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Q1999853 Pedagogia

O currículo escolar organizado na perspectiva da pedagogia de projetos tem alguns objetivos e critérios prioritários em termos da aprendizagem a serem alcançados pelos alunos, tais como:


I. Construir o seu próprio conhecimento, desenvolvendo investigação ampla sobre os temas estudados.


II. Levantar problematizações de questões com professores e colegas, consultando diversas mídias.


III. Integrar os saberes adquiridos com atitudes participativas na escola e na comunidade.


IV. Sistematizar os conhecimentos com base nas informações trazidas e compartilhadas entre alunos-alunos e alunosprofessor.


V. Partir da exposição do assunto pelo professor, seguida de exercícios de fixação e pesquisas na internet.


Estão CORRETOS, apenas, os itens 

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Q1999852 Pedagogia

A Resolução nº 4, de 13 de julho de 2010, define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica. No Art. 2º, estabelece alguns objetivos. Sobre eles, analise as afirmativas abaixo:


I. Sistematizar os princípios e as diretrizes gerais da Educação Básica contidos na Constituição, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e demais dispositivos legais, traduzindo-os em orientações que contribuam para assegurar a formação básica comum nacional, tendo como foco os sujeitos que dão vida ao currículo e à escola.


II. Estimular a reflexão crítica e propositiva que deve subsidiar a formulação, a execução e a avaliação do projeto político-pedagógico da escola de Educação Básica.


III. Definir os conteúdos de todos os currículos dos estados e municípios, definindo os conteúdos adequados aos alunos para sua formação cidadã.


IV. Orientar os cursos de formação inicial e continuada de docentes e demais profissionais da Educação Básica, os sistemas educativos dos diferentes entes federados e as escolas que os integram, indistintamente da rede a que pertençam.


V. Realizar cursos de atualização para os professores que não concluíram o ensino médio, a fim de atuarem na educação básica.


Estão CORRETAS, apenas

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Q1999851 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
No Capítulo V, do Estatuto da Criança e Adolescentes sobre o Direito à Profissionalização e à Proteção no Trabalho, o Art. 60 determina que é proibido qualquer trabalho a menores de
Alternativas
Q1999850 Pedagogia
As ferramentas tecnológicas não são ponto principal no processo de ensino e aprendizagem, mas um dispositivo, que pode proporcionalizar a mediação entre educador, educando e saberes escolares. Assim, é essencial que se supere o velho modelo pedagógico de transmissão. Desse modo, precisamos entender que a inserção das tecnologias no ambiente educacional depende de alguns pressupostos. Sobre isso, analise as afirmativas a seguir: 

I. Formação do professor numa perspectiva que favoreça o desenvolvimento de uma proposta que permita transformar o processo de ensino em algo dinâmico e desafiador com o suporte das tecnologias.
II. Apropriação do domínio nas diversas áreas do conhecimento, permitindo aos professores construírem e partilharem conhecimentos, tornando-os seres que aprendam a valorizar as competências e o trabalho interdisciplinar.
III. Prática formativa e pedagógica que leva em conta os saberes trazidos pelo aluno, associando aos conhecimentos escolares que se tornam essenciais para a construção do conhecimento.
IV. Incorporar as tecnologias no ambiente escolar como um complemento administrativo para realizar as tarefas administrativas e escolares dos funcionários professores.
V. Incorporação das TICs para ajudar gestores, professores, alunos, pais e funcionários a transformar a escola em um lugar democrático e promotor de ações educativas e socializadas.

Estão CORRETAS, apenas,

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Q1999849 Pedagogia

Conforme o Art. 35 da Lei 9.394/96 – LDB - o ensino médio, etapa final da educação básica, com duração mínima de três anos, terá como finalidades 


I. a consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no ensino fundamental, possibilitando o prosseguimento de estudos.


II. a preparação básica para o trabalho e a cidadania do educando, para continuar aprendendo, de modo a ser capaz de se adaptar com flexibilidade a novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores.


III. o aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico.


IV. a compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos, relacionando a teoria com a prática no ensino de cada disciplina.


V. a preparação básica para o exercício das atividades técnicas e para o trabalho e a cidadania do educando com o intuito de ele ser capaz de se adaptar às condições de exigências do mercado.


Estão CORRETOS, apenas, os itens

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Q1999848 Pedagogia
“Podemos dizer que a atual prática da avaliação escolar (...) possibilita um processo cada vez menos democrático no que se refere tanto à expansão do ensino quanto à sua qualidade.” (Luckesi, 2011) Segundo esse autor, o avaliador da aprendizagem deve agir como pesquisador. Assim, deve 

I. conscientizar-se de que sua atividade deve ter por objetivo favorecer a realidade da aprendizagem do educando.
II. estar comprometido com uma visão pedagógica que considere que o ser humano sempre pode aprender e desenvolver-se.
III. ter um plano de ensino consistente e efetiva disposição de investir no educando para aprender.
IV. entender que a atividade de avaliar influencia tecnicamente no planejamento escolar.
V. ter noção clara de que a prática avaliativa, no caso da aprendizagem, precisa, ao mesmo tempo, realizar acompanhamento (processo) e certificação (avaliação somativa).

