Questões de Concurso Para analista (superior)

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Q2338306 Direito Administrativo
As empresas estatais são entidades administrativas, que integram a Administração indireta; possuem personalidade jurídica de direito privado, têm sua criação autorizada em lei e podem ser criadas para explorar atividade econômica ou prestar serviços públicos. As fundações públicas são instituídas pelo Estado, que separa uma dotação patrimonial e a ela destina recursos orçamentários para o desempenho de atividade de interesse social. Sobre as características das fundações públicas, analise as alternativas a seguir.
I. Dotação patrimonial.
II. Regime de pessoal sendo o de emprego público.
III. Sujeição ao controle administrativo ou tutela por parte da Administração direta, nos limites estabelecidos em lei.
IV. Obrigatoriamente ter a forma de Sociedade Anônima (S/A).
Está INCORRETO o que se afirma apenas em
Alternativas
Q2338303 Direito Constitucional
Assim dispõe a Súmula Vinculante 13: “A nomeação de cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, inclusive, da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício de cargo em comissão ou de confiança ou, ainda, de função gratificada na Administração Pública direta e indireta em qualquer dos poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, compreendido o ajuste mediante designações recíprocas, viola a Constituição Federal”. A Súmula em tela diz respeito à vedação
Alternativas
Q2338298 Raciocínio Lógico
Considere verdadeira a proposição:

“Se Júlio mora em Nova Friburgo, então Paula é carioca e Joana não gosta de morar no Rio”.

Sendo verdade que Joana gosta de morar no Rio, também será necessariamente verdadeiro que:
Alternativas
Q2338293 Português
“Revista USP” discute o jornalismo na era da pós-verdade


Publicação traz dossiê com artigos de especialistas que analisam modos de garantir a qualidade das informações.

     Um dos maiores desafios da mídia contemporânea é conter a proliferação de notícias falsas, as chamadas “fake news”, que acabam fazendo da maneira de pensar atual uma reminiscência do modo de pensar de um camponês medieval, com base em fofocas, boatos e muita conversa. Com isso, o novo mundo se assemelha ao mundo de antes do período em que a imprensa criada por Gutemberg predominou na história da humanidade, entre o século 15 e o início do século 21, transformado então apenas numa “interrupção do fluxo normal da comunicação humana”.

     Essa análise, inspirada nas ideias do professor Thomas Pettitt, da Universidade do Sul da Dinamarca, está exposta no artigo “Verdades e mentiras no ecossistema digital”, do jornalista e professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) Caio Túlio Costa, publicado na edição número 116 da Revista USP, que acaba de ser lançada. Publicada trimestralmente pela Superintendência de Comunicação Social (SCS) da USP, a revista traz nesta edição o dossiê “Pós-Verdade e Jornalismo”, que inclui cinco artigos de pesquisadores e jornalistas, dedicados a analisar as formas de evitar as “fake news” e garantir a veiculação de informações de qualidade para a sociedade.

     Garantir essa qualidade está cada vez mais difícil na era da “pós-verdade” – expressão que designa a circunstância em que fatos objetivos são menos influentes para moldar a opinião pública do que apelos à emoção e às crenças pessoais, de acordo com a definição do Oxford Dictionary. É o que aponta o professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP Eugênio Bucci, no artigo “Pós-política e corrosão da verdade”, também publicado no dossiê da Revista USP.

     Bucci reitera que parte da responsabilidade pela desvalorização da verdade factual – aquela que se refere não a um valor transcendental, mas ao registro “precário” dos acontecimentos – se deve às redes sociais e à internet, “onde se acomodaram confortavelmente as forças dedicadas à produção das notícias fraudulentas”. Ressalvando o lado positivo dessas novas tecnologias, como a abertura de novos canais de diálogos, a facilidade de comunicação entre as pessoas e a exibição imediata de demandas públicas, Bucci destaca que o problema se encontra no fato de que, tendo se enraizado no mundo da vida e na esfera pública, elas não são públicas em seus controles e na sua propriedade. “Sob a malha tecnológica, elas promovem a tecnociência e o capital como substitutos da própria política.”

     Para Bucci, redes sociais como Facebook e Twitter e sites de busca como Google aceleraram e fortaleceram a pós-verdade. Isso se deu, de acordo com o professor, por pelo menos dois motivos. O primeiro se refere ao incremento da velocidade e do alcance proporcionado por esses novos recursos. “Vários levantamentos mostram que as notícias fraudulentas repercutem mais do que as verdadeiras. E mais rapidamente. E arrebatam as amplas massas de um modo acachapante, num grau jamais atingido pelos meios jornalísticos mais convencionais”, escreve Bucci, citando como exemplo a campanha de Donald Trump à Presidência dos Estados Unidos, em 2016, que em dois dias conseguiu fazer com que boa parte da população do país acreditasse que Barack Obama tinha nascido no Quênia.

