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A instalação de poço artesiano dispensa avaliação da qualidade físico-química da água captada.
A disposição inadequada de resíduos sólidos pode impactar corpos hídricos utilizados para consumo e atividades rituais.
Tecnologias de saneamento inadequadas ao contexto sociocultural podem resultar em baixa adesão da comunidade e subutilização das estruturas instaladas.
Em situações de catástrofe ou epidemia, o enfermeiro pode negar-se a prestar assistência se não houver pagamento de adicional de insalubridade ou periculosidade imediato.
O enfermeiro pode aceitar doações financeiras ou benefícios de pacientes e familiares como forma de agradecimento pelo cuidado prestado, desde que compatíveis com o nível socioeconômico desses pacientes ou familiares, sem que isso configure infração ética.
É dever do enfermeiro comunicar ao conselho regional de enfermagem fatos que infrinjam dispositivos éticos-legais e que possam prejudicar o exercício profissional ou a segurança da assistência.
É direito do enfermeiro recusar-se a executar atividades que não sejam de sua competência técnica, científica, ética e legal, ou que não ofereçam segurança ao profissional, à pessoa, à família e à coletividade.
O enfermeiro pode delegar qualquer atividade de sua competência a membros da equipe de enfermagem, independentemente da capacidade técnica, desde que o receptor da tarefa seja treinado antes de executá-la.
O planejamento em saúde dispensa a participação dos conselhos de saúde, por ser uma atividade técnica restrita aos profissionais com especialização em gestão.
A base do planejamento em saúde são os dados quantitativos de produtividade, como o número de curativos ou consultas realizados pela equipe de enfermagem.
A matriz SWOT é uma ferramenta de planejamento que permite ao enfermeiro analisar as forças, oportunidades, fraquezas e ameaças da unidade de saúde ou do serviço de enfermagem.
O orçamento participativo na saúde é uma estratégia que permite à população decidir diretamente sobre a alocação de parte dos recursos financeiros da secretaria de saúde.
A territorialização é uma etapa do planejamento que permite a organização dos serviços de saúde com base na lógica da proximidade e das necessidades da população adstrita.
O polo base é a unidade de referência na rede de serviços do DSEI, sendo responsável por coordenar a assistência das equipes multidisciplinares de saúde indígena (EMSI) dentro das aldeias.
As casas de saúde indígena (CASAI) são unidades destinadas à internação de longa permanência para pacientes que não possuem rede familiar na cidade.
O distrito sanitário especial indígena (DSEI) é a unidade de gestão territorializada do SASISUS, definida por critérios étnicos, geográficos e linguísticos, e não por divisões político-administrativas estaduais ou municipais.
O princípio da atenção diferenciada autoriza a oferta de serviços de saúde com menor rigor técnico e científico em áreas indígenas, devido à dificuldade de acesso.
O agente indígena de saúde (AIS) e o agente indígena de saneamento (AISAN) devem, preferencialmente, pertencer à própria comunidade em que atuam.
Na gestão do SUS, a equidade manifesta-se na priorização de recursos financeiros para regiões com piores indicadores socioeconômicos e epidemiológicos.
O atendimento integral obriga que o Estado forneça qualquer tratamento disponível no mundo, independentemente de protocolos clínicos ou evidências científicas nacionais.