Mulher de 58 anos, hipertensa e tabagista, apresenta
cefaleia em trovoada iniciada durante atividade física na
academia, com náuseas, vômitos e discreta rigidez de
nuca. Fundoscopia: margens papilares levemente borradas bilateralmente. Ao exame: consciente, orientada,
PA: 160/95 mmHg, Glasgow 15, sem sinais focais ao
exame neurológico. Tomografia computadorizada de crânio sem contraste, realizada 8 horas após o início dos
sintomas, não evidencia alterações agudas. Considerando a hipótese diagnóstica mais provável e
as evidências atuais sobre a sensibilidade dos métodos
diagnósticos nesse contexto, qual é a conduta mais apropriada?