Questões de Concurso Para técnico

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Q2742469 Raciocínio Lógico

Use a lógica para descobrir os números que faltam no quadro apresentado.



17


51


102


153


459

A soma desses números é igual a

Alternativas
Q2742467 Matemática

A seguir estão representados um triângulo equilátero e um quadrado, cujos perímetros são iguais.

Imagem associada para resolução da questão

Se a diferença entre os lados dessas 2 figuras é igual a 3 cm, então, o perímetro de cada uma delas mede

Alternativas
Q2742450 Português

Texto I


Energia nuclear: ontem e hoje

Guerra e paz

O sucesso do primeiro reator nuclear pode ser comparável em importância à descoberta do fogo, à invenção da máquina a vapor, do automóvel ou avião ou, mais modernamente, à difusão da internet pelo mundo – afinal, tornou possível usar a enorme quantidade de energia armazenada no núcleo atômico.

As circunstâncias daquele momento fizeram com que essa energia fosse primeiramente empregada na guerra, com a produção de três bombas atômicas – duas lançadas sobre o Japão, em agosto de 1945, pondo fim ao conflito. Mas, terminada a “guerra quente” – e iniciada a Guerra Fria –, os reatores nucleares, já a partir de 1950, passaram a ser construídos com propósitos pacíficos.

Mais potentes e tecnologicamente avançadas, essas máquinas começaram a produzir diversos elementos radioativos (molibdênio e iodo, por exemplo) que eram incorporados em quantidades adequadas a produtos farmacêuticos (radiofármacos), que passaram a ser usados na medicina nuclear para diagnóstico e tratamento de doenças.

Na década de 1950, surgiram vários reatores para gerar eletricidade, trazendo bem‐estar e conforto às populações. O pioneiro foi Obminsk (Rússia), em 1954, e, dois anos depois, Calder Hall (Reino Unido), primeira usina nuclear de larga escala, que funcionou por 50 anos.

(Odilon A. P. Tavares. Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/. Adaptado.)


Texto II


A reação brasileira

Ainda em 1954, foi lançado ao mar o primeiro submarino com propulsão nuclear, o Nautilus, dos EUA. Pouco depois, vieram navios como o Savannah (EUA, 1962) e o Otto Hahn (Alemanha, 1964) – este último era capaz de navegar impressionantes 40 mil km com apenas 2 kg de urânio‐235.

O Brasil reagiu a esses fatos. Aqui, foram criados, a partir de 1949, institutos e centros de pesquisa voltados fundamentalmente para as questões nucleares. Nessas instituições, tiveram lugar a construção e operação dos primeiros reatores nucleares do país, voltados tanto para a produção de radiofármacos quanto para a pesquisa e formação de pessoal especializado.

Em 1957, o primeiro reator nuclear da América Latina, o IEA‐R1, entrou em operação no então Instituto de Energia Atômica (IEA) – atualmente, Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) na Universidade de São Paulo.

Em 1960, começou a funcionar o reator Triga Mark‐1, no então Instituto de Pesquisas Radioativas (IPR) – hoje, Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN) –, na Universidade Federal de Minas Gerais. Cinco anos depois, foi a vez, no campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro, do primeiro reator de pesquisa totalmente construído por empresa brasileira, o Argonauta, no Instituto de Engenharia Nuclear (IEN).

Em 1988, o Brasil inaugurou seu primeiro reator nuclear genuinamente nacional, o Ipen/MB‐01, resultado de parceria entre pesquisadores do Ipen e da Marinha do Brasil. O objetivo primordial daquela máquina, além da pesquisa, é formar recursos humanos.

Atualmente, o Brasil conta com duas unidades nucleares de grande porte para geração de eletricidade: Angra I, em funcionamento há 30 anos, e Angra II, a partir de 2000. Também localizado em Angra dos Reis (RJ), o reator Angra III, em construção, está previsto para entrar em funcionamento em 2016.

(Odilon A. P. Tavares. Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/. Adaptado.)


Texto III


O presente e o futuro dos exames de imagem


Para o professor Celso Darío Ramos, do Departamento de Radiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é da medicina nuclear que vem o que há de mais moderno hoje no que diz respeito aos exames de imagem. Um exemplo citado por ele é PET‐CT, equipamento que possibilita, ao mesmo tempo, indicar a função biológica de determinado órgão do corpo, por meio da tecnologia PET (tomografia por emissão de pósitrons), bem como mostrar a anatomia de várias partes do corpo, com o auxílio do CT (tomografia computadorizada).

Celso explica que tanto a tomografia por emissão de pósitrons quanto a computadorizada utilizam radiação para produzir imagens. No caso da medicina nuclear, essa radiação é captada dentro do próprio corpo do paciente graças à injeção de um radiofármaco, uma espécie de glicose que emite uma fraca radiação. “Para analisar um tumor, por exemplo, quanto mais agressivo, mais ele consome a glicose radioativa, se tornando radioativo também. Com isso, o equipamento vai identificar as características desse tumor, desde a sua fisiologia ao seu grau de agressividade. Com a medicina nuclear é possível fazer imagens do cérebro para avaliar doenças, bem como da distribuição do sangue no coração”, exemplifica o especialista.

(Disponível em: http://redeglobo.globo.com/globociencia/noticia/2013/06/para‐especialistas‐medicina‐nuclear‐ditara‐futuro‐dos‐exames‐de‐imagem.html.)


Texto IV para responder às questões de 16 a 20.


A rosa de Hiroshima


Pensem nas crianças

Mudas telepáticas

Pensem nas meninas

Cegas inexatas

Pensem nas mulheres

Rotas alteradas

Pensem nas feridas

Como rosas cálidas

Mas oh não se esqueçam

Da rosa da rosa

Da rosa de Hiroshima

A rosa hereditária

A rosa radioativa

Estúpida e inválida

A rosa com cirrose

A antirrosa atômica

Sem cor sem perfume

Sem rosa, sem nada.

(Vinicius de Moraes. In: Ítalo Moriconi (Org.). Os cem melhores poemas brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.)

Considerando as relações de coerência estabelecidas por determinadas palavras, indique o par de trechos destacados (textos III e IV) cuja relação indicada pelos termos grifados é a mesma.

Alternativas
Q2742449 Português

Texto I


Energia nuclear: ontem e hoje

Guerra e paz

O sucesso do primeiro reator nuclear pode ser comparável em importância à descoberta do fogo, à invenção da máquina a vapor, do automóvel ou avião ou, mais modernamente, à difusão da internet pelo mundo – afinal, tornou possível usar a enorme quantidade de energia armazenada no núcleo atômico.

As circunstâncias daquele momento fizeram com que essa energia fosse primeiramente empregada na guerra, com a produção de três bombas atômicas – duas lançadas sobre o Japão, em agosto de 1945, pondo fim ao conflito. Mas, terminada a “guerra quente” – e iniciada a Guerra Fria –, os reatores nucleares, já a partir de 1950, passaram a ser construídos com propósitos pacíficos.

Mais potentes e tecnologicamente avançadas, essas máquinas começaram a produzir diversos elementos radioativos (molibdênio e iodo, por exemplo) que eram incorporados em quantidades adequadas a produtos farmacêuticos (radiofármacos), que passaram a ser usados na medicina nuclear para diagnóstico e tratamento de doenças.

Na década de 1950, surgiram vários reatores para gerar eletricidade, trazendo bem‐estar e conforto às populações. O pioneiro foi Obminsk (Rússia), em 1954, e, dois anos depois, Calder Hall (Reino Unido), primeira usina nuclear de larga escala, que funcionou por 50 anos.

(Odilon A. P. Tavares. Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/. Adaptado.)


Texto II


A reação brasileira

Ainda em 1954, foi lançado ao mar o primeiro submarino com propulsão nuclear, o Nautilus, dos EUA. Pouco depois, vieram navios como o Savannah (EUA, 1962) e o Otto Hahn (Alemanha, 1964) – este último era capaz de navegar impressionantes 40 mil km com apenas 2 kg de urânio‐235.

O Brasil reagiu a esses fatos. Aqui, foram criados, a partir de 1949, institutos e centros de pesquisa voltados fundamentalmente para as questões nucleares. Nessas instituições, tiveram lugar a construção e operação dos primeiros reatores nucleares do país, voltados tanto para a produção de radiofármacos quanto para a pesquisa e formação de pessoal especializado.

Em 1957, o primeiro reator nuclear da América Latina, o IEA‐R1, entrou em operação no então Instituto de Energia Atômica (IEA) – atualmente, Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) na Universidade de São Paulo.

