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Preenchem corretamente as lacunas da frase acima, na ordem dada:
A primeira toca de preguiças gigantes da região amazônica, extintas há milhares de anos na América do Sul, foi descoberta no último mês por pesquisadores do Serviço Geológico do Brasil. A caverna já era conhecida por moradores da região, mas não havia sido classificada como paleotoca, ou seja, cavada por animais extintos.
De acordo com o geólogo Amilcar Adamy, responsável pela descoberta, a paleotoca existe há pelo menos 10 mil anos e tem no mínimo 100 metros de extensão. A toca tem marcas de garra que indicam que foi escavada por espécies de grande porte. “Não temos na fauna atual da região nenhum animal capaz desse tipo de escavação”, explica.
A primeira visita dos geólogos ao local foi em 2010. Segundo Adamy, desde o primeiro momento a estrutura da toca despertou o interesse dos pesquisadores pelo formato circular e semicircular de grandes dimensões, pelos numerosos túneis interligados e por conter uma extensão indefinida, mas faltavam informações para classificar a caverna. “É possível ficar em pé lá dentro e circular livremente, somente em algumas partes é preciso se abaixar para passar”, destaca.
Serão feitos estudos complementares na região para buscar novas tocas, além de detalhar a paleotoca descoberta e determinar sua extensão total. Também serão feitas escavações de pequeno porte em busca de fósseis dos antigos moradores do local. Segundo Adamy, ainda não há previsão de data para a abertura da caverna à visitação.
(Adaptado de: www.correiobraziliense.com.br. Acessado em 6/10/15)
A primeira toca de preguiças gigantes da região amazônica, extintas há milhares de anos na América do Sul, foi descoberta no último mês por pesquisadores do Serviço Geológico do Brasil. A caverna já era conhecida por moradores da região, mas não havia sido classificada como paleotoca, ou seja, cavada por animais extintos.
De acordo com o geólogo Amilcar Adamy, responsável pela descoberta, a paleotoca existe há pelo menos 10 mil anos e tem no mínimo 100 metros de extensão. A toca tem marcas de garra que indicam que foi escavada por espécies de grande porte. “Não temos na fauna atual da região nenhum animal capaz desse tipo de escavação”, explica.
A primeira visita dos geólogos ao local foi em 2010. Segundo Adamy, desde o primeiro momento a estrutura da toca despertou o interesse dos pesquisadores pelo formato circular e semicircular de grandes dimensões, pelos numerosos túneis interligados e por conter uma extensão indefinida, mas faltavam informações para classificar a caverna. “É possível ficar em pé lá dentro e circular livremente, somente em algumas partes é preciso se abaixar para passar”, destaca.
Serão feitos estudos complementares na região para buscar novas tocas, além de detalhar a paleotoca descoberta e determinar sua extensão total. Também serão feitas escavações de pequeno porte em busca de fósseis dos antigos moradores do local. Segundo Adamy, ainda não há previsão de data para a abertura da caverna à visitação.
(Adaptado de: www.correiobraziliense.com.br. Acessado em 6/10/15)
Recém-chegado a Roma em 1505, Michelangelo Buonarroti foi contratado para fazer aquela que vislumbrava como a obra de sua vida. O jovem que acabara de se consagrar como escultor do Davi recebeu a incumbência de criar o futuro túmulo do papa Júlio II. O projeto consistia no maior conjunto de esculturas desde a antiguidade. Mas Júlio II mudou de ideia: antes de fazer o túmulo, resolveu reconstruir a Catedral de São Pedro. Com o adiamento, Michelangelo recebeu um prêmio de consolação: pintar o teto de uma capela de uso reservado que se encontrava em estado deplorável.
Michelangelo resistiu a pintar a capela não apenas por
julgar que seria um projeto menor. Relatos indicam que, na raiz
disso, havia uma forte insegurança. O artista, que se considerava
um escultor, cortava de forma peremptória quando lhe
pediam uma pintura: “não é minha profissão”. Hoje, é curioso
imaginar que o criador do teto da Capela Sistina possa ter
resistido a seu destino.
