Questões de Concurso Para analista ministerial - psicologia

Questões Discursivas

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Q2328200 Matemática
O valor da mensalidade em uma academia depende da idade do aluno matriculado. Alunos com 18 anos pagam R$90,00; alunos com 19 anos pagam R$89,50 e assim por diante. Sabendo que os valores da mensalidade estão em progressão aritmética, quanto pagará uma pessoa de 60 anos de idade?
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Q2328199 Matemática
A concentração de um medicamento na corrente sanguínea, em partes por milhão (ppm), após t horas de sua ingestão, é modelada pela função quadrática c(t) = Imagem associada para resolução da questãosendo 0 ≤ t ≤ 6. Quantos minutos após a ingestão do medicamento a concentração na corrente sanguínea será máxima?
Alternativas
Q2328198 Matemática
Observe a figura a seguir.

Imagem associada para resolução da questão


No retângulo da figura, C e E são pontos médios dos lados BD e DF, respectivamente. Sabendo-se que a área do retângulo vale 30,0 cm2 , quanto vale, aproximadamente, a área do quadrilátero ABCE?
Alternativas
Q2328197 Matemática
Dados dois números reais positivos a e b, sua média quadrática, MQ, e sua média aritmética, MA, são definidas, respectivamente, como:Imagem associada para resolução da questão. Qual deve ser a relação entre a e b, de forma que MQ = MA?
Alternativas
Q2328196 Português

Leia o Texto 3 para responder a questão. 


Texto 3


A primeira vez que entendi


A primeira vez que entendi do mundo

alguma coisa

foi quando na infância

cortei o rabo de uma lagartixa

e ele continuou se mexendo.


De lá pra cá

fui percebendo que as coisas permanecem

vivas e tortas

que o amor não acaba assim

que é difícil extirpar o mal pela raiz.


A segunda vez que entendi do mundo

alguma coisa

foi quando na adolescência me arrancaram

do lado esquerdo três certezas

e eu tive que seguir em frente.


De lá pra cá

aprendi a achar no escuro o rumo

e sou capaz de decifrar mensagens

seja nas nuvens

ou no grafite de qualquer muro.


SANT’ANNA, Affonso Romano de. A primeira vez que entendi. Poesia Reunida. V. 3. 1ª Ed. Porto Alegre: L&PM, 2014. p. 15-16

As inversões na ordem gramatical de sintagmas, realizadas pelo eu poético em alguns versos do texto, visam a
Alternativas
Q2328195 Português

Leia o Texto 3 para responder a questão. 


Texto 3


A primeira vez que entendi


A primeira vez que entendi do mundo

alguma coisa

foi quando na infância

cortei o rabo de uma lagartixa

e ele continuou se mexendo.


De lá pra cá

fui percebendo que as coisas permanecem

vivas e tortas

que o amor não acaba assim

que é difícil extirpar o mal pela raiz.


A segunda vez que entendi do mundo

alguma coisa

foi quando na adolescência me arrancaram

do lado esquerdo três certezas

e eu tive que seguir em frente.


De lá pra cá

aprendi a achar no escuro o rumo

e sou capaz de decifrar mensagens

seja nas nuvens

ou no grafite de qualquer muro.


SANT’ANNA, Affonso Romano de. A primeira vez que entendi. Poesia Reunida. V. 3. 1ª Ed. Porto Alegre: L&PM, 2014. p. 15-16

Na segunda estrofe do poema, a palavra “que” está sendo usada como
Alternativas
Q2328194 Português

Leia o Texto 3 para responder a questão. 


Texto 3


A primeira vez que entendi


A primeira vez que entendi do mundo

alguma coisa

foi quando na infância

cortei o rabo de uma lagartixa

e ele continuou se mexendo.


De lá pra cá

fui percebendo que as coisas permanecem

vivas e tortas

que o amor não acaba assim

que é difícil extirpar o mal pela raiz.


A segunda vez que entendi do mundo

alguma coisa

foi quando na adolescência me arrancaram

do lado esquerdo três certezas

e eu tive que seguir em frente.


De lá pra cá

aprendi a achar no escuro o rumo

e sou capaz de decifrar mensagens

seja nas nuvens

ou no grafite de qualquer muro.


