Questões de Concurso Para bibliotecário

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Q4078334 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.


Piscar (;) e chorar (;‒;)


Mário Sérgio Conti*


O ponto e vírgula corre risco de extinção: o simpático sinal de pontuação não foi usado nos últimos três dias na Folha. Até os colchetes, mais afeitos à linguagem matemática, apareceram; ponto e vírgula que é bom, nenhunzinho. Em contrapartida, abundam os pontos de exclamação, enterrados no jornal pelo bate-estaca de colunistas fanfarrões. Adicione-se ao estrondo exclamativo o ponto final por extenso.

Escasseiam também as reticências, irônicas ou não; o travessão, que abre uma fala ou completa o escrito; até os parênteses, que encapsulam outro sentido, como faz Drummond em "(não cantarei o mar: que ele se vingue de meu silêncio nesta concha)".

A pontuação é uma forma histórica. Os livros de Aristóteles, Platão e da Bíblia não tinham pontuação; nem minúsculas; nem espaço entre as palavras! Deus não escrevia certo por linhas tortas; escrevia embolado. O evangelho de João começava assim:

NOPRINCÍPIOERAOVERBOEOVERBOESTAVAEMDEUSEOVERBOERADEUS.

Foi com tijolos textuais como esse que se construiu o saber ocidental. Porque, como disse Aristóteles, OHOMEMÉUMANIMALPOLÍTICO. Gregários, os homens adotam convenções para se comunicar e mudar; mudar inclusive as convenções.

Foi o que fez Aldus Manutius, o editor veneziano que, em fevereiro de 1494, inventou o ponto e vírgula.
Quem conta sua história é a professora Cecelia Watson, num livro delicioso, "Semicolon: Past, Present, and Future of a Misunderstood Mark". Renascentista, Manutius queria popularizar o conhecimento. Não havia padronização nem academias que policiassem o idioma. Era uma algazarra. Cada um pontuava como lhe desse na telha.

Ao publicar "O Etna", ensaio em forma de diálogo sobre o vulcão ‒ de autoria do cardeal Pietro Bembo, Manutius teve a divina ideia de captar a elocução do distinto prelado. Criou o símbolo gráfico que marca pausa maior que a da vírgula e menor que a do ponto. Com a obra pronta, vieram as regras: o ponto e vírgula separa orações numa mesma frase; organiza listas; economiza conectivos (e) ou adversativas (mas). Permaneceu perene, porém, o preceito básico ‒ registrar um silêncio específico, advindo da linguagem oral.

A engenhoca de Manutius ganhou o mundo. "MobyDick" tem 4.000 pontos e vírgulas, informa Cecelia Watson, "um a cada 52 palavras". Machado de Assis, mais comedido e certeiro, mereceria o título de mestre do ponto e vírgula na periferia do capitalismo. Henry James não escrevia sem ter ao lado da escrivaninha um barril de pontos e vírgulas. Chegou à inverter a ordem de importância entre pontuação e palavras. Numa rara entrevista, ao Times, insistiu para que o repórter anotasse sua "pontuação, bem como as palavras".

A coisa mudou no século passado. Orwell, Barthelme, Chandler e tantos outros desprezaram o miniponto de Manutius. Vonnegut teve o topete de dizer que pontos e vírgulas são "hermafroditas que não representam absolutamente nada".

É meio assim no Brasil. Nos seis contos exímios que Dalton Trevisan publicou e distribuiu no início do ano, num livreto de 32 páginas, não há um único ponto e vírgula. Dalton deixa que seus personagens e leitores deem uma paradinha onde bem entenderem. Em contrapartida, o ponto e vírgula virou emoji, um derivado dos signos de pontuação. Dois pontos e vírgulas, com um travessão no meio, mostram uma carinha derramando uma lágrima de cada olho ;–;. Sozinho, representa uma piscada ;.

No ensaio "Sinais de Pontuação", Adorno prefigurou esse uso figurativo. O ponto de exclamação é um dedo em riste ameaçador, disse. Os dois pontos abrem a boca, "e coitado do escritor que não souber saciá-los". "Marotas e satisfeitas", as aspas "lambem os lábios".

Para Adorno, o ponto e vírgula parece "um bigode caído" e passa "um sabor rústico". Como quase ninguém mais tem bigode, o ponto e vírgula, com tantos serviços prestados, está à beira do desuso.


* Jornalista e escritor.

Folha de São Paulo, 27 de maio de 2022. Adaptado.
É correto afirmar que a frase título do texto – “Piscar (;) e chorar (;‒;)” – remete, principalmente, a um(a)
Alternativas
Q4078333 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.


Piscar (;) e chorar (;‒;)


Mário Sérgio Conti*


O ponto e vírgula corre risco de extinção: o simpático sinal de pontuação não foi usado nos últimos três dias na Folha. Até os colchetes, mais afeitos à linguagem matemática, apareceram; ponto e vírgula que é bom, nenhunzinho. Em contrapartida, abundam os pontos de exclamação, enterrados no jornal pelo bate-estaca de colunistas fanfarrões. Adicione-se ao estrondo exclamativo o ponto final por extenso.

Escasseiam também as reticências, irônicas ou não; o travessão, que abre uma fala ou completa o escrito; até os parênteses, que encapsulam outro sentido, como faz Drummond em "(não cantarei o mar: que ele se vingue de meu silêncio nesta concha)".

A pontuação é uma forma histórica. Os livros de Aristóteles, Platão e da Bíblia não tinham pontuação; nem minúsculas; nem espaço entre as palavras! Deus não escrevia certo por linhas tortas; escrevia embolado. O evangelho de João começava assim:

NOPRINCÍPIOERAOVERBOEOVERBOESTAVAEMDEUSEOVERBOERADEUS.

Foi com tijolos textuais como esse que se construiu o saber ocidental. Porque, como disse Aristóteles, OHOMEMÉUMANIMALPOLÍTICO. Gregários, os homens adotam convenções para se comunicar e mudar; mudar inclusive as convenções.

Foi o que fez Aldus Manutius, o editor veneziano que, em fevereiro de 1494, inventou o ponto e vírgula.
Quem conta sua história é a professora Cecelia Watson, num livro delicioso, "Semicolon: Past, Present, and Future of a Misunderstood Mark". Renascentista, Manutius queria popularizar o conhecimento. Não havia padronização nem academias que policiassem o idioma. Era uma algazarra. Cada um pontuava como lhe desse na telha.

Ao publicar "O Etna", ensaio em forma de diálogo sobre o vulcão ‒ de autoria do cardeal Pietro Bembo, Manutius teve a divina ideia de captar a elocução do distinto prelado. Criou o símbolo gráfico que marca pausa maior que a da vírgula e menor que a do ponto. Com a obra pronta, vieram as regras: o ponto e vírgula separa orações numa mesma frase; organiza listas; economiza conectivos (e) ou adversativas (mas). Permaneceu perene, porém, o preceito básico ‒ registrar um silêncio específico, advindo da linguagem oral.

A engenhoca de Manutius ganhou o mundo. "MobyDick" tem 4.000 pontos e vírgulas, informa Cecelia Watson, "um a cada 52 palavras". Machado de Assis, mais comedido e certeiro, mereceria o título de mestre do ponto e vírgula na periferia do capitalismo. Henry James não escrevia sem ter ao lado da escrivaninha um barril de pontos e vírgulas. Chegou à inverter a ordem de importância entre pontuação e palavras. Numa rara entrevista, ao Times, insistiu para que o repórter anotasse sua "pontuação, bem como as palavras".

A coisa mudou no século passado. Orwell, Barthelme, Chandler e tantos outros desprezaram o miniponto de Manutius. Vonnegut teve o topete de dizer que pontos e vírgulas são "hermafroditas que não representam absolutamente nada".

É meio assim no Brasil. Nos seis contos exímios que Dalton Trevisan publicou e distribuiu no início do ano, num livreto de 32 páginas, não há um único ponto e vírgula. Dalton deixa que seus personagens e leitores deem uma paradinha onde bem entenderem. Em contrapartida, o ponto e vírgula virou emoji, um derivado dos signos de pontuação. Dois pontos e vírgulas, com um travessão no meio, mostram uma carinha derramando uma lágrima de cada olho ;–;. Sozinho, representa uma piscada ;.

No ensaio "Sinais de Pontuação", Adorno prefigurou esse uso figurativo. O ponto de exclamação é um dedo em riste ameaçador, disse. Os dois pontos abrem a boca, "e coitado do escritor que não souber saciá-los". "Marotas e satisfeitas", as aspas "lambem os lábios".

Para Adorno, o ponto e vírgula parece "um bigode caído" e passa "um sabor rústico". Como quase ninguém mais tem bigode, o ponto e vírgula, com tantos serviços prestados, está à beira do desuso.


* Jornalista e escritor.

Folha de São Paulo, 27 de maio de 2022. Adaptado.
“De acordo com os diferentes aspectos sob os quais se podem encarar os fatos linguísticos, divide-se a gramática em cinco partes distintas.” (CEGALLA, 2010)

A partir desse posicionamento do gramático, é correto afirmar que a discussão proposta por Mário Sérgio Conti no seu texto, e enfatizada especialmente no terceiro parágrafo, é objeto da 
Alternativas
Q4078332 Português
A QUESTÃO SE REFERE AO TEXTO SEGUINTE.


