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Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta.
A ___________ é o metabólito ativo do antipsicótico de segunda geração ___________ e apresenta uma formulação de liberação sustentada de aplicação mensal e outra de aplicação _____________.
Leia o trecho do discurso de um paciente fictício:
“Oi! Sou o Rafael. Tenho um primo que se chama Daniel. Mas não caí do Céu. Adoro o azul. É a minha cor favorita. Lasanha é a minha comida favorita. Massa engorda muito. Estou pesando setenta quilos. No mês passado, fiz dieta e andei muito de bicicleta. Eu sou um superatleta. Você sabia que ganhei quinhentas medalhas nos Jogos Olímpicos?”.
Diante desse discurso, assinale a alternativa que apresenta alterações psicopatológicas desse caso.
Um universitário solteiro de 22 anos é hospitalizado após um acidente de carro em que fraturou o fêmur direito. Uma jovem médica foi designada para acompanhá-lo, mas, quando ela entra no quarto e se apresenta, o paciente diz: “Nem pensar! Não vou deixar que uma médica recém-formada toque em mim – preciso de alguém com muito mais experiência do que você”.
Qual das seguintes afirmações por parte dessa médica provavelmente fará a entrevista com esse paciente ser bem-sucedida?
Mulher de 40 anos está internada em hospital geral por estar, há 3 dias, sem se alimentar e sem contactuar com familiares. O marido conta que há 4 meses a paciente veio gradualmente perdendo o ânimo para fazer atividades prazerosas de sua rotina, como praticar exercícios e cozinhar. Tinha dificuldade para iniciar o sono na maior parte das noites, e o sono estava fragmentado. Queixava-se de muita preguiça, demora para levantar da cama todas as manhãs e procrastinação nas tarefas do dia a dia, já relatando prejuízos no trabalho e na sua organização caseira. Sentia-se triste e chorosa facilmente. Nos últimos 30 dias, o quadro se agravou progressivamente: há uma semana, começou a repetir as frases ou últimas palavras das pessoas, ficava com olhar parado e permanecia várias horas sentada no sofá sem reação. Às vezes, fazia algum movimento repetitivo ou despropositado. Em seguida, passou a se negar a tomar banho, trocar de roupa, chegando ao quadro atual em que não se move, nem come ou toma líquidos.
Em relação a esse caso clínico, assinale a alternativa correta.
Mulher de 35 anos é secretária, está casada há 5 anos e tem um filho de 2,5 anos. Ela chora em consulta de rotina com clínico geral, contando que tinha perdido sua mãe por infecção por influenza há 2 meses. Veio acompanhada de uma irmã e estava afastada das funções trabalhistas desde a perda da mãe, período no qual tem estado triste e com momentos de raiva a maior parte do tempo. Apresenta-se em estado de profunda dor, choque e raiva: “... só estou aqui porque minha irmã insistiu. Prefiro ficar em casa”. A maior parte da consulta apresenta-se apática ou chorando. Sente-se ultrajada e injustiçada por ter perdido sua mãe, acredita que perdeu tudo na vida e que, pelo bem de seu filho, seria melhor ela morrer logo para se juntar à mãe, chegando a pedir ao marido que saísse de casa, levando consigo o filho. Passa a maior parte dos dias na casa dos pais no quarto deles, deitada na cama da mãe vendo fotos e pertences pessoais dela. O sono e o apetite se desregularam e não está conseguindo mais experienciar prazer em suas atividades cotidianas.
Sobre esse caso e as reações de luto conforme o DSM-5-TR, é correto afirmar que
Homem de 35 anos, advogado, com queixa principal de ansiedade, com repercussão nas atividades cotidianas (especialmente profissionais). Ao detalhar seus sintomas, o paciente refere que a cabeça não para de pensar (normalmente em afazeres do trabalho). Não se sente particularmente preocupado ou inseguro com o que precisa fazer, mas diz que os pensamentos apenas “vem e vão”. Sensação constante de inquietude, com dificuldade para permanecer por muito tempo sentado no seu escritório e nas reuniões de trabalho. Descreve uma tendência de iniciar várias tarefas ao mesmo tempo, porém consegue se concentrar em processos que considera desafiadores. Refere também que muitas vezes se distrai nas conversas com outras pessoas e nas atividades. Mesmo durante a relação sexual, costuma se distrair com o que está passando na televisão. Ao ser questionado sobre sua infância, diz que sempre tirou notas boas, “aprendia rápido”, nunca “precisou” fazer lições de casa, estudando apenas na véspera da prova. Lembra que era constantemente chamada sua atenção pelos professores na escola por conversas e agitação. Nunca leu um livro inteiro. As dificuldades maiores no quesito educacional foram observadas durante a faculdade, período no qual o paciente frequentemente entregava seus trabalhos após o prazo final, tendo precisado também postergar seu mestrado por duas vezes por não conseguir escrever sua tese a tempo.
A respeito do caso descrito, é correto afirmar que
Sobre o transtorno bipolar na infância e adolescência, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Jovem que apresenta tanto TDAH como transtorno opositor desafiante ou transtorno de conduta pode ter um padrão de distratibilidade, agitação motora e explosões de raiva que pode ser confundido com transtorno bipolar.
( ) Explosões de raiva episódicas e, entre as explosões, humor persistentemente irritável ou zangado, na maior parte do dia, quase todos os dias, é critério para transtorno bipolar.
( ) Ao contrário do que ocorre em adultos, a psicoterapia é a primeira linha de tratamento, e os medicamentos são reservados para os casos de mania ou refratários à psicoterapia.
( ) Existem mais medicações com evidências para o tratamento da mania e estados mistos do que para a depressão bipolar em crianças e adolescentes.
Homem, 55 anos, engenheiro, foi levado pela esposa à consulta, a qual queixa do consumo exagerado de álcool do marido. O paciente mostra-se contrariado e diz que veio à consulta apenas por insistência da esposa para tratar de “ansiedade”. A esposa diz que o marido toma bebidas alcoólicas desde a adolescência e, ao longo dos anos, em alguns eventos sociais ou atividades de lazer, bebia a ponto de ficar fortemente embriagado e não se lembrar no dia seguinte do que fez. Fala que, há 10 anos, o paciente vem gradualmente aumentando a frequência e quantidade de álcool ingerida. Já, há mais de um ano, o uso é “difícil o dia que não bebe” e costuma tomar no mínimo 6 latas de cerveja ou então 4 a 5 doses de uísque. O paciente não vê problemas no seu padrão de uso, pois só bebe fora do trabalho e “nunca mistura” diferentes tipos de bebida alcoólica (exceto em festas e eventos sociais). Já a esposa diz que tanto ela quanto os filhos do casal incomodam-se muito com o quanto o paciente bebe e cita que ele costuma ficar irritado, agressivo verbalmente e inadequado socialmente. O paciente novamente discorda e diz que fica irritado porque falam para ele parar de beber. Ele também já teve alguns tremores de mãos se fica um dia sem beber.
Para esse paciente, nesse momento, qual é a atitude ou intervenção mais correta a ser tomada pelo entrevistador?