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A articulação do joelho é conhecida por
(https://www.studocu.com/pt-br/document/faculdade-de-medicina-demaraba/anatomia/abdome-anatomia-humana/51762140)
a – Hipocôndrio direito. b – Epigástrio. c – Hipocôndrio esquerdo. d – Flanco direito. e – Mesogástrio. f – Flanco esquerdo. g – Fossa Ilíaca direita. h – Hipogástrio. i – Fossa ilíaca esquerda.
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
A imagem refere-se ao ducto
A radiografia, a seguir, foi realizada com cilindro de extensão:

(Damas K.F.; Tratado prático de radiologia. 2010)
A imagem corresponde ao exame da articulação
Assinale a alternativa que corretamente aponta para a estrutura da vértebra acometida nesse caso.
Mulher de 42 anos, dor pélvica crônica há 3 anos, sem evidência de endometriose ativa, exames de imagem normais, sintomas persistentes mesmo após uso de anticoncepcional contínuo e fisioterapia pélvica.
Qual a abordagem mais adequada?
Mulher de 55 anos, sem mutação conhecida em BRCA, deseja saber se deve realizar rastreamento para câncer de ovário. Não apresenta sintomas nem fatores de risco específicos.
A recomendação atual é
Mulher de 40 anos, portadora de mutação germinativa MSH2, ainda em idade reprodutiva, deseja saber sobre o rastreamento e prevenção de câncer ginecológico.
A orientação correta é
Mulher de 54 anos, 6 anos após câncer de mama luminal tratado (cirurgia + tamoxifeno). Livre de doença, apresenta fogachos intensos e insônia.
A conduta mais apropriada para controle dos sintomas é
Mulher de 55 anos, sem mutação conhecida em BRCA, deseja saber se deve realizar rastreamento para câncer de ovário. Não apresenta sintomas nem fatores de risco específicos.
Qual é a recomendação atual?
Mulher de 36 anos, G2P2, chega ao pronto atendimento com sangramento uterino volumoso há 12 horas, sinais vitais estáveis, Hb 10,1 g/dL, US transvaginal sem massa intracavitária significativa. Teste de gravidez negativo. Sem contraindicação a estrogênio.
A melhor conduta inicial farmacológica é
Qual é o próximo passo?
Paciente de 36 anos, saudável. Mãe com câncer de mama aos 48 anos; tia materna com câncer de ovário aos 55; avô materno com câncer de próstata metastático aos 72. Paciente solicita avaliação de risco e testes genéticos.
A conduta mais adequada é
Mulher de 29 anos, 10 meses após bypass gástrico em Y-de-Roux, deseja contracepção eficaz. Sem comorbidades; nega tabagismo. Sem desejo gestacional no próximo ano.
Qual é a melhor opção contraceptiva imediata?
Paciente de 34 anos, com oligo-amenorreia há 8 meses, ondas de calor e secura vaginal. Teste de gravidez negativo. Exames: FSH 36 UI/L e estradiol 18 pg/mL. TSH e prolactina normais. Sem cirurgias pélvicas prévias. Deseja aconselhamento sobre diagnóstico e tratamento.
A conduta mais apropriada é
Mulher de 28 anos, dor abdominal intensa, febre de 39 ºC, leucocitose e massa pélvica à palpação. Ultrassonografia mostra abscesso tubo-ovariano de 6 cm.
A conduta mais adequada, nesse caso, é
Mulher de 45 anos apresenta mamografia com lesão espiculada de 1,6 cm, BI-RADS 4.
Qual é o próximo passo diagnóstico?
Mulher de 56 anos, histerectomizada, com sintomas vasomotores intensos. História familiar de câncer de mama em tia materna aos 72 anos. Mamografia recente normal. Deseja iniciar terapia hormonal.
Qual a melhor opção?
Paciente de 36 anos, sem desejo reprodutivo, refere dor pélvica intensa e dispareunia profunda há anos, refratária ao uso de contraceptivo combinado e análogo de GnRH. RM evidencia endometriose profunda com acometimento retovaginal.
Qual a melhor conduta?