Piscar (;) e chorar (;‒;)


Mário Sérgio Conti*


O ponto e vírgula corre risco de extinção: o simpático sinal de pontuação não foi usado nos últimos três dias na Folha. Até os colchetes, mais afeitos à linguagem matemática, apareceram; ponto e vírgula que é bom, nenhunzinho. Em contrapartida, abundam os pontos de exclamação, enterrados no jornal pelo bate-estaca de colunistas fanfarrões. Adicione-se ao estrondo exclamativo o ponto final por extenso.

Escasseiam também as reticências, irônicas ou não; o travessão, que abre uma fala ou completa o escrito; até os parênteses, que encapsulam outro sentido, como faz Drummond em "(não cantarei o mar: que ele se vingue de meu silêncio nesta concha)".

A pontuação é uma forma histórica. Os livros de Aristóteles, Platão e da Bíblia não tinham pontuação; nem minúsculas; nem espaço entre as palavras! Deus não escrevia certo por linhas tortas; escrevia embolado. O evangelho de João começava assim:

NOPRINCÍPIOERAOVERBOEOVERBOESTAVAEMDEUSEOVERBOERADEUS.

Foi com tijolos textuais como esse que se construiu o saber ocidental. Porque, como disse Aristóteles, OHOMEMÉUMANIMALPOLÍTICO. Gregários, os homens adotam convenções para se comunicar e mudar; mudar inclusive as convenções.

Foi o que fez Aldus Manutius, o editor veneziano que, em fevereiro de 1494, inventou o ponto e vírgula.
Quem conta sua história é a professora Cecelia Watson, num livro delicioso, "Semicolon: Past, Present, and Future of a Misunderstood Mark". Renascentista, Manutius queria popularizar o conhecimento. Não havia padronização nem academias que policiassem o idioma. Era uma algazarra. Cada um pontuava como lhe desse na telha.

Ao publicar "O Etna", ensaio em forma de diálogo sobre o vulcão ‒ de autoria do cardeal Pietro Bembo, Manutius teve a divina ideia de captar a elocução do distinto prelado. Criou o símbolo gráfico que marca pausa maior que a da vírgula e menor que a do ponto. Com a obra pronta, vieram as regras: o ponto e vírgula separa orações numa mesma frase; organiza listas; economiza conectivos (e) ou adversativas (mas). Permaneceu perene, porém, o preceito básico ‒ registrar um silêncio específico, advindo da linguagem oral.

A engenhoca de Manutius ganhou o mundo. "MobyDick" tem 4.000 pontos e vírgulas, informa Cecelia Watson, "um a cada 52 palavras". Machado de Assis, mais comedido e certeiro, mereceria o título de mestre do ponto e vírgula na periferia do capitalismo. Henry James não escrevia sem ter ao lado da escrivaninha um barril de pontos e vírgulas. Chegou à inverter a ordem de importância entre pontuação e palavras. Numa rara entrevista, ao Times, insistiu para que o repórter anotasse sua "pontuação, bem como as palavras".

A coisa mudou no século passado. Orwell, Barthelme, Chandler e tantos outros desprezaram o miniponto de Manutius. Vonnegut teve o topete de dizer que pontos e vírgulas são "hermafroditas que não representam absolutamente nada".

É meio assim no Brasil. Nos seis contos exímios que Dalton Trevisan publicou e distribuiu no início do ano, num livreto de 32 páginas, não há um único ponto e vírgula. Dalton deixa que seus personagens e leitores deem uma paradinha onde bem entenderem. Em contrapartida, o ponto e vírgula virou emoji, um derivado dos signos de pontuação. Dois pontos e vírgulas, com um travessão no meio, mostram uma carinha derramando uma lágrima de cada olho ;–;. Sozinho, representa uma piscada ;.

No ensaio "Sinais de Pontuação", Adorno prefigurou esse uso figurativo. O ponto de exclamação é um dedo em riste ameaçador, disse. Os dois pontos abrem a boca, "e coitado do escritor que não souber saciá-los". "Marotas e satisfeitas", as aspas "lambem os lábios".

Para Adorno, o ponto e vírgula parece "um bigode caído" e passa "um sabor rústico". Como quase ninguém mais tem bigode, o ponto e vírgula, com tantos serviços prestados, está à beira do desuso.


* Jornalista e escritor.