Michelangelo fez fortuna servindo a sete papas e a
outros tantos notáveis, como o clã florentino dos Medici. Nem
sempre, porém, entregava o que prometia. Para sobreviver,
enfim, Michelangelo teve de enfrentar questões que afligem os
seres humanos em qualquer tempo. Como no caso de sua
resistência a trocar a escultura pela pintura, quem nunca tremeu
nas bases ao ser forçado a sair de sua zona de conforto? Em
matéria de pressão competitiva, a arte renascentista não diferia
tanto do ambiente de busca pelo alto desempenho das
corporações modernas. O jovem Michelangelo penou para
demonstrar o valor de seu gênio numa Florença dominada por
estrelas veteranas como Leonardo da Vinci.
O corpo humano foi o campo de batalha artística de
Michelangelo. Como definiu o pintor futurista Umberto Boccioni
(1882-1916), essa era sua “matéria arquitetônica para a
construção dos sonhos”. Michelangelo criou corpos perfeitos,
mas irreais: o Davi tem musculatura de homem adulto, mas
compleição de menino. Com isso, o artista resgatava a imagem
juvenil dos deuses gregos.
(Adaptado de Revista VEJA. Edição 2445, 30/09/2015)
Mantendo-se as relações de sentido e a correção gramatical, preenche corretamente a lacuna acima o que se encontra em:
Recém-chegado a Roma em 1505, Michelangelo Buonarroti foi contratado para fazer aquela que vislumbrava como a obra de sua vida. O jovem que acabara de se consagrar como escultor do Davi recebeu a incumbência de criar o futuro túmulo do papa Júlio II. O projeto consistia no maior conjunto de esculturas desde a antiguidade. Mas Júlio II mudou de ideia: antes de fazer o túmulo, resolveu reconstruir a Catedral de São Pedro. Com o adiamento, Michelangelo recebeu um prêmio de consolação: pintar o teto de uma capela de uso reservado que se encontrava em estado deplorável.
Michelangelo resistiu a pintar a capela não apenas por
julgar que seria um projeto menor. Relatos indicam que, na raiz
disso, havia uma forte insegurança. O artista, que se considerava
um escultor, cortava de forma peremptória quando lhe
pediam uma pintura: “não é minha profissão”. Hoje, é curioso
imaginar que o criador do teto da Capela Sistina possa ter
resistido a seu destino.
Michelangelo fez fortuna servindo a sete papas e a
outros tantos notáveis, como o clã florentino dos Medici. Nem
sempre, porém, entregava o que prometia. Para sobreviver,
enfim, Michelangelo teve de enfrentar questões que afligem os
seres humanos em qualquer tempo. Como no caso de sua
resistência a trocar a escultura pela pintura, quem nunca tremeu
nas bases ao ser forçado a sair de sua zona de conforto? Em
matéria de pressão competitiva, a arte renascentista não diferia
tanto do ambiente de busca pelo alto desempenho das
corporações modernas. O jovem Michelangelo penou para
demonstrar o valor de seu gênio numa Florença dominada por
estrelas veteranas como Leonardo da Vinci.
O corpo humano foi o campo de batalha artística de
Michelangelo. Como definiu o pintor futurista Umberto Boccioni
(1882-1916), essa era sua “matéria arquitetônica para a
construção dos sonhos”. Michelangelo criou corpos perfeitos,
mas irreais: o Davi tem musculatura de homem adulto, mas
compleição de menino. Com isso, o artista resgatava a imagem
juvenil dos deuses gregos.
(Adaptado de Revista VEJA. Edição 2445, 30/09/2015)
I. No segmento Com o adiamento, Michelangelo recebeu um prêmio de consolação: pintar o teto de uma capela de uso reservado..., os dois-pontos introduzem um esclarecimento.
II. Sem prejuízo do sentido, podem ser suprimidas as vírgulas do segmento: O artista, que se considerava um escultor, cortava de forma peremptória...
