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Q4262741 Português
       A “Carta ao leitor” é a última seção a ser escrita, apesar de ser a primeira a aparecer na revista. E é a mais difícil de redigir. É oferecer-se ao julgamento dos outros – nosso inferno, como diria Jean Paul Sartre.

      Imaginar que alguém possa nos julgar – e condenar – por algo dito é assustador. Sempre comentei com colegas de magistério que, de todas as matérias, Redação é a mais complicada. A Matemática é exata, confiável. A História, factual (ou pelo menos costumava ser assim...). A Biologia também é segura. Há disputas entre criacionistas e evolucionistas, mas o pouquinho aprendido sempre foi terreno firme para caminhar.

       A Redação, por outro lado, só é exata em certa medida: mais do que se imagina; menos do que se gostaria. Há critérios que condicionam uma correção mais justa. Mas sempre há um quê de opinião de quem lê. [...] E, por maior que seja a competência e a habilidade de quem lê, ninguém convence o autor de que a correção não é pessoal. Em algumas vezes até pode ser. Mas nunca como se imagina. Redigir é, sem dúvida, difícil – não porque escrever seja difícil, mas porque o julgamento do outro pode ser duro demais.

      Se, nas escolas, onde existe certa relação de confiança entre discentes e docentes, é assim, como será [...] numa empresa? Por isso fizemos uma análise de como está o português dentro dos escritórios. É para “maximizar nosso trabalho”, já que isso “agrega”...

      Uma coisa que com certeza não “agrega” é a censura. O artigo de Milton Francisco trata desse forte método de controle [...] e de sua influência sobre a música. O tema continua na conversa que Andréa Neiva teve com o professor Osvaldo Cesquim, da Universidade de São Paulo, ainda que o foco seja o impacto da censura sobre a linguagem e a Educação no Brasil.

     Se a conversa a respeito de censura não causar polêmica, o perfil do gramático Napoleão Mendes de Almeida deve trazer a antiquíssima discussão sobre “erros” e “desvios” de volta às nossas páginas. Discutir, afinal, tem como premissa a existência de diferenças – equilibradas, pelo bem da harmonia, e respeitadas, pelo bem da civilidade. Só assim se trava o bom debate.


(SEGURA, Luciano Ricardo. Carta ao leitor. Discutindo Língua Portuguesa, ano 2, nº 9, p. 3, 200?. Com supressões e adaptações. Grifos nossos.) 
A ideia expressa pela oração está corretamente indicada na alternativa:
Alternativas
Q4262740 Português
       A “Carta ao leitor” é a última seção a ser escrita, apesar de ser a primeira a aparecer na revista. E é a mais difícil de redigir. É oferecer-se ao julgamento dos outros – nosso inferno, como diria Jean Paul Sartre.

      Imaginar que alguém possa nos julgar – e condenar – por algo dito é assustador. Sempre comentei com colegas de magistério que, de todas as matérias, Redação é a mais complicada. A Matemática é exata, confiável. A História, factual (ou pelo menos costumava ser assim...). A Biologia também é segura. Há disputas entre criacionistas e evolucionistas, mas o pouquinho aprendido sempre foi terreno firme para caminhar.

       A Redação, por outro lado, só é exata em certa medida: mais do que se imagina; menos do que se gostaria. Há critérios que condicionam uma correção mais justa. Mas sempre há um quê de opinião de quem lê. [...] E, por maior que seja a competência e a habilidade de quem lê, ninguém convence o autor de que a correção não é pessoal. Em algumas vezes até pode ser. Mas nunca como se imagina. Redigir é, sem dúvida, difícil – não porque escrever seja difícil, mas porque o julgamento do outro pode ser duro demais.

      Se, nas escolas, onde existe certa relação de confiança entre discentes e docentes, é assim, como será [...] numa empresa? Por isso fizemos uma análise de como está o português dentro dos escritórios. É para “maximizar nosso trabalho”, já que isso “agrega”...