Folha de São Paulo, 27 de maio de 2022. Adaptado.
Considerando-se a leitura do texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q4074131 Biblioteconomia
No AACR2, a regra 1.0E1. das Regras Gerais para Descrição diz: “nas áreas seguintes, registre informações transcritas do próprio item, sempre que possível, na língua e alfabeto em que aparecem no item”. As áreas de que trata essa regra são título e indicação de responsabilidade; edição; publicação, distribuição etc.; e: 
Alternativas
Q4074130 Biblioteconomia
Considere o seguinte texto:
A Biblioteca do Congresso (Library of Congress) serve como depositária oficial das publicações dos Estados Unidos e é a principal fonte de registros de catalogação para publicações desse país. Quando a Biblioteca do Congresso começou a usar computadores na década de 1960, criou um formato, um sistema de uso de números, letras e símbolos breves dentro do próprio registro de catalogação para marcar diferentes tipos de informação. Esse formato original evoluiu e tornou-se o padrão usado pela maioria dos programas de computador de bibliotecas.
Qual é o nome desse formato? 
Alternativas
Q4074129 Biblioteconomia
Assinale a alternativa que apresenta um dos softwares disponíveis no mercado para gerenciamento de catálogo e dados bibliográficos. 
Alternativas
Q4074128 Biblioteconomia
Considere o seguinte texto:
Projeto Gutenberg. É uma biblioteca digital e online, considerada a primeira a disponibilizar livros eletrônicos, ou eBooks, gratuitos. Conta com mais de 60 mil títulos de literatura mundial, com foco em obras mais antigas, cujos direitos autorais nos Estados Unidos estão expirados. Milhares de voluntários contribuem para ampliação do acervo digitalizando os eBooks para disponibilizá-los aos usuários. Os eBooks dessa biblioteca não requerem aplicações especiais; podem ser lidos nos navegadores da web normais ou em leitores de eBooks incluídos nos computadores e dispositivos móveis.
Essa importante fonte de pesquisa é o/a: 
Alternativas
Q4074127 Biblioteconomia
Ainda de acordo com a CDD, qual é a classe geral para classificar o assunto Religião?
Alternativas
Q4074126 Biblioteconomia
De acordo com a CDD, o número de classificação para o assunto Metafísica é:
Alternativas
Q4074125 Biblioteconomia
Quanto às normas técnicas da ABNT para a área de documentação, a norma para Referências é a NBR: 
Alternativas
Q4074124 Biblioteconomia

Considere o seguinte texto: 


Biblioteca criada em janeiro de 2005 para abrigar e integrar a coleção brasiliana reunida ao longo de mais de oitenta anos por um bibliófilo e sua esposa. Com o seu expressivo conjunto de livros e manuscritos, essa brasiliana é considerada a mais importante coleção do gênero formada por particulares. São cerca de 32 mil títulos que correspondem a 60 mil volumes aproximadamente. Parte desse acervo está sendo digitalizado e disponibilizado na Biblioteca Digital de mesmo nome. Nela os usuários podem realizar buscas online, visualizar as obras digitalizadas e também fazer downloads. Disponibiliza de forma ampla e gratuita um dos mais importantes acervos de documentos sobre o Brasil. São particularmente significativas as coleções de livros de literatura brasileira, história do Brasil e relatos de viajantes, que contam com publicações que vão do século XVI ao início do século XX. Completam o acervo digital mapas, iconografias, obras de referência, folhetos e periódicos. Atualmente, mais de 3.500 títulos estão disponíveis em acesso aberto nesta biblioteca digital. 


O texto acima apresenta algumas características de uma biblioteca brasiliana, importante fonte de pesquisa utilizada pelos bibliotecários no atendimento aos usuários, especialmente em bibliotecas públicas. Considerando as informações apresentadas, assinale a alternativa correta quanto ao nome dessa biblioteca. 

Alternativas
Q4074123 Biblioteconomia
A Tabela de Cutter foi elaborada por Charles Ammi Cutter no século XIX e continua sendo utilizada em muitas bibliotecas do mundo até hoje. Considerando as informações apresentadas, assinale a alternativa correta que mostra para que serve esta tabela. 
Alternativas
Q4074122 Biblioteconomia

Considere o seguinte texto:


A sua notação corresponde a uma linguagem artificial da qual foram eliminadas muitas das ambiguidades da linguagem natural; abrange praticamente todos os assuntos e pode ser utilizada em acervos que lidem com qualquer tipo de suporte documental; a maioria das suas tabelas auxiliares independentes tem símbolos que encerram o número, delimitando-o, assim, em relação aos números adjacentes; esses símbolos são os chamados sinais biterminais, isto é, sinais que abrangem simultaneamente um elemento de abertura e outro de encerramento.