Estão CORRETOS, apenas, os itens 
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Q1999847 Pedagogia
Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica, há um entendimento de que currículo é o conjunto de valores e práticas, que proporcionam a produção e a socialização de significados no espaço social e cultural dos estudantes. Na Educação Básica, a organização do tempo curricular deve ser construída em função

I. das peculiaridades de seu meio e das características próprias dos seus estudantes, não se restringindo às aulas das várias disciplinas.
II. do percurso formativo que deve, nesse sentido, ser aberto e contextualizado, incluindo não só os componentes curriculares centrais obrigatórios, previstos na legislação educacional, mas também, conforme o que estabelece cada projeto escolar.
III. de outros componentes flexíveis e variáveis que possibilitem percursos formativos que atendam aos interesses e necessidades do mercado de trabalho e características estudantis desejáveis.
IV. do desenvolvimento curricular, dos ambientes físicos, didático-pedagógicos e equipamentos que não se reduzam às salas de aula, incluindo outros espaços da escola, bem como os espaços socioculturais e esportivo-recreativos do entorno, da comunidade escolar.
V. da definição do espaço de heterogeneidade e pluralidade, situada na diversidade em movimento, no processo tornado possível por meio de relações intersubjetivas, fundamentada no princípio emancipador.

Estão CORRETOS apenas, os itens
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Q1999846 Pedagogia
Segundo Sacristán (2000), o currículo deve ser entendido como processo, que envolve uma multiplicidade de relações, abertas ou tácitas, em diversos âmbitos, que vão da prescrição à ação, das decisões administrativas às práticas pedagógicas, na escola como instituição e nas unidades escolares especificamente. Para compreendê-lo e, principalmente, elaborá-lo e implementá-lo, de modo a transformar o ensino, é preciso refletir sobre grandes questões. Sobre o currículo transformador, analise os itens abaixo: 

I. Construir a identidade social e cultural dos alunos.
II. Estimular as competências, o discernimento e a análise crítica dos alunos.
III. Desenvolver uma concepção mais construtiva e participativa do currículo.
IV. Facilitar com conteúdos acessíveis aos alunos que têm condições de serem aprovados.
V. Listar os conteúdos essenciais e os secundários dos cursos instituídos.

Estão CORRETOS
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Q1999845 Pedagogia
Os fundamentos da educação apontam que a sistematização de diferentes tendências pedagógicas, que foram estruturadas sob influência dos paradigmas conservadores, é tarefa complexa, principalmente quando se entende que a realidade é muito dinâmica. No entanto, para fins didáticos, caberia colocar dentro dos paradigmas conservadores as seguintes tendências pedagógicas: 
Alternativas
Q1999844 Português
No Texto 2, a palavra “idéias” está acentuada, em conformidade com a norma ortográfica anterior à atual. Atualmente, a palavra “ideias” não recebe acento gráfico, assim como:
Alternativas
Q1999843 Português
Para compreender adequadamente o Texto 2, o leitor deve perceber que:
Alternativas
Q1999842 Português

TEXTO 1



Por que escrever?