III. No terceiro parágrafo, o sinal de interrogação pode ser suprimido por se tratar de uma pergunta retórica.
Está correto o que se afirma APENAS em:
Recém-chegado a Roma em 1505, Michelangelo Buonarroti foi contratado para fazer aquela que vislumbrava como a obra de sua vida. O jovem que acabara de se consagrar como escultor do Davi recebeu a incumbência de criar o futuro túmulo do papa Júlio II. O projeto consistia no maior conjunto de esculturas desde a antiguidade. Mas Júlio II mudou de ideia: antes de fazer o túmulo, resolveu reconstruir a Catedral de São Pedro. Com o adiamento, Michelangelo recebeu um prêmio de consolação: pintar o teto de uma capela de uso reservado que se encontrava em estado deplorável.
Michelangelo resistiu a pintar a capela não apenas por
julgar que seria um projeto menor. Relatos indicam que, na raiz
disso, havia uma forte insegurança. O artista, que se considerava
um escultor, cortava de forma peremptória quando lhe
pediam uma pintura: “não é minha profissão”. Hoje, é curioso
imaginar que o criador do teto da Capela Sistina possa ter
resistido a seu destino.
Michelangelo fez fortuna servindo a sete papas e a
outros tantos notáveis, como o clã florentino dos Medici. Nem
sempre, porém, entregava o que prometia. Para sobreviver,
enfim, Michelangelo teve de enfrentar questões que afligem os
seres humanos em qualquer tempo. Como no caso de sua
resistência a trocar a escultura pela pintura, quem nunca tremeu
nas bases ao ser forçado a sair de sua zona de conforto? Em
matéria de pressão competitiva, a arte renascentista não diferia
tanto do ambiente de busca pelo alto desempenho das
corporações modernas. O jovem Michelangelo penou para
demonstrar o valor de seu gênio numa Florença dominada por
estrelas veteranas como Leonardo da Vinci.
O corpo humano foi o campo de batalha artística de
Michelangelo. Como definiu o pintor futurista Umberto Boccioni
(1882-1916), essa era sua “matéria arquitetônica para a
construção dos sonhos”. Michelangelo criou corpos perfeitos,
mas irreais: o Davi tem musculatura de homem adulto, mas
compleição de menino. Com isso, o artista resgatava a imagem
juvenil dos deuses gregos.
(Adaptado de Revista VEJA. Edição 2445, 30/09/2015)
O elemento que possui a mesma função sintática do sublinhado acima se encontra também sublinhado em:
Recém-chegado a Roma em 1505, Michelangelo Buonarroti foi contratado para fazer aquela que vislumbrava como a obra de sua vida. O jovem que acabara de se consagrar como escultor do Davi recebeu a incumbência de criar o futuro túmulo do papa Júlio II. O projeto consistia no maior conjunto de esculturas desde a antiguidade. Mas Júlio II mudou de ideia: antes de fazer o túmulo, resolveu reconstruir a Catedral de São Pedro. Com o adiamento, Michelangelo recebeu um prêmio de consolação: pintar o teto de uma capela de uso reservado que se encontrava em estado deplorável.
Michelangelo resistiu a pintar a capela não apenas por
julgar que seria um projeto menor. Relatos indicam que, na raiz
disso, havia uma forte insegurança. O artista, que se considerava
um escultor, cortava de forma peremptória quando lhe
pediam uma pintura: “não é minha profissão”. Hoje, é curioso
imaginar que o criador do teto da Capela Sistina possa ter
resistido a seu destino.
Michelangelo fez fortuna servindo a sete papas e a
outros tantos notáveis, como o clã florentino dos Medici. Nem
sempre, porém, entregava o que prometia. Para sobreviver,
enfim, Michelangelo teve de enfrentar questões que afligem os
seres humanos em qualquer tempo. Como no caso de sua
resistência a trocar a escultura pela pintura, quem nunca tremeu
nas bases ao ser forçado a sair de sua zona de conforto? Em
matéria de pressão competitiva, a arte renascentista não diferia
tanto do ambiente de busca pelo alto desempenho das
corporações modernas. O jovem Michelangelo penou para
demonstrar o valor de seu gênio numa Florença dominada por
estrelas veteranas como Leonardo da Vinci.
