Questões Discursivas

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Q3548778 Legislação Municipal
De acordo com a Lei Orgânica do Município de Mogi das Cruzes, ao Prefeito compete 
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Q3548777 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
Assinale a alternativa que está de acordo com a Lei Complementar Municipal n° 83/2011.
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Q3548776 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
Considere que José é servidor público do Município de Mogi das Cruzes e, por desídia, cometeu a Rafael, outro servidor, atribuições estranhas ao cargo que ocupa, bem como cometeu incontinência pública e conduta escandalosa, na repartição. Com base na situação hipotética e no disposto na Lei Complementar Municipal n° 82/2011, é correto afirmar que
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Q3548775 Direito Administrativo
Considere que Batista é servidor público do Município de Mogi das Cruzes, lotado na Secretaria de Saúde, sendo o responsável por receber os atestados médicos de todos os servidores, conferir se estão adequados e, posteriormente, colocar as informações nas respectivas fichas funcionais. Ocorre que no dia 25 de dezembro de 2023, ele sofreu um acidente e foi afastado. Em face da situação imprevisível, a autoridade competente designou Maria, servidora pública, para exercer as atribuições de Batista. Com base na situação hipotética e no disposto na Lei Complementar Municipal n° 82/2011, é correto afirmar que se configura hipótese de
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Q3548774 Secretariado
A respeito do padrão ofício, é correto afirmar que
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Q3548773 Português
A alternativa em que o enunciado está redigido com clareza, concisão e coesão é:
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Q3548772 Secretariado
____________, _______________  está para participar do III Seminário de Sustentabilidade no Legislativo, a ser realizado no próximo dia 07 de junho, das 14h30 às 17h30, no Auditório Freitas Nobre. Aproveitamos a oportunidade para estender o convite a todos _____________ os assessores, para que possamos divulgar boas práticas de gestão na busca pela sustentabilidade.
Caso o referido ofício tenha sido encaminhado por uma autoridade de hierarquia inferior à do destinatário, o fecho deveria ser
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Q3548771 Redação Oficial
____________, _______________  está para participar do III Seminário de Sustentabilidade no Legislativo, a ser realizado no próximo dia 07 de junho, das 14h30 às 17h30, no Auditório Freitas Nobre. Aproveitamos a oportunidade para estender o convite a todos _____________ os assessores, para que possamos divulgar boas práticas de gestão na busca pela sustentabilidade.
Considerando que o texto é parte de um ofício dirigido a um Deputado Federal, assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas.
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Q3548770 Atendimento ao Público
A percepção de um cidadão quanto ao atendimento prestado por um servidor público afeta de forma positiva ou negativa a imagem da instituição. Considerando-se tal afirmativa, assinale a alternativa correta quanto a um atendimento de qualidade.
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Q3548769 Administração Geral
Considerando-se os tipos tradicionais e contemporâneos de liderança, é correto afirmar que o líder
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Q3548768 Arquivologia
Na atividade de protocolo é importante a prática de procedimentos que permitam um adequado controle na tramitação dos documentos. Frente ao exposto, pode-se afirmar que a tramitação visa
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Q3548767 Gestão de Pessoas
A comunicação interpessoal é de fundamental importância na resolução de conflitos. Quando em uma situação de trabalho em grupo, na qual um integrante assume uma posição contrária à dos demais, deve-se
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Q3548766 Gerência de Projetos
O cronograma é uma ferramenta importante que permite visualizar e gerenciar o tempo necessário para completar tarefas e alcançar metas. Assim, deve-se considerar dentre as etapas para o seu planejamento
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Q3548765 Administração Geral
O organograma é uma representação gráfica do desenho organizacional, e, portanto
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Q3548764 Arquivologia
No que tange aos princípios arquivísticos, é correto afirmar que segundo o princípio da
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Q3518903 Português

Em apenas um ano, Rio Grande do Sul enfrentou dez episódios de chuvas extremas, analisa especialista em recursos hídricos da Unesp.

Rodrigo Manzione diz que construção de cidades próximas a rios teve por base sensação de segurança da população que se revelou equivocada, e explica os fatores atmosféricos e geográficos que contribuíram para os estragos que as chuvas e as cheias têm causado no estado desde 2023. "Políticos precisam aceitar que o Brasil necessita de investimentos pesados na área de contenção de riscos e desastres", diz.

Em 08/05/2024

Renato Coelho

[...]