      Uma coisa que com certeza não “agrega” é a censura. O artigo de Milton Francisco trata desse forte método de controle [...] e de sua influência sobre a música. O tema continua na conversa que Andréa Neiva teve com o professor Osvaldo Cesquim, da Universidade de São Paulo, ainda que o foco seja o impacto da censura sobre a linguagem e a Educação no Brasil.

     Se a conversa a respeito de censura não causar polêmica, o perfil do gramático Napoleão Mendes de Almeida deve trazer a antiquíssima discussão sobre “erros” e “desvios” de volta às nossas páginas. Discutir, afinal, tem como premissa a existência de diferenças – equilibradas, pelo bem da harmonia, e respeitadas, pelo bem da civilidade. Só assim se trava o bom debate.


(SEGURA, Luciano Ricardo. Carta ao leitor. Discutindo Língua Portuguesa, ano 2, nº 9, p. 3, 200?. Com supressões e adaptações. Grifos nossos.) 
A única palavra que NÃO se comporta como substantivo no texto é: 
Alternativas
Q4262739 Português
       A “Carta ao leitor” é a última seção a ser escrita, apesar de ser a primeira a aparecer na revista. E é a mais difícil de redigir. É oferecer-se ao julgamento dos outros – nosso inferno, como diria Jean Paul Sartre.

      Imaginar que alguém possa nos julgar – e condenar – por algo dito é assustador. Sempre comentei com colegas de magistério que, de todas as matérias, Redação é a mais complicada. A Matemática é exata, confiável. A História, factual (ou pelo menos costumava ser assim...). A Biologia também é segura. Há disputas entre criacionistas e evolucionistas, mas o pouquinho aprendido sempre foi terreno firme para caminhar.

       A Redação, por outro lado, só é exata em certa medida: mais do que se imagina; menos do que se gostaria. Há critérios que condicionam uma correção mais justa. Mas sempre há um quê de opinião de quem lê. [...] E, por maior que seja a competência e a habilidade de quem lê, ninguém convence o autor de que a correção não é pessoal. Em algumas vezes até pode ser. Mas nunca como se imagina. Redigir é, sem dúvida, difícil – não porque escrever seja difícil, mas porque o julgamento do outro pode ser duro demais.

      Se, nas escolas, onde existe certa relação de confiança entre discentes e docentes, é assim, como será [...] numa empresa? Por isso fizemos uma análise de como está o português dentro dos escritórios. É para “maximizar nosso trabalho”, já que isso “agrega”...

      Uma coisa que com certeza não “agrega” é a censura. O artigo de Milton Francisco trata desse forte método de controle [...] e de sua influência sobre a música. O tema continua na conversa que Andréa Neiva teve com o professor Osvaldo Cesquim, da Universidade de São Paulo, ainda que o foco seja o impacto da censura sobre a linguagem e a Educação no Brasil.

     Se a conversa a respeito de censura não causar polêmica, o perfil do gramático Napoleão Mendes de Almeida deve trazer a antiquíssima discussão sobre “erros” e “desvios” de volta às nossas páginas. Discutir, afinal, tem como premissa a existência de diferenças – equilibradas, pelo bem da harmonia, e respeitadas, pelo bem da civilidade. Só assim se trava o bom debate.


(SEGURA, Luciano Ricardo. Carta ao leitor. Discutindo Língua Portuguesa, ano 2, nº 9, p. 3, 200?. Com supressões e adaptações. Grifos nossos.) 
Sobre as relações de coesão referencial estabelecidas no texto, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4262738 Português
       A “Carta ao leitor” é a última seção a ser escrita, apesar de ser a primeira a aparecer na revista. E é a mais difícil de redigir. É oferecer-se ao julgamento dos outros – nosso inferno, como diria Jean Paul Sartre.

      Imaginar que alguém possa nos julgar – e condenar – por algo dito é assustador. Sempre comentei com colegas de magistério que, de todas as matérias, Redação é a mais complicada. A Matemática é exata, confiável. A História, factual (ou pelo menos costumava ser assim...). A Biologia também é segura. Há disputas entre criacionistas e evolucionistas, mas o pouquinho aprendido sempre foi terreno firme para caminhar.

