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A definição de objetivos educacionais mensuráveis permite que se avalie o impacto da capacitação sobre as práticas profissionais.
O planejamento educativo pode ser realizado sem participação da equipe multiprofissional, visto que a transmissão de informação é uma atividade individual.
A linguagem técnica deve ser priorizada, independentemente do perfil sociocultural do público, de forma a garantir a fidelidade conceitual do conteúdo transmitido.
A promoção da saúde em áreas vulneráveis inclui ações coletivas como educação em saúde em escolas, espaços comunitários e associações locais.
É desnecessária a adaptação dos protocolos clínicos padrão a contextos socioambientais, pois a uniformidade é garantia de equidade.
O acompanhamento de famílias deve ser interrompido quando não há demanda espontânea, independentemente de risco social ou ambiental.
Na formulação de estratégias de atenção primária, devem ser consideradas a mobilidade social e a informalidade laboral, adaptando-se horários e formatos de atendimento às rotinas da população.
A vigilância em saúde interligada à atenção primária permite a identificação precoce de mudanças no perfil epidemiológico e a reorganização das intervenções locais.
A integralidade na atenção primária envolve articulação entre ações individuais, coletivas, preventivas, promocionais e assistenciais, considerados o contexto territorial e as necessidades da população local.
A equidade na atenção especializada dispensa integração com a atenção primária, pois cada nível de atenção à saúde possui responsabilidades independentes.
A priorização de casos graves na fila de espera por serviços de saúde configura privilégio indevido e fere o princípio da equidade.
A incorporação de práticas tradicionais em políticas públicas de saúde requer mediação intercultural, de forma a se evitar a descaracterização dos sentidos originais dessas práticas.
Sistemas médicos tradicionais podem coexistir com serviços biomédicos, produzindo itinerários terapêuticos híbridos que combinam diferentes técnicas de cuidado.
É prevista a integração entre vigilância sanitária, vigilância epidemiológica, saúde do trabalhador e assistência à saúde.
As conferências e os conselhos de saúde atuam no controle da execução da política de saúde, mas não na formulação de estratégias, atribuição que é exclusiva da alta gestão do Ministério da Saúde.
No âmbito do SUS, admite-se a recusa ao atendimento de urgência no caso de a unidade de saúde estar com capacidade operacional reduzida.
Os serviços de atenção terciária abrangem o acompanhamento longitudinal de usuários com condições crônicas de baixa complexidade.
A progressividade assistencial, base operacional do princípio da hierarquização do SUS, permite que usuários transitem entre níveis hierárquicos de complexidade conforme a necessidade clínica.
As relações institucionais entre entes federativos no âmbito do funcionamento do SUS ocorrem somente em situações de crise sanitária.
Estudos de custo-efetividade desenvolvidos por instituições de pesquisa podem ser utilizados para subsidiar a gestão assistencial.