas acreditam que podem ter um controle individual dos riscos à saúde.


    A segunda é uma ideia de que, ao personalizar os cuidados de saúde dos seus filhos, elas podem prescindir de medidas sanitárias públicas. E a terceira é uma ideia de que a adoção de estilos de vida mais naturais levaria as crianças a não necessitar de vacinas.


(1) “‘Eu vivo num mundo muito burguês, não moro na periferia’: não vacinação infantil e a intersecção entre raça, classe e gênero”; “Desigualdades sociais da cobertura vacinal aos 24 meses – coorte de nascidos vivos em 2017 2018: Inquérito Nacional de Cobertura Vacinal, 2020”.


Leia mais em: https://super.abril.com.br/sociedade/mais-ricos-vacinam-menos-os-filhos-no-brasil/, acessado em 20 de março de 2026 (com adaptações) 
No trecho “Apesar disso, hesitam mais em se vacinar”, presente no texto, o conectivo “apesar disso” estabelece sentido de
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Q4117984 Psiquiatria
Leia o caso a seguir.
Um paciente de 45 anos, com histórico de uso nocivo de álcool muito importante (consumo diário de destilados), é admitido na unidade de emergência 48 horas após sua última ingestão alcoólica. Apresenta-se agitado, desorientado no tempo e no espaço, com tremores grosseiros de extremidades, sudorese profusa, taquicardia e relatos de alucinações visuais ("vê bichos na parede"). Ao exame físico, apresenta-se afebril e pressão arterial de 160/100 mmHg.
Considerando o diagnóstico de Delirium Tremens, qual é a conduta terapêutica inicial correta nesse caso?
Alternativas
Q4117983 Medicina
Leia o caso a seguir.
Homem, 68 anos, há poucos meses com urgência miccional, polaciúria, nictúria, hesitação miccional, jato urinário fraco e sensação de esvaziamento incompleto. Na Escala IPSS (Escore Internacional de Sintomas Prostáticos), faz 18 pontos. PSA 2,3 ng/mL e USG de próstata mostram um volume prostático de 45 cm³.
 Qual o tratamento inicial indicado para esse paciente, além de orientações comportamentais?
Alternativas
Q4117982 Medicina
Leia o caso a seguir.
Criança, 5 anos, com febre de 39ºC há 8 dias, com exsudato amigdaliano, adenopatia cervical anterior, ausência de tosse e importante odinofagia. Levando em consideração os Critérios de Centor Modificado, há alta probabilidade de amigdalite aguda causada por infecção por estreptococos betahemolíticos do grupo A. Contudo, a criança tem alergia a penicilina, com história de reação anafilática.
Qual o tratamento adequado nesse caso? 
Alternativas
Q4117981 Medicina
Leia o caso a seguir.
Homem, 22 anos, sabidamente portador de Anemia Falciforme (Genótipo SS), é admitido na emergência com quadro de febre (38,5°C), dor torácica intensa e tosse produtiva há 12 horas. Ao exame físico: taquipneico (FR: 28 irpm), SatO2: 89% em ar ambiente, e presença de estertores crepitantes em base pulmonar direita. A radiografia de tórax revela um novo infiltrado alveolar no lobo inferior direito.
Além de oxigenioterapia e analgesia, qual é a conduta imediata adequada para o tratamento desse quadro de síndrome torácica aguda?
Alternativas
Q4117980 Medicina
Leia o caso a seguir.
Mulher, 78 anos, com histórico de osteoartrite e hipertensão, queixa-se de insônia de início recente, tristeza e ansiedade após o falecimento de um familiar. A filha solicita uma medicação "para os nervos". Ao revisar o prontuário, você nota que a paciente já teve dois episódios de quedas no último ano; orienta, então, terapia cognitivo-comportamental e higiene do sono. Após alguns meses, retornam, dizendo não ter havido melhora e os sintomas persistem incômodos e atrapalhando a qualidade de vida.
Segundo os Critérios de Beers, qual conduta é a adequada nesse caso? 
Alternativas
Q4117979 Medicina
Leia o caso a seguir.
Idosa, 82 anos, com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica classificação GOLD 4E, em uso de formoterol, tiotrópio e budesonida (LABA+LAMA+ICS) em doses otimizadas, em uso de oxigenioterapia domiciliar, vacinação em dia, permanece com grande desconforto devido a uma dispneia de repouso.
Qual medicação pode ser prescrita para os cuidados paliativos e alívio da dispneia nesse caso? 
Alternativas
Q4117978 Medicina
Leia o caso a seguir.
Homem idoso, 69 anos, com doença renal crônica (TFG: 47 mL/min/1,73 m²), apresenta anemia normocrômica e normocítica (Hb 10,2 g/dL, VCM 90 fL, HCM 30 pg, CHCM 33 g/dL), assintomático, com taxas de reticulócitos, vitamina B12, ácido fólico, ferritina e índice de saturação de transferrina normais.
O tratamento indicado, nesse caso, é
Alternativas
Q4117977 Medicina
Leia o caso a seguir.
Mulher, 35 anos, vegana e testemunha de Jeová, apresenta astenia e parestesia em membros inferiores. Diagnosticada com anemia megaloblástica (hemograma mostra hemoglobina de 8,2 g/dL, hematócrito 25%, VCM 118 fL, HCM e CHCM normais, RDW 19%).
Qual é o tratamento indicado para essa paciente?
Alternativas
Q4117976 Medicina
Leia o caso a seguir.
Paciente, 21 anos, homem trans em uso atual de hormonização para afirmação de gênero, solicita procedimento de inserção de implante subdérmico de etonogestrel, mas tem dúvidas se essa é uma medicação de que pode fazer uso.
A orientação adequada para essa pessoa deve informar que a medicação é 
Alternativas
Q4117975 Medicina
Leia o caso a seguir.
Homem, 54 anos, em situação de rua, apresenta placas eritemato-descamativas pelo corpo em áreas fotoexpostas, diarreia crônica sanguinolenta, alucinações, delírios, ansiedade e desorientação em tempo e espaço. Testes rápidos de IST todos não reagentes.
Qual o diagnóstico desse paciente?
Alternativas
Q4117974 Medicina
Leia o caso a seguir.
Homem, 21 anos, sem comorbidades, com febre alta há 2 dias, mialgia, astenia, cefaleia e dor retro-orbitária, sem sinais de alarme ou outras queixas. É realizada prova do laço, que vem positiva. PA: 115 x 72 mmHg. Hemograma mostra hematócrito normal e plaquetas de 90.000.
Qual a conduta indicada, além de dipirona ou paracetamol?
Alternativas
Q4117973 Medicina
Leia o caso a seguir.
Homem, 67 anos, apresenta, há cerca de 6 meses, dor retroesternal desencadeada por emoções fortes e que demoram pelo menos 20 minutos para passar. A probabilidade pré-teste de essa dor torácica atípica ser uma doença arterial coronariana (DAC) é de 72% 
Qual exame tem a melhor razão de verossimilhança e contribuirá para estabelecer o diagnóstico de DAC?
Alternativas
Q4117972 Medicina
Leia o caso a seguir.
Homem, 45 anos, em tratamento para tuberculose pulmonar há 15 dias com o esquema RIPE (rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol). Retorna à Unidade Básica de Saúde queixando-se de náuseas leves e dor epigástrica ocasional. Ao exame, apresenta-se em bom estado geral, anictérico, com discreta dor à palpação de epigástrio. Exames laboratoriais coletados no dia anterior mostram Transaminases (TGO e TGP) com valores 2 vezes acima do limite superior da normalidade.
Qual é a conduta indicada?
Alternativas
Q4117971 Medicina
Leia o caso a seguir.
Jovem, 24 anos, apresenta-se com crise de enxaqueca intensa, sem melhora com uso domiciliar de dipirona 1 g VO e naproxeno 500 mg VO. Não houve melhora com medidas nãofarmacológicas e de hidratação intravenosa.
Qual é a opção terapêutica adequada para o manejo desse caso na urgência? 
Alternativas
Respostas
661: A
662: C
663: A
664: A
665: B
666: C
667: A
668: C
669: B
670: A
671: A
672: A
673: D
674: D
675: A
676: B
677: D
678: B
679: C
680: A