SANT’ANNA, Affonso Romano de. A primeira vez que entendi. Poesia Reunida. V. 3. 1ª Ed. Porto Alegre: L&PM, 2014. p. 15-16

No texto, o eu poético
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Q2328193 Português
Leia o Texto 2 para responder a questão.

Texto 2

    Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cumulativa de Assis Brasil, obteve, nesta quarta-feira, 08/11/2023, uma liminar favorável para garantir a educação inclusiva e adequada para estudantes com deficiência na rede pública estadual de ensino.
   A ação civil pública foi ajuizada pelo MPAC depois que os pais denunciaram a suspensão do acompanhamento, que é necessário para desenvolvimento do processo de cognição de crianças com deficiência. Além disso, o MPAC também foi comunicado que o serviço havia sido interrompido em razão do término do contrato dos profissionais mediadores com a Secretaria de Estado de Educação (SEE).
     O promotor de Justiça Substituto Eduardo Lopes de Faria solicitou a concessão de uma medida liminar para garantir a continuidade do atendimento especializado. A liminar, concedida em caráter de urgência, determinou a recontratação dos profissionais que estavam prestando assistência aos alunos na rede pública de ensino.
     O juiz Clóvis Lodi, titular da Vara Única – Cível da Comarca de Assis Brasil, estabeleceu o prazo de 48 horas para que a liminar seja atendida, sob pena de multa no valor de R$ 200 mil por cada dia que um aluno com deficiência ficar sem acompanhamento especializado na sala de aula, até que seja realizado concurso público para contratação definitiva de profissionais especializados. 

Agência Notícias do MPAC. Disponível em: <https://www.mpac.mp.br/assis-brasil-mpac-obtem-liminar-para-permanencia-de-mediadores-que-atendem-alunos-com-deficiencia/> . Acesso em: 10 nov. 2023.

Em “A liminar, concedida em caráter de urgência, determinou a recontratação dos profissionais que estavam prestando assistência aos alunos na rede pública de ensino”, a função sintática do termo entre vírgulas é de
Alternativas
Q2328192 Português
Leia o Texto 2 para responder a questão.

Texto 2

    Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por meio da Promotoria de Justiça Cumulativa de Assis Brasil, obteve, nesta quarta-feira, 08/11/2023, uma liminar favorável para garantir a educação inclusiva e adequada para estudantes com deficiência na rede pública estadual de ensino.
   A ação civil pública foi ajuizada pelo MPAC depois que os pais denunciaram a suspensão do acompanhamento, que é necessário para desenvolvimento do processo de cognição de crianças com deficiência. Além disso, o MPAC também foi comunicado que o serviço havia sido interrompido em razão do término do contrato dos profissionais mediadores com a Secretaria de Estado de Educação (SEE).
     O promotor de Justiça Substituto Eduardo Lopes de Faria solicitou a concessão de uma medida liminar para garantir a continuidade do atendimento especializado. A liminar, concedida em caráter de urgência, determinou a recontratação dos profissionais que estavam prestando assistência aos alunos na rede pública de ensino.
     O juiz Clóvis Lodi, titular da Vara Única – Cível da Comarca de Assis Brasil, estabeleceu o prazo de 48 horas para que a liminar seja atendida, sob pena de multa no valor de R$ 200 mil por cada dia que um aluno com deficiência ficar sem acompanhamento especializado na sala de aula, até que seja realizado concurso público para contratação definitiva de profissionais especializados. 

Agência Notícias do MPAC. Disponível em: <https://www.mpac.mp.br/assis-brasil-mpac-obtem-liminar-para-permanencia-de-mediadores-que-atendem-alunos-com-deficiencia/> . Acesso em: 10 nov. 2023.

A expressão “educação inclusiva”, mencionada no primeiro parágrafo, é retomada, em outros trechos do texto, predominantemente por meio de
Alternativas
Q2328190 Português
Leia o Texto 1 para responder a questão.

Texto 1


    Como se referir a pessoas que possuem deficiência? A pergunta é feita com frequência ao Núcleo de Inclusão. A resposta é muito simples: Pessoa com Deficiência, que é a forma correta e oficial.
    Essa terminologia foi definida pela Convenção das Nações Unidas sobre o Direito das Pessoas com Deficiência, sendo aprovado em 13 de dezembro de 2006 pela Assembleia Geral da ONU. O termo foi ratificado no Brasil, com equivalência de emenda constitucional, pelo Decreto Legislativo nº 186/2008 e promulgado pelo Decreto nº 6.949/2009.
   Pessoa Portadora de Deficiência (PPD) ou Portador de Necessidades Especiais (PNE) são termos incorretos e devem ser evitados, uma vez que não traduzem a realidade de quem possui deficiência. A deficiência não se porta, ela é uma condição existencial da pessoa.
    Esperamos que essa primeira Semente da Inclusão tenha sido útil para você. Acreditamos que o respeito à diversidade é solo fértil para o desenvolvimento de ideias inovadoras e garantia de uma Justiça acessível para todos.
    Para mais informações, procure o Núcleo de Inclusão do TJDFT.

MORAGAS, Vicente Junqueira. Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Território. Disponível em:<https://www.tjdft.jus.br/acessibilidade/publicacoes/sementes-da-inclusao/como-se-referir-a-pessoas-que-possuem-deficiencia>. Acesso em: 10 nov. 2023. [Adaptado].
A relação semântica estabelecida entre as duas orações justapostas no último período sintático do terceiro parágrafo é de
Alternativas
Q2328189 Português
Leia o Texto 1 para responder a questão.

Texto 1


    Como se referir a pessoas que possuem deficiência? A pergunta é feita com frequência ao Núcleo de Inclusão. A resposta é muito simples: Pessoa com Deficiência, que é a forma correta e oficial.
    Essa terminologia foi definida pela Convenção das Nações Unidas sobre o Direito das Pessoas com Deficiência, sendo aprovado em 13 de dezembro de 2006 pela Assembleia Geral da ONU. O termo foi ratificado no Brasil, com equivalência de emenda constitucional, pelo Decreto Legislativo nº 186/2008 e promulgado pelo Decreto nº 6.949/2009.
   Pessoa Portadora de Deficiência (PPD) ou Portador de Necessidades Especiais (PNE) são termos incorretos e devem ser evitados, uma vez que não traduzem a realidade de quem possui deficiência. A deficiência não se porta, ela é uma condição existencial da pessoa.
    Esperamos que essa primeira Semente da Inclusão tenha sido útil para você. Acreditamos que o respeito à diversidade é solo fértil para o desenvolvimento de ideias inovadoras e garantia de uma Justiça acessível para todos.
    Para mais informações, procure o Núcleo de Inclusão do TJDFT.

MORAGAS, Vicente Junqueira. Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Território. Disponível em:<https://www.tjdft.jus.br/acessibilidade/publicacoes/sementes-da-inclusao/como-se-referir-a-pessoas-que-possuem-deficiencia>. Acesso em: 10 nov. 2023. [Adaptado].
Na expressão “essa primeira Semente da Inclusão”, identifica-se o seguinte mecanismo de construção de sentido:
Alternativas
Q2328188 Português
Leia o Texto 1 para responder a questão.

Texto 1


    Como se referir a pessoas que possuem deficiência? A pergunta é feita com frequência ao Núcleo de Inclusão. A resposta é muito simples: Pessoa com Deficiência, que é a forma correta e oficial.
    Essa terminologia foi definida pela Convenção das Nações Unidas sobre o Direito das Pessoas com Deficiência, sendo aprovado em 13 de dezembro de 2006 pela Assembleia Geral da ONU. O termo foi ratificado no Brasil, com equivalência de emenda constitucional, pelo Decreto Legislativo nº 186/2008 e promulgado pelo Decreto nº 6.949/2009.
   Pessoa Portadora de Deficiência (PPD) ou Portador de Necessidades Especiais (PNE) são termos incorretos e devem ser evitados, uma vez que não traduzem a realidade de quem possui deficiência. A deficiência não se porta, ela é uma condição existencial da pessoa.
    Esperamos que essa primeira Semente da Inclusão tenha sido útil para você. Acreditamos que o respeito à diversidade é solo fértil para o desenvolvimento de ideias inovadoras e garantia de uma Justiça acessível para todos.
    Para mais informações, procure o Núcleo de Inclusão do TJDFT.