O texto apresenta algumas características de uma importante ferramenta utilizada pelos bibliotecários. Trata-se da:  

Alternativas
Q4009327 Biblioteconomia
Segundo Húbner et al. (2014, p. 43) apud Zaidan (2018), uma das finalidades das plataformas de compartilhamento de video experimentadas por bibliotecas é a sua utilização para postagem de tutoriais, explicando o funcionamento de servicos e de processos da instituição e esclarecendo como usá-los. Em relação aos beneficios da publicação desses tutoriais, qual resposta NÃO corresponde as suas finalidades? 
Alternativas
Q4009326 Biblioteconomia
Para realização do estudo de usudrio, quais elementos deverão constar no seu planejamento (CUNHA; AMARAL; DANTAS, c2014)?
I - Inventário de acervo.
Il - Definição dos objetivos.
Il - Escolha das técnicas de coleta de dados.
IV - Elaboragéo do instrumento de coleta de dados.
V - Elaboração do cronograma.
Considerando os itens acima, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q4009325 Biblioteconomia
De acordo com Ferreira (2007) in. Giannasi-Klaimen; Carelli (2007), a expressiva mudança na comunicação científica tem refletido diretamente no perfil, características e conceituação das fontes de informação necessárias à consolidação da produção técnico-científica. Considerando tal contexto, analise as afirmativas abaixo:
I - Os movimentos OAI — Open Archives Initiative [Movimento dos Arquivos Abertos] e OA — Open Access [Acesso Aberto] foram adotados pela comunidade científica para solucionar a busca por fluxos de comunicação científica mais eficientes, baratos e transparentes, oferecendo respaldo técnico e filosófico.
Il - O Movimento OA — Open Access [Acesso Aberto] preconiza, como uma das estratégias para implementação de seus objetivos, o surgimento de novo modelo de periódico pautado no paradigma de acesso livre/aberto. Esses periódicos podem seguir duas vertentes, rota verde (green road) e a rota dourada (gold road) de publicação.
Il - Journal Storage: The Scholarly Journal Archive (JSTOR), Public Library of Science (PloS) e PubMed Central (PMC) são plataformas que fomentam a publicação de revistas de acesso livre.
IV - Os repositérios digitais contribuem para a reforma do sistema de comunicação cientifica, expandindo o acesso aos resultados de pesquisa, reassumindo o controle académico sobre a publicação cientifica, aumentando competitividade e reduzindo o monopólio das revistas cientificas.
Considerando as afirmações acima, assinale a alternativa correta:  
Alternativas
Q4009324 Biblioteconomia
No contexto da comunicação cientifica, no processo de publicação do periódico cientifico, os preprints surgem como uma alternativa ao processo de revisão por pares, uma vez que são disponibilizadas ao público versões antecipadas de resultados de pesquisas. Em relação aos preprints, são benefícios desse processo, EXCETO:
Alternativas
Q4009323 Biblioteconomia
Segundo Gomes; Mendonga; Souza (2003), a literatura cinzenta vem conquistando, cada vez mais, amplo reconhecimento de um número expressivo de pesquisadores, estudantes, bibliotecarios e editores, em razão de sua importancia para a pesquisa cientifica. Sobre a literatura cinzenta, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4009322 Biblioteconomia
De acordo com a ABNT NBR14724 (201 1): trabalhos acadêmicos, na parte interna do trabalho acadêmico, caracterizam-se por elementos pré-textuais obrigatórios:
I - Folha de aprovação
Il - Agradecimentos
IIl - Epigrafe
IV - Resumo em lingua estrangeira
V - Sumério
Considerando as afirmações acima, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q4009321 Biblioteconomia
Como fazer uma chamada autor-data para as citações indiretas, de diversos documentos, de vérios autores, mencionados simultaneamente, conforme a ABNT NBR10520 (2002): informagéo e documentação — Citações em documentos — Apresentação? Veja abaixo os documentos utilizados:
item 1 — VERGUEIRO, W. Qualidade em serviços de informação. São Paulo: Arte & Ciência, 2002.
ltem 2 — VALENTIM, M. L. P. (Org.). Gestão, mediação e uso da informação. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2010.
ltem 3 — CUNHA, M. B. Desafios na construção de uma biblioteca digital. Ciência da Informação, v. 47, n. 1,2018. 
Alternativas
Respostas
8901: C
8902: E
8903: B
8904: C
8905: D
8906: B
8907: A
8908: E
8909: A
8910: E
8911: B
8912: C
8913: D
8914: C
8915: D
8916: A
8917: E
8918: D
8919: C
8920: D