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Q1043706 Pedagogia
De acordo com o Art. 5º da Resolução CNE/CEB nº 04/2010, “a Educação Básica é direito universal e alicerce indispensável para o exercício da cidadania em plenitude, da qual depende a possibilidade de conquistar todos os demais direitos, definidos na Constituição Federal, no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), na legislação ordinária e nas demais disposições que consagram as prerrogativas do cidadão.” Visando assegurar Educação Básica a todos, sem exceções de nenhum tipo, a organização dos sistemas de ensino compreende modalidades destinadas a educandos que vivem situações específicas, tais como: não a cursaram na idade certa; apresentam deficiências, transtornos de desenvolvimento ou superdotação; vivem no campo; pertencem a comunidades indígenas ou quilombolas.
Uma dessas modalidades é transversal a todas as etapas da Educação Básica e, também, às demais modalidades. Trata-se da
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Q1043705 Pedagogia
Para a educadora Maria Teresa Égler Mantoan (2006), na escola inclusiva, professores e alunos aprendem uma lição que a vida dificilmente ensina: respeitar as diferenças. Esse é o primeiro passo para construir uma sociedade mais justa. Incluir é, antes de tudo, reconhecer as diferenças (todas elas e de todos os seres humanos) como algo que faz parte do mundo, da sociedade. Segundo Mantoan (2006), “A inclusão é uma inovação que implica um esforço de modernização e de reestruturação das condições atuais da maioria de nossas escolas (especialmente as de nível básico), ao assumirem que as dificuldades de alguns alunos não são apenas deles, mas resultam, em grande parte,
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Q1043704 Pedagogia
É verdade sabida que a escola é uma instituição complexa e que são muitas as concepções de sua função social. Ao estudarmos a escola ao longo do tempo, verificamos que, dependendo da época histórica e da posição teórica dos que a analisam, cabem-lhe diferentes papéis. Um dos pensadores a contribuir com essa questão é Mário Sérgio Cortella (2011). Na perspectiva dele, quando o tema é a escola, “nós, educadores, precisamos ter o universo vivencial discente como princípio (ponto de partida), de maneira a atingir a meta (ponto de chegada) do processo pedagógico; afinal de contas, a prática educacional tem como objetivo central
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Q1043696 Atualidades
Em 25 de junho, depois de quase quatro horas de discussão, a Comissão Especial da Câmara que analisa o Projeto de Lei dos Agrotóxicos (PL nº 6.299/2002) aprovou o relatório, por 18 votos a 9. Agora, o PL deve ser levado ao plenário da Câmara. A data da votação depende da pauta fixada pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia. (EXAME. https://abr.ai/2LwjnS7. 25.06.2018. Acesso em 27.07.2018. Adaptado)
O Projeto de Lei em pauta
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Q1043684 Matemática
Durante as férias de julho, Marília montou 3 quebra-cabeças: um com 400 peças, outro com 500 e outro com 600, não necessariamente nessa ordem. Considerando o total de peças dos 3 quebra-cabeças, no dia 1º de julho, ela combinou um décimo das peças e, em cada um dos demais 30 dias do mês, ela combinou um mesmo número de peças. Marília montou um quebra-cabeça por vez e, no dia em que terminava um, imediatamente começava outro. No dia 20 de julho, Marília terminou de montar o quebra-cabeça de 600 peças, então o dia de julho em que ela terminou de montar o primeiro quebra-cabeça foi
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Q1032470 Pedagogia
Os diretores de escola de um município do interior paulista realizaram estudos e debates sobre a indisciplina na escola, apoiados em diversos artigos da obra organizada por Julio Groppa Aquino (1996). Todos foram proveitosos, mas o de autoria de Marlene Guirado: Poder indisciplina: os surpreendentes rumos da relação de poder foi o que provocou um maior número de questionamentos dos profissionais sobre suas próprias condutas diante dos casos de indisciplina. Isso se deveu à concepção de poder que a autora adota, com base na teoria de Foucault, na qual “poder é relação de forças, isto é, uma dimensão constitutiva de qualquer relação social ou discursiva”. Essa leitura evidenciou que o tema é complexo e exige novos estudos. No entanto, os educadores participantes compreenderam que, segundo Guirado, para Foucault, ao estigmatizar e reprimir, por meio de procedimentos institucionalmente legitimados e/ou legalmente previstos, o poder
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Q1032469 Pedagogia
Lucas, Djanira e Leila estão se preparando para o concurso de diretor de escola de Garça e leram a obra de Heloisa Luck: Liderança em Gestão Escolar (2010), e a de Sylvia C. Vergara, Gestão de Pessoas (2009). Puderam, assim, revisar as principais concepções de liderança, entendendo-a como o poder de influenciar pessoas, e também relacioná-la à gestão escolar, concluindo, de acordo com argumentação das autoras, que
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Q1032468 Pedagogia
Para promover a participação de todos os envolvidos na gestão escolar. Luck (2010) salienta a necessidade da criação de um ambiente e de uma cultura participativa como foco de atenção e objeto de liderança pelo gestor escolar, pois é possível promover gradualmente mudanças significativas na organização e orientação das escolas. Para a autora, faz-se necessário certas atenções básicas à participação como a criação de uma ação cooperativa, de um clima de confiança, de reciprocidade, de valorização das capacidades e aptidões dos participantes, quebrando arestas e eliminando divisões.