     O segundo motivo por que as redes sociais e sites de busca favorecem a pós-verdade diz respeito ao fator econômico, continua o professor. “Notícias fraudulentas dão lucro. Dentro do ambiente virtual do Google e do Facebook, a fraude compensa. Quanto maior o número de cliques, mais o autor fatura. E, como a mentira é fácil de produzir (é barata) e desperta o furor das audiências, um dos melhores negócios da atualidade é noticiar acontecimentos que nunca aconteceram de verdade – e que, mesmo assim, despertam emoções fortes nos chamados internautas.”

     [...]


 (CASTRO, Roberto C. G. “Revista USP” discute o jornalismo na era da pós-verdade. Jornal da USP. Em: maio de 2018.)
“[...] que inclui cinco artigos de pesquisadores e jornalistas, dedicados a analisar as formas de evitar as ‘fake News’ e garantir a veiculação de informações de qualidade para a sociedade.” (2º§) O segmento destacado no trecho anterior apresenta algumas ocorrências do termo “a” (e variações). Pode-se afirmar que, em relação à regência verbal, tal termo foi utilizado:
Alternativas
Q2338289 Português
“Revista USP” discute o jornalismo na era da pós-verdade


Publicação traz dossiê com artigos de especialistas que analisam modos de garantir a qualidade das informações.

     Um dos maiores desafios da mídia contemporânea é conter a proliferação de notícias falsas, as chamadas “fake news”, que acabam fazendo da maneira de pensar atual uma reminiscência do modo de pensar de um camponês medieval, com base em fofocas, boatos e muita conversa. Com isso, o novo mundo se assemelha ao mundo de antes do período em que a imprensa criada por Gutemberg predominou na história da humanidade, entre o século 15 e o início do século 21, transformado então apenas numa “interrupção do fluxo normal da comunicação humana”.

     Essa análise, inspirada nas ideias do professor Thomas Pettitt, da Universidade do Sul da Dinamarca, está exposta no artigo “Verdades e mentiras no ecossistema digital”, do jornalista e professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) Caio Túlio Costa, publicado na edição número 116 da Revista USP, que acaba de ser lançada. Publicada trimestralmente pela Superintendência de Comunicação Social (SCS) da USP, a revista traz nesta edição o dossiê “Pós-Verdade e Jornalismo”, que inclui cinco artigos de pesquisadores e jornalistas, dedicados a analisar as formas de evitar as “fake news” e garantir a veiculação de informações de qualidade para a sociedade.

     Garantir essa qualidade está cada vez mais difícil na era da “pós-verdade” – expressão que designa a circunstância em que fatos objetivos são menos influentes para moldar a opinião pública do que apelos à emoção e às crenças pessoais, de acordo com a definição do Oxford Dictionary. É o que aponta o professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP Eugênio Bucci, no artigo “Pós-política e corrosão da verdade”, também publicado no dossiê da Revista USP.

     Bucci reitera que parte da responsabilidade pela desvalorização da verdade factual – aquela que se refere não a um valor transcendental, mas ao registro “precário” dos acontecimentos – se deve às redes sociais e à internet, “onde se acomodaram confortavelmente as forças dedicadas à produção das notícias fraudulentas”. Ressalvando o lado positivo dessas novas tecnologias, como a abertura de novos canais de diálogos, a facilidade de comunicação entre as pessoas e a exibição imediata de demandas públicas, Bucci destaca que o problema se encontra no fato de que, tendo se enraizado no mundo da vida e na esfera pública, elas não são públicas em seus controles e na sua propriedade. “Sob a malha tecnológica, elas promovem a tecnociência e o capital como substitutos da própria política.”

     Para Bucci, redes sociais como Facebook e Twitter e sites de busca como Google aceleraram e fortaleceram a pós-verdade. Isso se deu, de acordo com o professor, por pelo menos dois motivos. O primeiro se refere ao incremento da velocidade e do alcance proporcionado por esses novos recursos. “Vários levantamentos mostram que as notícias fraudulentas repercutem mais do que as verdadeiras. E mais rapidamente. E arrebatam as amplas massas de um modo acachapante, num grau jamais atingido pelos meios jornalísticos mais convencionais”, escreve Bucci, citando como exemplo a campanha de Donald Trump à Presidência dos Estados Unidos, em 2016, que em dois dias conseguiu fazer com que boa parte da população do país acreditasse que Barack Obama tinha nascido no Quênia.

     O segundo motivo por que as redes sociais e sites de busca favorecem a pós-verdade diz respeito ao fator econômico, continua o professor. “Notícias fraudulentas dão lucro. Dentro do ambiente virtual do Google e do Facebook, a fraude compensa. Quanto maior o número de cliques, mais o autor fatura. E, como a mentira é fácil de produzir (é barata) e desperta o furor das audiências, um dos melhores negócios da atualidade é noticiar acontecimentos que nunca aconteceram de verdade – e que, mesmo assim, despertam emoções fortes nos chamados internautas.”

     [...]


 (CASTRO, Roberto C. G. “Revista USP” discute o jornalismo na era da pós-verdade. Jornal da USP. Em: maio de 2018.)
De acordo com as ideias e informações apresentadas no texto, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q2337501 Veterinária
A esporotricose é uma doença de alto interesse em Saúde Pública, por ser uma zoonose causada por um fungo amplamente distribuído no solo rico em matéria vegetal.
Assinale a opção que apresenta a forma mais comum de manifestação clínica da esporotricose em humanos.
Alternativas
Q2337500 Veterinária
Em uma clínica veterinária são utilizados, diariamente, produtos que geram resíduos que necessitam de cuidados especiais de acondicionamento e de descarte, como agulhas, seringas e tubos capilares.
De acordo com a RDC nº 222/18, assinale a opção que indica a categoria a que os resíduos mencionados pertencem.
Alternativas
Q2337499 Veterinária
Assinale a opção que indica as informações que devem constar nos dizeres da bula de um produto de uso veterinário.
Alternativas
Q2337498 Veterinária
O auto de infração sanitária é emitido pela autoridade de saúde quando uma empresa é encontrada em desacordo com a regulamentação sanitária.
Sobre a lavratura do auto de infração, de acordo com a Lei nº 6.437/77, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q2337497 Veterinária
Sobre a inspeção ante mortem e a atuação do Serviço de Inspeção Federal, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q2337496 Veterinária
O Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA) passou por grande atualização graças ao Decreto nº 10.468/20. Entre as mudanças realizadas, alguns conceitos foram atualizados e, outros, adicionados.
De acordo com esses conceitos, a aplicação de substância química ao produto de origem animal, com o objetivo de torná-lo visualmente impróprio ao consumo humano, é denominada 
Alternativas
Q2337495 Veterinária
A toxoplasmose pode ser de difícil diagnóstico, sendo necessário, muitas vezes, associar diferentes métodos para uma melhor avaliação. Um dos principais métodos de diagnóstico dessa doença é a sorologia.
Sobre o diagnóstico sorológico da toxoplasmose, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q2337494 Veterinária
Sobre as normas de abastecimento de água em manipulação de alimentos, de acordo com a RDC nº 216/04, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q2337493 Veterinária
De acordo com a Lei nº 392/97, assinale a opção que indica a infração cometida por um médico veterinário, infrator reincidente, que deixou de notificar uma zoonose de notificação compulsória. 
Alternativas
Q2337492 Veterinária
De acordo com o Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade, “o produto cárneo, obtido de uma ou mais espécies de animais, com adição ou não de miúdos e partes animais comestíveis, transformados em massa, condimentado, com adição de ingredientes e submetido a processo térmico específico”, refere-se à(ao)
Alternativas
Q2337491 Veterinária
A fauna sinantrópica pode ser nociva ao homem, podendo transmitir doenças ou causar agravos à saúde. O IBAMA, desde 2006, possui uma instrução normativa que regulamenta o controle e o manejo ambiental da fauna sinantrópica nociva.
Assinale a opção que indica a forma de manejo ambiental da fauna sinantrópica nociva.
Alternativas
Q2337490 Veterinária
Os acidentes com escorpiões, devido à sua alta adaptação ao meio urbano e reprodução eficiente, são bastante comuns.
Sobre os procedimentos a serem adotados em um caso de escorpionismo, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q2337489 Veterinária
Algumas atividades ocupacionais expõem os profissionais ao risco de contrair determinadas doenças, como é o caso de médicos veterinários que correm o risco de contrair raiva. Para reduzir esse risco, são adotadas estratégias de prevenção como a profilaxia pré-exposição.
Sobre a profilaxia pré-exposição em humanos, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q2337488 Veterinária
Os recursos federais do Teto Financeiro de Vigilância em Saúde (TFVS) são repassados aos Estados e municípios para que sejam feitas as ações de vigilância em saúde. Quando esses recursos são empregados de forma irregular por um Estado ou Município, estes podem ter a sua certificação de gestão das ações em Vigilância em Saúde cancelada, penalidade prevista pela Portaria nº 1.172/04.
Sobre as penalidades abordadas nessa portaria, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q2337487 Veterinária
De acordo com a RDC nº 216/04, os alimentos submetidos à cocção devem ser mantidos em condições de tempo/temperatura que não favoreçam a multiplicação microbiana.
Para a conservação a quente, assinale a opção que indica a condição de tempo/temperatura correta. 
Alternativas
Respostas
16941: A
16942: A
16943: D
16944: A
16945: B
16946: A
16947: D
16948: B
16949: A
16950: C
16951: C
16952: D
16953: B
16954: D
16955: B
16956: D
16957: C
16958: A
16959: B
16960: A