A escrita ainda é o melhor e mais eficiente protesto para proteger a liberdade


Em novembro de 2018, a filósofa Andrea Faggion publicou uma reflexão sobre a importância da escrita em nosso cotidiano. Segundo a autora, em tempos tão incertos como os nossos, em que o debate político se faz cada vez mais refém da desinformação, escrever nos oferece rara oportunidade de questionamento sobre a validade dos argumentos que adotamos para justificar as nossas opções.
Coincidentemente, em dezembro passado, a Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia publicou um texto de Ernst Tugendhat, no qual ele ressaltava a importância da escrita na formação filosófica. De acordo com Tugendhat, o estudante de filosofia deveria ser estimulado a escrever desde cedo, aprendendo a dialogar com o pensamento alheio, para expressar as suas ideias com clareza e segurança.
Nesse sentido, a proposta de Tugendhat para a universidade muito se assemelha à reflexão de Faggion sobre o cotidiano, chamando a atenção para o fato de que – embora muitos não tenham por objetivo se tornar escritores – uma das principais funções da escrita seja a de ensinar a pensar por conta própria.
Ao escrevermos, defrontamo-nos com a necessidade de emprestar uma ordem e uma justificativa para o que pensamos. Nesse diapasão, tornamo-nos conscientes de que, para que o nosso argumento tenha força, precisamos descrever fatos e aplicar conceitos objetivamente. Ao falharmos nesse exercício, falhamos também em provar a validade do nosso posicionamento.
Escrever também nos torna conscientes das motivações que temos ao abraçar certas ideias. Afinal, toda opinião é fruto da tênue relação entre a nossa emotividade e o exercício da razão. Dessa maneira, a escrita cumpre um importante papel terapêutico, dando ao indivíduo a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre si, ao mesmo tempo em que busca um sentido para o mundo.
Na literatura do século XX, encontramos vários personagens cuja jornada de autoconhecimento tem início a partir da escrita e da necessidade de compreender a própria realidade.
Em “Herzog”, Saul Bellow conta a história de um homem que começa a escrever cartas compulsivamente para mortos e vivos – inclusive para Deus – até conseguir se recuperar emocionalmente de um malfadado divórcio. Já em “1984”, George Orwell descreve um mundo onde o exercício do pensamento individual se tornou inadmissível. Assim, o principal ato de rebeldia do personagem Winston Smith contra o sistema foi adquirir um diário, no qual ele escreve as suas memórias, impressões sobre o cotidiano e críticas ao regime do Big Brother. Winston escreve para combater os fatos alternativos divulgados pelo governo, porque precisa provar para si mesmo que o mundo já foi diferente e que, nem sempre, os seus vizinhos representaram uma ameaça.
Recentemente, o clássico de Orwell tem gozado de renovada celebridade. Entre os leitores, muitos acreditam que nenhum outro livro poderia nos servir de antídoto para os sintomas de obscurantismo político e cultural que eclodiram nas mais poderosas democracias do Ocidente. Muitas vezes, precisamos defender aquilo que temos por certo e, apesar de frágil, a escrita ainda é o melhor e mais eficiente protesto para proteger a liberdade e reafirmar que dois e dois são quatro.

Juliana de Albuquerque. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/juliana-de-albuquerque/2019/01/por-que-escrever.shtml?utm_source=newsletter&utmmedium=email&utm_campaign=newscolunista. Acesso em: 22/01/2019. Adaptado. 
Assinale a alternativa na qual todo o enunciado está escrito corretamente, no que respeita às normas vigentes de ortografia e acentuação. 
Alternativas
Q1999841 Português

TEXTO 1



Por que escrever?

A escrita ainda é o melhor e mais eficiente protesto para proteger a liberdade


Em novembro de 2018, a filósofa Andrea Faggion publicou uma reflexão sobre a importância da escrita em nosso cotidiano. Segundo a autora, em tempos tão incertos como os nossos, em que o debate político se faz cada vez mais refém da desinformação, escrever nos oferece rara oportunidade de questionamento sobre a validade dos argumentos que adotamos para justificar as nossas opções.
Coincidentemente, em dezembro passado, a Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia publicou um texto de Ernst Tugendhat, no qual ele ressaltava a importância da escrita na formação filosófica. De acordo com Tugendhat, o estudante de filosofia deveria ser estimulado a escrever desde cedo, aprendendo a dialogar com o pensamento alheio, para expressar as suas ideias com clareza e segurança.
Nesse sentido, a proposta de Tugendhat para a universidade muito se assemelha à reflexão de Faggion sobre o cotidiano, chamando a atenção para o fato de que – embora muitos não tenham por objetivo se tornar escritores – uma das principais funções da escrita seja a de ensinar a pensar por conta própria.
Ao escrevermos, defrontamo-nos com a necessidade de emprestar uma ordem e uma justificativa para o que pensamos. Nesse diapasão, tornamo-nos conscientes de que, para que o nosso argumento tenha força, precisamos descrever fatos e aplicar conceitos objetivamente. Ao falharmos nesse exercício, falhamos também em provar a validade do nosso posicionamento.
Escrever também nos torna conscientes das motivações que temos ao abraçar certas ideias. Afinal, toda opinião é fruto da tênue relação entre a nossa emotividade e o exercício da razão. Dessa maneira, a escrita cumpre um importante papel terapêutico, dando ao indivíduo a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre si, ao mesmo tempo em que busca um sentido para o mundo.
Na literatura do século XX, encontramos vários personagens cuja jornada de autoconhecimento tem início a partir da escrita e da necessidade de compreender a própria realidade.
Em “Herzog”, Saul Bellow conta a história de um homem que começa a escrever cartas compulsivamente para mortos e vivos – inclusive para Deus – até conseguir se recuperar emocionalmente de um malfadado divórcio. Já em “1984”, George Orwell descreve um mundo onde o exercício do pensamento individual se tornou inadmissível. Assim, o principal ato de rebeldia do personagem Winston Smith contra o sistema foi adquirir um diário, no qual ele escreve as suas memórias, impressões sobre o cotidiano e críticas ao regime do Big Brother. Winston escreve para combater os fatos alternativos divulgados pelo governo, porque precisa provar para si mesmo que o mundo já foi diferente e que, nem sempre, os seus vizinhos representaram uma ameaça.
Recentemente, o clássico de Orwell tem gozado de renovada celebridade. Entre os leitores, muitos acreditam que nenhum outro livro poderia nos servir de antídoto para os sintomas de obscurantismo político e cultural que eclodiram nas mais poderosas democracias do Ocidente. Muitas vezes, precisamos defender aquilo que temos por certo e, apesar de frágil, a escrita ainda é o melhor e mais eficiente protesto para proteger a liberdade e reafirmar que dois e dois são quatro.