De acordo com Luck, o estabelecimento desse trabalho deve ser centrado nas ideias e não nas pessoas e, centrado, também
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Q1032467 Pedagogia
A gestão democrática e a participação de todos os envolvidos na educação escolar foram objeto de exame nas obras de Luck (2010), Paro (2007) e Paro (2012), tendo em vista a existência de obstáculos que limitam a efetiva participação de professores, pais, alunos e comunidade na gestão democrática da escola pública. Paro (2012) destaca a existência de determinantes externos e internos à unidade escolar, que precisam ser trabalhados, a fim de viabilizar a participação de todos. Nesse sentido, é relevante destacar os quatro tipos de condicionantes ligados aos determinantes internos: materiais, institucionais, político-sociais e
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Q1032466 Pedagogia
Segundo Luck (2010), em todas as escolas, há um modo de ser e de fazer que é determinado pela ação conjunta de todos que dela participam. Esse modo constitui sua cultura organizacional, sendo um fator importante na determinação da qualidade do trabalho escolar. Desse modo, identificar caminhos para o exercício da gestão escolar demanda
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Q1032465 Pedagogia
Os desafios enfrentados pelos diretores de escola são muitos, tendo em vista a necessidade de trabalhar adequadamente, conforme a LDBEN, a gestão democrática do ensino público a qual engloba a participação de todos os envolvidos no processo educacional. Nesse sentido, de acordo com Vergara (2009), há de se destacar a complexa relação interpessoal, mais especificamente a gestão de pessoas ao trabalhar em equipe e como lidar com interesses concorrentes, contradições e conflitos. Em relação aos conflitos, percebe-se a necessidade do diretor de escola saber mediá-los. Segundo Burbridge (2012), são condições necessárias para o gestor atuar como mediador: a neutralidade; o tempo e o local adequados para o encontro; e, ainda,
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Q1032464 Pedagogia
Gutierrez e Catani, (In: Ferreira, 2008), apresentam o artigo: “participação e gestão escolar: conceitos e potencialidades”. Analisam dados de pesquisas sobre a gestão democrática, a participação e seus velhos problemas, na universidade e na escola pública em geral. Examinam alguns avanços no plano da legislação, citando regulamentação da participação da comunidade escolar na elaboração do projeto pedagógico curricular e dos pais por meio de conselhos, cuja implantação mostrou-se burocratizada. Ponderam que “o universo da escola é particularmente complexo e específico” e que, com as carências sociais que temos, “é necessário praticar constantemente o exercício da participação em todos os seus sentidos”; procurar tornar-se uma pessoa mais sensível, tolerante e atenta ao diferente, aos seus direitos e à contribuição que este seguramente tem para dar. Em resumo, buscar construir, comunicativamente, o consenso
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Q1032463 Pedagogia
Naura Syria Carapeto Ferreira, em Ferreira e Aguiar (org., 2004), afirma que “a gestão da educação não só coloca em prática as diretrizes emanadas, como, também, interpreta e subsidia as políticas públicas na trama conturbada das relações econômicas, políticas e sociais globais que atravessamos e que se refletem no espaço escolar”. Argumenta que, nesse sentido, “a relação entre sociedade, educação/formação, políticas educacionais e gestão da educação é intrínseca e forte e necessita ser ressignificada nos contextos das determinações que se põem a cada ‘minuto histórico’”. A autora analisa a potencialidade da gestão democrática, da participação, da construção coletiva de uma sociedade mundial solidária. Nessa perspectiva, Ferreira entende que ressignificar a gestão da educação é fortalecer seu estatuto teórico/prático de conteúdos destinados a salvar a unidade humana e salvar a diversidade humana”. Para isso, com apoio na teoria crítica, é preciso encarar a realidade, sempre, como
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Q1032462 Pedagogia
Diogo, professor de escola pública em Garça, está estudando o texto de Wolf e Carvalho (s.d.) sobre o Regimento Escolar (RE) para prestar concurso de diretor de escola, naquele município. Verificou, nesse artigo, ser frequente que tanto profissionais da educação, quanto pais e alunos, desconhecem o RE dos estabelecimentos a que estão vinculados. Em geral, só recorrem a ele em situações que envolvem indisciplina, embora a pesquisa de Wolf, citada pelas autoras, aponte que 60% dos entrevistados manifestaram interesse em conhecer esse documento da escola. Mediante considerações de Wolf e Carvalho, Diogo concluiu que, conforme a legislação educacional vigente, o RE deve ser construído coletivamente e para sanar os problemas aqui descritos, ele precisa
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Q1032461 Pedagogia
A escola é uma organização social complexa, que demanda trabalho sobre o trabalho educativo, de natureza interdisciplinar, necessariamente coletivo e compartilhado, mediante objetivos comuns. O sistema de organização e de gestão da escola, compreende, de acordo com Libâneo, Oliveira e Toschi (2010), as seguintes funções: planejamento; organização e racionalização dos recursos e condições para realizar o planejado; direção/coordenação do esforço humano coletivo; avaliação/comprovação do funcionamento da escola. Explicitando a função “direção/coordenação”, esses autores afirmam que ela corresponde a tarefas agrupadas sob o termo “gestão”, a qual significa
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Q1032460 Pedagogia
Gilda e Sueli são diretoras substitutas em um município paulista e decidiram prestar o concurso para diretor de escola em Garça, onde residem. Da bibliografia, procuraram explorar as contribuições sobre autonomia da escola, verificando que, em Libâneo (2004), ela é o fundamento da concepção democrática participativa de gestão escolar, razão de ser do projeto pedagógico. Para ele, também, autonomia de uma instituição significa ter poder de decisão sobre seus objetivos e suas formas de organização. Sueli já havia estudado o artigo sobre a escola cidadã de Gadotti e Romão (In: Gadotti e Romão, 2001) e compreendeu que a luta pela autonomia da escola insere-se numa luta maior pela autonomia no seio da própria sociedade. Portanto, é luta dentro do instituído, contra o instituído, para instituir outra coisa. Assim, as duas diretoras puderam concluir que a eficácia dessa luta depende muito
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Q1032459 Pedagogia
A obra Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e projeto político-pedagógico, de Vasconcellos (2002), explica que o projeto político-pedagógico envolve uma construção coletiva do conhecimento. Como diz o autor, tal projeto é uma tentativa, no âmbito da educação, de resgatar o sentido humano, científico e libertador do planejamento. Ele pode ser entendido como a sistematização, nunca definitiva, de um processo de Planejamento Participativo, que se aperfeiçoa e se concretiza na caminhada, que define claramente o tipo de ação educativa que se quer realizar, sendo, então, um instrumento teórico-metodológico
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Q1032458 Pedagogia
Geraldo, diretor de escola pública, atendeu a um pedido de seus professores para analisar e debater com eles alguns fundamentos do projeto político-pedagógico. Os docentes sugeriram que se examinasse esse tema a partir do Parecer CNE /CEB nº 07/2010, no qual consta que aquele projeto representa mais que um documento, sendo um dos meios de viabilizar a escola democrática e autônoma para todos, com qualidade social. Em busca de ampliar essa reflexão, Geraldo sugeriu que o grupo se recordasse do que cada um já havia estudado sobre o assunto, no artigo de Veiga (In: Veiga – org. – 1995). Assim, eles debateram o artigo da autora com a participação de Geraldo e concluíram que, de acordo com Veiga, o projeto político-pedagógico tem a ver com a organização do trabalho pedagógico em dois níveis: um deles, o da organização da escola como um todo, e o outro o da
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Q1032457 Pedagogia
Irene, diretora da “EMEF Prof. Armando Volpi”, na cidade de Rio Amarelo, está participando de um projeto de formação continuada da secretaria de educação municipal cujo objetivo é o de auxiliar os gestores na coordenação dos horários de trabalho pedagógico coletivo (HTPC) de suas escolas. Dos encontros já realizados, o que mais chamou a sua atenção foi o que se pautou na obra O diálogo entre o ensino e a aprendizagem, de Weisz (2002), na qual propõe uma estratégia para a formação continuada de professores, por meio da qual é possível ao professor enxergar que, por detrás das suas ações, há “um conjunto de ideias que as orienta”, de concepções e teorias mesmo quando ele [professor] não tem consciência delas. Segundo a autora, essa estratégia de trabalho consiste na análise que parte da prática documentada para explicitar as hipóteses didáticas subjacentes”. Weisz completa: “Chamamos a esse trabalho tematização da prática porque
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Q1032456 Pedagogia
Eloá, diretora de uma escola municipal do interior paulista, participou de uma oficina organizada pela secretaria da educação local, cujo objetivo foi o de proporcionar atualização profissional aos gestores quanto ao uso das tecnologias da informação e comunicação (TICs) no cotidiano educacional. A proposta surgiu da necessidade de se desenvolver projetos educativos pautados nas TICs. A oficina adotou como referência o texto Tecnologias e Gestão do Conhecimento na Escola, de Almeida (In: Vieira; Almeida; Alonso, 2003). Nesse texto, a autora faz uma breve abordagem histórica, colocando que inicialmente as TICs foram introduzidas na educação para informatizar as atividades administrativas, visando facilitar o controle e a gestão técnica, principalmente a oferta e a demanda de vagas e a vida escolar do aluno. Só, posteriormente, as TICs foram introduzidas nos processos de ensino e de aprendizagem, e essa introdução, segundo Almeida, deu-se
Alternativas
Respostas
581: A
582: D
583: E
584: A
585: B
586: D
587: E
588: B
589: C
590: E
591: A
592: C
593: B
594: A
595: E
596: D
597: B
598: C
599: A
600: D