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Para artesão
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Como provocar raiva nos outros nas redes sociais virou negócio lucrativo
Por Sam Gruet e Megan Lawton

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5ydxy4vll4o – texto adaptado especialmente paraesta prova).
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Por Sam Gruet e Megan Lawton

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Como provocar raiva nos outros nas redes sociais virou negócio lucrativo
Por Sam Gruet e Megan Lawton

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5ydxy4vll4o – texto adaptado especialmente paraesta prova).
Como provocar raiva nos outros nas redes sociais virou negócio lucrativo
Por Sam Gruet e Megan Lawton

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5ydxy4vll4o – texto adaptado especialmente paraesta prova).
Como provocar raiva nos outros nas redes sociais virou negócio lucrativo
Por Sam Gruet e Megan Lawton

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5ydxy4vll4o – texto adaptado especialmente paraesta prova).
Sobre a influenciadora Winta Zesu, analise as assertivas a seguir:
I. A influenciadora recebe muito ódio dos internautas por ser ela mesma.
II. Os comentários de ódio fizeram com que cada vídeo da influenciadora tivesse milhões de visualizações.
III. Winta Zesu se destaca dos demais influenciadores por reunir pessoas que espalham positividade na internet.
Quais estão corretas?
Como provocar raiva nos outros nas redes sociais virou negócio lucrativo
Por Sam Gruet e Megan Lawton