Juliana de Albuquerque. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/juliana-de-albuquerque/2019/01/por-que-escrever.shtml?utm_source=newsletter&utmmedium=email&utm_campaign=newscolunista. Acesso em: 22/01/2019. Adaptado. 
Assinale a alternativa em que o sinal indicativo de crase está corretamente empregado. 
Alternativas
Q1999840 Português

TEXTO 1



Por que escrever?

A escrita ainda é o melhor e mais eficiente protesto para proteger a liberdade


Em novembro de 2018, a filósofa Andrea Faggion publicou uma reflexão sobre a importância da escrita em nosso cotidiano. Segundo a autora, em tempos tão incertos como os nossos, em que o debate político se faz cada vez mais refém da desinformação, escrever nos oferece rara oportunidade de questionamento sobre a validade dos argumentos que adotamos para justificar as nossas opções.
Coincidentemente, em dezembro passado, a Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia publicou um texto de Ernst Tugendhat, no qual ele ressaltava a importância da escrita na formação filosófica. De acordo com Tugendhat, o estudante de filosofia deveria ser estimulado a escrever desde cedo, aprendendo a dialogar com o pensamento alheio, para expressar as suas ideias com clareza e segurança.
Nesse sentido, a proposta de Tugendhat para a universidade muito se assemelha à reflexão de Faggion sobre o cotidiano, chamando a atenção para o fato de que – embora muitos não tenham por objetivo se tornar escritores – uma das principais funções da escrita seja a de ensinar a pensar por conta própria.
Ao escrevermos, defrontamo-nos com a necessidade de emprestar uma ordem e uma justificativa para o que pensamos. Nesse diapasão, tornamo-nos conscientes de que, para que o nosso argumento tenha força, precisamos descrever fatos e aplicar conceitos objetivamente. Ao falharmos nesse exercício, falhamos também em provar a validade do nosso posicionamento.
Escrever também nos torna conscientes das motivações que temos ao abraçar certas ideias. Afinal, toda opinião é fruto da tênue relação entre a nossa emotividade e o exercício da razão. Dessa maneira, a escrita cumpre um importante papel terapêutico, dando ao indivíduo a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre si, ao mesmo tempo em que busca um sentido para o mundo.
Na literatura do século XX, encontramos vários personagens cuja jornada de autoconhecimento tem início a partir da escrita e da necessidade de compreender a própria realidade.
Em “Herzog”, Saul Bellow conta a história de um homem que começa a escrever cartas compulsivamente para mortos e vivos – inclusive para Deus – até conseguir se recuperar emocionalmente de um malfadado divórcio. Já em “1984”, George Orwell descreve um mundo onde o exercício do pensamento individual se tornou inadmissível. Assim, o principal ato de rebeldia do personagem Winston Smith contra o sistema foi adquirir um diário, no qual ele escreve as suas memórias, impressões sobre o cotidiano e críticas ao regime do Big Brother. Winston escreve para combater os fatos alternativos divulgados pelo governo, porque precisa provar para si mesmo que o mundo já foi diferente e que, nem sempre, os seus vizinhos representaram uma ameaça.
Recentemente, o clássico de Orwell tem gozado de renovada celebridade. Entre os leitores, muitos acreditam que nenhum outro livro poderia nos servir de antídoto para os sintomas de obscurantismo político e cultural que eclodiram nas mais poderosas democracias do Ocidente. Muitas vezes, precisamos defender aquilo que temos por certo e, apesar de frágil, a escrita ainda é o melhor e mais eficiente protesto para proteger a liberdade e reafirmar que dois e dois são quatro.

Juliana de Albuquerque. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/juliana-de-albuquerque/2019/01/por-que-escrever.shtml?utm_source=newsletter&utmmedium=email&utm_campaign=newscolunista. Acesso em: 22/01/2019. Adaptado. 
 Releia: “Já em „1984‟, George Orwell descreve um mundo onde o exercício do pensamento individual se tornou inadmissível”. Considerando as normas de regência, a paráfrase correta desse trecho é:
Alternativas
Q1999839 Português

TEXTO 1



Por que escrever?