O corpo humano foi o campo de batalha artística de
Michelangelo. Como definiu o pintor futurista Umberto Boccioni
(1882-1916), essa era sua “matéria arquitetônica para a
construção dos sonhos”. Michelangelo criou corpos perfeitos,
mas irreais: o Davi tem musculatura de homem adulto, mas
compleição de menino. Com isso, o artista resgatava a imagem
juvenil dos deuses gregos.
(Adaptado de Revista VEJA. Edição 2445, 30/09/2015)
...que afligem os seres humanos...
O jovem Michelangelo penou para demonstrar o valor de seu gênio...
Fazendo-se as alterações necessárias, os elementos sublinhados acima foram corretamente substituídos por um pronome, respectivamente, em:
Recém-chegado a Roma em 1505, Michelangelo Buonarroti foi contratado para fazer aquela que vislumbrava como a obra de sua vida. O jovem que acabara de se consagrar como escultor do Davi recebeu a incumbência de criar o futuro túmulo do papa Júlio II. O projeto consistia no maior conjunto de esculturas desde a antiguidade. Mas Júlio II mudou de ideia: antes de fazer o túmulo, resolveu reconstruir a Catedral de São Pedro. Com o adiamento, Michelangelo recebeu um prêmio de consolação: pintar o teto de uma capela de uso reservado que se encontrava em estado deplorável.
Michelangelo resistiu a pintar a capela não apenas por
julgar que seria um projeto menor. Relatos indicam que, na raiz
disso, havia uma forte insegurança. O artista, que se considerava
um escultor, cortava de forma peremptória quando lhe
pediam uma pintura: “não é minha profissão”. Hoje, é curioso
imaginar que o criador do teto da Capela Sistina possa ter
resistido a seu destino.
Michelangelo fez fortuna servindo a sete papas e a
outros tantos notáveis, como o clã florentino dos Medici. Nem
sempre, porém, entregava o que prometia. Para sobreviver,
enfim, Michelangelo teve de enfrentar questões que afligem os
seres humanos em qualquer tempo. Como no caso de sua
resistência a trocar a escultura pela pintura, quem nunca tremeu
nas bases ao ser forçado a sair de sua zona de conforto? Em
matéria de pressão competitiva, a arte renascentista não diferia
tanto do ambiente de busca pelo alto desempenho das
corporações modernas. O jovem Michelangelo penou para
demonstrar o valor de seu gênio numa Florença dominada por
estrelas veteranas como Leonardo da Vinci.
O corpo humano foi o campo de batalha artística de
Michelangelo. Como definiu o pintor futurista Umberto Boccioni
(1882-1916), essa era sua “matéria arquitetônica para a
construção dos sonhos”. Michelangelo criou corpos perfeitos,
mas irreais: o Davi tem musculatura de homem adulto, mas
compleição de menino. Com isso, o artista resgatava a imagem
juvenil dos deuses gregos.
(Adaptado de Revista VEJA. Edição 2445, 30/09/2015)
Recém-chegado a Roma em 1505, Michelangelo Buonarroti foi contratado para fazer aquela que vislumbrava como a obra de sua vida. O jovem que acabara de se consagrar como escultor do Davi recebeu a incumbência de criar o futuro túmulo do papa Júlio II. O projeto consistia no maior conjunto de esculturas desde a antiguidade. Mas Júlio II mudou de ideia: antes de fazer o túmulo, resolveu reconstruir a Catedral de São Pedro. Com o adiamento, Michelangelo recebeu um prêmio de consolação: pintar o teto de uma capela de uso reservado que se encontrava em estado deplorável.
Michelangelo resistiu a pintar a capela não apenas por
julgar que seria um projeto menor. Relatos indicam que, na raiz
disso, havia uma forte insegurança. O artista, que se considerava
um escultor, cortava de forma peremptória quando lhe
pediam uma pintura: “não é minha profissão”. Hoje, é curioso
imaginar que o criador do teto da Capela Sistina possa ter
resistido a seu destino.
