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Q238996 Português
Assinale a opção que deve ser completada com a mesma grafia da palavra grifada em: “...até porque a Europa já tinha um histórico de produção artística e no Brasil os artistas eram autodidatas.”
Alternativas
Q238995 Português
Em “No Brasil, chegou com os imigrantes portugueses 100 anos depois e foi marcante principalmente em Minas Gerais.”, a vírgula se justifica:
Alternativas
Q238994 Português
De acordo com as informações contidas no texto 2, infere-se, do texto 1, que:
Alternativas
Q238993 Português
Analisando o texto 2, apenas uma das opções abaixo é INCORRETA. Aponte-a.
Alternativas
Q238992 Português
Os termos grifados em “ Restaurado , ainda se presta a belíssimos concertos de música barroca.” (texto 1) e “A expectativa é que O ator volte a ser exibido, restaurado , apenas no fim de abril.” (texto 2) foram desenvolvidos, respectivamente, sem alteração de sentido, na seguinte alternativa:
Alternativas
Q238991 Português
Assinale a opção em que a ideia expressa pela locução conjuntiva destacada abaixo foi corretamente identificada.

Mesmo que com atraso, o inventário dessas obras é o primeiro passo para a conservação do tesouro que restou.” 
Alternativas
Q238990 Português
Nos trechos abaixo foram grifados alguns elementos de coesão que conferem coerência ao texto.Assinale aquele que NÃO remete à palavra entre parênteses.
Alternativas
Q238989 Português
Em “...sim, houve uma profícua produção do gênero no país...”, o advérbio de afirmação:
Alternativas
Q238988 Português
Marque a opção verdadeira com relação ao texto.
Alternativas
Q238987 Português
No terceiro parágrafo do texto, o detalhamento do funcionamento dos órgãos barrocos tem como objetivo:
Alternativas
Q238986 Português
Assinale a opção que tem base no texto.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CETAP Órgão: DETRAN-RS
Q1233828 Conhecimentos Gerais
Um escândalo sobre os acobertamentos de abusos sexuais de crianças por parte de padres foi revelado na Igreja Católica da Irlanda e atingiu o Vaticano com intensidade ainda maior que o escândalo semelhante que atingiu os Estados Unidos oito anos atrás. Sobre o assunto apenas NÃO se pode afirmar:

Alternativas
Ano: 2009 Banca: CETAP Órgão: DETRAN-RS
Q1223782 Gestão de Pessoas
Relacione a Coluna 01 com a Coluna 02 e marque a alternativa com a sequência CORRETA: 
Coluna 01
1 - descrição das atividades do cargo.
2 - série de classes.
3 - quadro de pessoal.
Coluna 02
(  ) agrupamento de cargos, em classes dispostas em ordem crescente de complexidade e de responsabilidade, grau de dificuldade das atribuições específicas, observada a qualificação profissional e os demais requisitos exigidos para provimento e exercício.
(  ) identificação das atribuições típicas de cada cargo na respectiva classe, compreendendo também as funções abrangidas pelo exercício do cargo. 
(  ) sistematização dos recursos humanos do DETRAN-RR, observada a forma de provimento do respectivo cargo, área de atuação, lotação, complexidade das atribuições e os graus diferenciados de responsabilidades, escolaridade e de experiência profissional exigidos para o correspondente exercício.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CETAP Órgão: DETRAN-RS
Q1221023 Português
Leia o texto e responda a questão seguinte.
 Astral & animais
Minhas aulas de ioga são acompanhadas por dois alunos: eu e meu gato Merlin. Basta Guilherme, meu atual professor, entrar no elevador no térreo para Merlin esticar o rabo e arquear o dorso. Sobe as escadas e é o primeiro a estender-se no tapetinho, ronronando. Tento realizar as posturas: giro a cabeça, estico uma perna, estendo o braço, me contorço. E gemo! Merlin inventa suas próprias posições. Deita de barriga para cima, ergue as patinhas, torce o corpo. Dá um show. Como diz o professor, “gatos já nascem mestres de ioga”, mas normalmente Merlin é muito arisco. Não faz charme para visitas nem deixa ninguém pegá-lo. É como se Merlin quisesse compartilhar da harmonia que a ioga me proporciona. Mesmo quando medito sozinho em minha poltrona, ele se aproxima e fica se entrelaçando às minhas pernas. É um adepto do alto astral! Shiva, minha gata, tem comportamento semelhante, mas em situações opostas. Passa os dias dormindo. Não é muito “dada”, como costumam dizer. Basta eu me refugiar no quarto chateado ou um pouco deprimido que ela aparece, solidária. Deita-se o mais próximo possível e me encara com seus olhos verdes, como se dissesse: “Estou tomando conta de você!”. Fica todo o tempo perto de mim, até eu me sentir melhor. Nenhuma palavra precisa ser dita. Ela sabe quando é hora de me fazer companhia.
Sempre acreditei que os bichos têm sentimentos. Mas agora eu sinto que há algo mais: uma capacidade de entendimento emocional inexplicável. Tenho três cachorros, atualmente na minha casa da granja: Isis, Morgana e Kauê. Se estou alegre, fazem festa. Se triste, deitam-se e ficam me olhando. Eles gostam de televisão. Quando vou para o escritório trabalhar, deixo a TV ligada. Ficam os três no sofá, interessadíssimos. De tempo em tempo, um deles vem até mim, me olha no computador, abana o rabo e vai embora. “Bom trabalho!”, parecem dizer. Quando algum amigo vem me visitar, muito antes do barulho do carro, os três correm para o portão. Como sabem?
Uma amiga contou que sua cachorra se aninhou num canto gemendo, horas antes de ela própria receber a notícia do falecimento da mãe. Outra tem um cachorro que “sabe” quando ela vai sair de viagem. Já me aconteceu, durante um passeio, há alguns anos, de meu cachorro tomar uma atitude esquisita: corria para a frente latindo, vinha até mim e disparava de volta. Queria me “mostrar” alguma coisa. E eu o segui de volta para casa, onde minha mãe começara a passar mal. Certa vez, um vizinho resolveu se mudar de cidade e deixar a cadela para um conhecido. Quando viu os móveis ser colocados em um caminhão, ela se deitou com o rabo entre as pernas, gemendo sem parar. Quando faz alguma coisa errada, o cachorro também é o primeiro a se denunciar. Tive um que escavava as plantas.
Em uma ocasião, no momento em que olhei na varanda e peguei uma raiz arrancada, ele me olhou e saiu correndo para se esconder. Nunca bato em animais. Mas ele sabia que eu estava furioso. E que vinha bronca!
Há muito tempo estive no México durante um terremoto acompanhado da erupção de um vulcão. Voltava de uma viagem com uma amiga quando ela observou:
— Estranho! Não ouço um pio de pássaro, um latido! No dia seguinte, ocorreu a tragédia. Gatos, cachorros, todos os bichos, enfim, são capazes de compartilhar emoções sem a necessidade de palavras. Quem convive com algum animal vai concordar comigo. E confirmar como é bom sentir esse olhar de solidariedade que só os bichos sabem oferecer.
(Fonte: CARRASCO, Walcyr. Vejinha. São Paulo: Abril, 24/02/2010)