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5ydxy4vll4o – texto adaptado especialmente paraesta prova).
Fonte: LIMA, Silvia Almeida de Oliveira Cunha (Coord.). Artesanato e Arte Popular na Paraíba: Catálogo do artesanato paraibano. 1. ed. João Pessoa: Fundação Casa de JoséAmérico/Gráfica Liceu, 2007.
Dentre as opções abaixo, assinale apenas aquela que destaca a utilização de uma obra popular em ferro, e que até os dias de hoje inspira reações das mais diversas, influenciando o imaginário da cultura local.
Olê, mulher rendeira
Olê, mulher renda
Tu me ensina a fazer renda
Que eu te ensino a namorar
Lampião desceu a serra
Deu um baile em Cajazeiras
Botou moça donzela
Pra cantar “Mulher Rendeira”
As moças da vila Bela
Não tem mais ocupação
E só vivem na janela
Namorando Lampião
Fonte: LIMA, SilviaAlmeida de Oliveira Cunha (Coord.).Artesanato eArte Popular na Paraíba: Catálogo do artesanato paraibano. 1. ed. João Pessoa: Fundação Casa de JoséAmérico/Gráfica Liceu, 2007, p. 104. NORTE, Zé do. Cancioneiro popular.
Segundo a tradição oral, os cantares compartilhados de geração a geração são muito fortes e as relações se intensificam nesse processo de transmissão de saberes, fazeres e conhecimentos, enfim, como afirma Lima (2007, p. 104): “nas comunidades onde a presença da renda é mais antiga, nos depoimentos dos artesãos, muitas vezes, octogenários, percebe-se uma mistura das memórias do trabalho, com histórias dos cangaceiros, tão bem divulgadas pelo Brasil afora, através de canções como Mulher Rendeira.
Fonte: LIMA, SilviaAlmeida de Oliveira Cunha (Coord.).Artesanato eArte Popular na Paraíba: Catálogo do artesanato paraibano. 1. ed. João Pessoa: Fundação Casa de JoséAmérico/Gráfica Liceu, 2007.
Analise as afirmações a seguir, que abordam esse núcleo de transmissão oral.
I- O berço da renda nordestina é o agreste, e na Paraíba destacam-se os municípios localizados no Cariri e noAgreste. Nestas áreas, aprender a rendar é quase um ritual de passagem, pois, quando chegam à adolescência, as meninas são introduzidas na arte da renda, embora hoje homens, e até mesmo crianças, pratiquem essa atividade.
II- Na comunidade Chã dos Pereira, distrito do Município de Ingá, há cinco gerações de rendeiras. Missionárias europeias introduziram a técnica do labirinto e, hoje, tal atividade garante o sustento de dezenas de famílias.
III- Os meninos são geralmente deixados de lado em relação às meninas para dar continuidade à tradição da renda na Paraíba.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Fonte: LIMA, SilviaAlmeida de Oliveira Cunha (Coord.).Artesanato eArte Popular na Paraíba: Catálogo do artesanato paraibano. 1. ed. João Pessoa: Fundação Casa de JoséAmérico/Gráfica Liceu, 2007.
A partir desse pensamento, analise as seguintes afirmações.
I- Uma obra erudita pode se transformar em arte popular, desde que apresente elementos regionais e de fácil compreensão do povo, a exemplo do que se pode observar em objetos de cerâmica e nos objetos decorativos cuja coletividade determina a sua funcionalidade (a exemplo de obras como ex-votos, talhas, bonecos, santos, gravuras e xilogravuras etc.).
II- Atualmente, surge uma tendência para aceitar a arte popular como parte integrante do conjunto das artes sem distinções com a erudita. Daí advém a atuação de artistas tidos como contemporâneos atuando e aceitos como artesãos, quando suas obras, muitas vezes, reproduzidas em série, incorporam-se ao artesanato local.
III- As peças do artesanato e da arte popular paraibana não apresentam grande relevância no cenário regional e nacional.
IV- O artesão e o artista têm formas diferentes de concepção, produção, divulgação e interpretação de suas obras. Por isso, não há diálogo entre eles.
V- O reconhecimento do artesão e do artista popular depende da validação de mecenas e galeristas de arte e da história da arte.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Fonte: LIMA, SilviaAlmeida de Oliveira Cunha (Coord.).Artesanato eArte Popular na Paraíba: Catálogo do artesanato paraibano. 1. ed. João Pessoa: Fundação Casa de JoséAmérico/Gráfica Liceu, 2007.
Assinale a alternativa CORRETA a partir das cidades onde é mais presente a produção de cerâmica na Paraíba, conforme afirmativas abaixo.
Fonte: MELO,Antônio Sérgio Tavares de; RODRIGUEZ, Janete Lins. Paraíba: desenvolvimento econômico e a questão ambiental. 3. ed. João Pessoa: Grafset, 2012.
Dentre as opções abaixo, assinale a alternativa cuja afirmação identifica o conceito de “brinquedo popular” no contexto do artesanato paraibano.
Fonte: SILVAJUNIOR, Francisco Pereira da. Paraíba: Memória Cultural. João Pessoa: Grafset, 2011.
Apartir desse pensamento, analise as afirmativas abaixo.
I- Para além da arte manual, junta-se aquela, utilitária ou não, destinada a ilustrações, representação ou decoração, tais como as gravuras dos folhetos de cordel, os lameiros de caminhão, rótulos de garrafas, papéis recortados em enfeites, pinturas das paisagens ou cenas teatralizadas, cerâmicas decorativas e ilustrações comerciais.
II- Matérias-primas da natureza também contribuem para a arte popular. Um exemplo disso é o aproveitamento do coco que, uma vez seco, transforma-se em artesanato.
III- A partir do ferro, surgiram ferrolhos e dobradiças, instrumentos de marcação do gado, enxadas e foices, armadores de rede e uma infinidade de objetos de cutelaria (faca, peixeira, punhais e canivetes).
IV- Há outros exemplos de reutilização e aproveitamento artístico, tais como as conchas marinhas, ossos e chifres de animais, pedras, cipós, estopas, folhas e flores secas, que os artistas e artesãos transformam em partes ou no todo em objetos decorativos, joias e outras criações artísticas.
