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Medicações: • Sacubitril/valsartana: 97/103 mg 2x/dia; • Furosemida: 40 mg/dia; • Metoprolol: succinato 100 mg/dia; • Espironolactona: 25 mg/dia. Exame atual: PA: 100/65 mmHg, FC: 52 bpm.
Ecocardiograma recente: FEVE 35%, insuficiência mitral leve-moderada.
A esposa refere padrão respiratório anormal noturno, sem roncos. Estudo do sono revelou apneia central do sono.
Qual intervenção é recomendada para melhorar desfechos cardiovasculares?
Qual deve ser o próximo passo?
ECG: ritmo sinusal + hipertrofia de VE.
TC de tórax: calcificação coronária moderada e calcificação valvar aórtica.
Além da cessação do tabagismo, qual o próximo passo mais apropriado?
Exame físico: peso: 65 kg, FC: 105 bpm, PA: 110/75 mmHg, saturação: 99% em ar ambiente. Ausência de pulso paradoxal. Bulhas normais, ausculta cardíaca com atrito pericárdico, pulmões limpos, sem edema de MMII.
Qual opção deve ser incluída no tratamento?
Exame físico: PA: 108/68 mmHg, FC: 76 bpm, T: 37 ºC. Sem turgência jugular, pulmões limpos. Ausculta cardíaca com ritmo regular e ruído “chiado/ranhura” melhor audível com o diafragma. Sem edema periférico. ECG de repouso está ilustrado a seguir. Os exames laboratoriais foram enviados.
No ecocardiograma transtorácico, qual achado é o mais provável?
Medicação: anlodipina.
Nega dor torácica, dispneia ou palpitações.
Exame físico:
• PA: 145/80 mmHg; • FC: 49 bpm; • Sem B3 ou B4, ausência de turgência jugular, pulmões limpos, sem edema; • ECG: bradicardia sinusal + BAV de 1o grau, sem alterações de ST ou T; • Ecocardiograma: VE de tamanho normal, FE normal.
Qual é o próximo exame mais adequado para esse paciente?
Medicações domiciliares: propafenona: 150 mg 2x/dia e metoprolol: 50 mg 2x/dia.
O ECG atual (Figura 1) foi comparado ao ECG do ano passado (Figura 2).
Figura 1
Qual a explicação mais provável para os achados do ECG atual e a síncope?
Qual é a duração mais apropriada da anticoagulação após a alta?
A arritmia atual desse paciente deve ser caracterizada como
Qual é o mecanismo mais provável da arritmia?
Exames complementares relevantes:
• Ecocardiograma: hipertrofia concêntrica moderada de VE; cavidade normal; FEVE: 65%; disfunção diastólica grau 2; E/e’ médio: 15; índice de volume de átrio esquerdo: 39 mL/m2 (normal < 34);
• BNP: 78 pg/mL (VR < 100);
• Cateterismo direito: PCP: 25 mmHg.
Qual característica do paciente mais provavelmente explica o BNP normal?
Ecocardiograma: hipertrofia ventricular esquerda; disfunção diastólica grave; pressão sistólica do VD: 41 mmHg.
As imagens a seguir (ECG + Speckle Tracking) mostram espessamento biventricular; aumento biatrial; sem lesões valvares correspondentes.
Qual dos seguintes exames tem maior probabilidade de confirmar o diagnóstico correto?
Exame físico: Trabalho respiratório aumentado, diaforético; Pressão venosa jugular: 12 cm H2 O; Estertores pulmonares crepitantes difusos; Exame cardíaco: B1, B2 e B3 presentes, sopro sistólico apical suave; Abdome distendido, edema maleolar 1+.
Qual é o exame diagnóstico mais urgente?
Exame físico:
Em insuficiência respiratória aguda; PA: 92/74 mmHg em ambos os braços; FC: 122 bpm, regular; SpO2 : 84% em ar ambiente.
Exame cardíaco: precórdio hiperdinâmico, presença de B3, sopro sistólico em decrescendo 1+/6 no ápice. Pulmões: estertores difusos. Extremidades frias.
ECG: taquicardia sinusal, sem outras alterações.
Ecocardiograma transtorácico (TTE): janelas ruins; câmaras normais, FEVE 78%, regurgitação mitral/tricúspide leve, VCI normal, integral velocidade-tempo no trato de saída do ventrículo esquerdo (VTI-TSVE) apenas 10 cm (sugere baixo débito).
Qual é o próximo passo mais apropriado na avaliação desse paciente?
Medicações domiciliares: apixabana 5 mg 2x/dia, atorvastatina 40 mg/dia, sacubitril/valsartana 97/103 mg 2x/dia, metoprolol succinato 100 mg/dia, furosemida 20 mg 2x/dia.
Exame físico: FC: 90 bpm, PA: 122/68 mmHg, SpO2 : 95% em O2 : 4 L. Pressão venosa jugular: 14 cm H2 O, estertores bilaterais até metade dos campos pulmonares. Ritmo irregular. Sopro sistólico holossistólico 2+/6 no ápice com B3 presente. Edema até joelhos.
Laboratório de admissão: leucócitos: 5.600/µL, Hb: 9 g/dL, plaquetas: 180.000/µL, sódio: 132 mEq/L, potássio: 3,8 mEq/L, ureia: 52 mg/dL, creatinina: 1,8 mg/dL.
Ecocardiograma: VE moderadamente dilatado, fração de ejeção 32%, VD normal, PSAP 56 mmHg, insuficiência mitral moderada. Sem grandes mudanças em relação ao eco de 2 anos atrás.
Qual dos seguintes parâmetros apresenta o pior significado prognóstico para risco de mortalidade intra-hospitalar nesse paciente?
Exame físico: PA: 90/60 mmHg, FC: 68 bpm. Restante do exame físico normal.
BNP elevado: 300 pg/mL. Outros exames laboratoriais, incluindo função tireoidiana e painel metabólico, são normais.
Ecocardiograma: disfunção sistólica grave de ventrículo esquerdo.
Qual é o próximo passo mais apropriado na avaliação dessa paciente?
Seu eletrocardiograma (ECG) da visita prévia está disponível a seguir:
Qual a medicação mais apropriada no manejo desse paciente?
Qual é o próximo passo que mais provavelmente melhora sintomas e reduz hospitalizações por IC nesse momento?
De acordo com as diretrizes atuais, assinale a alternativa que apresenta o próximo passo mais adequado no tratamento.
Exames complementares:
• Creatinina sérica: 1,8 mg/dL (TFG estimada 48 mL/ min/1,73 m2 );
• Urina: microalbuminúria 350 mg/g creatinina;
• Ecodopplercardiograma: hipertrofia ventricular esquerda concêntrica, FEVE preservada;
• Sem diabetes mellitus ou DCV clínica estabelecida.
Assinale a alternativa que apresenta a conduta mais apropriada nesse caso.