MORAGAS, Vicente Junqueira. Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Território. Disponível em:<https://www.tjdft.jus.br/acessibilidade/publicacoes/sementes-da-inclusao/como-se-referir-a-pessoas-que-possuem-deficiencia>. Acesso em: 10 nov. 2023. [Adaptado].
Considerando o propósito comunicativo, o fator de textualidade que se destaca no penúltimo parágrafo é a
Alternativas
Q2328187 Português
Leia o Texto 1 para responder a questão.

Texto 1


    Como se referir a pessoas que possuem deficiência? A pergunta é feita com frequência ao Núcleo de Inclusão. A resposta é muito simples: Pessoa com Deficiência, que é a forma correta e oficial.
    Essa terminologia foi definida pela Convenção das Nações Unidas sobre o Direito das Pessoas com Deficiência, sendo aprovado em 13 de dezembro de 2006 pela Assembleia Geral da ONU. O termo foi ratificado no Brasil, com equivalência de emenda constitucional, pelo Decreto Legislativo nº 186/2008 e promulgado pelo Decreto nº 6.949/2009.
   Pessoa Portadora de Deficiência (PPD) ou Portador de Necessidades Especiais (PNE) são termos incorretos e devem ser evitados, uma vez que não traduzem a realidade de quem possui deficiência. A deficiência não se porta, ela é uma condição existencial da pessoa.
    Esperamos que essa primeira Semente da Inclusão tenha sido útil para você. Acreditamos que o respeito à diversidade é solo fértil para o desenvolvimento de ideias inovadoras e garantia de uma Justiça acessível para todos.
    Para mais informações, procure o Núcleo de Inclusão do TJDFT.

MORAGAS, Vicente Junqueira. Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Território. Disponível em:<https://www.tjdft.jus.br/acessibilidade/publicacoes/sementes-da-inclusao/como-se-referir-a-pessoas-que-possuem-deficiencia>. Acesso em: 10 nov. 2023. [Adaptado].
Em relação à organização textual e ao tema abordado, o segundo parágrafo apresenta característica
Alternativas
Q2173078 Psicologia
Considere as contribuições psicanalíticas sobre os processos de adoção.

I. Os testes psicológicos não devem ser utilizados, pois dificultam a expressão dos pretendentes à adoção.
II. A avaliação da postura dos pretendentes sobre a revelação da adoção à criança é elemento importante e desvela, muitas vezes, a dificuldade dos pais adotivos em reconhecer e lidar com conflitos e fantasias relativas aos pais biológicos e perda de amor da criança adotiva.
III. A adoção realizada por casais com história de infertilidade, em alguns casos, pode atuar como fator atenuante ou até como possibilidade compensatória; mas, em outros casos, pode intensificar as angústias referentes à impossibilidade de gestar um filho biológico.

Está correto o que se afirma APENAS em
Alternativas
Q2173077 Psicologia
A “nova Lei da Adoção” estabelece que:
Alternativas
Q2173076 Psicologia
Na avaliação de risco em casos de violência contra a mulher, considera-se que:
Alternativas
Q2173075 Psicologia
Joana, 38 anos, não tem filhos, está passando por uma crise conjugal. Há seis meses apresenta crises de choro, sente-se frequentemente triste e sem energia, com baixa libido e sem interesse em suas atividades diárias, e com dificuldade em dormir. Não tem se alimentado bem, já teve vontade de desistir de tudo e acredita que nunca mais será a mesma.
De acordo com DSM-V, Joana pode ser diagnosticada com o Transtorno 
Alternativas
Q2173074 Psicologia
Na avaliação de crianças e adolescentes vítimas de violência intrafamiliar, Falcke afirma que: 
Alternativas
Q2173073 Psicologia
De acordo com o que rege a legislação brasileira, o processo de destituição do poder familiar
Alternativas
Q2173072 Psicologia
Sobre as avaliações solicitadas nas Varas de Família e Sucessões com crianças que apresentam resistência ao contato parental, deve-se 
Alternativas
Respostas
261: B
262: D
263: C
264: A
265: A
266: C
267: C
268: D
269: C
270: D
271: A
272: B
273: C
274: A
275: E
276: D
277: A
278: B
279: A
280: E