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Q4316360 Português
ESCREVER: AVENTURAS E DESVENTURAS


(1º§) O termo “aventuras”, no plural, tal como ele aparece no título deste artigo, evoca ao mesmo tempo uma multiplicidade de episódios ou realizações e seu caráter inesperado, surpreendente. No que diz respeito à escrita, a diversidade dos contextos de seu surgimento, como a de suas manifestações, legitima amplamente essa designação.

(2º§) Mas, além do número e da variedade dos sistemas de escrita conhecidos até agora, e tendo em vista o interesse fascinado das sociedades ocidentais pelos espetaculares avanços culturais que lhes são atribuídos (transmissão de conhecimentos, aceleração do progresso, dos conhecimentos, administração de grupos humanos, gestão econômica, etc.), o aparecimento da escrita, pela primeira vez no mundo, na Mesopotâmia, no final do quarto milênio a.C., foi e continua sendo percebido como uma verdadeira revolução.

(3º§) O que não deixou de ser entendido como um salto qualitativo da civilização, tanto mais espetacular quanto imprevisível. Tal é a nossa percepção ocidental, repetida e reforçada ao longo dos séculos, desde a antiguidade grega, mas que, contudo, não é universal. O Extremo Oriente, por exemplo, tem uma concepção completamente diferente de escrita.

(4º§) O exame cuidadoso dos fatos, assim como a abundante literatura que eles suscitaram, nos convidam a perguntar se a verdadeira aventura da escrita não foi, de fato, a desventura que constitui essa historiografia, agora milenar, que a assumiu e que até o momento não cessou de produzir uma sequência quase que ininterrupta de estudos, análises, discursos ou narrativas, mitos e histórias para descrever sua origem.

(5º§) Objetivo duplamente problemático: em si, – retornaremos a este ponto –, e em sua orientação em direção a um objeto que não pode ser descoberto, mas sim a um pressuposto que ela busca legitimar. Pressuposição segundo a qual a escrita seria essencialmente um produto derivado da língua.

(6º§) Após relembrar as linhas de força que estruturam essa abundante literatura, tentaremos empregar estratagemas que, apesar de tudo, permitem uma saída dessa desventura. Subterfúgios representados pelos trabalhos de Leroi-Gourhan, Derrida e A. M. Christin, bem como pelos recentes avanços da neurofisiologia, sobretudo aqueles apresentados por G. Rizzolatti. Mas, de início, é imperativo que façamos uma nota sobre as definições mais comuns de escrita e os muitos estudos especializados nos quais elas se apoiam.

(7º§) Desventuras assume sentido polissêmico, conotativo, com possibilidades de entender a constituição de “desventuras” quando se escreve algo desagradável e que, muitas vezes, pode ser comprometedor. Mas, como todos sabemos, o entendimento é contextual e individual, logo, polissêmico.

(8º§) Nessa dimensão discursiva, pense na importância do conteúdo ora em análise. Reflita sobre as aventuras e as desventuras proporcionadas pela ESCRITA. (...)

(Aventuras e desventuras da escrita. A propósito da interpretação do nascimento da escrita na Mesopotâmia | Cadernos do LEPAARQ (UFPEL)) – (Acesso em 10.11.2023) – (Adaptado)
No estudo de “Fonética” e “Fonologia”, temos características de ambas, estabelecendo as suas diferenças, entre elas, citamos o exemplo seguinte:

Letra e fonema são diferentes. Percebemos isso quando pensamos na letra x. Nas palavras seguintes, a letra x (escrita) tem diferentes fonemas (sons):

• em caixa, o x tem som de x /c/ /a/ /i/ /x/ /a/
• em texto, o x tem som de s /t/ /e/ /s/ /t/ /o/
• em fixo, o x tem som de cs /f/ /i/ /c/ /s/ /o/
(Fonética e Fonologia: o que elas estudam - Toda Matéria (todamateria.com.br))

Sobre “Fonética” e “Fonologia”, analise as assertivas com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após análise, marque a alternativa com a série correta.

I – “Fonética” estuda os sons da fala em seus aspectos físicos, acústicos e fisiológicos, enquanto a fonologia estuda os padrões de som em linguagens específicas.
II – “Fonologia” interpreta e organiza os sons que podem diferenciar significados, chamados de fonemas.
III – Como exemplo, citamos: na pronúncia da palavra “dieta” a fonética irá analisar como as consoantes /d/ e /i/ são articuladas: /dj/. Já a fonologia irá analisar como esses sons se organizam em uma sílaba: /dɪtɐ/.
IV – Na escrita, as palavras são formadas por letras, enquanto na fala, as palavras são formadas por fonemas (unidades mínimas significativas de uma palavra numa língua).
Alternativas
Q4316359 Português
ESCREVER: AVENTURAS E DESVENTURAS


(1º§) O termo “aventuras”, no plural, tal como ele aparece no título deste artigo, evoca ao mesmo tempo uma multiplicidade de episódios ou realizações e seu caráter inesperado, surpreendente. No que diz respeito à escrita, a diversidade dos contextos de seu surgimento, como a de suas manifestações, legitima amplamente essa designação.

(2º§) Mas, além do número e da variedade dos sistemas de escrita conhecidos até agora, e tendo em vista o interesse fascinado das sociedades ocidentais pelos espetaculares avanços culturais que lhes são atribuídos (transmissão de conhecimentos, aceleração do progresso, dos conhecimentos, administração de grupos humanos, gestão econômica, etc.), o aparecimento da escrita, pela primeira vez no mundo, na Mesopotâmia, no final do quarto milênio a.C., foi e continua sendo percebido como uma verdadeira revolução.

(3º§) O que não deixou de ser entendido como um salto qualitativo da civilização, tanto mais espetacular quanto imprevisível. Tal é a nossa percepção ocidental, repetida e reforçada ao longo dos séculos, desde a antiguidade grega, mas que, contudo, não é universal. O Extremo Oriente, por exemplo, tem uma concepção completamente diferente de escrita.

(4º§) O exame cuidadoso dos fatos, assim como a abundante literatura que eles suscitaram, nos convidam a perguntar se a verdadeira aventura da escrita não foi, de fato, a desventura que constitui essa historiografia, agora milenar, que a assumiu e que até o momento não cessou de produzir uma sequência quase que ininterrupta de estudos, análises, discursos ou narrativas, mitos e histórias para descrever sua origem.

(5º§) Objetivo duplamente problemático: em si, – retornaremos a este ponto –, e em sua orientação em direção a um objeto que não pode ser descoberto, mas sim a um pressuposto que ela busca legitimar. Pressuposição segundo a qual a escrita seria essencialmente um produto derivado da língua.

(6º§) Após relembrar as linhas de força que estruturam essa abundante literatura, tentaremos empregar estratagemas que, apesar de tudo, permitem uma saída dessa desventura. Subterfúgios representados pelos trabalhos de Leroi-Gourhan, Derrida e A. M. Christin, bem como pelos recentes avanços da neurofisiologia, sobretudo aqueles apresentados por G. Rizzolatti. Mas, de início, é imperativo que façamos uma nota sobre as definições mais comuns de escrita e os muitos estudos especializados nos quais elas se apoiam.

(7º§) Desventuras assume sentido polissêmico, conotativo, com possibilidades de entender a constituição de “desventuras” quando se escreve algo desagradável e que, muitas vezes, pode ser comprometedor. Mas, como todos sabemos, o entendimento é contextual e individual, logo, polissêmico.

(8º§) Nessa dimensão discursiva, pense na importância do conteúdo ora em análise. Reflita sobre as aventuras e as desventuras proporcionadas pela ESCRITA. (...)

(Aventuras e desventuras da escrita. A propósito da interpretação do nascimento da escrita na Mesopotâmia | Cadernos do LEPAARQ (UFPEL)) – (Acesso em 10.11.2023) – (Adaptado)
Se o verbo “Pense” for conjugado na segunda pessoa do plural, no mesmo modo imperativo afirmativo, obtém-se a forma correta.
Alternativas
Q4316358 Português
ESCREVER: AVENTURAS E DESVENTURAS


(1º§) O termo “aventuras”, no plural, tal como ele aparece no título deste artigo, evoca ao mesmo tempo uma multiplicidade de episódios ou realizações e seu caráter inesperado, surpreendente. No que diz respeito à escrita, a diversidade dos contextos de seu surgimento, como a de suas manifestações, legitima amplamente essa designação.

(2º§) Mas, além do número e da variedade dos sistemas de escrita conhecidos até agora, e tendo em vista o interesse fascinado das sociedades ocidentais pelos espetaculares avanços culturais que lhes são atribuídos (transmissão de conhecimentos, aceleração do progresso, dos conhecimentos, administração de grupos humanos, gestão econômica, etc.), o aparecimento da escrita, pela primeira vez no mundo, na Mesopotâmia, no final do quarto milênio a.C., foi e continua sendo percebido como uma verdadeira revolução.

(3º§) O que não deixou de ser entendido como um salto qualitativo da civilização, tanto mais espetacular quanto imprevisível. Tal é a nossa percepção ocidental, repetida e reforçada ao longo dos séculos, desde a antiguidade grega, mas que, contudo, não é universal. O Extremo Oriente, por exemplo, tem uma concepção completamente diferente de escrita.

(4º§) O exame cuidadoso dos fatos, assim como a abundante literatura que eles suscitaram, nos convidam a perguntar se a verdadeira aventura da escrita não foi, de fato, a desventura que constitui essa historiografia, agora milenar, que a assumiu e que até o momento não cessou de produzir uma sequência quase que ininterrupta de estudos, análises, discursos ou narrativas, mitos e histórias para descrever sua origem.

(5º§) Objetivo duplamente problemático: em si, – retornaremos a este ponto –, e em sua orientação em direção a um objeto que não pode ser descoberto, mas sim a um pressuposto que ela busca legitimar. Pressuposição segundo a qual a escrita seria essencialmente um produto derivado da língua.

(6º§) Após relembrar as linhas de força que estruturam essa abundante literatura, tentaremos empregar estratagemas que, apesar de tudo, permitem uma saída dessa desventura. Subterfúgios representados pelos trabalhos de Leroi-Gourhan, Derrida e A. M. Christin, bem como pelos recentes avanços da neurofisiologia, sobretudo aqueles apresentados por G. Rizzolatti. Mas, de início, é imperativo que façamos uma nota sobre as definições mais comuns de escrita e os muitos estudos especializados nos quais elas se apoiam.

(7º§) Desventuras assume sentido polissêmico, conotativo, com possibilidades de entender a constituição de “desventuras” quando se escreve algo desagradável e que, muitas vezes, pode ser comprometedor. Mas, como todos sabemos, o entendimento é contextual e individual, logo, polissêmico.

(8º§) Nessa dimensão discursiva, pense na importância do conteúdo ora em análise. Reflita sobre as aventuras e as desventuras proporcionadas pela ESCRITA. (...)

(Aventuras e desventuras da escrita. A propósito da interpretação do nascimento da escrita na Mesopotâmia | Cadernos do LEPAARQ (UFPEL)) – (Acesso em 10.11.2023) – (Adaptado)
Analise as assertivas com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após análise, marque a alternativa com a série correta.

I – Os termos trissílabos: “números”; “título”; “séculos” são proparoxítonos.
II – Todas as palavras: “e”; “que”; “mas” são invariáveis em gênero e em número.
III – O TIL das palavras: “realizações”; : “não” e : “manifestações” serve apenas para marcar a tonicidade, porque elas são oxítonas com ditongo decrescentes.
IV – Entre os termos do trecho: “. Pressuposição¹ segundo² a qual a escrita seria³ essencialmente um produto derivado da língua” – numeramos na ordem crescente (1; 2; 3), identificamos: um substantivo escrito com encontro consonantal, dígrafo e encontro vocálico; um termo trissílabo usado no sentido de conformidade; um verbo conjugado no futuro do pretérito do modo indicativo.
Alternativas
Q4316357 Português
ESCREVER: AVENTURAS E DESVENTURAS


(1º§) O termo “aventuras”, no plural, tal como ele aparece no título deste artigo, evoca ao mesmo tempo uma multiplicidade de episódios ou realizações e seu caráter inesperado, surpreendente. No que diz respeito à escrita, a diversidade dos contextos de seu surgimento, como a de suas manifestações, legitima amplamente essa designação.

(2º§) Mas, além do número e da variedade dos sistemas de escrita conhecidos até agora, e tendo em vista o interesse fascinado das sociedades ocidentais pelos espetaculares avanços culturais que lhes são atribuídos (transmissão de conhecimentos, aceleração do progresso, dos conhecimentos, administração de grupos humanos, gestão econômica, etc.), o aparecimento da escrita, pela primeira vez no mundo, na Mesopotâmia, no final do quarto milênio a.C., foi e continua sendo percebido como uma verdadeira revolução.

(3º§) O que não deixou de ser entendido como um salto qualitativo da civilização, tanto mais espetacular quanto imprevisível. Tal é a nossa percepção ocidental, repetida e reforçada ao longo dos séculos, desde a antiguidade grega, mas que, contudo, não é universal. O Extremo Oriente, por exemplo, tem uma concepção completamente diferente de escrita.

(4º§) O exame cuidadoso dos fatos, assim como a abundante literatura que eles suscitaram, nos convidam a perguntar se a verdadeira aventura da escrita não foi, de fato, a desventura que constitui essa historiografia, agora milenar, que a assumiu e que até o momento não cessou de produzir uma sequência quase que ininterrupta de estudos, análises, discursos ou narrativas, mitos e histórias para descrever sua origem.

(5º§) Objetivo duplamente problemático: em si, – retornaremos a este ponto –, e em sua orientação em direção a um objeto que não pode ser descoberto, mas sim a um pressuposto que ela busca legitimar. Pressuposição segundo a qual a escrita seria essencialmente um produto derivado da língua.

(6º§) Após relembrar as linhas de força que estruturam essa abundante literatura, tentaremos empregar estratagemas que, apesar de tudo, permitem uma saída dessa desventura. Subterfúgios representados pelos trabalhos de Leroi-Gourhan, Derrida e A. M. Christin, bem como pelos recentes avanços da neurofisiologia, sobretudo aqueles apresentados por G. Rizzolatti. Mas, de início, é imperativo que façamos uma nota sobre as definições mais comuns de escrita e os muitos estudos especializados nos quais elas se apoiam.

(7º§) Desventuras assume sentido polissêmico, conotativo, com possibilidades de entender a constituição de “desventuras” quando se escreve algo desagradável e que, muitas vezes, pode ser comprometedor. Mas, como todos sabemos, o entendimento é contextual e individual, logo, polissêmico.

(8º§) Nessa dimensão discursiva, pense na importância do conteúdo ora em análise. Reflita sobre as aventuras e as desventuras proporcionadas pela ESCRITA. (...)

(Aventuras e desventuras da escrita. A propósito da interpretação do nascimento da escrita na Mesopotâmia | Cadernos do LEPAARQ (UFPEL)) – (Acesso em 10.11.2023) – (Adaptado)
Marque a figura de linguagem que constrói a frase: “como todos sabemos”
Alternativas
Q4316356 Português
ESCREVER: AVENTURAS E DESVENTURAS


(1º§) O termo “aventuras”, no plural, tal como ele aparece no título deste artigo, evoca ao mesmo tempo uma multiplicidade de episódios ou realizações e seu caráter inesperado, surpreendente. No que diz respeito à escrita, a diversidade dos contextos de seu surgimento, como a de suas manifestações, legitima amplamente essa designação.

(2º§) Mas, além do número e da variedade dos sistemas de escrita conhecidos até agora, e tendo em vista o interesse fascinado das sociedades ocidentais pelos espetaculares avanços culturais que lhes são atribuídos (transmissão de conhecimentos, aceleração do progresso, dos conhecimentos, administração de grupos humanos, gestão econômica, etc.), o aparecimento da escrita, pela primeira vez no mundo, na Mesopotâmia, no final do quarto milênio a.C., foi e continua sendo percebido como uma verdadeira revolução.

(3º§) O que não deixou de ser entendido como um salto qualitativo da civilização, tanto mais espetacular quanto imprevisível. Tal é a nossa percepção ocidental, repetida e reforçada ao longo dos séculos, desde a antiguidade grega, mas que, contudo, não é universal. O Extremo Oriente, por exemplo, tem uma concepção completamente diferente de escrita.

(4º§) O exame cuidadoso dos fatos, assim como a abundante literatura que eles suscitaram, nos convidam a perguntar se a verdadeira aventura da escrita não foi, de fato, a desventura que constitui essa historiografia, agora milenar, que a assumiu e que até o momento não cessou de produzir uma sequência quase que ininterrupta de estudos, análises, discursos ou narrativas, mitos e histórias para descrever sua origem.

(5º§) Objetivo duplamente problemático: em si, – retornaremos a este ponto –, e em sua orientação em direção a um objeto que não pode ser descoberto, mas sim a um pressuposto que ela busca legitimar. Pressuposição segundo a qual a escrita seria essencialmente um produto derivado da língua.

(6º§) Após relembrar as linhas de força que estruturam essa abundante literatura, tentaremos empregar estratagemas que, apesar de tudo, permitem uma saída dessa desventura. Subterfúgios representados pelos trabalhos de Leroi-Gourhan, Derrida e A. M. Christin, bem como pelos recentes avanços da neurofisiologia, sobretudo aqueles apresentados por G. Rizzolatti. Mas, de início, é imperativo que façamos uma nota sobre as definições mais comuns de escrita e os muitos estudos especializados nos quais elas se apoiam.

(7º§) Desventuras assume sentido polissêmico, conotativo, com possibilidades de entender a constituição de “desventuras” quando se escreve algo desagradável e que, muitas vezes, pode ser comprometedor. Mas, como todos sabemos, o entendimento é contextual e individual, logo, polissêmico.

(8º§) Nessa dimensão discursiva, pense na importância do conteúdo ora em análise. Reflita sobre as aventuras e as desventuras proporcionadas pela ESCRITA. (...)

(Aventuras e desventuras da escrita. A propósito da interpretação do nascimento da escrita na Mesopotâmia | Cadernos do LEPAARQ (UFPEL)) – (Acesso em 10.11.2023) – (Adaptado)
Analise as assertivas com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após análise, marque a alternativa com a série correta.

I – No trecho: “o entendimento é contextual e individual, logo, polissêmico” – as vírgulas separam uma palavra que tem o mesmo sentido contextual de “portanto”.
II – No trecho: “foi¹ e continua sendo percebido² como³ uma verdadeira revolução” – temos na ordem crescente (1; 2; 3), respectivamente: um verbo no tempo pretérito perfeito do modo indicativo; uma locução verbal; uma conjunção subordinativa usada com o sentido comparativo
III – A expressão: “no final do quarto milênio a.C.” – enuncia ideia temporal, escrita com um numeral ordinal “quarto”.
IV – No trecho: “Após relembrar as linhas de força que estruturam essa abundante literatura”, - temos, respectivamente: um artigo definido feminino plural que concorda com o substantivo subsequente em gênero e em número; uma preposição essencial imposta pela regência nominal; um pronome relativo e um pronome demonstrativo (ambos escritos com dígrafo). 
Alternativas
Q4316355 Português
ESCREVER: AVENTURAS E DESVENTURAS


(1º§) O termo “aventuras”, no plural, tal como ele aparece no título deste artigo, evoca ao mesmo tempo uma multiplicidade de episódios ou realizações e seu caráter inesperado, surpreendente. No que diz respeito à escrita, a diversidade dos contextos de seu surgimento, como a de suas manifestações, legitima amplamente essa designação.