A escrita ainda é o melhor e mais eficiente protesto para proteger a liberdade


Em novembro de 2018, a filósofa Andrea Faggion publicou uma reflexão sobre a importância da escrita em nosso cotidiano. Segundo a autora, em tempos tão incertos como os nossos, em que o debate político se faz cada vez mais refém da desinformação, escrever nos oferece rara oportunidade de questionamento sobre a validade dos argumentos que adotamos para justificar as nossas opções.
Coincidentemente, em dezembro passado, a Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia publicou um texto de Ernst Tugendhat, no qual ele ressaltava a importância da escrita na formação filosófica. De acordo com Tugendhat, o estudante de filosofia deveria ser estimulado a escrever desde cedo, aprendendo a dialogar com o pensamento alheio, para expressar as suas ideias com clareza e segurança.
Nesse sentido, a proposta de Tugendhat para a universidade muito se assemelha à reflexão de Faggion sobre o cotidiano, chamando a atenção para o fato de que – embora muitos não tenham por objetivo se tornar escritores – uma das principais funções da escrita seja a de ensinar a pensar por conta própria.
Ao escrevermos, defrontamo-nos com a necessidade de emprestar uma ordem e uma justificativa para o que pensamos. Nesse diapasão, tornamo-nos conscientes de que, para que o nosso argumento tenha força, precisamos descrever fatos e aplicar conceitos objetivamente. Ao falharmos nesse exercício, falhamos também em provar a validade do nosso posicionamento.
Escrever também nos torna conscientes das motivações que temos ao abraçar certas ideias. Afinal, toda opinião é fruto da tênue relação entre a nossa emotividade e o exercício da razão. Dessa maneira, a escrita cumpre um importante papel terapêutico, dando ao indivíduo a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre si, ao mesmo tempo em que busca um sentido para o mundo.
Na literatura do século XX, encontramos vários personagens cuja jornada de autoconhecimento tem início a partir da escrita e da necessidade de compreender a própria realidade.
Em “Herzog”, Saul Bellow conta a história de um homem que começa a escrever cartas compulsivamente para mortos e vivos – inclusive para Deus – até conseguir se recuperar emocionalmente de um malfadado divórcio. Já em “1984”, George Orwell descreve um mundo onde o exercício do pensamento individual se tornou inadmissível. Assim, o principal ato de rebeldia do personagem Winston Smith contra o sistema foi adquirir um diário, no qual ele escreve as suas memórias, impressões sobre o cotidiano e críticas ao regime do Big Brother. Winston escreve para combater os fatos alternativos divulgados pelo governo, porque precisa provar para si mesmo que o mundo já foi diferente e que, nem sempre, os seus vizinhos representaram uma ameaça.
Recentemente, o clássico de Orwell tem gozado de renovada celebridade. Entre os leitores, muitos acreditam que nenhum outro livro poderia nos servir de antídoto para os sintomas de obscurantismo político e cultural que eclodiram nas mais poderosas democracias do Ocidente. Muitas vezes, precisamos defender aquilo que temos por certo e, apesar de frágil, a escrita ainda é o melhor e mais eficiente protesto para proteger a liberdade e reafirmar que dois e dois são quatro.

Juliana de Albuquerque. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/juliana-de-albuquerque/2019/01/por-que-escrever.shtml?utm_source=newsletter&utmmedium=email&utm_campaign=newscolunista. Acesso em: 22/01/2019. Adaptado. 
Acerca do sentido de algumas palavras ou expressões do Texto 1, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1999838 Português

TEXTO 1



Por que escrever?

