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Considerando o quadro de polineuropatia periférica sensitivo-motora com predomínio de fibras finas (dor neuropática e disautonomia), padrão misto axonal-desmielinizante na ENMG, e a necessidade de avaliar extensão e prognóstico da doença, qual conduta complementar é mais apropriada nesse momento?
Considerando a hipótese diagnóstica mais provável e as evidências atuais sobre a sensibilidade dos métodos diagnósticos nesse contexto, qual é a conduta mais apropriada?
Com base no quadro clínico, é correto afirmar que o diagnóstico e a conduta inicial são, correta e respectivamente:
Diante do quadro clínico, a estratégia terapêutica correta é
Em relação à principal hipótese diagnóstica para a evolução descrita, nesse momento, a medida de maior relevância a ser indicada é
Mulher de 19 anos procura assistência médica na Unidade Básica de Saúde com corrimento vaginal. Ela é sexualmente ativa com um parceiro regular e relata uso inconsistente de preservativo. O histórico é relevante por alergia ao metronidazol e trimetoprima-sulfametoxazol. Ao exame ginecológico/pélvico: não há lesões cutâneas externas; nota-se corrimento vaginal fino, branco a cinza; região cervical: não há corrimento ou sensibilidade à movimentação. Uma amostra de fluido vaginal é coletada e revela: pH do fluido: 5,5; odor de peixe é observado com a adição de solução de hidróxido de potássio (KOH). Amostras são enviadas para teste de PCR para gonococo e clamídia.
Nesse momento, o tratamento inicial recomendado é
Nesse momento, o próximo passo de maior relevância no manejo dessa paciente é
Além do aconselhamento sobre estilo de vida e coleta de exames laboratoriais, a conduta que apresenta o melhor próximo passo no manuseio diagnóstico dessa paciente é
A melhor estratégia terapêutica para essa paciente é
O estadiamento clínico (TNM) e o subtipo molecular dessa paciente, respectivamente, são
A conduta mais apropriada é
O diagnóstico mais provável e a principal conduta inicial, respectivamente, são
O valor da primeira troponina foi 0,04 ng/mL; o valor da segunda, coletada 3 horas depois da primeira, 0,12 ng/mL; o valor da terceira, coletada 6 horas após a primeira, foi 0,20 ng/mL.
Seu ecocardiograma mostrou ritmo irregular, função ventricular esquerda preservada (FEVE: 54%), com hipocontratilidade da parede anterior; há insuficiência mitral moderada com aumento do átrio esquerdo, sem sinais de hipertensão pulmonar. Realizou uma cineangiocoronariografia, que mostrou uma lesão de 90% da artéria descendente anterior. Foi implantado um stent com sucesso.
Assinale a alternativa correta quanto à prescrição de ácido acetilsalicílico, clopidogrel e apixabana.
Leia o caso a seguir para responder à questão.
Paciente de 71 anos, sexo feminino, procura um geriatra no consultório para tratamento da osteoporose diagnosticada após uma fratura do fêmur direito, decorrente de queda da própria altura. A paciente é caidora recorrente, tendo apresentado 3 quedas no último ano. Tem antecedentes de doença reumatoide, hipertensão arterial, diabetes mellitus, dislipidemia, doença arterial coronariana e acidente vascular encefálico. Já foi submetida a cineangiocoronariografia com colocação de stent há 1 ano. Há 2 meses, após episódio de dor precordial, foi diagnosticado um infarto agudo do miocárdio sem supradesnivelamento do segmento ST, mas com elevação da troponina. Nova cineangiocoronariografia, realizada à época, não mostrou trombose dos stents previamente colocados ou novas oclusões.
Medicação em uso: prednisona 5 mg/d; leflunomida 20 mg/d; ácido acetilsalicílico 100 mg/d; clopidogrel 75 mg/d; enalapril 10 mg 12/12h; atorvastatina 40 mg/d; denosumabe 1 amp. a cada 6 meses há 2 anos.
A depuração de creatinina é de 50 mL/min; 25 OH vitamina D: 43 ng/mL; e o cálcio ionizado é de 1,23 mmol/L.
Foi utilizada a ferramenta FRAX-ABRASSO para estimativa do risco de novas fraturas para os próximos 10 anos.

Leia o caso a seguir para responder à questão.
Paciente de 71 anos, sexo feminino, procura um geriatra no consultório para tratamento da osteoporose diagnosticada após uma fratura do fêmur direito, decorrente de queda da própria altura. A paciente é caidora recorrente, tendo apresentado 3 quedas no último ano. Tem antecedentes de doença reumatoide, hipertensão arterial, diabetes mellitus, dislipidemia, doença arterial coronariana e acidente vascular encefálico. Já foi submetida a cineangiocoronariografia com colocação de stent há 1 ano. Há 2 meses, após episódio de dor precordial, foi diagnosticado um infarto agudo do miocárdio sem supradesnivelamento do segmento ST, mas com elevação da troponina. Nova cineangiocoronariografia, realizada à época, não mostrou trombose dos stents previamente colocados ou novas oclusões.
Medicação em uso: prednisona 5 mg/d; leflunomida 20 mg/d; ácido acetilsalicílico 100 mg/d; clopidogrel 75 mg/d; enalapril 10 mg 12/12h; atorvastatina 40 mg/d; denosumabe 1 amp. a cada 6 meses há 2 anos.
A depuração de creatinina é de 50 mL/min; 25 OH vitamina D: 43 ng/mL; e o cálcio ionizado é de 1,23 mmol/L.
Foi utilizada a ferramenta FRAX-ABRASSO para estimativa do risco de novas fraturas para os próximos 10 anos.

Assinale a alternativa correta de acordo com as recomendações da última diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes, publicada em 2025, em parceria com a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia.
Com base nessas informações, a conduta terapêutica mais adequada é
O fator de risco mais associado ao desenvolvimento dessa neoplasia é
Diante desse quadro, a melhor conduta inicial é