       A Redação, por outro lado, só é exata em certa medida: mais do que se imagina; menos do que se gostaria. Há critérios que condicionam uma correção mais justa. Mas sempre há um quê de opinião de quem lê. [...] E, por maior que seja a competência e a habilidade de quem lê, ninguém convence o autor de que a correção não é pessoal. Em algumas vezes até pode ser. Mas nunca como se imagina. Redigir é, sem dúvida, difícil – não porque escrever seja difícil, mas porque o julgamento do outro pode ser duro demais.

      Se, nas escolas, onde existe certa relação de confiança entre discentes e docentes, é assim, como será [...] numa empresa? Por isso fizemos uma análise de como está o português dentro dos escritórios. É para “maximizar nosso trabalho”, já que isso “agrega”...

      Uma coisa que com certeza não “agrega” é a censura. O artigo de Milton Francisco trata desse forte método de controle [...] e de sua influência sobre a música. O tema continua na conversa que Andréa Neiva teve com o professor Osvaldo Cesquim, da Universidade de São Paulo, ainda que o foco seja o impacto da censura sobre a linguagem e a Educação no Brasil.

     Se a conversa a respeito de censura não causar polêmica, o perfil do gramático Napoleão Mendes de Almeida deve trazer a antiquíssima discussão sobre “erros” e “desvios” de volta às nossas páginas. Discutir, afinal, tem como premissa a existência de diferenças – equilibradas, pelo bem da harmonia, e respeitadas, pelo bem da civilidade. Só assim se trava o bom debate.


(SEGURA, Luciano Ricardo. Carta ao leitor. Discutindo Língua Portuguesa, ano 2, nº 9, p. 3, 200?. Com supressões e adaptações. Grifos nossos.) 
Assinale a alternativa em que o comentário sobre o uso de sinais de pontuação no texto está correto.   
Alternativas
Q4200061 Direito Administrativo
O princípio da publicidade na administração pública determina que
Alternativas
Q4200060 Ética na Administração Pública
Nos termos do Decreto n. 1.171/1994, que trata do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, firma-se como um dos deveres fundamentais do servidor público: 
Alternativas
Q4200055 Legislação Federal
A Lei n. 12.527/2011, também conhecida como Lei de Acesso à Informação, estabelece que 
Alternativas
Q4200052 Legislação Federal
A Lei Federal n. 11.892/2008 institui a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica e cria os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IFs). De acordo com essa lei, um dos objetivos dos desses institutos é 
Alternativas
Q4200047 Português
Leia o Texto II para responder à questão. 


Texto II 

Q5_6.png (293×205)

Disponível em: <http://blogdoxandro.blogspot.com/2008_07_15_archive.htmlwr>.
Acesso em: 10 set. 2022.
Em relação à forma como as palavras estão escritas na expressão "naum eh verdade”, pode-se indicar que
Alternativas
Q4200043 Português
Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I  


EXPERIÊNCIAS EM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL EM SAÚDE


Em trabalho recente, Mukherjee (2010) relata a experiência de Sebastian Thrun, da Universidade de Stanford, que armazena, numa rede neural de computação, 130 mil imagens de lesões da pele classificadas por dermatologistas. O sistema usa algoritmos que reconhecem imagens e suas características (pattern recognition). Em junho de 2015, Thrun e equipe começaram a validar o sistema usando um conjunto de 14 mil imagens que haviam sido diagnosticadas por dermatologistas, solicitando que o sistema reconhecesse três tipos de lesão: benignas, malignas e crescimentos não cancerosos. O sistema acertou 72% das vezes, comparado com um acerto de 66% obtido por dermatologistas qualificados. A experiência de Thrun foi ampliada para incluir 25 dermatologistas e uma amostra de 2 mil casos biopsiados. A máquina continuou sendo mais acurada. O desafio é diagnosticar e intervir precocemente. O reconhecimento de imagens feito por Inteligência Artificial (IA) poderia obviar esse desafio pelo reconhecimento de pequenos detalhes indicando áreas suspeitas em cortes de CT que poderiam passar despercebidas. O computador pode acertar o knowwhat, mas o médico, conversando com seu paciente, explica o know-why, ou seja, não explica o porquê nem alivia a angústia do paciente. [Adaptado].


Fonte: LOBO, Luiz Carlos. Inteligência Artificial e Medicina. Rev. bras. educ. med., 41 (2), abr./jun. 2017. Disponível em: <https://doi.org/10.1590/1981-
52712015v41n2esp>. Acesso em: 25 ago. 2022. (Adaptado). 
Na frase "O reconhecimento de imagens feito por IA poderia obviar esse desafio pelo reconhecimento de pequenos detalhes indicando áreas suspeitas em cortes de CT que poderiam passar despercebidas”, o sintagma verbal sublinhado refere-se a  
Alternativas
Q4173112 Biblioteconomia
Segundo a Norma 6023/2018 da ABNT, na elaboração da referência de um livro no todo, o elemento complementar é o(a)
Alternativas
Q4173111 Biblioteconomia
Ainda que a biblioteca disponha de muitos recursos para a aquisição de materiais, a atividade de seleção é necessária para evitar a aquisição e incorporação no acervo de materiais inadequados à coleção. Então, quando consideramos que o critério básico de seleção é o valor do item para as atividades de ensino e pesquisa, estamos nos referindo à biblioteca
Alternativas
Q4173110 Biblioteconomia
A Norma 6023/2018 da ABNT prescreve que a localização das referências será em listas de referências, no fim de textos, partes ou seções, antecedendo resumos, resenhas, recensões e no(a) 
Alternativas
Q4173109 Biblioteconomia
Considere o cabeçalho de assunto estabelecido “Teatro – Pará – História – Séc. XX. A atribuição de subcampos MARC21 para cada elemento descrito corresponde a
Alternativas
Q4173108 Biblioteconomia
O Código de Catalogação Anglo-Americano (AACR2) estabelece regras para catalogação de materiais informacionais. Em se tratando da área de descrição física, podemos inferir o seguinte relacionamento. 

( 1 ) 75 p. : il. ; 21 cm ( 2 ) 24 fots. : p&b ; 13 x 8 cm ( 3 ) 1 CD-ROM  ( 4 ) 89 f. ; 32 cm
( ) um manuscrito. ( ) um recurso eletrônico. ( ) um livro. ( ) um material gráfico.

A sequência correta é 
Alternativas
Q4173107 Biblioteconomia
Segundo o MARC21, um recurso sonoro, quando apropriado, poderá ter seu conteúdo completo ou parcial descrito no campo
Alternativas
Q4173106 Biblioteconomia
Os catálogos de autoridades são instrumentos de controle de cabeçalhos, forma padronizada para
Alternativas
Q4173105 Biblioteconomia
Sobre a nova norma de catalogação, RDA (Resource Description and Acess), é correto afirmar que
Alternativas
Q4173104 Biblioteconomia
Os modelos conceituais adotados pela RDA (Resource Description and Acess) que proporcionam ao usuário uma melhor experiência na prática de descobrimento de recursos são
Alternativas
Q4173103 Biblioteconomia
Considerando que, para cada tipo de biblioteca, o desenvolvimento de coleções acontece de forma diferente, sendo influenciado pela comunidade a que pretende atender, analise as afirmativas seguintes.

I A indústria livreira não tem influência na escolha dos materiais a serem adquiridos para a biblioteca.
II Os objetivos específicos que a biblioteca busca atingir influenciam o desenvolvimento das coleções.
III Coleções de outras bibliotecas exercem influência no desenvolvimento da coleção de uma biblioteca específica.

Está(ão) correta(s) 
Alternativas
Respostas
8661: B
8662: C
8663: E
8664: D
8665: D
8666: D
8667: D
8668: C
8669: B
8670: C
8671: D
8672: B
8673: D
8674: E
8675: D
8676: B
8677: B
8678: A
8679: D
8680: C