(2º§) Mas, além do número e da variedade dos sistemas de escrita conhecidos até agora, e tendo em vista o interesse fascinado das sociedades ocidentais pelos espetaculares avanços culturais que lhes são atribuídos (transmissão de conhecimentos, aceleração do progresso, dos conhecimentos, administração de grupos humanos, gestão econômica, etc.), o aparecimento da escrita, pela primeira vez no mundo, na Mesopotâmia, no final do quarto milênio a.C., foi e continua sendo percebido como uma verdadeira revolução.

(3º§) O que não deixou de ser entendido como um salto qualitativo da civilização, tanto mais espetacular quanto imprevisível. Tal é a nossa percepção ocidental, repetida e reforçada ao longo dos séculos, desde a antiguidade grega, mas que, contudo, não é universal. O Extremo Oriente, por exemplo, tem uma concepção completamente diferente de escrita.

(4º§) O exame cuidadoso dos fatos, assim como a abundante literatura que eles suscitaram, nos convidam a perguntar se a verdadeira aventura da escrita não foi, de fato, a desventura que constitui essa historiografia, agora milenar, que a assumiu e que até o momento não cessou de produzir uma sequência quase que ininterrupta de estudos, análises, discursos ou narrativas, mitos e histórias para descrever sua origem.

(5º§) Objetivo duplamente problemático: em si, – retornaremos a este ponto –, e em sua orientação em direção a um objeto que não pode ser descoberto, mas sim a um pressuposto que ela busca legitimar. Pressuposição segundo a qual a escrita seria essencialmente um produto derivado da língua.

(6º§) Após relembrar as linhas de força que estruturam essa abundante literatura, tentaremos empregar estratagemas que, apesar de tudo, permitem uma saída dessa desventura. Subterfúgios representados pelos trabalhos de Leroi-Gourhan, Derrida e A. M. Christin, bem como pelos recentes avanços da neurofisiologia, sobretudo aqueles apresentados por G. Rizzolatti. Mas, de início, é imperativo que façamos uma nota sobre as definições mais comuns de escrita e os muitos estudos especializados nos quais elas se apoiam.

(7º§) Desventuras assume sentido polissêmico, conotativo, com possibilidades de entender a constituição de “desventuras” quando se escreve algo desagradável e que, muitas vezes, pode ser comprometedor. Mas, como todos sabemos, o entendimento é contextual e individual, logo, polissêmico.

(8º§) Nessa dimensão discursiva, pense na importância do conteúdo ora em análise. Reflita sobre as aventuras e as desventuras proporcionadas pela ESCRITA. (...)

(Aventuras e desventuras da escrita. A propósito da interpretação do nascimento da escrita na Mesopotâmia | Cadernos do LEPAARQ (UFPEL)) – (Acesso em 10.11.2023) – (Adaptado)
Marque a oração escrita com os termos essenciais (sujeito e predicado) explícitos e na ordem direta. 
Alternativas
Q4316354 Português
ESCREVER: AVENTURAS E DESVENTURAS


(1º§) O termo “aventuras”, no plural, tal como ele aparece no título deste artigo, evoca ao mesmo tempo uma multiplicidade de episódios ou realizações e seu caráter inesperado, surpreendente. No que diz respeito à escrita, a diversidade dos contextos de seu surgimento, como a de suas manifestações, legitima amplamente essa designação.

(2º§) Mas, além do número e da variedade dos sistemas de escrita conhecidos até agora, e tendo em vista o interesse fascinado das sociedades ocidentais pelos espetaculares avanços culturais que lhes são atribuídos (transmissão de conhecimentos, aceleração do progresso, dos conhecimentos, administração de grupos humanos, gestão econômica, etc.), o aparecimento da escrita, pela primeira vez no mundo, na Mesopotâmia, no final do quarto milênio a.C., foi e continua sendo percebido como uma verdadeira revolução.

(3º§) O que não deixou de ser entendido como um salto qualitativo da civilização, tanto mais espetacular quanto imprevisível. Tal é a nossa percepção ocidental, repetida e reforçada ao longo dos séculos, desde a antiguidade grega, mas que, contudo, não é universal. O Extremo Oriente, por exemplo, tem uma concepção completamente diferente de escrita.

(4º§) O exame cuidadoso dos fatos, assim como a abundante literatura que eles suscitaram, nos convidam a perguntar se a verdadeira aventura da escrita não foi, de fato, a desventura que constitui essa historiografia, agora milenar, que a assumiu e que até o momento não cessou de produzir uma sequência quase que ininterrupta de estudos, análises, discursos ou narrativas, mitos e histórias para descrever sua origem.

(5º§) Objetivo duplamente problemático: em si, – retornaremos a este ponto –, e em sua orientação em direção a um objeto que não pode ser descoberto, mas sim a um pressuposto que ela busca legitimar. Pressuposição segundo a qual a escrita seria essencialmente um produto derivado da língua.

(6º§) Após relembrar as linhas de força que estruturam essa abundante literatura, tentaremos empregar estratagemas que, apesar de tudo, permitem uma saída dessa desventura. Subterfúgios representados pelos trabalhos de Leroi-Gourhan, Derrida e A. M. Christin, bem como pelos recentes avanços da neurofisiologia, sobretudo aqueles apresentados por G. Rizzolatti. Mas, de início, é imperativo que façamos uma nota sobre as definições mais comuns de escrita e os muitos estudos especializados nos quais elas se apoiam.

(7º§) Desventuras assume sentido polissêmico, conotativo, com possibilidades de entender a constituição de “desventuras” quando se escreve algo desagradável e que, muitas vezes, pode ser comprometedor. Mas, como todos sabemos, o entendimento é contextual e individual, logo, polissêmico.

(8º§) Nessa dimensão discursiva, pense na importância do conteúdo ora em análise. Reflita sobre as aventuras e as desventuras proporcionadas pela ESCRITA. (...)

(Aventuras e desventuras da escrita. A propósito da interpretação do nascimento da escrita na Mesopotâmia | Cadernos do LEPAARQ (UFPEL)) – (Acesso em 10.11.2023) – (Adaptado)
Analise as assertivas com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após análise, marque a alternativa com a série correta.

I – A expressão “tal como” do trecho: “O termo “aventuras”, no plural, tal como ele aparece no título deste artigo” – enuncia ideia de comparação.,
II – No trecho: “uma multiplicidade de episódios ou realizações” – temos, respectivamente: preposição essencial imposta pela regência nominal; conjunção coordenativa; termo polissílabo oxítono com ditongo nasal, sem acento gráfico que justifique a tonicidade, porque til não é acento.
III – No trecho: “No que diz respeito à escrita” – temos, respectivamente: um verbo irregular conjugado no presente do modo indicativo; uma palavra com ditongo e uma com encontro consonantal.
IV – No trecho: “nos convidam a perguntar se a verdadeira aventura da escrita não foi, de fato” – temos, respectivamente: um pronome em posição de próclise; uma conjunção subordinativa com ideia condicional; uma contração prepositiva imposta pela regência nominal.
Alternativas
Q4316353 Português
ESCREVER: AVENTURAS E DESVENTURAS


(1º§) O termo “aventuras”, no plural, tal como ele aparece no título deste artigo, evoca ao mesmo tempo uma multiplicidade de episódios ou realizações e seu caráter inesperado, surpreendente. No que diz respeito à escrita, a diversidade dos contextos de seu surgimento, como a de suas manifestações, legitima amplamente essa designação.

(2º§) Mas, além do número e da variedade dos sistemas de escrita conhecidos até agora, e tendo em vista o interesse fascinado das sociedades ocidentais pelos espetaculares avanços culturais que lhes são atribuídos (transmissão de conhecimentos, aceleração do progresso, dos conhecimentos, administração de grupos humanos, gestão econômica, etc.), o aparecimento da escrita, pela primeira vez no mundo, na Mesopotâmia, no final do quarto milênio a.C., foi e continua sendo percebido como uma verdadeira revolução.

(3º§) O que não deixou de ser entendido como um salto qualitativo da civilização, tanto mais espetacular quanto imprevisível. Tal é a nossa percepção ocidental, repetida e reforçada ao longo dos séculos, desde a antiguidade grega, mas que, contudo, não é universal. O Extremo Oriente, por exemplo, tem uma concepção completamente diferente de escrita.

(4º§) O exame cuidadoso dos fatos, assim como a abundante literatura que eles suscitaram, nos convidam a perguntar se a verdadeira aventura da escrita não foi, de fato, a desventura que constitui essa historiografia, agora milenar, que a assumiu e que até o momento não cessou de produzir uma sequência quase que ininterrupta de estudos, análises, discursos ou narrativas, mitos e histórias para descrever sua origem.

(5º§) Objetivo duplamente problemático: em si, – retornaremos a este ponto –, e em sua orientação em direção a um objeto que não pode ser descoberto, mas sim a um pressuposto que ela busca legitimar. Pressuposição segundo a qual a escrita seria essencialmente um produto derivado da língua.

(6º§) Após relembrar as linhas de força que estruturam essa abundante literatura, tentaremos empregar estratagemas que, apesar de tudo, permitem uma saída dessa desventura. Subterfúgios representados pelos trabalhos de Leroi-Gourhan, Derrida e A. M. Christin, bem como pelos recentes avanços da neurofisiologia, sobretudo aqueles apresentados por G. Rizzolatti. Mas, de início, é imperativo que façamos uma nota sobre as definições mais comuns de escrita e os muitos estudos especializados nos quais elas se apoiam.

(7º§) Desventuras assume sentido polissêmico, conotativo, com possibilidades de entender a constituição de “desventuras” quando se escreve algo desagradável e que, muitas vezes, pode ser comprometedor. Mas, como todos sabemos, o entendimento é contextual e individual, logo, polissêmico.

(8º§) Nessa dimensão discursiva, pense na importância do conteúdo ora em análise. Reflita sobre as aventuras e as desventuras proporcionadas pela ESCRITA. (...)

(Aventuras e desventuras da escrita. A propósito da interpretação do nascimento da escrita na Mesopotâmia | Cadernos do LEPAARQ (UFPEL)) – (Acesso em 10.11.2023) – (Adaptado)
Marque o parágrafo que inicia com terno conjuntivo com ideia adversativa.
Alternativas
Q4316352 Português
ESCREVER: AVENTURAS E DESVENTURAS


(1º§) O termo “aventuras”, no plural, tal como ele aparece no título deste artigo, evoca ao mesmo tempo uma multiplicidade de episódios ou realizações e seu caráter inesperado, surpreendente. No que diz respeito à escrita, a diversidade dos contextos de seu surgimento, como a de suas manifestações, legitima amplamente essa designação.

(2º§) Mas, além do número e da variedade dos sistemas de escrita conhecidos até agora, e tendo em vista o interesse fascinado das sociedades ocidentais pelos espetaculares avanços culturais que lhes são atribuídos (transmissão de conhecimentos, aceleração do progresso, dos conhecimentos, administração de grupos humanos, gestão econômica, etc.), o aparecimento da escrita, pela primeira vez no mundo, na Mesopotâmia, no final do quarto milênio a.C., foi e continua sendo percebido como uma verdadeira revolução.

(3º§) O que não deixou de ser entendido como um salto qualitativo da civilização, tanto mais espetacular quanto imprevisível. Tal é a nossa percepção ocidental, repetida e reforçada ao longo dos séculos, desde a antiguidade grega, mas que, contudo, não é universal. O Extremo Oriente, por exemplo, tem uma concepção completamente diferente de escrita.

(4º§) O exame cuidadoso dos fatos, assim como a abundante literatura que eles suscitaram, nos convidam a perguntar se a verdadeira aventura da escrita não foi, de fato, a desventura que constitui essa historiografia, agora milenar, que a assumiu e que até o momento não cessou de produzir uma sequência quase que ininterrupta de estudos, análises, discursos ou narrativas, mitos e histórias para descrever sua origem.

(5º§) Objetivo duplamente problemático: em si, – retornaremos a este ponto –, e em sua orientação em direção a um objeto que não pode ser descoberto, mas sim a um pressuposto que ela busca legitimar. Pressuposição segundo a qual a escrita seria essencialmente um produto derivado da língua.

(6º§) Após relembrar as linhas de força que estruturam essa abundante literatura, tentaremos empregar estratagemas que, apesar de tudo, permitem uma saída dessa desventura. Subterfúgios representados pelos trabalhos de Leroi-Gourhan, Derrida e A. M. Christin, bem como pelos recentes avanços da neurofisiologia, sobretudo aqueles apresentados por G. Rizzolatti. Mas, de início, é imperativo que façamos uma nota sobre as definições mais comuns de escrita e os muitos estudos especializados nos quais elas se apoiam.

(7º§) Desventuras assume sentido polissêmico, conotativo, com possibilidades de entender a constituição de “desventuras” quando se escreve algo desagradável e que, muitas vezes, pode ser comprometedor. Mas, como todos sabemos, o entendimento é contextual e individual, logo, polissêmico.

(8º§) Nessa dimensão discursiva, pense na importância do conteúdo ora em análise. Reflita sobre as aventuras e as desventuras proporcionadas pela ESCRITA. (...)

(Aventuras e desventuras da escrita. A propósito da interpretação do nascimento da escrita na Mesopotâmia | Cadernos do LEPAARQ (UFPEL)) – (Acesso em 10.11.2023) – (Adaptado)
Marque a alternativa que não apresenta sinônimo de “Aventuras”.
Alternativas
Q4316351 Português
ESCREVER: AVENTURAS E DESVENTURAS


(1º§) O termo “aventuras”, no plural, tal como ele aparece no título deste artigo, evoca ao mesmo tempo uma multiplicidade de episódios ou realizações e seu caráter inesperado, surpreendente. No que diz respeito à escrita, a diversidade dos contextos de seu surgimento, como a de suas manifestações, legitima amplamente essa designação.

(2º§) Mas, além do número e da variedade dos sistemas de escrita conhecidos até agora, e tendo em vista o interesse fascinado das sociedades ocidentais pelos espetaculares avanços culturais que lhes são atribuídos (transmissão de conhecimentos, aceleração do progresso, dos conhecimentos, administração de grupos humanos, gestão econômica, etc.), o aparecimento da escrita, pela primeira vez no mundo, na Mesopotâmia, no final do quarto milênio a.C., foi e continua sendo percebido como uma verdadeira revolução.

(3º§) O que não deixou de ser entendido como um salto qualitativo da civilização, tanto mais espetacular quanto imprevisível. Tal é a nossa percepção ocidental, repetida e reforçada ao longo dos séculos, desde a antiguidade grega, mas que, contudo, não é universal. O Extremo Oriente, por exemplo, tem uma concepção completamente diferente de escrita.

(4º§) O exame cuidadoso dos fatos, assim como a abundante literatura que eles suscitaram, nos convidam a perguntar se a verdadeira aventura da escrita não foi, de fato, a desventura que constitui essa historiografia, agora milenar, que a assumiu e que até o momento não cessou de produzir uma sequência quase que ininterrupta de estudos, análises, discursos ou narrativas, mitos e histórias para descrever sua origem.

(5º§) Objetivo duplamente problemático: em si, – retornaremos a este ponto –, e em sua orientação em direção a um objeto que não pode ser descoberto, mas sim a um pressuposto que ela busca legitimar. Pressuposição segundo a qual a escrita seria essencialmente um produto derivado da língua.

(6º§) Após relembrar as linhas de força que estruturam essa abundante literatura, tentaremos empregar estratagemas que, apesar de tudo, permitem uma saída dessa desventura. Subterfúgios representados pelos trabalhos de Leroi-Gourhan, Derrida e A. M. Christin, bem como pelos recentes avanços da neurofisiologia, sobretudo aqueles apresentados por G. Rizzolatti. Mas, de início, é imperativo que façamos uma nota sobre as definições mais comuns de escrita e os muitos estudos especializados nos quais elas se apoiam.

(7º§) Desventuras assume sentido polissêmico, conotativo, com possibilidades de entender a constituição de “desventuras” quando se escreve algo desagradável e que, muitas vezes, pode ser comprometedor. Mas, como todos sabemos, o entendimento é contextual e individual, logo, polissêmico.

(8º§) Nessa dimensão discursiva, pense na importância do conteúdo ora em análise. Reflita sobre as aventuras e as desventuras proporcionadas pela ESCRITA. (...)

(Aventuras e desventuras da escrita. A propósito da interpretação do nascimento da escrita na Mesopotâmia | Cadernos do LEPAARQ (UFPEL)) – (Acesso em 10.11.2023) – (Adaptado)
Marque o que não se comprova na frase que dá título ao texto. 
Alternativas
Q4206325 Noções de Informática
Considerando o MS-Excel 2016 e conhecimentos sobre planilha eletrônica, a célula A9 se localiza na:
Alternativas
Q4206324 Noções de Informática
No MS-Word 2016, versão em português, os termos “Calibri” e “Arial” referem-se à:
Alternativas
Q4206322 Sistemas Operacionais
No MS-Windows 10, a funcionalidade que está diretamente associada à combinação de teclas ‘SHIFT + DEL’ é:
Alternativas
Q4206321 Matemática

Transforme cada fração decimal em um numeral decimal:


1) 4/10


2) 59/1000


3) 1973/100



A resposta CORRETA das operações, respectivamente é:

Alternativas
Q4206320 Matemática
Seja A o valor da expressão  Imagem associada para resolução da questão  para a = 7. Qual é valor do numerador de A?
Alternativas
Q4206319 Matemática
Uma livraria faz uma promoção aumentando o desconto caso o cliente compre vários livros. A tabela de descontos é mostrada abaixo:

Imagem associada para resolução da questão

Maria tem uma lista de livros que gostaria de comprar e ao chegar na livraria anotou todos os preços, em reais, na seguinte tabela.

Imagem associada para resolução da questão

O vendedor deu a Maria 4 sugestões de compras:

Sugestão 1: Comprar os livros A, B e G.
Sugestão 2: Comprar os livros A, B, C, F e G.
Sugestão 3: Comprar os livros B, E, F e G.
Sugestão 4: Comprar os livros B, C, E e F.

Considerando que Maria tem R$ 100,00 para gastar na livraria e que gostaria de comprar o maior número possível de livros, sendo pelo menos um do autor 1, qual sugestão melhor atenderá os pedidos de Maria? 
Alternativas
Q4206318 Matemática
Uma construtora está decorando uma sala em formato retangular de 18 metros de comprimento e 12 metros de largura. O proprietário da casa disse que queria dois tipos de azulejo no piso da sala, o azulejo verde e o azulejo cinza, e fez o seguinte pedido:

“Quero metade mais um terço da área da sala com o azulejo verde e o restante da área com o azulejo cinza”.

Considerando que a construtora atendeu ao pedido do proprietário, NÃO é correto afirmar que:
Alternativas
Q4206317 Matemática

O resultado da expressão numérica Imagem associada para resolução da questão é um número:

Alternativas
Q4206316 Direito Administrativo
De acordo com a Lei Federal nº 14.133/2021, são procedimentos auxiliares das licitações e das contratações, EXCETO:
Alternativas
Q4206314 Direito Constitucional
De acordo com a Constituição Federal, assinale a opção FALSA: 
Alternativas
Respostas
7641: D
7642: E
7643: B
7644: B
7645: A
7646: C
7647: E
7648: B
7649: A
7650: D
7651: D
7652: C
7653: B
7654: D
7655: A
7656: D
7657: C
7658: B
7659: B
7660: A