Michelangelo fez fortuna servindo a sete papas e a
outros tantos notáveis, como o clã florentino dos Medici. Nem
sempre, porém, entregava o que prometia. Para sobreviver,
enfim, Michelangelo teve de enfrentar questões que afligem os
seres humanos em qualquer tempo. Como no caso de sua
resistência a trocar a escultura pela pintura, quem nunca tremeu
nas bases ao ser forçado a sair de sua zona de conforto? Em
matéria de pressão competitiva, a arte renascentista não diferia
tanto do ambiente de busca pelo alto desempenho das
corporações modernas. O jovem Michelangelo penou para
demonstrar o valor de seu gênio numa Florença dominada por
estrelas veteranas como Leonardo da Vinci.
O corpo humano foi o campo de batalha artística de
Michelangelo. Como definiu o pintor futurista Umberto Boccioni
(1882-1916), essa era sua “matéria arquitetônica para a
construção dos sonhos”. Michelangelo criou corpos perfeitos,
mas irreais: o Davi tem musculatura de homem adulto, mas
compleição de menino. Com isso, o artista resgatava a imagem
juvenil dos deuses gregos.
(Adaptado de Revista VEJA. Edição 2445, 30/09/2015)
...aquela que vislumbrava como a obra de sua vida.
O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo do sublinhado acima se encontra também sublinhado em:
Recém-chegado a Roma em 1505, Michelangelo Buonarroti foi contratado para fazer aquela que vislumbrava como a obra de sua vida. O jovem que acabara de se consagrar como escultor do Davi recebeu a incumbência de criar o futuro túmulo do papa Júlio II. O projeto consistia no maior conjunto de esculturas desde a antiguidade. Mas Júlio II mudou de ideia: antes de fazer o túmulo, resolveu reconstruir a Catedral de São Pedro. Com o adiamento, Michelangelo recebeu um prêmio de consolação: pintar o teto de uma capela de uso reservado que se encontrava em estado deplorável.
Michelangelo resistiu a pintar a capela não apenas por
julgar que seria um projeto menor. Relatos indicam que, na raiz
disso, havia uma forte insegurança. O artista, que se considerava
um escultor, cortava de forma peremptória quando lhe
pediam uma pintura: “não é minha profissão”. Hoje, é curioso
imaginar que o criador do teto da Capela Sistina possa ter
resistido a seu destino.
Michelangelo fez fortuna servindo a sete papas e a
outros tantos notáveis, como o clã florentino dos Medici. Nem
sempre, porém, entregava o que prometia. Para sobreviver,
enfim, Michelangelo teve de enfrentar questões que afligem os
seres humanos em qualquer tempo. Como no caso de sua
resistência a trocar a escultura pela pintura, quem nunca tremeu
nas bases ao ser forçado a sair de sua zona de conforto? Em
matéria de pressão competitiva, a arte renascentista não diferia
tanto do ambiente de busca pelo alto desempenho das
corporações modernas. O jovem Michelangelo penou para
demonstrar o valor de seu gênio numa Florença dominada por
estrelas veteranas como Leonardo da Vinci.
O corpo humano foi o campo de batalha artística de
Michelangelo. Como definiu o pintor futurista Umberto Boccioni
(1882-1916), essa era sua “matéria arquitetônica para a
construção dos sonhos”. Michelangelo criou corpos perfeitos,
mas irreais: o Davi tem musculatura de homem adulto, mas
compleição de menino. Com isso, o artista resgatava a imagem
juvenil dos deuses gregos.
(Adaptado de Revista VEJA. Edição 2445, 30/09/2015)
I. Todos possuem um algoritmo para poder comprimir os dados.
II. Alguns permitem compressão sem perdas, fundamental na compactação de arquivos de dados.
III. Alguns permitem compressão com perdas, importante para reduzir o tamanho de arquivos de áudio e vídeo.
IV. Alguns permitem proteção com senha para os arquivos comprimidos.
Está correto o que se afirma em: