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Qual é a conduta imediata indicada para esse paciente?
Diante do quadro apresentado, qual opção representa um plano terapêutico inicial apropriado?
Foi realizado um hemograma da criança, que evidenciou:
Hemoglobina = 7 g/dL (VR = 9,5 - 12,5 g/dL);
Hematócrito = 31% (VR = 32 - 44%);
VCM = 68 fl/dL (VR = 80 - 96 fl/dL);
RDW = 17%; Leucócitos = 10.000/mm3;
Plaquetas = 500.000/mm3;
Presença de anisocitose e poiquilocitose.
Considerando o caso apresentado, além da adequação alimentar da criança, qual a conduta a ser adotada?
Qual a abordagem apropriada para esse caso?
Qual a conduta mais adequada diante desse quadro?
Diante desse quadro, que conduta deve ser adotada?
Uma mulher de 27 anos de idade com vida sexual ativa, soropositiva para HIV, sem comprometimento atual da imunidade, comparece à consulta ginecológica relatando corrimento vaginal sem prurido, mas com sensação de disúria, ardor genital e mau cheiro. Ao exame físico constatou-se sinais clínicos de inflamação vulvar e vaginal, grande quantidade de conteúdo vaginal amarelado, com bolhas em sua superfície. As paredes da vagina e do colo uterino estão com sinais inflamatórios.
A partir do quadro clínico descrito, qual a hipótese diagnóstica mais provável?
Nessa situação, deve ser esclarecido que
Qual o tipo de prevenção objetivada a partir da ação descrita?
Considerando essas informações, quais são, respectivamente, o tratamento e a profilaxia recomendados?
Em relação à imunização contra o tétano, qual a orientação correta nesse caso?
Posteriormente, realizou-se avaliação de troponina I, que resultou positiva. Desse modo, após o exame, na sala de emergência, administrou-se oxigenioterapia, morfina, ácido acetilsalicílico, nitroglicerina e metoprolol.
Neste momento, quais medicamentos deveriam ser associados à terapêutica já instituída para esse paciente?
Considerando as evidências científicas de rastreamento de neoplasias, quais exames deverão ser solicitados nesse momento?
Na avaliação primária (ABCDE), além da pesquisa do local de sangramento interno com exames de imagem, qual a próxima conduta para esse paciente?
Os exames laboratoriais evidenciaram:
Ht = 28% (VR = 35 - 45%);
Hb = 10 g/dL (VR = 11,5 - 15g/dL);
Leucócitos = 15.200/mm3 (S = 82%; B = 8%; L = 9%; M = 1%) (VR = 4.000 - 11.000 mm3);
Plaquetas = 98.000/ mm3 (VR = 100.000 - 400.000 mm3 );
Ureia = 190 mg/dL (valor de referência = 10 - 20 mg/dL);
Creatinina = 8,9 mg/dL (valor de referência = 1,5 mg/dL);
Na = 135 mEq/L (valor de referência = 136 - 145 mEq/L);
K = 2,5 mEq/L (valor de referência = 3,5 - 5 mEq/L);
CPK = 1.250 UI/L (valor de referência = 60 - 400 UI/L);
Bilirrubina total = 8,2 mg/dL (valor de referência = 03 - 1 mg/dL);
Bilirrubina direta = 64 mg/dL (valor de referência = 0,1 - 0,3 mg/dL);
Bilirrubina indireta = 1,7 mg/dL (valor de referência = 0,2 - 0,7 mg/dL);
AST = 120 UI/L (valor de referência = 10 - 37 U/L);
ALT = 130UI/L (valor de referência = 11 - 45 U/L).
A radiografia de tórax, realizada na admissão, está ilustrada a seguir.
De acordo com o quadro descrito e as informações apresentadas, assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, a hipótese diagnóstica e a conduta a ser estabelecida a partir desse momento.
Considerando as informações apresentadas, qual o conceito em que se deve basear um projeto terapêutico adequado ao caso?
Diante desse caso, assinale a opção a seguir que apresenta o diagnóstico e o agente etiológico mais frequente.
Nesse momento em que se encontra a paciente, a conduta correta é:
Uma primigesta de 26 anos de idade, com 20 semanas de gestação, assintomática, comparece à Unidade Básica de Saúde trazendo os seguintes exames: sorologia para toxoplasmose (IgG reagente e IgM reagente), com teste de avidez IgG evidenciando baixa avidez.
Considerando essa situação, qual é a conduta mais indicada?
Um estudante de seis anos de idade, é trazido à Emergência hospitalar apresentando dor abdominal, inicialmente epigástrica e, posteriormente, em flanco direito. Apresenta quadro de febre (38,5 ºC), distensão abdominal e vômitos. O quadro iniciou-se há pouco mais de 24 horas, com piora progressiva. A família relata história de episódios de fezes escuras com odor fétido desde quando era lactente. Ao exame físico, demonstrou dor à palpação do flanco direito, mais intensa em fossa ilíaca direita. A ausculta abdominal indicou ruídos hidroaéreos metálicos intervalados por períodos de ausência de ruídos. Ele foi internado.
Foram realizados alguns exames, com os seguintes resultados:
• Leucócitos = 16.500/mm3 (VR: 5.500 - 6.500/mm3);
• Neutrófilos = 11.000/mm3;
• Bastões = 1.700/mm3.
A radiografia do abdome evidenciou dilatação e edema de alças do intestino delgado com nível hidroaéreo. O ultrassom abdominal resultou sugestivo de abscesso em região de íleo terminal.
A principal hipótese diagnóstica e a conduta recomendada diante desse quadro são, respectivamente,