É CORRETO o que se afirma em:
I- A rede, desde a colonização, foi vista como importante até mesmo pela sua adequação à própria mobilidade da população. Foi meio de transporte, também tendo sido utilizada para conduzir doentes e mortos.
II- A cidade de São Bento, no sertão paraibano, é detentora de instrumentos e técnicas rudimentares e artesanais no que concerne à produção de redes em contraste com o Cariri, onde predominam técnicas e instrumentos modernos.
III- A figura do tecelão é ainda pouco estudada no tocante à sua importância no processo de desenvolvimento da de relações gama entre a história, a geografia, a economia e a cultura.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- Arenda “renascença” ou “irlandesa” tem origem no Renascimento, quando, na França, o vestuário era adornado com esse tipo de bordado. Trata-se de um fitilho ou lacê, que serve de base para o desenvolvimento das formas da renda.Arabescos, flores e folhas são os principais desenhos que foram passados às artesãs por suas bisavós, avós, mães, tias etc.
II- No ponto “labirinto” ou “crivo”, desfia-se o tecido minuciosamente e são usados, em geral, motivos florais. Faz-se depois o acabamento das partes vazadas para não correr os fios.
III- Os principais fios usados na produção do artesanato paraibano são provenientes do algodão. Nas rendas e no crochê, as peças são feitas a partir do fio; no labirinto ou crivo, a partir do tecido e, nos bordados, são feitas sobre o tecido.
É CORRETO o que se afirma em:
Fonte: FRANKLIN, Jeová. Xilogravura popular na Literatura de Cordel. Brasília: LGE, 2007.
Figura 1 - Capa de folheto em xilogravura de autoria de Graciele Correia Borges - NENA. ,
Fonte: BORGES, Graciele Correia. Xilogravura popular na Literatura de Cordel. Brasília: LGE, 2007. p. 81.
A nova tecnologia trouxe novos desafios: a dificuldade de identificar se a figura é tirada da matriz de xilogravura ou não. Nesse contexto, assinale a alternativa que indica a afirmativa CORRETA.
Fonte: SILVAJUNIOR, Francisco Pereira da. Paraíba: Memória Cultural. João Pessoa: Grafset, 2011.Adaptado.
Avalie as proposições a seguir a respeito desse assunto.
I- De pneus reciclados às gravuras das capas de folhetos, a arte popular também se expressa nas feiras, com sua sonoridade, odores, formas, cores e diferentes linguagens das relações entre pessoas, formando um grande museu vivo.
II- O couro e o algodão colorido, presentes no artesanato paraibano, revigoram tradições que se incorporam ao mercado.
III- A cultura paraibana é formada por miscigenação. São s essas expressões nas manifestações populares, já que se enraizam parca apenas em mitos, lendas, crenças religiosas e costumes dos antepassados.
IV- Aprodução dos artefatos de couro (alpercatas, chapéu, gibão, sela, etc.) do vaqueiro concorreu para a permanência do homem na região a litorâne.
V- Com a expansão do mercado imobiliário e o crescimento da arquitetura de interior, com tendências de valorização da economia cultural local, o artesanato vem ganhando força, quando passou também a ser reconhecido como grande atividade para a geração de renda das comunidades.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Fonte:ARANTES,AntonioAugusto. O que é Cultura Popular. São Paulo: Brasiliense, 1988. (Coleção Primeiros Passos, n.36) apud LIMA, Ricardo Gomes.Artesanato e arte popular: duas faces da mesma moeda? Costa apud Fonte: LIMA, Silvia Almeida de Oliveira Cunha (Coord.). Artesanato e Arte Popular na Paraíba: Catálogo do artesanato paraibano. 1. ed. João Pessoa: Fundação Casa de JoséAmérico/Gráfica Liceu, 2007.
Considerando o exposto, assinale a alternativa CORRETA.
I- Na Zona da Mata, dominamfibras e sementes.
II- NoAgreste e no Brejo, predominam o labirinto, bordados, crochê, filó, brinquedos populares e tecelagem.
III- No Sertão, destacam-se os produtos de sisal, macramé e pedras naturais.
IV- No Curimataú e no Seridó, predominam o batili e a cerâmica.
V- No Cariri, destacam-se a renda renascença e os artigos de couro e caprinos.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Fonte: MELO,Antônio Sérgio Tavares de; RODRIGUEZ, Janete Lins. Paraíba: desenvolvimento econômico e a questão ambiental. 3. ed. João Pessoa: Grafset, 2012.
Nesse sentido, analise os itens a seguir.
I- Aparecida, Catolé do Rocha, Monteiro, Patos, Campina Grande, Cabaceiras, Juarez Távora e Itabaiana são os municípios onde a produção e o trato do couro são mais relevantes.
II- A Ribeira, comunidade de Cabaceiras, é uma referência no trabalho com o couro, tornando-se um polo coureiro no Estado, reforçado pela produção de caprinos e ovinos, o que impulsou a economia local da região.
III- Atualmente, o uso de tecnologias modernas afastou completamente o interesse do trabalho artesanal com o couro.
IV- O trabalho desenvolvido com o couro é feito pelo coureiro e seleiro.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
I- A produção de livros, catálogos e outras formas impressas tem contribuído para a difusão da produção artesanal e seus artífices, alguns já conhecidos no Brasil e no exterior.
II- A Moda e a Arquitetura de Interiores também vêm promovendo o artesanato paraibano como uma forte expressão cultural, tudo isto agregando valores da cultura popular a vestuários e objetos decorativos que, antes, utilizavam-se de produção em série, despersonalizada.
III- Com a continuidade dos Salões de Artesanato paraibanos, a produção dos artistas vai conquistando o mercado, cada vez mais exigente, quando se torna uma referência nacional.
É CORRETO o que se afirma apenas em: