Foram encontradas 16.297 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4187133 Português
Reciclagem de embalagens plásticas no Brasil

        No Brasil, cada pessoa produz, em média, 343 quilos de resíduos sólidos por ano, totalizando cerca de 80 milhões de toneladas anualmente.
    
        Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) são todos os materiais produzidos nas residências, comércios, indústrias, hospitais e demais instalações e descartados após o término de sua utilidade, sendo classificados em quatro tipos: resíduos orgânicos (restos de alimentos, folhas, galhos e esterco), recicláveis (papel, plástico, metal e vidro), perigosos (pilhas, baterias e resíduos hospitalares) e rejeitos materiais (não recicláveis ou reutilizáveis).
    
        A fração orgânica é a mais significativa, representando 46% do total. Enquanto entre os resíduos recicláveis secos destaca-se o plástico, que constitui cerca de 17% dos RSU.
    
        Em 2022, o Brasil gerou aproximadamente 13,7 milhões de toneladas de resíduos plásticos nas cidades, o equivalente a 64 quilos por pessoa durante o ano. Essa produção coloca o Brasil como o quarto maior produtor global de resíduos plásticos, atrás somente de Estados Unidos, China e Índia.
    
        Além do excesso de resíduos plásticos gerados pela população brasileira, outro grande problema é a sua baixa taxa de reciclagem. Somente 22% das embalagens plásticas são recicladas no Brasil. Os maiores índices de reciclagem de embalagem pós-consumo são de latas de alumínio (97,4%), seguidos de papel e papelão (66,9%).
   
        Mas a baixa taxa de reciclagem de embalagens plásticas pode ser atribuída a diversos fatores. Um deles é a falta de infraestrutura adequada para coleta seletiva, separação e processamento de resíduos plásticos. Muitas regiões do país não têm sistemas eficientes de coleta seletiva e reciclagem.
  
        Além disso, existem diferentes tipos de plásticos, com diferentes composições químicas, o que dificulta o processo de reciclagem. A falta de padronização dos materiais e a necessidade de separação por tipo tornam o processo mais dispendioso e complicado.
    
        A baixa conscientização da população sobre a importância da separação adequada e da reciclagem é outro fator importante.
    
        Em muitos casos, o custo de reciclar plásticos pode superar o de produzir novos a partir de matéria-prima virgem. Isso se deve à inexistência ou à má estruturação dos mercados locais de comercialização e reciclagem, à alta carga tributária, à competição desigual com alternativas inadequadas de descarte final (como lixões e aterros controlados) e à instabilidade da cadeia logística.

Portal Saneamento Básico. Adaptado.
Assinalar a alternativa que apresenta ERRO de concordância nominal. 
Alternativas
Q4187132 Português
Reciclagem de embalagens plásticas no Brasil

        No Brasil, cada pessoa produz, em média, 343 quilos de resíduos sólidos por ano, totalizando cerca de 80 milhões de toneladas anualmente.
    
        Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) são todos os materiais produzidos nas residências, comércios, indústrias, hospitais e demais instalações e descartados após o término de sua utilidade, sendo classificados em quatro tipos: resíduos orgânicos (restos de alimentos, folhas, galhos e esterco), recicláveis (papel, plástico, metal e vidro), perigosos (pilhas, baterias e resíduos hospitalares) e rejeitos materiais (não recicláveis ou reutilizáveis).
    
        A fração orgânica é a mais significativa, representando 46% do total. Enquanto entre os resíduos recicláveis secos destaca-se o plástico, que constitui cerca de 17% dos RSU.
    
        Em 2022, o Brasil gerou aproximadamente 13,7 milhões de toneladas de resíduos plásticos nas cidades, o equivalente a 64 quilos por pessoa durante o ano. Essa produção coloca o Brasil como o quarto maior produtor global de resíduos plásticos, atrás somente de Estados Unidos, China e Índia.
    
        Além do excesso de resíduos plásticos gerados pela população brasileira, outro grande problema é a sua baixa taxa de reciclagem. Somente 22% das embalagens plásticas são recicladas no Brasil. Os maiores índices de reciclagem de embalagem pós-consumo são de latas de alumínio (97,4%), seguidos de papel e papelão (66,9%).
   
        Mas a baixa taxa de reciclagem de embalagens plásticas pode ser atribuída a diversos fatores. Um deles é a falta de infraestrutura adequada para coleta seletiva, separação e processamento de resíduos plásticos. Muitas regiões do país não têm sistemas eficientes de coleta seletiva e reciclagem.
  
        Além disso, existem diferentes tipos de plásticos, com diferentes composições químicas, o que dificulta o processo de reciclagem. A falta de padronização dos materiais e a necessidade de separação por tipo tornam o processo mais dispendioso e complicado.
    
        A baixa conscientização da população sobre a importância da separação adequada e da reciclagem é outro fator importante.
    
        Em muitos casos, o custo de reciclar plásticos pode superar o de produzir novos a partir de matéria-prima virgem. Isso se deve à inexistência ou à má estruturação dos mercados locais de comercialização e reciclagem, à alta carga tributária, à competição desigual com alternativas inadequadas de descarte final (como lixões e aterros controlados) e à instabilidade da cadeia logística.

Portal Saneamento Básico. Adaptado.
Assinalar a alternativa cujo sublinhado sinaliza o objeto direto da oração.
Alternativas
Q4187130 Português
Reciclagem de embalagens plásticas no Brasil

        No Brasil, cada pessoa produz, em média, 343 quilos de resíduos sólidos por ano, totalizando cerca de 80 milhões de toneladas anualmente.
    
        Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) são todos os materiais produzidos nas residências, comércios, indústrias, hospitais e demais instalações e descartados após o término de sua utilidade, sendo classificados em quatro tipos: resíduos orgânicos (restos de alimentos, folhas, galhos e esterco), recicláveis (papel, plástico, metal e vidro), perigosos (pilhas, baterias e resíduos hospitalares) e rejeitos materiais (não recicláveis ou reutilizáveis).
    
        A fração orgânica é a mais significativa, representando 46% do total. Enquanto entre os resíduos recicláveis secos destaca-se o plástico, que constitui cerca de 17% dos RSU.
    
        Em 2022, o Brasil gerou aproximadamente 13,7 milhões de toneladas de resíduos plásticos nas cidades, o equivalente a 64 quilos por pessoa durante o ano. Essa produção coloca o Brasil como o quarto maior produtor global de resíduos plásticos, atrás somente de Estados Unidos, China e Índia.
    
        Além do excesso de resíduos plásticos gerados pela população brasileira, outro grande problema é a sua baixa taxa de reciclagem. Somente 22% das embalagens plásticas são recicladas no Brasil. Os maiores índices de reciclagem de embalagem pós-consumo são de latas de alumínio (97,4%), seguidos de papel e papelão (66,9%).
   
        Mas a baixa taxa de reciclagem de embalagens plásticas pode ser atribuída a diversos fatores. Um deles é a falta de infraestrutura adequada para coleta seletiva, separação e processamento de resíduos plásticos. Muitas regiões do país não têm sistemas eficientes de coleta seletiva e reciclagem.
  
        Além disso, existem diferentes tipos de plásticos, com diferentes composições químicas, o que dificulta o processo de reciclagem. A falta de padronização dos materiais e a necessidade de separação por tipo tornam o processo mais dispendioso e complicado.
    
        A baixa conscientização da população sobre a importância da separação adequada e da reciclagem é outro fator importante.
    
        Em muitos casos, o custo de reciclar plásticos pode superar o de produzir novos a partir de matéria-prima virgem. Isso se deve à inexistência ou à má estruturação dos mercados locais de comercialização e reciclagem, à alta carga tributária, à competição desigual com alternativas inadequadas de descarte final (como lixões e aterros controlados) e à instabilidade da cadeia logística.

Portal Saneamento Básico. Adaptado.
A expressão sublinhada no 7º parágrafo transmite a ideia de:
Alternativas
Q4187129 Português
Reciclagem de embalagens plásticas no Brasil

        No Brasil, cada pessoa produz, em média, 343 quilos de resíduos sólidos por ano, totalizando cerca de 80 milhões de toneladas anualmente.
    
        Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) são todos os materiais produzidos nas residências, comércios, indústrias, hospitais e demais instalações e descartados após o término de sua utilidade, sendo classificados em quatro tipos: resíduos orgânicos (restos de alimentos, folhas, galhos e esterco), recicláveis (papel, plástico, metal e vidro), perigosos (pilhas, baterias e resíduos hospitalares) e rejeitos materiais (não recicláveis ou reutilizáveis).
    
        A fração orgânica é a mais significativa, representando 46% do total. Enquanto entre os resíduos recicláveis secos destaca-se o plástico, que constitui cerca de 17% dos RSU.
    
        Em 2022, o Brasil gerou aproximadamente 13,7 milhões de toneladas de resíduos plásticos nas cidades, o equivalente a 64 quilos por pessoa durante o ano. Essa produção coloca o Brasil como o quarto maior produtor global de resíduos plásticos, atrás somente de Estados Unidos, China e Índia.
    
        Além do excesso de resíduos plásticos gerados pela população brasileira, outro grande problema é a sua baixa taxa de reciclagem. Somente 22% das embalagens plásticas são recicladas no Brasil. Os maiores índices de reciclagem de embalagem pós-consumo são de latas de alumínio (97,4%), seguidos de papel e papelão (66,9%).
   
        Mas a baixa taxa de reciclagem de embalagens plásticas pode ser atribuída a diversos fatores. Um deles é a falta de infraestrutura adequada para coleta seletiva, separação e processamento de resíduos plásticos. Muitas regiões do país não têm sistemas eficientes de coleta seletiva e reciclagem.
  
        Além disso, existem diferentes tipos de plásticos, com diferentes composições químicas, o que dificulta o processo de reciclagem. A falta de padronização dos materiais e a necessidade de separação por tipo tornam o processo mais dispendioso e complicado.
    
        A baixa conscientização da população sobre a importância da separação adequada e da reciclagem é outro fator importante.
    
        Em muitos casos, o custo de reciclar plásticos pode superar o de produzir novos a partir de matéria-prima virgem. Isso se deve à inexistência ou à má estruturação dos mercados locais de comercialização e reciclagem, à alta carga tributária, à competição desigual com alternativas inadequadas de descarte final (como lixões e aterros controlados) e à instabilidade da cadeia logística.

Portal Saneamento Básico. Adaptado.
A palavra sublinhada em “A falta de padronização dos materiais e a necessidade de separação por tipo tornam o processo mais dispendioso e complicado” pode ser substituída, mantendo seu sentido original, por: 
Alternativas
Q4187128 Português
Reciclagem de embalagens plásticas no Brasil

        No Brasil, cada pessoa produz, em média, 343 quilos de resíduos sólidos por ano, totalizando cerca de 80 milhões de toneladas anualmente.
    
        Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) são todos os materiais produzidos nas residências, comércios, indústrias, hospitais e demais instalações e descartados após o término de sua utilidade, sendo classificados em quatro tipos: resíduos orgânicos (restos de alimentos, folhas, galhos e esterco), recicláveis (papel, plástico, metal e vidro), perigosos (pilhas, baterias e resíduos hospitalares) e rejeitos materiais (não recicláveis ou reutilizáveis).
    
        A fração orgânica é a mais significativa, representando 46% do total. Enquanto entre os resíduos recicláveis secos destaca-se o plástico, que constitui cerca de 17% dos RSU.
    
        Em 2022, o Brasil gerou aproximadamente 13,7 milhões de toneladas de resíduos plásticos nas cidades, o equivalente a 64 quilos por pessoa durante o ano. Essa produção coloca o Brasil como o quarto maior produtor global de resíduos plásticos, atrás somente de Estados Unidos, China e Índia.
    
        Além do excesso de resíduos plásticos gerados pela população brasileira, outro grande problema é a sua baixa taxa de reciclagem. Somente 22% das embalagens plásticas são recicladas no Brasil. Os maiores índices de reciclagem de embalagem pós-consumo são de latas de alumínio (97,4%), seguidos de papel e papelão (66,9%).
   
        Mas a baixa taxa de reciclagem de embalagens plásticas pode ser atribuída a diversos fatores. Um deles é a falta de infraestrutura adequada para coleta seletiva, separação e processamento de resíduos plásticos. Muitas regiões do país não têm sistemas eficientes de coleta seletiva e reciclagem.
  
        Além disso, existem diferentes tipos de plásticos, com diferentes composições químicas, o que dificulta o processo de reciclagem. A falta de padronização dos materiais e a necessidade de separação por tipo tornam o processo mais dispendioso e complicado.
    
        A baixa conscientização da população sobre a importância da separação adequada e da reciclagem é outro fator importante.
    
        Em muitos casos, o custo de reciclar plásticos pode superar o de produzir novos a partir de matéria-prima virgem. Isso se deve à inexistência ou à má estruturação dos mercados locais de comercialização e reciclagem, à alta carga tributária, à competição desigual com alternativas inadequadas de descarte final (como lixões e aterros controlados) e à instabilidade da cadeia logística.

Portal Saneamento Básico. Adaptado.
Gênero textual é uma convenção social de caráter comunicacional, ou seja, é a forma como a língua é empregada nos textos em suas variadas situações. O texto lido é um exemplo de: 
Alternativas
Q4187127 Português
Reciclagem de embalagens plásticas no Brasil

        No Brasil, cada pessoa produz, em média, 343 quilos de resíduos sólidos por ano, totalizando cerca de 80 milhões de toneladas anualmente.
    
        Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) são todos os materiais produzidos nas residências, comércios, indústrias, hospitais e demais instalações e descartados após o término de sua utilidade, sendo classificados em quatro tipos: resíduos orgânicos (restos de alimentos, folhas, galhos e esterco), recicláveis (papel, plástico, metal e vidro), perigosos (pilhas, baterias e resíduos hospitalares) e rejeitos materiais (não recicláveis ou reutilizáveis).
    
        A fração orgânica é a mais significativa, representando 46% do total. Enquanto entre os resíduos recicláveis secos destaca-se o plástico, que constitui cerca de 17% dos RSU.
    
        Em 2022, o Brasil gerou aproximadamente 13,7 milhões de toneladas de resíduos plásticos nas cidades, o equivalente a 64 quilos por pessoa durante o ano. Essa produção coloca o Brasil como o quarto maior produtor global de resíduos plásticos, atrás somente de Estados Unidos, China e Índia.
    
        Além do excesso de resíduos plásticos gerados pela população brasileira, outro grande problema é a sua baixa taxa de reciclagem. Somente 22% das embalagens plásticas são recicladas no Brasil. Os maiores índices de reciclagem de embalagem pós-consumo são de latas de alumínio (97,4%), seguidos de papel e papelão (66,9%).
   
        Mas a baixa taxa de reciclagem de embalagens plásticas pode ser atribuída a diversos fatores. Um deles é a falta de infraestrutura adequada para coleta seletiva, separação e processamento de resíduos plásticos. Muitas regiões do país não têm sistemas eficientes de coleta seletiva e reciclagem.
  
        Além disso, existem diferentes tipos de plásticos, com diferentes composições químicas, o que dificulta o processo de reciclagem. A falta de padronização dos materiais e a necessidade de separação por tipo tornam o processo mais dispendioso e complicado.
    
        A baixa conscientização da população sobre a importância da separação adequada e da reciclagem é outro fator importante.
    
        Em muitos casos, o custo de reciclar plásticos pode superar o de produzir novos a partir de matéria-prima virgem. Isso se deve à inexistência ou à má estruturação dos mercados locais de comercialização e reciclagem, à alta carga tributária, à competição desigual com alternativas inadequadas de descarte final (como lixões e aterros controlados) e à instabilidade da cadeia logística.

Portal Saneamento Básico. Adaptado.
De acordo com o texto, em 2022 o Brasil se tornou o quarto maior país em produção de resíduos plásticos, pois:
Alternativas
Q4159770 Música

Analise a partitura abaixo:


Cantiga de cego


Imagem associada para resolução da questão


Qual modo litúrgico foi utilizado na composição dessa canção?

Alternativas
Q4159307 Raciocínio Lógico
Se Lúcia andou de bicicleta, então Ana andou de patins. Se Ana andou de patins, então Luiza tomou sorvete na praça. Se Luiza tomou sorvete na praça, então Anita foi ao cinema. Se Anita foi ao cinema, então Lucas comprou um cachorro. Se Lucas comprou um cachorro, então Flávia foi à academia. Considerando que Flávia não foi à academia, pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3554200 Português
“Apesar dos relatos dos moradores do Kennedy sobre o preconceito, suas percepções acerca da cidade são muito positivas. Sentem muita gratidão por terem sido acolhidos e tido a oportunidade de se reorganizarem econômica e socialmente. Consideram-na especial, constituída de pessoas simples e solidárias que, em sua maioria, preocupam-se em amparar e apoiar quem chega e se encontra em situação de vulnerabilidade.”
Fonte: RODRIGUES, Vandercy Candido O Kennedy: um bairro de migrantes no município de pequeno porte Itatiaiuçu, Minas Gerais. Dissertação (Mestrado). Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais. Belo Horizonte, 2020, p.52.
O texto refere-se a um bairro de Itatiaiuçu formado e desenvolvido por
Alternativas
Q3554199 História e Geografia de Estados e Municípios
Conforme informação disponível no site da Prefeitura Municipal de Itatiaiuçu, é dever da Secretaria Municipal de Cultura, dentre outras competências,
Alternativas
Q3554198 Geografia

Observe o mapa a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Legenda:

Em tom mais claro: Municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Em tom mais escuro: Colar Metropolitano.


Fonte: AGÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DA REGIÃO METROPOLITANA DE BELO HORIZONTE. Disponível em http://www.agenciarmbh.mg.gov.br/mapa-conheca-os-municipios/ Acesso em 14 nov. 2023. RODRIGUES, Vandercy Candido O Kennedy: um bairro de migrantes no município de pequeno porte Itatiaiuçu, Minas Gerais. Dissertação (Mestrado). Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais. Belo Horizonte, 2020, p.29.


Considerando-se o mapa e as ligações de Itatiaiuçu com a região, é correto afirmar que este Município


Alternativas
Q3554197 Legislação dos Municípios do Estado de Minas Gerais
De acordo com a lei maior do Município de Itatiaiuçu, ou seja, a Lei Orgânica Municipal, em seu Artigo 160,
“Todos têm direito ao meio ambiente harmônico, bem de uso comum do povo e essencial à saudável qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo, preservá-lo e manter as plenas condições de seus processos vitais para as gerações presentes e futuras.”
Fonte: LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DE ITATIAIUÇU. Estado de Minas Gerais. Câmara Municipal de Itatiaiuçu, 2016. Disponível em < https://www.itatiaiucu. mg.gov.br/legislacao/tipo/lei-organica/12 > Acesso em 13 nov. 2023.
Para garantir a efetividade desse direito, cabe ao Poder Público, entre outras atribuições,
Alternativas
Q3554196 História e Geografia de Estados e Municípios

Observe a tabela a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Fonte: RODRIGUES, Vandercy Candido O Kennedy: um bairro de migrantes no município de pequeno porte Itatiaiuçu, Minas Gerais. Dissertação (Mestrado). Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais. Belo Horizonte, 2020, p.32.


Os dados apresentados revelam que, ao longo do período em questão, a população  

Alternativas
Q3554195 História e Geografia de Estados e Municípios
Conforme informa Valdecy Candido Rodrigues, na dissertação “O Kennedy: um bairro de migrantes no município de pequeno porte, Itatiaiuçu”, a atividade agrícola local é caracterizada pela produção de verduras, legumes, tubérculos e frutas, sendo
Alternativas
Q3554194 Legislação Municipal
“Art. 173. Constituem patrimônio cultural do Município os bens de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, que contenham referência à identidade, à ação e à memória do povo itatiaiuçuense, entre os quais se incluem:
I – as formas de expressão;
II – os modos de criar, fazer e viver;
III – as criações tecnológicas, científicas e artísticas;
IV – as obras, os objetos, os documentos, as edificações e outros espaços destinados a manifestações artísticas e culturais;
V – os conjuntos urbanos e os sítios de valor histórico, artístico, paisagístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico.
”Fonte: LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DE ITATIAIUÇU. Estado de Minas Gerais. Câmara Municipal de Itatiaiuçu, 2016. Disponível em < https://www.itatiaiucu. mg.gov.br/legislacao/tipo/lei-organica/12 > Acesso em 13 nov. 2023.
Uma das principais edificações histórico-culturais do Município em questão é a
Alternativas
Q3554193 Geografia

Observe a tabela a seguir


Imagem associada para resolução da questão


Fonte: RODRIGUES, Vandercy Candido O Kennedy: um bairro de migrantes no município de pequeno porte Itatiaiuçu, Minas Gerais. Dissertação (Mestrado). Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais. Belo Horizonte, 2020, p.33.


Dentre os setores da economia do Município de Itatiaiuçu, destacam-se, na absorção de mão de obra,

Alternativas
Q3554192 História e Geografia de Estados e Municípios
“Itatiaiuçu formou-se em um território habitado por índios Cataguases e outras etnias, que acabaram sendo eliminados com a chegada dos bandeirantes. O seu nome deriva de designação indígena tupi, com o significado “grande pedra dentada”: Ita = pedra + tiaia = dentada + açu = grande.”
Fonte: RODRIGUES, Vandercy Candido O Kennedy: um bairro de migrantes no município de pequeno porte Itatiaiuçu, Minas Gerais. Dissertação (Mestrado). Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais. Belo Horizonte, 2020, p.30.
Um patrimônio ambiental da região e um ponto turístico do município estão representados, respectivamente, por
Alternativas
Q3554191 História e Geografia de Estados e Municípios
Na Lei Orgânica do Município de Itatiaiuçu lê-se: “Art. 7º. A sede do Município é a cidade de Itatiaiuçu, com seus limites definidos em lei.”

Fonte: LEI ORGÂNICA DO MUNICÍPIO DE ITATIAIUÇU. Estado de Minas Gerais. Câmara Municipal de Itatiaiuçu, 2016. Disponível em < https://www. itatiaiucu.mg.gov.br/legislacao/tipo/lei-organica/12 > Acesso em 13 nov. 2023.
Quais são os municípios limítrofes a Itatiaiuçu?
Alternativas
Q3554190 Matemática

Observe a figura.


Imagem associada para resolução da questão


A malha da figura é formada por nove quadrados.


Sobre as medidas dos ângulos α e θ, é correto afirmar que

Alternativas
Q3554189 Matemática
Uma loja de chocolates vende bombons em quatro diferentes caixas: A, B, C e D. Em todas as caixas há um só tipo de bombom e o que diferencia as caixas é apenas a quantidade de bombons e o preço de cada uma. O gráfico a seguir apresenta, para cada caixa, a quantidade de bombons no eixo horizontal e o preço, em reais, no eixo vertical.
Imagem associada para resolução da questão
Assim, o valor médio de cada bombom é maior na caixa
Alternativas
Respostas
7701: C
7702: A
7703: A
7704: C
7705: D
7706: B
7707: A
7708: D
7709: A
7710: B
7711: C
7712: B
7713: A
7714: A
7715: D
7716: C
7717: A
7718: D
7719: D
7720: B