    O governo do RS afirmou que 790 escolas de 216 municípios foram afetadas: 388 sofreram danos e 52 servem de abrigo. Também foram registrados problemas de transporte e de acesso, e estima-se que 273 mil estudantes foram impactados. As regiões de Porto Alegre, São Leopoldo, Estrela, Guaíba, Cachoeira do Sul e Canoas não têm previsão de retomada das aulas.

    O governo decretou estado de calamidade, situação que foi reconhecida pelo governo federal. Dessa forma, o estado fica apto a solicitar recursos federais para ações de defesa civil, como assistência humanitária, reconstrução de infraestruturas e restabelecimento de serviços essenciais. A Defesa Civil colocou a maior parte das bacias hidrográficas do estado com risco de elevação das águas acima da cota de inundação.

    Rodrigo Lilla Manzione, professor e especialista em gestão de recursos hídricos da Unesp em Ourinhos, faz um panorama do estado de devastação que o Rio Grande do Sul enfrenta, e aponta aspectos geográficos, climáticos e administrativos que geram desastres dessa magnitude.

    Manzione relata que o Rio Grande do Sul, especificamente, sofreu dez eventos de chuvas extremas apenas no último ano, entre junho de 23 e maio de 24, sendo um em junho, um em julho, dois em setembro, um em outubro, dois em novembro, um em janeiro e outro agora em abril / maio. Porém, as centenas de municípios afetados na última semana equivalem a três vezes o montante impactado pelo evento ocorrido em setembro, que já foi catastrófico.

    "Existem cidades que estão passando pela quarta vez consecutiva por eventos como esse, de chuvas extremas e consequentes alagamentos. Os eventos citados primeiro ocorreram em regiões específicas, alguns mais concentrados. Mas, o que chama atenção nesse evento que está ocorrendo agora é a dimensão. Ele se espalhou por vários municípios. Já são, infelizmente, quase 100 óbitos segundo números oficiais, e muitos desaparecidos. Esses óbitos são por diferentes razões: soterramento, afogamento, choque elétrico. É realmente uma barbaridade o que está acontecendo no RS. Sem contar as 12 barragens sob pressão, duas em estado de emergência, cinco em estado de alerta e cinco em atenção. Uma delas, a Barragem 14 de Julho, rompeu parcialmente, e houve necessidade de evacuar dez municípios.

    "De acordo com o pesquisador da Unesp, a calamidade ocorre porque a região possui muitos rios meandrantes e também muitos rios de serra. Essas características acabam dando uma velocidade para essas águas maior do que rios de planície. E quando eles encontram a planície, ali próximo da Baía dos Patos, na região de Porto Alegre, a água para, pois os rios de planície têm uma vazão menor. E quando a água para, a tendência é que ela se espalhe.

    "Vários municípios do Rio Grande do Sul acabaram sendo criados nas curvas desses rios. Com as barragens e as benfeitorias ao longo do tempo, foi passada uma falsa sensação de segurança para a população. E esses municípios foram aumentando sem que medidas próprias e adequadas para a contenção das cheias fossem feitas. E, nesse evento específico, é possível ver um daqueles cenários em que vários componentes se unem para aumentar sua potência", explica. [...]

    O pesquisador compara os acontecimentos no estado gaúcho à destruição ocasionada pelo furacão Katrina nos EUA, em Nova Orleans, em 2005. "Só que o Katrina teve em torno de 2000 óbitos oficiais e foi concentrado numa região. Esse evento no Rio Grande do Sul, embora não tenha causado tantas vítimas fatais, acabou destruindo a infraestrutura do Estado. Devido ao imenso impacto gerado na economia, agricultura e indústria, as cidades vão demorar para serem reconstruídas, e o custo será muito alto", diz.

[...]


Adaptado - https://jornal.unesp.br

"Existem cidades que estão passando pela quarta vez consecutiva por eventos como esse [...]." 5°§



A classificação e a função da palavra grifada é:
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Q3518900 Português

Em apenas um ano, Rio Grande do Sul enfrentou dez episódios de chuvas extremas, analisa especialista em recursos hídricos da Unesp.

Rodrigo Manzione diz que construção de cidades próximas a rios teve por base sensação de segurança da população que se revelou equivocada, e explica os fatores atmosféricos e geográficos que contribuíram para os estragos que as chuvas e as cheias têm causado no estado desde 2023. "Políticos precisam aceitar que o Brasil necessita de investimentos pesados na área de contenção de riscos e desastres", diz.

Em 08/05/2024

Renato Coelho

[...]

    O governo do RS afirmou que 790 escolas de 216 municípios foram afetadas: 388 sofreram danos e 52 servem de abrigo. Também foram registrados problemas de transporte e de acesso, e estima-se que 273 mil estudantes foram impactados. As regiões de Porto Alegre, São Leopoldo, Estrela, Guaíba, Cachoeira do Sul e Canoas não têm previsão de retomada das aulas.

    O governo decretou estado de calamidade, situação que foi reconhecida pelo governo federal. Dessa forma, o estado fica apto a solicitar recursos federais para ações de defesa civil, como assistência humanitária, reconstrução de infraestruturas e restabelecimento de serviços essenciais. A Defesa Civil colocou a maior parte das bacias hidrográficas do estado com risco de elevação das águas acima da cota de inundação.

    Rodrigo Lilla Manzione, professor e especialista em gestão de recursos hídricos da Unesp em Ourinhos, faz um panorama do estado de devastação que o Rio Grande do Sul enfrenta, e aponta aspectos geográficos, climáticos e administrativos que geram desastres dessa magnitude.

    Manzione relata que o Rio Grande do Sul, especificamente, sofreu dez eventos de chuvas extremas apenas no último ano, entre junho de 23 e maio de 24, sendo um em junho, um em julho, dois em setembro, um em outubro, dois em novembro, um em janeiro e outro agora em abril / maio. Porém, as centenas de municípios afetados na última semana equivalem a três vezes o montante impactado pelo evento ocorrido em setembro, que já foi catastrófico.

    "Existem cidades que estão passando pela quarta vez consecutiva por eventos como esse, de chuvas extremas e consequentes alagamentos. Os eventos citados primeiro ocorreram em regiões específicas, alguns mais concentrados. Mas, o que chama atenção nesse evento que está ocorrendo agora é a dimensão. Ele se espalhou por vários municípios. Já são, infelizmente, quase 100 óbitos segundo números oficiais, e muitos desaparecidos. Esses óbitos são por diferentes razões: soterramento, afogamento, choque elétrico. É realmente uma barbaridade o que está acontecendo no RS. Sem contar as 12 barragens sob pressão, duas em estado de emergência, cinco em estado de alerta e cinco em atenção. Uma delas, a Barragem 14 de Julho, rompeu parcialmente, e houve necessidade de evacuar dez municípios.

    "De acordo com o pesquisador da Unesp, a calamidade ocorre porque a região possui muitos rios meandrantes e também muitos rios de serra. Essas características acabam dando uma velocidade para essas águas maior do que rios de planície. E quando eles encontram a planície, ali próximo da Baía dos Patos, na região de Porto Alegre, a água para, pois os rios de planície têm uma vazão menor. E quando a água para, a tendência é que ela se espalhe.

    "Vários municípios do Rio Grande do Sul acabaram sendo criados nas curvas desses rios. Com as barragens e as benfeitorias ao longo do tempo, foi passada uma falsa sensação de segurança para a população. E esses municípios foram aumentando sem que medidas próprias e adequadas para a contenção das cheias fossem feitas. E, nesse evento específico, é possível ver um daqueles cenários em que vários componentes se unem para aumentar sua potência", explica. [...]

    O pesquisador compara os acontecimentos no estado gaúcho à destruição ocasionada pelo furacão Katrina nos EUA, em Nova Orleans, em 2005. "Só que o Katrina teve em torno de 2000 óbitos oficiais e foi concentrado numa região. Esse evento no Rio Grande do Sul, embora não tenha causado tantas vítimas fatais, acabou destruindo a infraestrutura do Estado. Devido ao imenso impacto gerado na economia, agricultura e indústria, as cidades vão demorar para serem reconstruídas, e o custo será muito alto", diz.

[...]


Adaptado - https://jornal.unesp.br

"Esse evento no Rio Grande do Sul, embora não tenha causado tantas vítimas fatais [...]." 8°§

A oração destacada exprime uma ideia de:
Alternativas
Q3518897 Geografia
Guariba é um/uma ______ do município de Quebrangulo:



A lacuna acima é corretamente preenchida por:
Alternativas
Q3518895 Noções de Informática
A ferramenta utilizada para aplica itálico ao texto pode ser encontrada na seguinte guia do Microsoft Word:
Alternativas
Q3518894 Noções de Informática

Analise a imagem abaixo.


Q17.png (39×36)


A ferramenta do Microsoft Excel acima é utilizada para:

Alternativas
Respostas
981: B
982: C
983: D
984: B
985: D
986: A
987: A
988: E
989: E
990: A
991: B
992: C
993: D
994: B
995: E
996: A
997: B
998: A
999: A
1000: C