Em 1960, começou a funcionar o reator Triga Mark‐1, no então Instituto de Pesquisas Radioativas (IPR) – hoje, Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN) –, na Universidade Federal de Minas Gerais. Cinco anos depois, foi a vez, no campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro, do primeiro reator de pesquisa totalmente construído por empresa brasileira, o Argonauta, no Instituto de Engenharia Nuclear (IEN).

Em 1988, o Brasil inaugurou seu primeiro reator nuclear genuinamente nacional, o Ipen/MB‐01, resultado de parceria entre pesquisadores do Ipen e da Marinha do Brasil. O objetivo primordial daquela máquina, além da pesquisa, é formar recursos humanos.

Atualmente, o Brasil conta com duas unidades nucleares de grande porte para geração de eletricidade: Angra I, em funcionamento há 30 anos, e Angra II, a partir de 2000. Também localizado em Angra dos Reis (RJ), o reator Angra III, em construção, está previsto para entrar em funcionamento em 2016.

(Odilon A. P. Tavares. Disponível em: http://cienciahoje.uol.com.br/. Adaptado.)


Texto III


O presente e o futuro dos exames de imagem


Para o professor Celso Darío Ramos, do Departamento de Radiologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é da medicina nuclear que vem o que há de mais moderno hoje no que diz respeito aos exames de imagem. Um exemplo citado por ele é PET‐CT, equipamento que possibilita, ao mesmo tempo, indicar a função biológica de determinado órgão do corpo, por meio da tecnologia PET (tomografia por emissão de pósitrons), bem como mostrar a anatomia de várias partes do corpo, com o auxílio do CT (tomografia computadorizada).

Celso explica que tanto a tomografia por emissão de pósitrons quanto a computadorizada utilizam radiação para produzir imagens. No caso da medicina nuclear, essa radiação é captada dentro do próprio corpo do paciente graças à injeção de um radiofármaco, uma espécie de glicose que emite uma fraca radiação. “Para analisar um tumor, por exemplo, quanto mais agressivo, mais ele consome a glicose radioativa, se tornando radioativo também. Com isso, o equipamento vai identificar as características desse tumor, desde a sua fisiologia ao seu grau de agressividade. Com a medicina nuclear é possível fazer imagens do cérebro para avaliar doenças, bem como da distribuição do sangue no coração”, exemplifica o especialista.

(Disponível em: http://redeglobo.globo.com/globociencia/noticia/2013/06/para‐especialistas‐medicina‐nuclear‐ditara‐futuro‐dos‐exames‐de‐imagem.html.)


Texto IV para responder às questões de 16 a 20.


A rosa de Hiroshima


Pensem nas crianças

Mudas telepáticas

Pensem nas meninas

Cegas inexatas

Pensem nas mulheres

Rotas alteradas

Pensem nas feridas

Como rosas cálidas

Mas oh não se esqueçam

Da rosa da rosa

Da rosa de Hiroshima

A rosa hereditária

A rosa radioativa

Estúpida e inválida

A rosa com cirrose

A antirrosa atômica

Sem cor sem perfume

Sem rosa, sem nada.

(Vinicius de Moraes. In: Ítalo Moriconi (Org.). Os cem melhores poemas brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.)

Considerando que o poema “A rosa de Hiroshima”, de Vinicius de Moraes, faz uma referência ao uso da energia nuclear citado no texto I “Energia nuclear: ontem e hoje”, por ocasião da guerra, é correto afirmar que, em relação ao texto III “O presente e o futuro dos exames de imagem”, existe uma

Alternativas
Q1626429 Segurança e Transporte

Com relação a segurança física e operacional e a proteção de autoridades, julgue o item a seguir.


Durante uma escolta a pé, havendo situação de ameaça, a equipe móvel deve proteger e retirar a autoridade do local e reagir com o fim de neutralizar a ameaça.

Alternativas
Q1626428 Segurança e Transporte

Com relação a segurança física e operacional e a proteção de autoridades, julgue o item a seguir.


A equipe da segurança avançada, a qual integra o grupo de equipes responsáveis pela preparação, deve se deslocar com a devida antecedência e avaliar a situação do itinerário e do local de destino da autoridade.

Alternativas
Q1626427 Segurança e Transporte

Com relação a segurança física e operacional e a proteção de autoridades, julgue o item a seguir.


A equipe de vistoria não necessita realizar varredura em eventos abertos.

Alternativas
Q1626426 Segurança e Transporte

Com relação a segurança física e operacional e a proteção de autoridades, julgue o item a seguir.


Nas aparições de autoridades em público, em eventos oficiais previstos e controlados, o credenciamento deve ser realizado independentemente do ambiente.

Alternativas
Q1626425 Segurança e Transporte

Com relação a segurança física e operacional e a proteção de autoridades, julgue o item a seguir.


Os perímetros de segurança compreendem a segurança ostensiva, a segurança aproximada e a segurança pessoal.

Alternativas
Q1626424 Segurança e Transporte

Com relação a segurança física e operacional e a proteção de autoridades, julgue o item a seguir.


Após a varredura, cabe à equipe móvel, a qual compõe a segurança aproximada, preservar o local mais importante do evento.

Alternativas
Q1626423 Segurança e Transporte

Com relação a segurança física e operacional e a proteção de autoridades, julgue o item a seguir.


No comboio, o chefe da segurança desloca-se no veículo S2 e é o responsável por decidir, após sugestão da equipe avançada, o itinerário a se seguir.

Alternativas
Q1626422 Segurança e Transporte

Acerca das premissas, metodologias e equipamentos utilizados em segurança, julgue o item que se segue.


O plano de segurança operacional é um planejamento amplo e abrangente, que envolve toda empresa. Sua elaboração é realizada a partir de uma visão ideal de segurança para o local.

Alternativas
Q1626421 Segurança e Transporte

Acerca das premissas, metodologias e equipamentos utilizados em segurança, julgue o item que se segue.


Um dos componentes da política de segurança empresarial é o estabelecimento de áreas e privilégios de acesso. Os empregados de empresas de serviços terceirizados, devidamente identificados, devem receber credenciais de acesso para circular apenas, e tão somente, em áreas onde prestem seus serviços.

Alternativas
Q1626420 Segurança e Transporte

Acerca das premissas, metodologias e equipamentos utilizados em segurança, julgue o item que se segue.


Os furtos ao patrimônio da empresa podem ser divididos em internos e externos. No primeiro, os furtos são praticados por qualquer pessoa dentro das dependências da empresa; no segundo, a atividade criminosa ocorre nas imediações ou no transporte de bens e valores fora do perímetro da instituição.

Alternativas
Q1626419 Segurança e Transporte

Julgue o item seguinte, relativos a segurança empresarial e patrimonial.


A segurança patrimonial é constituída por um conjunto de medidas capazes de garantir a segurança física, a segurança estratégica e a segurança especial de uma empresa.

Alternativas
Q1626418 Segurança e Transporte

Julgue o item seguinte, relativos a segurança empresarial e patrimonial.


Os treinamentos de segurança devem ser estendidos a todos os empregados da empresa, e não apenas aos ligados diretamente à segurança. Um empregado treinado deverá saber, por exemplo, reconhecer e identificar atitudes suspeitas de pessoas no interior da empresa.

Alternativas
Q1626417 Segurança e Transporte

Julgue o item seguinte, relativos a segurança empresarial e patrimonial.


A verificação da vida pregressa de um candidato ao exercício de atividade de segurança é um item fundamental na seleção de pessoal. Pessoas com antecedentes, ainda que de pequenos delitos, como atropelamentos e lesões corporais em razão de brigas, não devem ser recomendadas para contratação em atividade de segurança.

Alternativas
Q1626416 Segurança e Transporte

Julgue o item seguinte, relativos a segurança empresarial e patrimonial.


As medidas relacionadas à proteção perimetral incluem o estabelecimento de uma zona livre interna, espaço entre o cercado e as instalações da empresa.

Alternativas
Q1626415 Noções de Informática

A respeito da atividade de inteligência, julgue o seguinte item.


Considere que um empregado de uma organização tenha acessado e visualizado, de forma indevida, arquivos armazenados em um computador, mas sem fazer neles qualquer alteração. Nessa situação, é correto afirmar que tal incidente comprometeu a integridade das informações visualizadas nos referidos arquivos.

Alternativas
Q1626414 Noções de Informática

A respeito da atividade de inteligência, julgue o seguinte item.


Existem técnicas capazes de remover códigos maliciosos, como, por exemplo, a formatação, que apaga todos os arquivos de um disco rígido, inclusive códigos maliciosos.

Alternativas
Respostas
12141: E
12142: D
12143: E
12144: A
12145: C
12146: E
12147: E
12148: C
12149: E
12150: E
12151: C
12152: E
12153: C
12154: X
12155: E
12156: C
12157: X
12158: C
12159: X
12160: X