A escrita ainda é o melhor e mais eficiente protesto para proteger a liberdade


Em novembro de 2018, a filósofa Andrea Faggion publicou uma reflexão sobre a importância da escrita em nosso cotidiano. Segundo a autora, em tempos tão incertos como os nossos, em que o debate político se faz cada vez mais refém da desinformação, escrever nos oferece rara oportunidade de questionamento sobre a validade dos argumentos que adotamos para justificar as nossas opções.
Coincidentemente, em dezembro passado, a Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia publicou um texto de Ernst Tugendhat, no qual ele ressaltava a importância da escrita na formação filosófica. De acordo com Tugendhat, o estudante de filosofia deveria ser estimulado a escrever desde cedo, aprendendo a dialogar com o pensamento alheio, para expressar as suas ideias com clareza e segurança.
Nesse sentido, a proposta de Tugendhat para a universidade muito se assemelha à reflexão de Faggion sobre o cotidiano, chamando a atenção para o fato de que – embora muitos não tenham por objetivo se tornar escritores – uma das principais funções da escrita seja a de ensinar a pensar por conta própria.
Ao escrevermos, defrontamo-nos com a necessidade de emprestar uma ordem e uma justificativa para o que pensamos. Nesse diapasão, tornamo-nos conscientes de que, para que o nosso argumento tenha força, precisamos descrever fatos e aplicar conceitos objetivamente. Ao falharmos nesse exercício, falhamos também em provar a validade do nosso posicionamento.
Escrever também nos torna conscientes das motivações que temos ao abraçar certas ideias. Afinal, toda opinião é fruto da tênue relação entre a nossa emotividade e o exercício da razão. Dessa maneira, a escrita cumpre um importante papel terapêutico, dando ao indivíduo a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre si, ao mesmo tempo em que busca um sentido para o mundo.
Na literatura do século XX, encontramos vários personagens cuja jornada de autoconhecimento tem início a partir da escrita e da necessidade de compreender a própria realidade.
Em “Herzog”, Saul Bellow conta a história de um homem que começa a escrever cartas compulsivamente para mortos e vivos – inclusive para Deus – até conseguir se recuperar emocionalmente de um malfadado divórcio. Já em “1984”, George Orwell descreve um mundo onde o exercício do pensamento individual se tornou inadmissível. Assim, o principal ato de rebeldia do personagem Winston Smith contra o sistema foi adquirir um diário, no qual ele escreve as suas memórias, impressões sobre o cotidiano e críticas ao regime do Big Brother. Winston escreve para combater os fatos alternativos divulgados pelo governo, porque precisa provar para si mesmo que o mundo já foi diferente e que, nem sempre, os seus vizinhos representaram uma ameaça.
Recentemente, o clássico de Orwell tem gozado de renovada celebridade. Entre os leitores, muitos acreditam que nenhum outro livro poderia nos servir de antídoto para os sintomas de obscurantismo político e cultural que eclodiram nas mais poderosas democracias do Ocidente. Muitas vezes, precisamos defender aquilo que temos por certo e, apesar de frágil, a escrita ainda é o melhor e mais eficiente protesto para proteger a liberdade e reafirmar que dois e dois são quatro.

Juliana de Albuquerque. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/juliana-de-albuquerque/2019/01/por-que-escrever.shtml?utm_source=newsletter&utmmedium=email&utm_campaign=newscolunista. Acesso em: 22/01/2019. Adaptado. 
Do ponto de vista tipológico, o Texto 1 se caracteriza como:
Alternativas
Q1999837 Português

TEXTO 1



Por que escrever?

A escrita ainda é o melhor e mais eficiente protesto para proteger a liberdade


Em novembro de 2018, a filósofa Andrea Faggion publicou uma reflexão sobre a importância da escrita em nosso cotidiano. Segundo a autora, em tempos tão incertos como os nossos, em que o debate político se faz cada vez mais refém da desinformação, escrever nos oferece rara oportunidade de questionamento sobre a validade dos argumentos que adotamos para justificar as nossas opções.
Coincidentemente, em dezembro passado, a Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia publicou um texto de Ernst Tugendhat, no qual ele ressaltava a importância da escrita na formação filosófica. De acordo com Tugendhat, o estudante de filosofia deveria ser estimulado a escrever desde cedo, aprendendo a dialogar com o pensamento alheio, para expressar as suas ideias com clareza e segurança.
Nesse sentido, a proposta de Tugendhat para a universidade muito se assemelha à reflexão de Faggion sobre o cotidiano, chamando a atenção para o fato de que – embora muitos não tenham por objetivo se tornar escritores – uma das principais funções da escrita seja a de ensinar a pensar por conta própria.
Ao escrevermos, defrontamo-nos com a necessidade de emprestar uma ordem e uma justificativa para o que pensamos. Nesse diapasão, tornamo-nos conscientes de que, para que o nosso argumento tenha força, precisamos descrever fatos e aplicar conceitos objetivamente. Ao falharmos nesse exercício, falhamos também em provar a validade do nosso posicionamento.
Escrever também nos torna conscientes das motivações que temos ao abraçar certas ideias. Afinal, toda opinião é fruto da tênue relação entre a nossa emotividade e o exercício da razão. Dessa maneira, a escrita cumpre um importante papel terapêutico, dando ao indivíduo a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre si, ao mesmo tempo em que busca um sentido para o mundo.
Na literatura do século XX, encontramos vários personagens cuja jornada de autoconhecimento tem início a partir da escrita e da necessidade de compreender a própria realidade.
Em “Herzog”, Saul Bellow conta a história de um homem que começa a escrever cartas compulsivamente para mortos e vivos – inclusive para Deus – até conseguir se recuperar emocionalmente de um malfadado divórcio. Já em “1984”, George Orwell descreve um mundo onde o exercício do pensamento individual se tornou inadmissível. Assim, o principal ato de rebeldia do personagem Winston Smith contra o sistema foi adquirir um diário, no qual ele escreve as suas memórias, impressões sobre o cotidiano e críticas ao regime do Big Brother. Winston escreve para combater os fatos alternativos divulgados pelo governo, porque precisa provar para si mesmo que o mundo já foi diferente e que, nem sempre, os seus vizinhos representaram uma ameaça.
Recentemente, o clássico de Orwell tem gozado de renovada celebridade. Entre os leitores, muitos acreditam que nenhum outro livro poderia nos servir de antídoto para os sintomas de obscurantismo político e cultural que eclodiram nas mais poderosas democracias do Ocidente. Muitas vezes, precisamos defender aquilo que temos por certo e, apesar de frágil, a escrita ainda é o melhor e mais eficiente protesto para proteger a liberdade e reafirmar que dois e dois são quatro.

Juliana de Albuquerque. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/juliana-de-albuquerque/2019/01/por-que-escrever.shtml?utm_source=newsletter&utmmedium=email&utm_campaign=newscolunista. Acesso em: 22/01/2019. Adaptado. 
De modo global, o Texto 1 defende a ideia da escrita como ato de: 
Alternativas
Q1999836 Português

TEXTO 1



Por que escrever?

A escrita ainda é o melhor e mais eficiente protesto para proteger a liberdade


Em novembro de 2018, a filósofa Andrea Faggion publicou uma reflexão sobre a importância da escrita em nosso cotidiano. Segundo a autora, em tempos tão incertos como os nossos, em que o debate político se faz cada vez mais refém da desinformação, escrever nos oferece rara oportunidade de questionamento sobre a validade dos argumentos que adotamos para justificar as nossas opções.
Coincidentemente, em dezembro passado, a Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia publicou um texto de Ernst Tugendhat, no qual ele ressaltava a importância da escrita na formação filosófica. De acordo com Tugendhat, o estudante de filosofia deveria ser estimulado a escrever desde cedo, aprendendo a dialogar com o pensamento alheio, para expressar as suas ideias com clareza e segurança.
Nesse sentido, a proposta de Tugendhat para a universidade muito se assemelha à reflexão de Faggion sobre o cotidiano, chamando a atenção para o fato de que – embora muitos não tenham por objetivo se tornar escritores – uma das principais funções da escrita seja a de ensinar a pensar por conta própria.
Ao escrevermos, defrontamo-nos com a necessidade de emprestar uma ordem e uma justificativa para o que pensamos. Nesse diapasão, tornamo-nos conscientes de que, para que o nosso argumento tenha força, precisamos descrever fatos e aplicar conceitos objetivamente. Ao falharmos nesse exercício, falhamos também em provar a validade do nosso posicionamento.
Escrever também nos torna conscientes das motivações que temos ao abraçar certas ideias. Afinal, toda opinião é fruto da tênue relação entre a nossa emotividade e o exercício da razão. Dessa maneira, a escrita cumpre um importante papel terapêutico, dando ao indivíduo a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre si, ao mesmo tempo em que busca um sentido para o mundo.
Na literatura do século XX, encontramos vários personagens cuja jornada de autoconhecimento tem início a partir da escrita e da necessidade de compreender a própria realidade.
Em “Herzog”, Saul Bellow conta a história de um homem que começa a escrever cartas compulsivamente para mortos e vivos – inclusive para Deus – até conseguir se recuperar emocionalmente de um malfadado divórcio. Já em “1984”, George Orwell descreve um mundo onde o exercício do pensamento individual se tornou inadmissível. Assim, o principal ato de rebeldia do personagem Winston Smith contra o sistema foi adquirir um diário, no qual ele escreve as suas memórias, impressões sobre o cotidiano e críticas ao regime do Big Brother. Winston escreve para combater os fatos alternativos divulgados pelo governo, porque precisa provar para si mesmo que o mundo já foi diferente e que, nem sempre, os seus vizinhos representaram uma ameaça.
Recentemente, o clássico de Orwell tem gozado de renovada celebridade. Entre os leitores, muitos acreditam que nenhum outro livro poderia nos servir de antídoto para os sintomas de obscurantismo político e cultural que eclodiram nas mais poderosas democracias do Ocidente. Muitas vezes, precisamos defender aquilo que temos por certo e, apesar de frágil, a escrita ainda é o melhor e mais eficiente protesto para proteger a liberdade e reafirmar que dois e dois são quatro.

Juliana de Albuquerque. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/juliana-de-albuquerque/2019/01/por-que-escrever.shtml?utm_source=newsletter&utmmedium=email&utm_campaign=newscolunista. Acesso em: 22/01/2019. Adaptado. 

De acordo com o Texto 1, a atividade da escrita:


1. é uma das principais fontes da desinformação do debate político.


2. nos oportuniza a refletir sobre os argumentos que embasam nossas escolhas.


3. nos conscientiza sobre os motivos que temos para acartar determinadas ideias.


4. favorece o autoconhecimento, tendo, assim, relevante função na saúde mental.


Estão CORRETAS as afirmativas 

Alternativas
Q1999835 Português

TEXTO 1



Por que escrever?

