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De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), os tumores pediátricos são doenças raras e correspondem a apenas 1% a 3% do total de neoplasias no mundo. Acerca dos cuidados relacionados ao câncer pediátrico, julgue o item a seguir.
Promover ações que minimizem a despersonalização do
ambiente hospitalar pode ajudar muito o paciente no
enfrentamento da doença durante a internação.
De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), os tumores pediátricos são doenças raras e correspondem a apenas 1% a 3% do total de neoplasias no mundo. Acerca dos cuidados relacionados ao câncer pediátrico, julgue o item a seguir.
Os cuidados paliativos de uma doença potencialmente fatal contribuem para que questões essenciais, como a finitude, sejam trabalhadas, devendo ser iniciados apenas no momento próximo ao óbito.
De acordo com dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), os tumores pediátricos são doenças raras e correspondem a apenas 1% a 3% do total de neoplasias no mundo. Acerca dos cuidados relacionados ao câncer pediátrico, julgue o item a seguir.
Minimizar as ansiedades dos pacientes com câncer e de seus
familiares, tornar o ambiente hospitalar e o período de
internação menos adversos e auxiliar familiares a lidar com a
finitude do paciente são objetivos específicos para o auxílio
no enfrentamento da hospitalização, do agravamento da
doença e do óbito.
O aconselhamento genético e a manutenção de hábitos saudáveis de vida pelos pais são considerados cuidados preventivos anteriores ao nascimento da criança, enquanto o cuidado curativo consiste no diagnóstico, no tratamento e no controle do câncer.
O câncer e o seu tratamento causam uma série de problemas funcionais que resultam em deficiência física e situações incapacitantes, como o comprometimento da função cognitiva, a qual necessariamente é alterada de forma permanente em pacientes com câncer.
Com base nos resultados do processo avaliativo, o terapeuta ocupacional pode utilizar diversos recursos e estratégias para a reabilitação do declínio funcional de pacientes com câncer, e as intervenções se expandem para outras condições clínicas, como risco de queda, comprometimento da função cognitiva, fadiga relacionada ao câncer, linfedemas, neuropatia periférica induzida por quimioterapia, défices funcionais, entre outros aspectos.
Analisar o perfil e o desempenho ocupacional do paciente, descobrir as suas potencialidades e identificar seus facilitadores e suas barreiras fazem parte da avaliação e da elaboração de estratégias para o planejamento terapêutico singular.
Os procedimentos terapêuticos e a hospitalização de pacientes oncológicos acarretam mudanças corporais e mudanças na organização do cotidiano do indivíduo e de seus familiares, além de poderem gerar dependência definitiva no desempenho das ocupações desses pacientes.
Para o terapeuta ocupacional, é muito importante a capacidade de trabalhar com o paciente além do nível de impedimento da doença, porém a intervenção desse profissional na atenção oncológica acontece somente a partir da fase inicial de pós-diagnóstico, até a fase pós-operatória.
A proposta de implantação da estratégia saúde da família (ESF) deve prever equipamentos necessários para garantir que a unidade básica de saúde possa responder aos problemas de saúde das famílias na área sob sua responsabilidade.
Na estratégia de saúde familiar a ser adotada por equipes multidisciplinares na segurança e na atenção da saúde da população, deve-se preconizar o modelo biomédico de atenção à saúde, que é voltado para uma visão centrada na doença.
A notificação compulsória de uma doença só é permitida para profissionais da área de saúde: médicos, enfermeiros, odontólogos, médicos veterinários, biólogos, biomédicos, farmacêuticos e outros no exercício da profissão.
Nos casos em que o idoso apresentar diminuição da visão e confusão mental, é recomendada a fixação de faixa colorida nas portas de vidro e na altura que esteja dentro do campo visual do idoso.
Vacinas, adoção de estilo de vida salutar e atenção familiar são importantes determinantes que constituem a prevenção primária na promoção da segurança e do envelhecimento saudável dos idosos.
Complicações iatrogênicas em idosos raramente ocorrem em hospitais, mas são muito comuns no domicílio quando os idosos estão sob os cuidados dos familiares.
As diferenças de perfil sociodemográfico e de características biológicas entre participantes selecionados para pesquisas clínicas podem ser desprezadas na avaliação para detectar uma possível associação entre exposição e desfecho.
Para avaliar os efeitos de um novo medicamento sobre uma doença infectocontagiosa, é recomendado o emprego de ensaio clínico randomizado.
A coorte é um exemplo de estudo que pode ser aplicado em sujeitos que não apresentam a doença a ser investigada.
Estudos ecológicos são comumente empregados para a análise de desfecho em grupos de pessoas, porém, o uso desses estudos é inadequado quando se deseja gerar hipóteses.