O antônimo do vocábulo “arisco” em: “Merlin é muito “arisco” é:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CETAP Órgão: DETRAN-RS
Q1210991 Português
Leia o texto e responda a questão seguinte.
 Astral & animais
Minhas aulas de ioga são acompanhadas por dois alunos: eu e meu gato Merlin. Basta Guilherme, meu atual professor, entrar no elevador no térreo para Merlin esticar o rabo e arquear o dorso. Sobe as escadas e é o primeiro a estender-se no tapetinho, ronronando. Tento realizar as posturas: giro a cabeça, estico uma perna, estendo o braço, me contorço. E gemo! Merlin inventa suas próprias posições. Deita de barriga para cima, ergue as patinhas, torce o corpo. Dá um show. Como diz o professor, “gatos já nascem mestres de ioga”, mas normalmente Merlin é muito arisco. Não faz charme para visitas nem deixa ninguém pegá-lo. É como se Merlin quisesse compartilhar da harmonia que a ioga me proporciona. Mesmo quando medito sozinho em minha poltrona, ele se aproxima e fica se entrelaçando às minhas pernas. É um adepto do alto astral! Shiva, minha gata, tem comportamento semelhante, mas em situações opostas. Passa os dias dormindo. Não é muito “dada”, como costumam dizer. Basta eu me refugiar no quarto chateado ou um pouco deprimido que ela aparece, solidária. Deita-se o mais próximo possível e me encara com seus olhos verdes, como se dissesse: “Estou tomando conta de você!”. Fica todo o tempo perto de mim, até eu me sentir melhor. Nenhuma palavra precisa ser dita. Ela sabe quando é hora de me fazer companhia.
Sempre acreditei que os bichos têm sentimentos. Mas agora eu sinto que há algo mais: uma capacidade de entendimento emocional inexplicável. Tenho três cachorros, atualmente na minha casa da granja: Isis, Morgana e Kauê. Se estou alegre, fazem festa. Se triste, deitam-se e ficam me olhando. Eles gostam de televisão. Quando vou para o escritório trabalhar, deixo a TV ligada. Ficam os três no sofá, interessadíssimos. De tempo em tempo, um deles vem até mim, me olha no computador, abana o rabo e vai embora. “Bom trabalho!”, parecem dizer. Quando algum amigo vem me visitar, muito antes do barulho do carro, os três correm para o portão. Como sabem?
Uma amiga contou que sua cachorra se aninhou num canto gemendo, horas antes de ela própria receber a notícia do falecimento da mãe. Outra tem um cachorro que “sabe” quando ela vai sair de viagem. Já me aconteceu, durante um passeio, há alguns anos, de meu cachorro tomar uma atitude esquisita: corria para a frente latindo, vinha até mim e disparava de volta. Queria me “mostrar” alguma coisa. E eu o segui de volta para casa, onde minha mãe começara a passar mal. Certa vez, um vizinho resolveu se mudar de cidade e deixar a cadela para um conhecido. Quando viu os móveis ser colocados em um caminhão, ela se deitou com o rabo entre as pernas, gemendo sem parar. Quando faz alguma coisa errada, o cachorro também é o primeiro a se denunciar. Tive um que escavava as plantas.
Em uma ocasião, no momento em que olhei na varanda e peguei uma raiz arrancada, ele me olhou e saiu correndo para se esconder. Nunca bato em animais. Mas ele sabia que eu estava furioso. E que vinha bronca!
Há muito tempo estive no México durante um terremoto acompanhado da erupção de um vulcão. Voltava de uma viagem com uma amiga quando ela observou:
— Estranho! Não ouço um pio de pássaro, um latido! No dia seguinte, ocorreu a tragédia. Gatos, cachorros, todos os bichos, enfim, são capazes de compartilhar emoções sem a necessidade de palavras. Quem convive com algum animal vai concordar comigo. E confirmar como é bom sentir esse olhar de solidariedade que só os bichos sabem oferecer.
(Fonte: CARRASCO, Walcyr. Vejinha. São Paulo: Abril, 24/02/2010)

Justifica o emprego das vírgulas no excerto: “Basta Guilherme, meu atual professor, entrar no elevador no térreo para Merlin esticar o rabo...”
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CETAP Órgão: DETRAN-RS
Q1194121 Gestão de Pessoas
O Sistema de Avaliação de Desempenho alcança por meio do Subsistema de Avaliação Especial de Desempenho e do Subsistema de Avaliação Periódica de Desempenho os seguintes objetivos, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CETAP Órgão: DETRAN-RS
Q1194004 Legislação Estadual
Além do vencimento, o servidor poderá receber, nos termos da Lei Complementar n.º 053/2001, algumas vantagens como as indenizações. Constituem indenizações ao servidor, EXCETO: 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: TJ-PA
Q1186815 Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
A questão refere-se ao Regimento Interno do Tribunal de Justiça do Estado do Pará.

Os advogados dos recorrentes poderão proferir sustentação oral, dentre outros processos, nos
Alternativas
Ano: 2009 Banca: CETAP Órgão: DETRAN-RS
Q1185503 Conhecimentos Gerais
Qual foi a recente união de operações que ocorreu no mercado entre uma rede de varejo baiana e uma rede de Minas Gerais? 


Alternativas
Ano: 2009 Banca: CETAP Órgão: DETRAN-RS
Q1181915 Noções de Informática
O backup é bastante útil para a recuperação de dados perdidos ou apagados acidentalmente. Sobre o backup, é possível afirmar:

Alternativas
Respostas
2641: C
2642: C
2643: A
2644: D
2645: E
2646: A
2647: D
2648: B
2649: D
2650: B
2651: E
2652: D
2653: C
2654: A
2655: C
2656: C
2657: D
2658: B
2659: A
2660: C