A escrita ainda é o melhor e mais eficiente protesto para proteger a liberdade


Em novembro de 2018, a filósofa Andrea Faggion publicou uma reflexão sobre a importância da escrita em nosso cotidiano. Segundo a autora, em tempos tão incertos como os nossos, em que o debate político se faz cada vez mais refém da desinformação, escrever nos oferece rara oportunidade de questionamento sobre a validade dos argumentos que adotamos para justificar as nossas opções.
Coincidentemente, em dezembro passado, a Associação Nacional de Pós-Graduação em Filosofia publicou um texto de Ernst Tugendhat, no qual ele ressaltava a importância da escrita na formação filosófica. De acordo com Tugendhat, o estudante de filosofia deveria ser estimulado a escrever desde cedo, aprendendo a dialogar com o pensamento alheio, para expressar as suas ideias com clareza e segurança.
Nesse sentido, a proposta de Tugendhat para a universidade muito se assemelha à reflexão de Faggion sobre o cotidiano, chamando a atenção para o fato de que – embora muitos não tenham por objetivo se tornar escritores – uma das principais funções da escrita seja a de ensinar a pensar por conta própria.
Ao escrevermos, defrontamo-nos com a necessidade de emprestar uma ordem e uma justificativa para o que pensamos. Nesse diapasão, tornamo-nos conscientes de que, para que o nosso argumento tenha força, precisamos descrever fatos e aplicar conceitos objetivamente. Ao falharmos nesse exercício, falhamos também em provar a validade do nosso posicionamento.
Escrever também nos torna conscientes das motivações que temos ao abraçar certas ideias. Afinal, toda opinião é fruto da tênue relação entre a nossa emotividade e o exercício da razão. Dessa maneira, a escrita cumpre um importante papel terapêutico, dando ao indivíduo a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre si, ao mesmo tempo em que busca um sentido para o mundo.
Na literatura do século XX, encontramos vários personagens cuja jornada de autoconhecimento tem início a partir da escrita e da necessidade de compreender a própria realidade.
Em “Herzog”, Saul Bellow conta a história de um homem que começa a escrever cartas compulsivamente para mortos e vivos – inclusive para Deus – até conseguir se recuperar emocionalmente de um malfadado divórcio. Já em “1984”, George Orwell descreve um mundo onde o exercício do pensamento individual se tornou inadmissível. Assim, o principal ato de rebeldia do personagem Winston Smith contra o sistema foi adquirir um diário, no qual ele escreve as suas memórias, impressões sobre o cotidiano e críticas ao regime do Big Brother. Winston escreve para combater os fatos alternativos divulgados pelo governo, porque precisa provar para si mesmo que o mundo já foi diferente e que, nem sempre, os seus vizinhos representaram uma ameaça.
Recentemente, o clássico de Orwell tem gozado de renovada celebridade. Entre os leitores, muitos acreditam que nenhum outro livro poderia nos servir de antídoto para os sintomas de obscurantismo político e cultural que eclodiram nas mais poderosas democracias do Ocidente. Muitas vezes, precisamos defender aquilo que temos por certo e, apesar de frágil, a escrita ainda é o melhor e mais eficiente protesto para proteger a liberdade e reafirmar que dois e dois são quatro.

Juliana de Albuquerque. Disponível em:
https://www1.folha.uol.com.br/colunas/juliana-de-albuquerque/2019/01/por-que-escrever.shtml?utm_source=newsletter&utmmedium=email&utm_campaign=newscolunista. Acesso em: 22/01/2019. Adaptado. 
Ao escrever o Texto 1, sua autora pretendeu, principalmente: 
Alternativas
Q1757736 Libras
As línguas de sinais, dentre elas a Língua Brasileira de Sinais, percorreram um longo processo histórico até serem reconhecidas como línguas. Atualmente, as línguas de sinais representam uma forma completa de comunicação das histórias, das lutas e da cultura surda (QUADROS, 2005). As línguas de sinais enquanto língua utilizada pelas comunidades surdas possuem características que as definem e reconhecem enquanto língua natural e oficial.
Com relação às características das línguas de sinais:
I - As línguas de sinais são consideradas línguas naturais porque são adaptações das línguas orais. II - As línguas de sinais possuem uma estrutura que permite a expressão de qualquer conceito e qualquer significado decorrente da interação comunicativa e expressiva do ser humano. III - As línguas de sinais são línguas como quaisquer outras, pois todas são estruturadas a partir de unidades mínimas que formam unidades mais complexas, ou seja, apresentam todos os níveis de análise linguísticos.
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Respostas
4261: B
4262: C
4263: A
4264: B
4265: B
4266: C
4267: E
4268: C
4269: A
4270: D
4271: E
4272: B
4273: A
4274: E
4275: C
4276: C
4277: A
4278: D
4279: B
4280: D